Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Sex Abr 17, 2015 7:17 pm

O Fruto Proibido está vazio. A desértica Cozinha do Inferno começa a acordar, mais cedo que o restante de Parnasis.

Orcs, humanos, até alguns halflings já levantam cedo para seus empregos nas minas da região norte. Um longo caminho que exigia acordar antes do sol nascer.

Juan cruza com alguns conhecidos, alguns desconhecidos, ninguém realmente prestando em atenção além de sua rotina.

A porta do Fruto está aberta, destrancada, mas não há sinal de invasão.

Berenice está sentada em uma mesa, parece ter ficado a noite toda em claro. Uma garrafa de uísque lhe faz companhia.
- Se...reclamar das garrafas vazias. Eu não tomei tudo - diz a mulher, claramente embriagada.

_________________

O velho grunhe quando começa a cavar. Ele fala pouco, concentrando suas forças na pá e na terra.

Ele faz uma pausa.

- A família pagô por um caixão barato de madeira. Depois da história da muié e a mão dela, eu troquei por um caixão mais forte. Pá ameniza as pessoa e o medo.

O caixão começa a aparecer diante de Noah.

Ferro. Um caixão de ferro. Que tipo de caixão de ferro bloqueia as ondas da Parnasis?

- É pesadin, vou só abrir - com a pá o velho abre o caixão.

Um orc, já em estado inicial de decomposição. Cheirando mal.

Noah percebe que o velho não havia contado a causa da morte. Mas um ferimento era muito aparente mesmo após dias do enterro:
Um corte muito grande no pescoço

Teria sido a causa da morte? Era um acidente na mina? Ou algo mais sinistro?

______________________

- Sangrando feito um porco, se quiser saber - diz Bobbi, esfregando as mãos num pano - Falou um pouquinho, mas cara...essa Mão Negra é sinistra, ele tá repetindo o lema deles já faz uns dez minutos.

Daryl observa Bobbi falar, com naturalidade, como torturou um garoto de aparentes 16 anos.

- Melhor, Frank? Você fez a gente se expor um bocado ali no Nouvelle - Johnny volta da cozinha carregando garrafas de cerveja. Uma para cada um ali.
O feiticeiro coloca uma sobre a mesa, ao lado de Frank e entrega outra ao escritor.

- Mas essa missão toda já estava fadada a nos expormos - Johnny abre a tampa com um estalo de dedos.
- Acha que o Chefe queria chamar a atenção? - Bobbi abre sua garrafa.
- Talvez. Publicidade, saca?
- E agora, Frank? Já tá bom pra levantar e quebrar o pescoço do moleque ali, ou vai contar pra a gente o que raios você fazia ali lutando com o cara de tatuagem? - Bobbi dá um gole.

Daryl se imagina se essa era uma noite normal para a máfia.

___________________________

O taxista não demonstra nenhuma reação. Será que os taxistas de Parnasis guardavam tantos segredos perigosos em seus carros que possuíam um código secreto de nunca revelar nada?
É um pensamento curioso.

Diana e Nick expõem seus medos e seu grande problema.

Elizabeth se recorda de um caso de meses atrás. Um detalhe que levava a muitas coisas perigosas, e uma informação que pode conectar com essa tal missão de Costello.

Mas expor essa suspeita era total escolha da detetive.

- E então, detetive? Vai aceitar nos ajudar? Sei que não gosta de ver gente inocente se...bem, eu não presto, mas Diana acabou envolvida. Ela é inocente.

Nick apela. A hora de aceitar mais esse "caso" era agora.







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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Sex Abr 17, 2015 10:09 pm

Me sento, levando a mão esquerda ao ferimento e pego a garrafa com a direita.

- Eles que entraram no meu caminho. - Digo, tomando um gole da bebida. - Fui ajudar o Mark a procurar seu chefe, eles apareceram e uma coisa levou a outra. Não achava que esse escrotinho seria capaz de me dar uma facada depois do que fiz com seu irmão. Estou ficando velho, baixei minha guarda.

Me levanto, ainda com dificuldade em andar.

- Vamos lá, agora é minha vez de fazer o pirralho falar.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sab Abr 18, 2015 8:19 am

Observo Berenice... Minha Scarllet... como te quebraram...

- Contanto que tenha um pouco pra mim... - me sirvo uma dose tripla do Whisky

- Minha noite não foi nada produtiva... só fiz gastar meus recursos e perder meu sono... Ainda não sei porque nosso chefe está devendo ao Costello, nem porque diabos isso está caindo na nossa cabeça. Me perdoe, ainda não tenho poder para garantir sua segurança e coisas como aquela de ontem acabam acontecendo... Mas o Joe não sairá impune disso... isso eu te garanto!

bebo devagar... o líquido oleoso rasgando a garganta e rançando o céu da boca.

- Você não conseguiu dormir nem um pouco não é? Eu também não... Não sei o que entendeu, mas a única coisa que eu queria ontem era ficar do seu lado garota... gosto muito de você, mais do que qualquer outra mulher nessa droga de cidade, detesto te ver assim...

me levanto, saio de perto bem devagar (para talvez ouvir o que ela tenha a dizer), não consigo encarar ela caso queira me afrontar...

vou comer algo, tento me recordar da hora em que o Joe me mandou aparecer.

Passo um café, o Fruto não abriria hoje.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Abr 20, 2015 9:20 am

      Vestindo uma luva preta de couro na mão esquerda, Noah, fora da cova, olhou o corpo de cima. Já velado e sepultado, nada encontraria nos bolsos do defunto orc. O traje era feito para os mortos, e estes nada carregavam dessa vida. Mas um pensamento comum como este servia tão bem ao meio-vampiro quanto uma lanterna. Se havia um motivo relevante o bastante para violar um túmulo, certamente sabia que permanecia lá. Os mortos guardam suas memórias.
      Mirando um canto ao lado do coveiro no fundo do buraco feito, ele agachou na borda de terra onde tomou apoio numa palma coberta e desceu num pulo. Depois bateu-a na lateral da coxa, no pano do sobretudo, para tirar a sujeira indesejada nas provas. Pediu licença e dobrou os joelhos. Equilibrado nos calcanhares, analisou-o dos pés a cabeça. Denzel fazia jus a raça e a profissão, o caixão era enorme, precisava comportar estatura e músculos que o falecido ganhara em vida. Com o tempo definharia, mas demoraria mais do que um corpo franzino, como eram as outras espécies diante dos orcs; o que o tornava uma aquisição de grande estima a um manipulador necromântico.
      Antes de começar a mexer em algo, avaliou as bordas da tampa de ferro. Se porventura alguém tivesse movido-a antes deles, poderia descobrir por marcas no metal ou resquícios de feitiçaria. Um trunfo da impermeabilidade mágica. Julgou sensato não tocar, limitou-se a perguntar a procedência do material ou nome do fabricante.
      O cheiro não lhe impediria, a parte humana rejeitava mas mantinha o controle.
      Em seguida, soltou o botão no colarinho para perscrutar a extensão da ferida, queria ver profundidade e aparência da pele e carne entorno da fenda. Identificar o tipo de lâmina ou arma o levaria para perto de um ofício, talvez um equipamento especial para determinado serviço e pessoa no antigo local de trabalho dele. Ou somente a assassinos com facas e punhais vindos de lugar nenhum, como investigante odiava essa hipótese. Imprecisa, óbvia demais. Abotoou-o como estava, então dirigiu sua atenção aos braços. Pediu ao velho que permanecesse paciente e calmo. Os tecidos estariam um pouco rígidos a essa altura, portanto esticou os membros cuidadosamente. Analisou o estado daqueles punhos gigantes: pontas e nós dos dedos, unhas e ossos, palmas e digitais. Ninguém que visse-os de perto duvidaria da potência de um simples aperto. Desabotoou as mangas também e levantou-as para averiguar um possível resultado de briga ou ação defensiva. Ajeitou-o do jeito que estava, e enfim foi procurar outros sinais no tronco do orc.

[Off: Não rolei nenhum teste específico. Considerei a regra do Tomar 20 já que há tempo e a situação é calma. Entretanto é uma regra que alerta que você vai falhar muitas vezes até ter certeza (quando enfim "acerta" o 20), e como é uma situação de julgamento, Noah pode pensar em diversas possibilidades antes de tomar a mais certa (Shikamaru Nara aprova). Como por exemplo achar que serraram o pescoço dele, depois mudar pra corte fundo, e por fim julgar que foi um golpe cravado de machado ou cutelo.
Qualquer teste que não abranger essa regra será rolado e editado no post.]
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Seg Abr 20, 2015 2:07 pm

Minha memória se aviva. Naquele lugar, os casos acabavam se interliganto, vez ou outra.
As vezes, por causa das informações de um caso anterior, conseguia resolver de maneira mais apropriada o seguinte.

O que era fato: A Máfia estava sim envolvida no caso de Diana e Nick, e talvez essa fosse uma ponta do enorme Iceberg que prometia se mostrar caso eu continuasse a observá-lo.
Alguns pontos que havia anotado a algum tempo, de caneta azul:

- A Máfia precisa de influência: pessoas, empresas, lugares.
- A Máfia se utiliza de distrações, contando que os pequenos casos irão interferir de maneira positiva para seus próprios propósitos.
- A Máfia precisa de equipamentos: armas, carros, entre outros.
- A Máfia precisa controlar magia: ou eliminar inimigos com ela, ou adquirir integrantes que saibam utilizá-la.
- A Máfia é como a sombra: está em todos os lugares onde a luz possa refletir.



Nick se preocupava com Diana, isso era bem claro. Com certeza a moça tinha uma carreira... só de olhar para suas vestimentas e o semblante que me fazia pensar que já a conhecia, indicava que era do Show Business. Nicholas não era um homem qualquer: Margareth era uma mulher bonita e tinha seus próprios charmes. Era a mulher perfeita para a sociedade, sem escândalos, cuidadosa com o lar, boa esposa e boa companheira. Seria uma boa mãe. Precisava de um filho para se tornar ainda mais perfeita.
Mas ele, seu marido (ou ex?), gostava da noite. O charme da lua, os olhos e lábios vermelhos das moças...


- Sei que existem outras, Detetive Walther. Mas... eu precisava saber. Eu sou perfeita. Sou o que todo homem da sociedade em Parnasis procuraria, entende? Me esforcei para isso. Sei fazer uma torta de maçã que não deixaria nenhum homem triste. Nicholas lambe os beiços quando come. Também sei ser sua mulher: discreta e feminina. Sei conversar sobre futilidades e sorrir em todos os momentos. Mas... eu sei que existem outras. O que me incomoda é saber que existe uma que possa roubar o coração dele. Roubá-lo de verdade. Eu achei que poderia ser a única.

Ela respirou fundo. A torta de framboesa estava deliciosa, ela havia feito uma para me receber. Aceitei a xícara de café, bebericando lentamente. Ela decidiu continuar:

- Sei que já tem a resposta, senhorita Walther. Sinto ter lhe tomado seu tempo. Bem, estou pronta para ouvir: existe outra?

Eu havia visto, sim. Ele beijava os lábios dela, segurando em sua cintura. Era noite, a luz da lâmpada quente na rua fazia ser uma cena idílica. O chão, úmido, refletia o movimento dos dois:

- Sim, senhora. Pude concluir durante essas duas semanas de investigação que seu marido possui outra. Não cheguei a vê-lo com mais de uma, logo, não posso afirmar nada sobre essa sua outra suspeita.

- De mulher para mulher... ela... é bonita, Elizabeth?

- Não pude vê-la direito, senhora. Já era noite.

Ela era.

- Entendo... bom, já sabíamos desde o começo, não é mesmo? Talvez seja hora de eu tomar alguma decisão. Como poderia, eu, Margareth, sair do lado de Nicholas? O que diriam de mim? De nós? - ela pondera por alguns segundos - Bem, obrigada pelo serviço. Aqui está o seu pagamento.

Ela estende o dinheiro em minha direção, já contado e com uma presilha:

- Não cobrarei esse serviço. Fique tranquila e use-o para comprar algo para si mesma. - peguei a presilha - Porém, ficarei com isso, se a senhora não se importar. Se precisar de mais algum serviço, estarei à sua disposição.

- Eu que agradeço pelo trabalho...

Virei as costas e ela sorria. Mas os olhos estavam molhados... ela só estava aguardando que eu virasse a esquina para poder chorar.



Olho efusivamente para Nick:

- Eu aceito, Nicholas. Parece que o problema de vocês se envolve diretamente com algo que eu já estava investigando. Sinto que conseguiremos respostas... por algum motivo, algo grande está para acontecer.

As informações dos armamentos... ficaria para mais tarde. Precisava ouvir mais de Nick e Diana.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Seg Abr 20, 2015 5:02 pm

Frank com esforço consegue se levantar da mesa. O pugilista deveria depois agradecer a ajuda do desconhecido que entrou no carro.

- Eles...eles apagaram a minha memória - Mark diz, antes de Frank ir ao quarto onde está o garoto - Eu não lembro das últimas vinte e quatro horas, mas sei que vi os rostos deles...tinha mais uma magia, uma que fazia eu ficar com medo dos rostos dele.

Estava ali justificado o choque inicial de Mark na luta. Mas isso não explica como o meio-orc foi parar na Cozinha no Inferno e entrar no Fruto Proibido com sangue que não era dele.

Frank abre a porta do quarto.
- Disse que o nome era Scott, mas deve ser mentira - Bobbi comenta.

O rosto do garoto já estava muito inchado, era quase impossível ver o olho direito dele.
Amarrado com os braços para trás numa cadeira, o quarto não possui nenhuma mobília além de uma mesa cinza e a cadeira.
- A obediência será recompensada...a obediência...

- Ei! Moleque! Acorda que você não disse nada ainda - Bobbi esbraveja.

Todos ali aguardam o próximo movimento de Frank. O pugilista teria o sangue frio de prosseguir com o interrogatório?
Ou ele terminaria ali com a vida de seu oponente?

______________

- Vai matar ele como matou aquele garoto mago? - Berenice olha para o copo de uísque. Seu olhar perdido em memórias.

- Se importa até o dia que seja eu quem deva morrer em seguida - ela toma mais um copo.

Juan vai até a cozinha do Fruto Proibido. Mas algo chama a sua atenção:
Diversas garrafas vazias depositadas no chão.

Berenice havia tomado todas as sete garrafas ali?

_______________

Noah analisa o corpo do orc minusiosamente, tomando o tempo necessário. O ar ao redor começa a ficar mais quente: o dampiro já pode imaginar que são cinco horas da manhã.

o orc robusto, músculos de um minerador, parecia forte mesmo estando morto.

Não há marcas de violação no caixão, sendo somente a que o próprio coveiro havia feito para que o agente analisasse.
O material de ferro não reflete nenhuma magia, na verdade, bloqueia toda e qualquer onda mágica da Petra.

- É um caixão feito pelos gnomo. Aqueles baixinho sabem fazê um caixão forte. É uma empresa de artesão gnomo: Sunrise, algo assim

O ferimento no pescoço é bem extenso em comprimento: percorre todo pescoço do orc, principalmente na região da jugular. Mas não se trata de um corte profundo, provavelmente foi feito por uma adaga.

Arma de ladinos e assassinos.
É difícil definir marcas de agressão num corpo em estado inicial de decomposição, mas Noah não encontra nada além dos calos e marcas que todo minerador possui.


Teria o orc caído sem uma luta?

- Ô moço, cê tá bem? - a magia de penumbra começa a fazer efeito, mas a palidez ainda é aparente - Cê tá pálido.






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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Seg Abr 20, 2015 5:14 pm

- Scarllet. não sou um homem bom, e você sabe disso. Gosto de você e só...

Vou à cozinha, observo o lugar...

- Bí (B.), esteve mais alguém aqui?

Começo a passar um café. Iria precisar.

Penso ser não haveria outra saída. Se conseguisse um lugar trabalhando junto ao Costello, em tese, não teria porque teme-lo...

- fez algo enquanto estive fora?

Pergunto um pouco distante, por trás dela.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Seg Abr 20, 2015 6:39 pm

Vou até a porta. Os machucados me obrigando a me apoiar nas paredes, enquanto seguro a garrafa de cerveja na mão.

Vejo o garoto.

É só uma criança... - Penso, ao vê-lo amarrado e surrado.

Não, Frank. Ele é um capanga que te esfaqueou. O fato de ser um garoto te fez abrir a guarda. Olhe seu estado agora.

Deixo a garrafa encostada no batente da porta. Vou me aproximando do garoto...


O som do gongo quebra o silêncio da luta. Sangue tampa a visão do meu olho esquerdo, o que tornou as coisas difíceis na luta. Me viro de costas, indo em direção ao banco, quando sinto algo acertar minha nuca.

Passo a mão, logo percebo o cuspe.

Joe Louis.

O negro era famoso por provocar seus oponentes quando tinha certeza que ganharia a luta.

Aquilo me irritava.

Sento no corner, as recomendações do treinador não passam de zumbidos. Não tiro os olhos do homem de luvas vermelhas.

O gongo toca novamente.

Venci a luta. Me lembro apenas do sangue e alguns dentes de Joe no chão. A vitória foi tão brutal que tive de fazer um exame anti dopping, o que acabou com minha carreira. Joe era promissor, devia ter contatos pra adulterar meus exames.

Fui expulso do boxe.

Joe foi encontrado morto em um beco duas semanas depois.

... enquanto a raiva parece tomar conta novamente. Tiro a mão dos ferimentos, começo a passar uma na outra, como se quisesse esquenta-las. Paro de frente para o garoto.

- Isso é pelos problemas que você me causou no beco...

Disparo o primeiro soco. Um cruzado de esquerda, mirando sua mandíbula. Consigo sentir e ouvir os ossos do maxilar se partindo.

- E isso... É pela facada.

Disparo o segundo golpe. Um gancho de direita, mirando o queixo. O ponto de equilíbrio do ser humano. Uma pequena pancada faz o cérebro chacoalhar no crânio, o famoso nocaute.

Respiro por alguns segundos. Vou em direção a porta e pego minha garrafa.

Olho para Bobbi:

- Você mesmo disse que ele não ia falar nada.

Termino de toma-la e a quebro na parede, mantendo apenas a parte mais fina na mão.

Se ele tivesse sobrevivido, iria suplicar para que eu o matasse.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Abr 21, 2015 12:37 pm

Sorrio com a resposta. Ela é exatamente como eu tinha imaginado. Fico grata, mas ainda não aliviada. Não Acredito que vamos nos livrae simplesmente assim. Talvez ela espere que vamos colaborar e isso é algo que não pretendia fazer... Mas talvez ela não queira nos arriscar.

- Então podemos esquecer esse problema, senhorita? O que deveríamos fazer agora para nossa segurança? Nick, acho que deveria se aquietar em casa por alguns dias. Não deveríamos nos expor até que nossa detetive resolva isso.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 22, 2015 5:46 pm

Juan prepara seu café, imaginando o que teria ocorrido nas horas em que esteve fora.

Berenice parece sonolenta, além de bêbada, e recosta cabeça sobre a mesa.

- Seus amigos voltaram...queriam beber. Não pagaram - ela diz levantando cabeça para somente tomar outro copo de uísque.

Ela se referia aos mafiosos? Mas não havia visto um deles nos fundos do Nouvelle?

_______________________

Bobbi Joe gargalha enquanto Johnny parece um pouco impressionado com o que acabaram de ver.
Mark desviou o olhar quando viu a mandíbula ir para um lado e o resto da cabeça ir para outro.

Os socos de Frank retiraram o que sobrara de vida de um oponente já ferido.

As respostas do que é essa Mão Negra, o que ele fazia ali, se possuíam alguma ligação com a mulher que fugira do Nouvelle...estavam todas mortas, assim como Scott.
A vingança pode ser bem vazia.

- Achei que ia intimidar o moleque, agora sei que eu não vou te deixar interrogar mais ninguém - Bobbi diz quando para de rir.

- Excelente, um corpo no meu apartamento. Obrigado, Frank - Johnny massageia as têmporas - Seu amigo almofadinha sabe de alguma coisa dessa Mão Negra?

Johnny faz a pergunta sobre Daryl. Até agora o mago estava calado.

- Melhor descansar, Frank. Amanhã temos o encontro com o Chefe e ele vai dar a missão pra todo mundo logo.

Foi uma noite longa. Evidências de um sol começam a surgir no céu, já deveriam ser cinco da manhã.

_________________

Elizabeth faz anotações, decidindo não falar sobre o caso de armas.

Nick parece aliviado quando a detetive aceita a proposta. O produtor tira um cartão do bolso de seu paletó.

- É o endereço. Os caras da máfia mandaram irmos amanhã nessa tal Rua Oxford, 81.

Elizabeth conhece a região desse endereço. Subúrbio, bairro de ricos.

Nick pensa por alguns instantes diante do convite a casa de Diana. Era realmente uma proposta sensata, mas a atriz sabe que isso tornaria oficial do envolvimento dela com essa confusão toda.
Se estivessem sendo seguidos, a máfia provavelmente saberia onde mora.

- Está bem, Diana. Como quiser.

O taxista estaciona em frente ao Nouvelle, completando toda uma volta no quarteirão.

O carro da detetive está logo a frente. Nick e Diana aguardam alguma sugestão ou recomendação da detetive.

Elizabeth sente que eles realmente estão contando com ela. Contando com justiça.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Abr 22, 2015 8:03 pm

Me aproximo de Berenice. Não beberia mais destilado essa manhã. Preciso do meu senso.

- não tenho amigos... Exatamente.. . Quem esteve aqui?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Abr 23, 2015 1:40 pm

Morto.

Largo o resto da garrafa estilhaçada no chão do quarto e vou em direção ao lugar onde estava deitado.

Passo ao lado de Bobbi:

- Você mesmo disse que ele não falaria nada. Dei uma morte rápida ao garoto, do meu jeito.

Penso então numa das minhas primeiras conversas com Costello.

O que um homem faz, Franky? Um homem provê por sua família. - Diz o homem de cabelos grisalhos na minha frente, o forte sotaque italiano evidente.

- E um homem... - Ele continua. - Um homem provê. E ele o faz mesmo quando não é apreciado, ou respeitado, ou até mesmo amado. Ele simplesmente aguenta e o faz. Porque ele é um homem.

Marrie... Tudo isso é por você, por nossa família... Tudo pela família.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qui Abr 23, 2015 7:18 pm

      Sunrise. Gravou o nome para depois, estranhando a menção a corporações. A maioria dos gnomos se relacionava relativamente bem com humanos e halflings, mas quase não se davam com a altivez dos elfos ou o jeito naturalmente grosseiro dos orcs. O mestiço conhecia alguns deles, ótimos artesãos. Extremamente inventivos e profissionais, sabiam fazer bom negócio lidando apenas com o dinheiro dos clientes e ignorando os motivos destes.
      E, como suspeitava, o corte raso parecia resultado de arma branca. Curta. Uma adaga. Hemorragia deveria ter sido a causa da morte. Jorrando de maneira lenta e incessante, a perda de sangue o levara a morte. Será que alguém tomou direto dessa fonte?, ele indagava a si mesmo. Sua parentela sanguinária tinha uma força extraordinária e sabiam como conter sua presa durante o "abraço", porém a contraparte naquela equação era um orc.
      Técnica versus físico. Se homicida e vítima lutaram, a destreza assassina tivera o maior sucesso.
      O quê aconteceu?, perguntaria caso tivesse o poder de evocar a alma do morto. Quem fez isso a você, Denzel?
      O velho o resgatava de suas infindáveis questões para o mundo real. O mundo que despertava outra vez.
      — Ah, essa cara branca? — riu. — Metade genética e metade fome. — E um meio-vampiro contava bem uma meia-verdade (Blefe 11 (3 ranks +3 Carisma +3 classe +2 racial)* + d20 (Noah: 1D20 => 17) = 28). — Deve ter percebido que sou jovem demais para, sabe?, cuidar de um caso desses sozinho. — Sorriu. — Passei a noite relendo a descrição do caso, não dormi e, na ansiedade, esqueci totalmente de comer.
      De pé, procurou o caminho mais apropriado para sair entre a terra remexida. Tirou a luva, sacudiu e guardou-a novamente.
      — Bem, já o incomodei demais — disse, de frente para o velho. — Tenho que juntar o que consegui e procurar a pista seguinte. Uma autopsia dias atrás viria a ser mais eficaz, graças ao senhor hoje, temos o mínimo. — Estendeu o punho para um aperto de mão de despedida, sorridente. — Ah, e se mais alguém aparecer por aqui dizendo que é da polícia, finja que acredita e colabore — aconselhou seriamente. — Mas não muito e nem pensar em mencionar sobre mim — então voltou a cara simpática e fala mansa (Hipnotismo 2d4 (Noah: 2D4 => 6) = 6 (HD)**) —, deixemos estes curiosos a catar migalhas enquanto o governo mantém a dianteira nessa investigação. — E com um meneio de cabeça se despediu: — Passar bem.
      Deu de costas e iria embora para a estrada quando lembrou de outro ponto crucial:
      — Já ia me esquecendo... A esposa e os colegas de trabalho podem ter depoimentos importantes sobre o ocorrido. Ela deixou algum endereço ou telefone para tratar das despesas? — Sacou papel e caneta uma última vez. — E o empregador, colaborou de alguma forma?

* Dados da ficha incompletos.
** Total de HD de uma criatura que ele consegue hipnotizar. Pode fazer um teste de Força de Vontade para negar (-5 por ser um alvo só e fora de combate), se passar ele não lembrará que tentaram hipnotizá-lo.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Abr 23, 2015 11:24 pm

Ajeito o chapéu que começava a pender mais para o lado do que deveria, fitando o casal. O táxi começava a fazer a volta nesse momento, quando ele me estendeu o cartão. Sublinhado, um endereço:

- Gostaria que vocês mantivessem contato. Meu telefone é esse aqui, espero falar com vocês amanhã... - entrego um cartão para cada um - Estejam atentos a qualquer assunto que parecer ser minimamente importante: qualquer coisa pode ser útil em um caso como esse.

Saio do táxi, avistando novamente o Nouvelle. Meu carro, por sorte, continua estacionado do jeito que eu o deixei. Antes de fechar a porta lateral, me viro rapidamente para os dois:

- Tenham cuidado. Não pestanejem em me telefonar caso se sintam aflitos ou estejam sendo ameaçados ou seguidos. Se vamos lidar com a Máfia, temos que ser cautelosos, espero que compreendam. Evitem exposição desnecessária... e não divulguem nada sobre esse caso, nem sobre mim ou essa noite.

Dou uma última olhada para os dois e deixo que a porta se feche. A janela entre-aberta do banco traseiro do táxi era a última visão que teria deles por agora.
Espero o táxi dar a partida novamente e me dirijo para o meu carro.
Adentro, conferindo se tudo estava correto nele. Acendo mais um cigarro. Porcaria de cigarro, penso, mexendo a perna nervosamente dentro do carro.

Onde estará Daryl agora?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Sex Abr 24, 2015 5:49 pm

Olho a cena de agressão muito surpreso. Salvar uma vida apenas para ver outra sendo tirada logo em seguida... Era esse o fluxo da sobrevivência para a qual a humanidade sempre caminhara. Não havia pessoas boas no mundo, a maldade era relativa, tudo era vago, tudo era cinza e nauseante. O mundo não tinha escrúpulos. O mundo era moldado pela alma humana, igualmente sem escrúpulos. Era naquilo que eu havia me atolado até o pescoço.
"Espero que Lisa esteja tendo mais sorte que eu, onde quer que esteja", é o único pensamento que me vem de imediato, e começo a me arrepender por termos nos dividido.
Me aproximo do homem que parece se chamar Frank, limpando o sangue de minhas mãos em um pano úmido, atirando-o a um canto. Estava exausto mentalmente, e sabia que havia muito por vir. Se soubesse que sair de minha sala aconchegante e rodeado de livros significaria me envolver na situação mais mortal em anos, sinceramente, teria escolhido minha leitura tranquila. Mas eu não estava em posição de escolha naquele momento, e o máximo que poderia fazer era acompanhar o fluxo.
- Você está bem? - pergunto tentando me aproximar, sentando ao lado do homem. Pelo porte físico, não me surpreenderia se fosse um ex-militar ou mesmo um guarda-costas. Tento apanhar uma bebida para mim, ainda que não me tenha sido oferecida. - O moleque era algum tipo de agente do inimigo, pelo que entendi enquanto tratava as feridas. Estou certo? Quem são vocês afinal?
A pergunta era clara, sincera, sem um pingo de dissimulação ou tentativa manipulative. O que de minha parte era raro. Talvez o pavor de ter presenciado a cena anterior houvesse roubado temporariamente minha fala mansa, o que poderia ser um problema.

Começo a pensar em Elizabeth constantemente, o que me corrói, ao mesmo tempo que me mantém são em meio aquele inferno. Eu tinha alguém para quem voltar no fim do dia. E iria voltar com boas informações.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Seg Abr 27, 2015 4:36 pm

Berenice não parece estar muito consciente para responder.

- Um gordão...e um cara de sobretudo. Eu acho. Me dá mais uma garrafa - a mulher estende o copo vazio, aguardando mais uísque.

A bebida turvava a mente de Berenice, mas a descrição não batia com os mafiosos que entraram mais cedo.

______________________

- Não tá parecendo muito rápida hahahaha. Vamos Johnny, pega aquela bacia enorme, faz tua mágica. A gente termina antes de irmos pra casa do Chefe.

Johnny concorda com somente um meneio com a cabeça e acena para o restante do grupo sair do quarto.

Em alguns minutos todos sentiriam um nauseante cheiro cítrico. Frank reconhece como sendo ácido conjurado pelo feiticeiro.

- E-E agora, Frank? O que a gente faz? A gente tem de achar o professor - Mark, sentado no sofá, pergunta.

O meio-orc parece receoso em responder a Daryl, mas começa a falar mesmo assim:
- Sou Mark, e-estavámos procurando pelo professor Richard e aí os caras chegaram atacando com espadas - o meio-orc olha para suas mãos, ainda enegrecidas por conta das magias de descarga.

Daryl sente o baque como um martelo: Professor Richard!

Quem seria esse tal de Mark? Ele não sabe que o corpo caído naquele beco era do professor?

(Stein pode rolar 1d20 pra se lembrar de algo sobre Mark)

Frank sente-se cansado, mas sua recuperação já permite que possa andar sem maiores problemas.

O pugilista sabe que ainda tem algumas horas pra descansar antes da tal reunião na casa do Costello.
Mas o que fazer com Mark? E com esse desconhecido que o ajudou com os ferimentos?

_________________

- Poxa homi. Eu te esquentava o assado que fiz onti - comenta o coveiro, quase rindo.

- A polícia já veio umas duas veiz. É normal, já que eles adora mandá corpo sem nome pra cá - comenta o coveiro. Ele pega a pá e começa a cobrir o caixão assim que Noah sai do buraco.

O coveiro cumprimenta Noah.
- Cozinha do Inferno, já o endereço eu num sei. O nome da mulher é Alberta. Cuidado garoto, o povo de lá num gosta do governo não.

Cozinha do Inferno. "O lugar onde o Diabo prepara seus monstros"
Noah já ouvira falar do lugar, um distrito que o centro de Parnasis adoraria demolir, mas precisa da mão-de-obra barata.

Visitar o lugar seria um desafio, enquanto o amanhecer se aproxima.

Procurar um lugar de descanso ou prosseguir com a investigação:
A escolha estava nas mãos do dampiro.

___________________

Elizabeth sai do táxi e adentra em seu carro.
O amanhecer começa a se aproximar e Daryl não havia voltado ao Nouvelle. A detetive imagina se o escritor passaria o resto do dia fora, ou se ele um dia voltaria com vida aos seus braços.

Um caso que envolvia a máfia, Elizabeth se recorda do começo de sua carreira como detetive.

"Eles são donos de todo o centro, Elizabeth. Não há nada que possamos fazer" ouvira de Longdon.

Qual seria o próximo passo da detetive?

__________________

- Isso foi arriscado, mas acho que foi uma aposta certa - Nick diz a Diana, recostando a cabeça no banco do carro.
- Tem certeza de que quer ir pro seu apartamento? Eles podem querer nos seguir.

O taxista olha para o retrovisor.
- Não tem ninguém seguindo, chefia.
- Então pode ir pra lá, Job - Nick boceja, ele realmente está cansado.

Nick sempre usou o mesmo táxi, do mesmo taxista: Job. Um senhor de meia-idade que provavelmente sabe mais da vida pessoal de Nick que sua esposa oficial ou Diana.

O taxista estaciona em frente um apartamento, localizado numa região residencial bem localizada no centro de Parnasis.

- A casa é sua, senhorita - Nick abre a porta e aguarda Diana sair.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Seg Abr 27, 2015 5:06 pm

- maldita hora que parei de estudar...

- olha B. Preciso que se esforce um pouco, o gordão, tinha nome? Algum deles disse algo? Foram hostis com você?

Me pergunto quem pode ter estado aqui. Não parece ser gente conhecida, mas poderia tirar algo disso...

- acho que o único líquido do qual você precisa é água. Por dentro e por fora... Porque não toma um banho pra colocar a mente em ordem?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Seg Abr 27, 2015 5:32 pm

"Richard",  o nome ribombar em minha mente,  enquanto a cena de assassinato é revivida por minhas memórias  recentes.  O corpos estiradoo,  as marcas sem sangue fresco,  o broche... Sim,  havia deixado com Lisa e de certa forma agradecia por isso.
- Por quê estavam atrás  de Richard?  -  pergunto  escondendo minhas próprias  informações.  -  Você  disse que foram atacados,  Mark,  e peço desculpas por tentar invocar essa lembrança  depois de tudo que aconteceu...  Mas,  você  se recorda exatamente como eram essas pessoas de espada?  O que elas queria afinal?
Era uma série  de perguntas simples,  mas eu poderia mapear as respostas para supor outras por mim mesmo.  Deveria ganhar a confiança  daquela gente,  se queria chegar onde era  necessário.  Por sorte,  Mark parecia ter me concedido alguma simpatia pós-tratamento.  Saberia me utilizar muito bem daquilo.
Frank,  contudo,  era para mim uma incógnita  completa,  visto que havia me ouvido e só  dera atenção à sua bebida até  então.

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Seg Abr 27, 2015 11:26 pm

Permaneço deitado, sinto o corpo começando a se recuperar. Ouço a conversa entre Mark e o garoto, talvez ele soubesse algo sobre o paradeiro do tal professor.

Ignoro a pergunta dele, propositalmente. Máfia era algo que eu odiaria envolver alguém.

É um caminho sem volta.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Abr 28, 2015 8:00 am

[Diana]

Penso um momento sobre a pergunta. Chego a sentir calafrios sobre a possibilidade de ficar sozinha. Acho uma boa ideia nos escondermos, de preferência bem longe, de preferência em outro país.

Observo o taxista comentar que ninguém está nos seguindo e tenho vontade, mas não falo que, por se tratar da máfia, se eles quiserem, vão nos encontrar, mesmo se for no inferno. Isso não me acalma, mas começo a aceitar o meu destino.

A detetive nos ajudará, mas ela não é uma organização própria, um homem com metralhadoras... ela é boa e talvez isso seja um problema para enfrentar gente sem escrúpulos.

- E também... Pelo menos conhecemos as pessoas por aqui. Qualquer novidade pode nos chamar a atenção.

Agradeço Job antes de descer, sorrindo. É como se fosse uma noite normal. Gosto dessa fantasia. A ilusão faz parte do meu trabalho.

- Pensei em deixá-lo voltar para casa... - ajeito o terno de Nick como uma desculpa para tocar nele - Mas diante desta situação, não acho que eu queira ficar sozinha~

Chego perto, sorrio e o solto, em seguida caminhando a sua frente e esperando que ele chegue até mim. Me divirto com essa brincadeira e continuo:

- Espero que esse cansaço todo desapareça por aquela porta, Nick... - comento, falsamente despretensiosa - Não sou a sua esposa e~ meu apartamento não é lugar para descansar - eu o olho e tenho a certeza de que isso anima a nós dois.

Sigo para o apartamento e volto a sentir algum tipo de animação, como começamos nossa noite. Mesmo sob ameaça de morte há poucas horas, nós somos feitos de aparências. Agora que sei pelo que Nick têm passado, eu posso controlar suas emoções, posso impedir que ele nos afunde nesse jogo com seus desespero. Além do mais, maquiar os problemas sempre foi a minha melhor técnica de sobrevivência.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Ter Abr 28, 2015 2:58 pm

Fito o Nouvelle, me lembrando da noite passada.

Foi muito rápido, queria ter observado melhor as coisas... e... Daryl ainda não apareceu aqui. Não me deixou nenhum recado.
O cigarro começava a acabar.

Melhor voltar para o escritório.
Dou a partida no carro, puxando a marcha e me dirigindo para o escritório. Jogo pela janela o cigarro quase apagado.

Preciso organizar tudo o que aconteceu e ver se Daryl chegou. Ele deve ter informações importantes também..., penso, olhando para as ruas e observando o movimento.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Ter Abr 28, 2015 3:27 pm

      Ao escutar "Cozinha do Inferno", Noah já sentia menor necessidade do registro. Hell's Kitchen tinha fama própria. Acabou fechando a caderneta depois de anotar: Alberta (off: e seu sobrenome orc, deve haver algo na lápide).
      A manhã chegava e o meio-vampiro trabalhava com dificuldade naquele início de período. Transitar no meio de toda aquela gente à luz do dia nunca seria uma opção bem-vinda. E não havia melhor maneira de chamar atenção do que ficar realizando feitiços sobre si. Conseguia ludibriar um ou outro através de trejeitos e falas poéticas. Porém, a multidão sempre tinha muitos olhos e ouvidos, e uma boca ou dedo indicador serviam suficientemente bem como alerta dos delatores.
      Voltar ao seu apartamento seria mais adequado. Preparar algumas malas. Algo me diz que uma vez dentro daquele lugar terei que me mover mais cuidadosamente. Conforme o desenrolar da conversa com a esposa do orc, teria que permanecer em qualquer hotel, estudando outras provas. E ficar saindo e entrando na Cozinha do Inferno provocaria questionamentos. A polícia poderia vê-lo como criminoso do tipo ladrão, traficante e até assassino em série; já a máfia o julgaria como tira, detetive intrometido ou ainda pior: concorrência.
      Distante do velho, pode usar Penumbra sobre si novamente. Caminhou rumo a próxima parada ou rota de táxi, para tomar o caminho de seu canto escuro. Quando a noite caísse, estaria de pé de novo. Pronto.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 29, 2015 6:26 pm

Berenice não possui marcas de luta, não parece que os "visitantes" tenham sido hostis.

- E quem fala nomes no Fruto... - a fala de Berenice é interrompida. A mulher vomita sobre os pés de Juan.

Até mesmo ela tinha um limite para a bebida.

Berenice segue cambaleante ao banheiro. Ela seguiria o conselho de tomar um banho.
O dia seguinte lhe aguardaria uma grande ressaca.

Juan tem até as oito da manhã para se apresentar na mansão Costello. Até lá, poderia descansar ou encontrar mais segredos pela cidade...

O informante havia nadado por águas rasas de segredos, sem mergulhar em nenhum deles. Havia segurança em nadar no raso, mas o dinheiro só estaria nas águas profundas.

_____________

Daryl é ignorado por Frank, que permanece deitado.

- O-O Richard é meu mestre, meu tutor. Ele me ensinou magia quando meu pai morreu na guerra...eles estavam na europa, na guerra.

Disso nem mesmo Frank sabia.

- Apagaram minha memória, quando dei por mim eu estava na Cozinha do Inferno coberto de sangue. Ai o Frank apareceu e me ajudou.

Mark falava bastante, parecia outra pessoa comparada ao meio-orc assustado no Fruto Proibido.
- Atacaram a gente lá perto do Nouvelle, só sacaram as espadas. Mas eu sei...sei que foram eles que apagaram minha memória.

Se algum deles estivesse vivo, talvez Frank tivesse respostas de quem eram esses homens.

Daryl tem algumas respostas, mas Mark não sabia (ou não diria) o que houve com Richard nas últimas vinte e quatro horas.

O sol começa a se levantar, revelando uma Parnasis diferente, um outro lado da moeda de concreto.

Daryl estava ali naquele apartamento sem que ninguém mais soubesse de seu paradeiro, enquanto era óbvio de que a máfia não lhe liberaria tão cedo.

O sono bate em Daryl, exigindo que descansasse pelo menos um pouco. O escritor havia escutado sobre uma reunião de manhã com o tal Chefe. Será que havia lugar ali para um escritor?

Deitado, Frank cai no sono.

Mas sonhar em Parnasis é difícil.

________________

Nick paga o taxista e sai do carro.

Ele sorri diante do convite de Diana.

Era uma noite de aparências, mas no rosto de Nick se estampara um sorriso muito familiar.

Talvez os dois só fossem sinceros consigo mesmos ali.

A noite se encerra, o sol ilumina parcialmente o apartamento de Diana.

Horas depois, Nick está olhando para a janela, fumando.
Sua mente concentrada nas nuvens no céu.

________________

Preocupação.

Elizabeth não sabe onde está Daryl e não há nenhuma notícia dele.

Do carro ela pode ver o movimento dos trabalhadores que começam sua jornada bem cedo: humanos asiáticos ou negros, orcs, alguns anões.
A detetive sabe que a maioria vem da periferia, lugares como a Cozinha do Inferno.

A detetive abre a porta do escritório para encontra-lo da mesma maneira que o encontrou.
Ainda é muito cedo para que sua secretária chegasse, então o único som do local são as engrenagens do relógio.

O sol começa a iluminar Parnasis, mas a sombra da Petra mantinha a Rua Morgan na penumbra.



Seus mais novos clientes, Diana e Nicholas, haviam lhe dado um caso que poderia estar conectado a morte de Richard.
Mas quais seriam os motivos para que Longdon investigasse...algumas perguntas ganham maior volume na mente da detetive:

Como Longdon tinha a informação do corpo na Rua Morgan? Por que ele parecia com pressa na ligação, e até mesmo um pouco assustado?

Muitas perguntas e o cansaço começa a cair sobre Elizabeth. Ela sabe que tem algumas horas até o horário em que Diana e Nick iriam a casa do mafioso.
Existem muitos caminhos nessa investigação, cabe a detetive encontrar o melhor.

__________________

"Sheperd" é o sobrenome que está na lápide.

O dampiro se retira do cemitério e pega um táxi até o centro de Parnasis.
Seu apartamento, compacto e localizado bem ao lado de um clube noturno chamado Nouvelle, quase não tem mobília.

Mas está intacto e possui tudo o que Noah precisa para prosseguir com sua investigação.

O cansaço, aliado ao sol que percorre toda Parnasis, tornam sábia a decisão de ir ao apartamento e talvez descansar.

Se meio-vampiros descansassem.

_______________

Syaoran e Mai Li despertam quando o trem pende para a direita. Um movimento que os mais habituados a viagem já estão acostumados.

Pessoas maltrapilhas, humanos estrangeiros, orcs e halflings. Algumas partes do vagão estavam permanentemente alaranjadas por conta da ferrugem.

Um humano negro com um violão começa a tocar.



- Acho que nunca fizeram essa viagem, né? - diz uma mulher em inglês para os dois monges.

A próxima cidade, a próxima parada, era Parnasis. Somente um trem consegue alcançar e passar pela cadeia de montanhas que separa o deserto da megalópole.



Syaoran se recorda de ter sonhado com algo muito bizarro, mas não se recorda.

- Falta pouco pra chegar, uma horinha só - a mulher ajeita o cabelo. Jin percebe que é o tipo de olhar que uma mulher somente daria a um homem.

Nesse caso um elfo.

------------------------------------

Sonho:

Juan se vê mergulhado num oceano sem superfície. Ainda há muito ar em seus pulmões. A água vai para cima e para baixo, esquerda e direita.

A sua frente existem dois objetos: uma esfera perfeita a esquerda, e um cubo perfeito a direita.

Qual dos objetos possui o ar? Juan deve escolher


Águas de ignorância, numa pequena ilha.

Daryl está num labirinto, paredes de mármore, frio como no inverno.

Em sua mão direita uma chave, mas existem duas portas de madeira:
a esquerda uma porta com o símbolo da cruz, a direita o símbolo de uma caveira.

Daryl deve abrir uma porta.


Diante dos segredos, o que é a formiga?

Diana está numa trincheira. A guerra nunca cessou.

De um lado, um Nick vestido como soldado, rifle na mão, grita e acena para que ela vá de seu encontro.
Do outro, sua mãe, aos prantos, pedindo para que vá ao seu lado.

Diana deve escolher uma mão para segurar.


O pesadelo do dampiro é muito mais intenso que na noite anterior

Amarrado. Acorrentado.
De um lado uma população enfurecida, humanos, tochas nas mãos e ódio nos olhos.

Do outro, seres das trevas, vampiros, monstros inomináveis.

- De que lado está, Noah? - gritam.

Noah deve escolher um lado. Ou será partido em dois.


Última edição por isaac-sky em Seg Maio 04, 2015 5:56 pm, editado 1 vez(es)



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qua Abr 29, 2015 7:50 pm

Off: que demais!!!!
On:

Sinto o remorso. Eu ja fiz esta escolha... Eu deixei minha mae em segurança para partir direto para meu futuro. Doi ouvir esses gritos e sei o quão moralmente errado é oq eu farei.
Nick mentiu para mim sobre a Mafia. Querendo ou nao ele é um estranho. Nao é familia. Nao é ninguem.
Minha mae chora, mas eu sei que ela vai ficar bem... Se eu for, morrerei com ela. Se eu partir, ela sera minha ultima parente proxima...
Mas estava doente, penso para mim mesma...
É inutil...

Ela quer rever papai e quer que eu seja feliz...

Quem estou enganando?
O Nick tem uma arma.
Ele vai me proteger.
E eu ficarei viva.
Me perdoe mae.
Aguente firme...


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Abr 30, 2015 4:58 am

Limpo o que resta da sujeira, além de contabilizar o novo prejuízo com um facepalm.

Havia me habituado àquele cheiro. Junto com urina e mofo são coisas bem comuns nesse bairro nojento.. Mas ontem admito que consegui me superar!

Ajudo B. A seguir para a cama, caso permita, a cubro, ligo um ventilador. Abro a gaveta, olho meu grimorio... Passo 15 min. Repondo uma magia e vou descansar como der... Seja lá qual for a quantidade de energia que conseguir reaver... Vai ter que servir!

Um sonho... Novamente nadando... Entretanto, meus instintos me dizem para mergulhar... Preciso descobrir... Um cubo... Parece sólido... Quando foi que algo sólido conteve ar? Vou até a esfera, mas, paro no último instante, as coisas nunca foram o queparecem pra mim... PPego o cubo!


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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