Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Abr 09, 2015 3:55 pm

Blend conjurada, só me restam mais dois poderes... Andar devagar

Subo a escada de incêndio fazendo silêncio, subo 3 metros andando e paro, me mesclando ao ambiente.

 Juan: 1D20+11+4+10 => [ 16 ] +11+4+10 = 41#11(perícia) +4(magia) +10(cobertura parcial da escada)

Esse teste é para o caso de alguém olhar diretamente para a escada. Alguém que não esteja me procurando na escada teria de fazer um teste CD 51 (em vez de +10 seria +20)


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Abr 09, 2015 6:04 pm

Nick nota o olhar de Diana após falar sobre sua magia.

- Continuo te pedindo demais, querida... - responde, ainda segurando a mão da atriz.

- Deve ser um do que eles chamam de "feiticeiro", alguém que recebeu poderes da Petra. Mas acredito que eles não sabem que o que você consegue fazer.

Nick sorri, um plano surgia em sua mente.

- Se em algum momento suspeitarmos que eles vão nos trair, atirar em nós, você tem o elemento surpresa.

Quem suspeitaria da atriz coadjuvante de Paradiseland?

- E mais uma coisa - Nick se recosta na cadeira - Talvez devêssemos comprar uma arma. Uma pistola, algo fácil de usar.

Uma sugestão que pode assustar a atriz. Nick, um homem até agora pacífico, estava sugerindo se armar contra gente que anda lida com armas no dia-a-dia.
Seria uma boa ideia?

O relógio no Nouvelle marca quatro e quinze da manhã. Era hora da última música e inicio do fim da noite.
Até o Nouvelle precisava dormir alguma hora.

_______________

Uma fresta da porta se abre, revelando uma luz de origem mágica. Uma magia simples, aperfeiçoada pelos gnomos diante dos anos depois da Chuva, que poderia acender lâmpadas através das ondas de magia da Petra.

- Quem é? Qué o que aqui? - a voz é levemente esganiçada, como se tivesse sido extremamente usada durante toda uma vida - Ah, é o moço do guverno que ia vir hoje?

Noah pode notar que o velho carrega uma espingarda em uma das mãos.

Teria sido ele o autor da mensagem? Mas por que estaria esperando alguém do governo?

_______________

Juan decide escalar a escada de incêndio. O metal range diante de seus passos lentos, mas não o suficiente para chamar a atenção.
O informante pode ver uma viatura policial e suas luzes percorrendo a viela em que estava.

Até agora Juan estava oculto. Mas os policiais não pareciam desistir da busca tão cedo.

- Achem o crioulo! - o informante escuta um dos policiais gritar aos colegas.

- O maldito mata um velho naquele beco, depois sai e mata mais dois atrás do Nouvelle. Tão sujo como aqueles meias-coisas halflings.

Juan escuta sobre um corpo além dos que viu. Estava sendo acusado de três assassinatos diferentes, isso não era bom.

Juan sabe que precisa sair dali logo.

________________


Daryl toma o lugar de Johnny, não antes de marcar o carro com sua inscrição mágica. O escritor conhece o risco de entrar naquele carro, talvez já estivesse antecipando o cortejo de seu enterro.

- Bobbi, leva o Frank pro meu apartamento - Johnny joga uma chave para Bobbi - Se acabarem com a cerveja eu mato todos vocês.

Johnny faz um gesto rápido com as mãos e desaparece no ar. Daryl pode reconhecer o gesto da sua escola de magia favorita: ilusão, nesse caso invisibilidade.

O carro dá partida. Frank, contrariado com a presença de mais um estranho, Bobbi Joe, calado, Mark, um meio-orc ainda assustado pelo que viu, o motorista, um garoto que até agora tentava matá-los e um homem de olhos de cores diferentes.

- E-Eles mexeram na minha cabeça. Por isso eu não lembro, mas agora eu lembro o que fizeram - Mark diz - Eles colocaram uma magia em mim, uma pra esquecer e outra pra ter medo deles.

Frank sente o que parece ser o vestígio de um sorriso no rosto do garoto com tatuagem na mão.

O pugilista nota uma expressão que lhe faz gelar a espinha: o garoto ajeita o ombro, com a mão direita dentro de um bolso na calça.
Um reflexo muito rápido: O garoto havia sacado uma adaga e somente Frank havia percebido.

(Fabio, tem uma ação antes do ataque do garoto).




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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Abr 09, 2015 6:12 pm

- Hey, o que você tá fazendo, pirralho?!

Frank, the 3 HP guy: 1D20+9 => [ 2 ] +9 = 11 #7 CMB + 2 Improved Disarm (Sem ataque de oportunidade)

Vejo o garoto puxando a adaga, mas meus reflexos não são rápidos para disarma-lo.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Abr 09, 2015 6:13 pm

aguardo o carro se afastar. Continuo subindo, devagar, rente ao chão... Preciso de um banho, e roupas novas... Talvez encontre algo em um desses apartamentos...


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Abr 09, 2015 7:11 pm

Uma conversa parece se destacar no meio da cacofonia de sons, deixando claro que havia uma Máfia agindo ali. A presença deles complicava tudo... talvez... talvez o professor tenha morrido porque devia algo a eles. O pensamento me ocorre mais rápido do que as lentas memórias.

Minha mãe o beijava à meia-luz da copa. Meus irmãos dormiam há algumas poucas horas enquanto eles se debruçavam no balcão da pia. Mas havia mais um homem. O chapéu lhe cobria a face, na doce escuridão que cobria a mesa de refeições. Parecia observar tudo com discrição.

O homem pegava na cintura da minha mãe... e foi aí que eu desisti de continuar observando-os. Subi as escadas, encontrando o meu quarto. Eu era solitária... um segredo te torna solitário, escravo de si mesmo.


No momento que Daryl se curva para beijar-me, sussurro em seu ouvido:

- Os Italianos estão aqui, querido.

Esperava que ele compreendesse que haviam mafiosos por ali.
Vejo o copo vazio de Daryl e começo a juntar as pequenas pistas que havia até então:

Um corpo frio e jogado na chuva da Rua Morgan.
Um pequeno botão;
Era professor da Escola de Magia;
Daryl o reconhecera;
A Máfia parecia passear na área;
A estranha sensação de magia parecia vir do lado de fora.

Amasso o guardanapo, mordiscando os lábios. Levo o cigarro novamente para a boca, tragando-o.

Olho de soslaio para o lado esquerdo, como se impelida: tinha certeza de que estava acontecendo alguma coisa ali. Deixo o guardanapo amassado na mesa, o copo meio cheio, meio vazio ficaria ali.
Essa era a minha deixa.

Abandono rapidamente a mesa, ainda conseguia ver Daryl virando a porta e saindo. Aperto o passo, alcançando-o. Quando viro a porta, lá estavam alguns homens; rapidamente analiso um por um, ainda com o cigarro na boca.

A cena se desenrola e Daryl agia do seu modo: gostava de resolver os pormenores e lá estava ele, conversando com os semblantes assustados e mal-encarados.
O meio-orc parece machucado, penso, analisando seus ferimentos.

O homem com semblante calmo era usuário de magia e some no ar. Se não conhecesse Daryl, teria me impressionado com muita facilidade... mas ele era capaz de fazer coisas daquelas e muitas mais.

Fotografe a cena, Elizabeth...

Era esse momento em que eu me concentrava. Era o momento decisivo... era o momento em que eu memorizava a cena.
E a cena já sumia do mundo real, guardada na memória até que eu me cansasse dela.
O mal dos investigadores é lembrar... lembrar de tudo. Todas as noites.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Abr 09, 2015 8:15 pm



- E-eu.. eu não sei usar uma arma. E essas pessoas... comem balas no café da manhã. Você não acha que eles atirariam em nós se achassem que temos uma arma? Além disso, é tudo tão controlado... Ah, Nick, não sei... Não sei como isso seria útil para mim. Se você prometer tomar cuidado com isso, eu sugiro que ande sempre com ela. Mas você sabe usar? Quer dizer... você é um ator...

Estou tranquila sobre usar minhas habilidades, especialmente se precisarmos fugir. Mas não fico nem um pouco feliz de ter que combatê-los. A menos que...


- Se eu criasse uma oportunidade, você poderia fazer isso. Era esse o seu plano? Eu acho que... pode dar certo.

Minha conclusão chega com a última música e eu sinto como se pudéssemos vencer, de alguma maneira.

- Não faça nada estúpido. Eu não ficaria bem sem você.

Não digo isso de forma melosa. Mas a realidade é que larguei tudo para este sonho e Nick é o melhor amigo, amante e confidente que eu poderia ter. Eu só espero que sua escolha estúpida não estrague isso. Estou cansada de perdas.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Sex Abr 10, 2015 10:17 am

      Governo?
      Pelo sotaque, o velho era pouco instruído. Que soubesse ler ou escrever, era minimamente provável. Não foi ele, pensou sobre a convocação misteriosa no papel. Mas nem tudo estava perdido. "Pois quando a trilha se altera, o caçador entende que acabará chegando por outro lado." Aquela reflexão provinha do diário do esquecido investigador Westwind, um guia de extrema utilidade para o novato Noah. Um tanto mais experiente agora, poderia ter tomado o distintivo dele também; porém, o pequeno daqueles tempos sentira necessidade exclusiva da arma e das anotações que mencionavam as "bestas".
      Ou perecerá desaparecido, jamais esqueceria da continuação do texto pessoal, comprovada pelo próprio autor.
      Sendo assim, o feiticeiro das sombras seguia por novo trajeto, apresentando-se:
      — Peter. Peter Johnson — disse, levando a mão direita ao peito. — Um escudo amigo — continuou, erguendo a palma como num juramento —, um brasão para os justos.
      Fingir proferir boas palavras, como este lema solene inventado, enquanto rogava o truque (Prestidigitação (nvl 0), criando um objeto falso), costumava ser muito prático e eficaz. A "reza", como a maioria dos feiticeiros se referiam em tom jocoso a verbalização mágica dos estudiosos, causava problemas aos magos frequentemente. Feiticeiros transpiravam a emanação da Petra, tornados em manipuladores espontâneos. E graças a influência certa das orações, o padre adquirira um estilo independente que selecionava quaisquer frases que quisesse para ditar um mesmo encanto. Herança preciosa ao pupilo.
     Retirou rapidamente a carteira com documentos (falsos, é claro), onde moldara um emblema dourado, e com um movimento de dedos exibiu o conteúdo com foto e dados. Caso letrado, contava que o homem estivesse mais inclinado a recebê-lo, como o observado, do que a duvidar ou questioná-lo.
      — Vim tratar dos detalhes — explicou. — Algumas partes estão mal esclarecidas, gostaria de ouvir sua versão pessoalmente. — Idosos adoravam falar, contar suas histórias. Principalmente se ele e seu assunto estivessem intimamente ligados àquele memorial da Segunda Guerra. — O senhor me permite um pouco do seu tempo?
      E a licença para entrar estava implícita. Lendas diziam que um vampiro nunca invadiria uma habitação, somente poderia ser convidado. O dampiro tinha um pedaço daquela educação.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Sex Abr 10, 2015 7:07 pm

Daryl já leu muito sobre a máfia italiana. Alguns de seus colegas escritores até mesmo se aventuravam em histórias de elegância e violência que a máfia despertava.

Mas o escritor nunca imaginaria que essa vida poderia ser tão visceral.

O garoto de mão negra ergue uma adaga quando Frank lhe questiona. O pugilista tenta desarmar o oponente que até agora parecia um garoto indefeso.
Frank se arrependeria muito por não ter revistado seu refém.

Daryl vê Frank arregalar os olhos. Era o olhar de um homem prestes a morrer, poucas coisas se comparam a essa visão.
Escrever sobre isso era muito diferente de se viver.

O garoto ri, gargalhando de forma muita parecida com o irmão que Frank havia matado.
- Um mão negra nunca se rende!!! - o garoto esbraveja.

Bobbi sorri também, mas é ele que tem uma pistola. Um disparo.

A adaga voa para o chão, enquanto um buraco enorme toma lugar da tatuagem do garoto. Daryl, Mark são cobertos pelo sangue muito vermelho do oponente.

- AHHHHHHHHHHHRRRRRR! MINHA MÃO! MINHA MÃO.

Bobbi não tira o sorriso do rosto:
- É só uma mão por enquanto, você vai falar e ai eu penso se não arranco dedinho por dedinho.

Frank, sangrando pelo golpe de adaga em seu peito, ainda respira mas está desacordado. É impossível imaginar como alguém estaria vivo após tudo isso.
Mark arregala os olhos e coloca a mão sobre o sangramento.

- Almofadinha, monstrengo. vão carregar o Frank, já chegamos.

Um pouco mais distante do Centro, o distrito residencial da rua Baker é composto por vários apartamentos de poucos andares.
O carro estaciona em frente a um deles, aparentemente deserto.

- Depois te pago a lavagem - Bobbi diz ao motorista e desce do carro. Ele abre a porta e tira o garoto, já sem tatuagem, do carro a força.

Mark segura um dos braços de Frank no ombro.
- Vai ajudar? - pergunta o meio-orc para Daryl.

_____________________

Os guardas passam pela viela lentamente, lanternas acesas procurando por qualquer indício de alguém ali.
- Que cheiro horrível - diz um dos policiais, mas por sorte (ou magia) Juan permanece oculto.

Juan está bem em frente a um apartamento vazio, mas as janelas estão trancadas nesse horário. Até mesmo no Centro as pessoas se preocupavam com o crime.

(Pode rolar um disable device pra abrir o trinco da janela)

____________________

Elizabeth começa a traçar suas suspeitas iniciais. Mesmo sabendo que seria um caso complexo, diversas pistas surgiram nessas primeiras horas.

A banda de jazz toca sua última música, a clientela já havia esvaziado pela metade. Era quase hora do Nouvelle fechar.

A detetive sai do clube noturno a tempo de ver seu marido entrando no carro do que pareciam ser mafiosos...máfia italiana.
Ela guarda a cena na memória (placa do carro, rostos de quem estava ali...cada detalhe importa).

Essa provavelmente não será a única noite em claro pra resolver esse caso.

___________________


Nick concorda com Diana:
- É, acho que é uma ideia meio ruim mesmo...e eu já não atuo faz tempo, achei que a vida de produtor ia ser mais divertida.

- Eu...eu tenho de pensar. Dormir um pouco. Vamos, vou chamar o táxi - Nick se levanta da mesa com Diana e coloca o dinheiro da conta sobre a mesa.

- Ligue para o táxi, por favor - diz Nick num francês enferrujado ao garçom que pega a gorjeta deixada na mesa.
- Oui, só um instante monsieur.

O casal de amigos, amantes e confidentes desce as escadas da galeria.

Nick arregala os olhos. Uma mulher de chapéu está logo a frente dos dois, olhando para a rua.

- Ei! Você é aquela detetivezinha? - Nick diz a Elizabeth.

A detetive reconhece aquele homem: foi um dos primeiros casos que resolveu.


- Eu vim aqui porque sei que a senhorita é discreta. Resolve os casos de todos que veem ao seu escritório. Sabe que meu marido é um homem...famoso no show business - a mulher de cabelos vermelhos, roupas elegantes e brincos de diamante muito brilhantes estava sentada em seu escritório.

- Preciso que descubra se...se Nicholas está me traindo

No fim do caso, Elizabeth havia realmente localizado e testemunhado a infidelidade de Nicholas, mas impressionantemente Margareth apenas pagou a detetive e saiu do escritório.

- Você é a detetivezinha que me seguiu...o que quer aqui? Margareth te mandou de novo? - Nick parece um tanto irritado.

Elizabeth nota o nervosismo na voz de Nicholas. Uma mulher muito bonita o acompanha e a memória de detetive não mente: era uma atriz que já havia visto na televisão.

______________

- Ah! Então é você memo! Pode entrá - o velho abre o resto da porta, permitindo a entrada do dampiro.

Agora um agente do governo por pelo menos o tempo que precisasse.

Noah nota a luz vinda do teto do casebre, uma lâmpada de magia como suspeitava. O dampiro pode sentir um cheiro forte de café e ouvir o som de fogo.

Móveis rústicos e comuns de madeira, um lugar velho para um homem velho. Apenas alguns utensílios domésticos mágicos como um fogão movido a magia e uma lâmpada mágica.

A parede decorada com uma medalha de guerra e algumas fotos muito antigas chamam a atenção de Noah.
- Eu lutei na guerra. Na primera. Foi um inferno, mas eu fiz minha parte - o velho coloca a espingarda recostada sob a parede e vai para o fogão.

- Qué um café, moço? Tá uma friaca, ajuda a esquentar hehe. Eu já tomo café cedo porque quando o sol nascer eu já começo a trabaiá.

Um homem simples que começa o dia na madrugada.

- Achei que vocês ia esquecê a história toda. Sabe como o povo adora umas história de terrô. Mas o que eu vi num é terrô não.

O velho estende uma xícara de café quente.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sab Abr 11, 2015 5:32 am

Tenho que me livrar desse cheiro. De nada adianta toda a minha capacidade furtiva com essa desvantagem tão grande... Olho para a janela, Não correria o risco de fazer barulho abrindo-a. Simplesmente atravesso.

[Arcane Reservoir - Dimensional Slide]


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Sab Abr 11, 2015 8:35 am

[Diana]
Acompanho Nick mais tranquila. O fim da noite e daquela conversa sobre armas e planos dá a impressão de que foi um dia normal. Eis que o vejo perturbado. É a segunda vez no dia, mas agora a causa é banal.

Inicialmente, olho um tanto desafiadora - para não dizer debochada - para a detetive. Não é exatamente para ela que estou olhando, mas como se a esposa de Nick estivesse projetada nela, aqui, nos vigiando. Acho o fato de um dia ela ter se empenhado em mandar alguém segui-lo engraçado, para não dizer patético.

Tenho um pouco de pena. Eu realmente não fico competindo com Margareth, apenas não gosto do fato de ela sugar todo o dinheiro dele e... bem, obrigá-lo indiretamente a nos meter nesta situação com a máfia.

De qualquer forma, embora Nick esteja exaltado, a detetive para mim não passa de uma pessoa cumprindo suas funções e de certo a minha vida pública tem motivações particulares. Ninguém precisa saber por que eu faço o que faço.

Por fim, me aproximo e encosto minha mão no braço de Nicholas, tentando apaziguá-lo com um rápido afago. A última coisa que precisamos é irritar mais uma pessoa potencialmente armada.

- Boa noite - sorrio.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Abr 13, 2015 7:34 am

      Era apenas um feitiço de iluminação, o dampiro pode perceber quando pôs os olhos na luz mágica, nada agressivo. Também escutou o bufar de combustão, sem o crepitar de lenha. E sentiu cafeína no vapor vindo do fogão.
      A mobília parecia envelhecida como o homem. Mas ao julgar por muitas fotografias na parede, talvez a pessoa fosse mais velha. Notando a medalha dourada, o rapaz enfim teve certeza de que se tratava de uma outra guerra, anterior; e o ex-soldado confirmou quando o pegou mirando seu mural.
      Ele os enterra por respeito, Noah compreenceu.
      Assim que o coveiro voltava com o café oferecido, o hóspede o agradeceu. Como imaginado, teria que acompanhá-lo a luz do dia em seu trabalho se quisesse ouvir a história completa.
      — Parnasis é um lugar repleto de casos trágicos e lendas sinistras — disse em concordância, esperando a bebida esfriar um pouco antes de provar um gole. — Conte-me o que realmente aconteceu, inclusive sua rotina. Detalhes são importantes.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Seg Abr 13, 2015 6:51 pm

O cigarro ainda pendia na boca. Daryl entrou no carro..., penso, temendo pela vida de meu marido.

Ele vai se sair bem. Tem.

Rostos novos passeavam pela minha mente. A placa do carro levemente amassada no lado esquerdo criava uma imagem mental icônica. Era um carro que rodava por Parnasis sem medo do que lhe aconteceria.

Então, subitamente, escuto uma conhecida voz: Nicholas. Ele parecia certamente amedrontado por minha presença ali.
Meu trabalho... era apenas um serviço, quis dizer instantaneamente. Mas não disse nada após ver a linda mulher que o acompanhava. Era formosa em suas curvas e possuía um olhar cativante e um pouco triste: o preço do artista.

Dou apenas dois passos para frente, saindo da batente da porta de onde havia visto toda a cena antes do casal chegar:

- Boa noite. - trago rapidamente - Gostaria de informar que não estou a trabalho aqui. E não há nada para que eu investigue aqui, senhor. Espero que compreendam.

Fitei a mulher. O que deveria dizer exatamente agora? Ajeito um fio que caía sobre os olhos:

- Não tenho contato com Margareth. Sequer somos amigas ou coisa do gênero.

Agora era uma boa hora para Daryl estar ali e nos fazer sumir diante dos olhos do casal. Mas eu era sensata e sem magia alguma... só contava comigo mesma. Mortal demais.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Abr 14, 2015 7:33 am



Olho impaciente para Nick para checar sua reação e esperando que ele finalmente esteja mais calmo. Tudo que eu quero é ir para casa.

- Viu, Nick? Inofensiva...

Eu realmente não me importo com as novas informações. Só acho que essa detetive tinha que estar lá dentro, quando o babaca da mafia resolveu aparecer. Ela teria uma história e tanto para fofocar por aí então e quem sabe essa informação vazasse para alguém que pode nos salvar.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Ter Abr 14, 2015 3:53 pm

- Mas que merda foi isso?! - arregalo os olhos aos ver a cena. Meu coração dispara. Viver uma cena de assassinato era, sem dúvida, muito mais aterrorizante que ler uma.
Observo o homem desarmar o garoto com um disparo, abrindo um rombo em sua mão e outro no teto do veículo. Elizabeth me mata se eu contar isso.
Coloco um dos braços pesados de Frank sobre o ombro, ajudando o parceiro a levá-lo para dentro.
- Pode me explicar o que aconteceu agora? Quem era aquele moleque? - pergunto a Mark, franzindo o cenho. - Precisamos deitá-lo para tratar do ferimento. Vou precisar de material para curativo, agulha e linha. A foca penetrou fundo, mas eu suponho que possa trazê-lo de volta.
Assim que deitamos Frank e seu amigo me traz o que pedi, tiro sua camisa (ou rasgo mesmo, se for o caso), para expor o ferimento. Desinfecto o machucado com o que tivermos disponível, ou eu mesmo usarei fogo para cauterizar a ferida. Em seguida. No primeiro caso, dou continuidade trabalhando com a agulha, executando alguns pontos duplos para prender a carne.
- Ei, grandalhão - digo, dando leves tapinhas em seu rosto. - Tá tudo bem? Consegue me ouvir?

Teste de Curar: 1d20 = 10 (Se não conseguir, posso rejogar várias vezes até os pvs dele se tornarem tão negativos quanto seu score de constituição).

Tento reconhecer o lugar onde estamos, mas me é pouco familiar.
Teste de Local: 1d20=2+10=12
Máfia.
Talvez, e só talvez, dessa vez eu havia feito uma loucura realmente digna do Oscar.
Isso era excitante. Mortalmente excitante.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 14, 2015 5:41 pm

Juan decide utilizar-se de mais uma magia naquela noite. O informante sente as luzes e cores da noite se moverem e se misturarem as cores da parede, do quarto e do ambiente escuro que havia se transportado.
Uma "deslizada" dimensional não é uma magia simples, mas Juan já está acostumado a essa sensação.

O quarto escuro, por sorte inabitado, possui um armário de roupas, uma grande cama e mais a frente Juan imagina ser a sala de estar.
Talvez demorasse um pouco até os policiais decidirem bater de porta em porta, mas até lá, o informante estava bem escondido.


____________________________

O café é um pouco amargo e muito forte. Alguém que trabalha antes do sol precisa de cafeína.

- Tudo começô no enterro do seu Jonah. Ele era um daqueles orcs grandalhões, trabalhava na mina com os anões, lá pros lado do norte. Mandaram o corpo pra cá porque a família dele mora por essas banda.

O velho toma um gole do café.

- A muié dele, uma orc tamém, não largava a mão dele no velório. Quando terminei de cava o buraco, eles iam fecha o caixão...mas ai a muié gritou, desesperada. A gente achou que era porque ela tava muito de triste, mas ai eu mesmo vi os dedinho dela tudo quebrado.

Um corpo quebrou os ossos da mão de uma orc?

- Ai todo mundo fico doido, mesmo quando a mão do morto largo ela. A gente fechou o caixão e enterramo na hora. Mas sabe como é o povo, eles começaram a espalha a história, surgiu um monte de lenda...minha opinião, moço? Tudo uns cão sem tê o que fazê da vida, fica inventano história.

O olhar do velho é sério. Era o olhar de quem viu a morte tantas vezes que se tornou um amigo dela.

- Mas o machucado da muié era de verdade. Então, o povo começou a enterrar os corpo nas própria vizinhança, nos jardim, no quintal...ai vocês do governo já chegaram me falando de que não tô fazeno meu trabaio. Mas é claro! Os coveiro tudo fugiro, acreditando nas história.

Noah recebe muita informação. O velho parece observar qual é a reação do falso agente do governo.

___________________

Diana nota que a expressão de Nick muda um pouco após seu gesto, mas não seu tom de voz:

- E espera que eu acredite, detetive? Nunca te vi por aqui, a não ser quando veio me investigar.

Elizabeth nota algo estranho na expressão corporal do homem. Algo lhe parecia dizer que ele estava com medo de algo...ou alguém.

- Primeiro a máfia, depois uma detetive particular. APOSTO QUE VAI ME COBRAR MAIS AINDA PRA FICAR CALADA! - Nick esbraveja, algumas pessoas que saem do Nouvelle aceleram o passo. Não queriam ver o que se passaria ali quando escutaram a palavra "máfia".
Os funcionários do Nouvelle desviam o olhar.

Nick dá um passo a frente, desafiador.
- Ainda aceitando casos, detetive? Que tal salvar eu e Diana da máfia? - ele sussurra após olhar para os lados. Ninguém estava ouvindo a conversa.

- Se aceitar esse caso, vai ter o apoio incondicional de alguém que conhece muita gente. Entre no táxi se aceitar.

Nicholas segura o braço de Diana e se dirige ao táxi que acaba de estacionar em frente ao Nouvelle.
A porta do táxi está aberta para Elizabeth entrar.

A detetive também tem a coragem de embarcar com estranhos?

___________________

Com a pistola apontada para o garoto da Mão Negra, Bobbi abre a porta do apartamento.
Um espaçoso imóvel, um lugar digno do Centro de Parnasis. Bem imobiliado e o essencial: vazio e com paredes grossas.

Daryl não conhece bem a região, sabe apenas que esses apartamentos são bem caros.

O garoto não chora mais, nem pede clemência, apenas segura o rombo que sangrava de sua mão.
- Não vai chorar mais, moleque? - Bobbi aplica um soco no rosto do garoto, o jogando para frente.
- Grandalhão, o kit de primeiro-socorros fica no balcão da cozinha, ajuda o almofadinha. Eu vou cuidar desse bostinha primeiro - Bobbi chuta o garoto para um quarto e fecha a porta, trancando.

Daryl esvazia uma mesa de madeira macissa e coloca Frank ali, Mark corre para a cozinha e pega o kit.
Ao terminar de rasgar a camisa de Frank, Daryl sofre um outro choque: a perfuração do peito era só um dos ferimentos que havia sofrido, e aparentemente era um dos menores.
O mais grave era a grande ferida aberta localizada no estômago.

Numa primeira tentativa, Daryl erra a agulha. O escritor está acostumado com lápis e máquinas de escrever, não ferimentos.
Na segunda tentativa Daryl consegue fechar o ferimento da adaga no carro e pode começar a ajudar com as outras feridas abertas.

Apesar dos muitos ferimentos, Frank está estável, respirando. Como alguém pode suportar todos esses ferimentos?

"Deus nos deu a habilidade de curar, filho. Use-a para fechar os ferimentos externos, enquanto a Palavra lhe ajudará a fechar os ferimentos de alma" Daryl se recorda do Pastor Abraham lhe dizer, na época do orfanato.

Johnny abre a porta ao mesmo tempo que Bobbi sai do quarto, o terno completamente sujo de sangue. Com certeza não era o sangue dele.

- Achei que ia trazer o Pastor Jesse, Johnny - Bobbi diz, olhando para Daryl e Mark cuidando de Frank.
- Não pensei que fosse necessário. Aconteceu algo? - Johnny fecha a porta.
- O garoto da mão negra gritou e fincou uma adaga no Mão-Pesada. Ai o almofadinha tá ajudando.
- Frank vai sobreviver, mas é melhor avisar a mulher de que ele não vai pra casa hoje.

Johnny se dirige ao telefone, começa a discar e prontamente uma voz feminina atende.

- Alô? Marrie? Aqui é o Johnny, colega do seu marido. Isso, da companhia de coleta de lixo - o feiticeiro manteria o disfarce do colega - Só pra avisar, um moleque bêbado atropelou o Frank com a lambreta dele. Não. Não, ele está bem, só vou ficar de olho nele no hospital hoje. Não. Ele insistiu que eu o levasse pra casa assim que possível, não precisa vir visita-lo. Sim. Sim. Tenha uma boa noite senhora.

...Marrie.

Frank enche os pulmões de uma só vez, respirando pesado, como se acordasse de um pesadelo.
O pugilista se vê deitado sobre uma mesa, no apartamento de Johnny. O estranho do Nouvelle e Mark cuidavam de seus cortes.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Ter Abr 14, 2015 8:13 pm

Analiso a expressão do casal, notando o nervosismo de Nicholas e a vontade da mulher, a tal Diana, de acabar logo com aquilo.

Então a Máfia realmente esteve aqui... e provavelmente eram aqueles homens de agora a pouco.

Escuto a proposta e trago o cigarro, soltando o ar vagarosamente e deixando a fumaça se espalhar para o lado contrário do casal enquanto eles se dirigem ao táxi.
Daryl, talvez eu te encontre no meio disso, penso, falando para um homem que passava ali:

- Avise o dono do Nouvelle para que não se preocupe, deixei o dinheiro do que consumimos.

Saio apressada, olhando rapidamente aonde havia estacionado meu próprio carro. Volto para buscá-lo, meu azul.

Entro decidida:

- Pois bem, Nicholas. Devo salientar que não estou em caso nenhum que envolva Margareth. Dito isso, poderia me contar o que houve? Se vou trabalhar nesse caso, gostaria dos detalhes. Aceitam um? - ofereço cigarros de um maço que carregava.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Ter Abr 14, 2015 9:38 pm

      Um orc morto numa mina ao norte, Noah reuniu em pensamentos. Um agente do governo não faria perguntas redundantes sobre o caso. Mesmo que fosse uma novidade ao encarregado, tinha que atuar como se conhecesse um relatório.
      O coveiro contou o incidente durante o enterro. Era praticamente inviável um morto-vivo levantar durante o dia. Tal cerimônia funerária geralmente era realizada pela manhã, usufruindo de um pouco de brilho e calor para amenizar o sofrimento dos vivos. Supondo que fosse um vampiro prestes a se erguer, os próximos sentiriam o pulso e a respiração retornando, forçando o funcionamento do corpo. Talvez houvesse manifestado algum, só a viúva poderia responder. Na segunda situação hipotética, um zumbi dependente, necessitaria de um adepto da necromancia entre os presentes para lançar o comando que feriu a esposa do convocado.
      Nenhuma das hipóteses era impossível, nada era impossível no mundo do feiticeiro das sombras. Acontecia que a última envolvia muito mais periculosidade e dificuldade de execução. Sem contar a falta de objetividade. Um necromante com certeza teria usado seus esforços para trazer o máximo de mortos reunidos num mesmo local para sua causa sombria, e quebrar os dedos de uma orc estava longe de ser isso.
      Ou esse evento escandaloso podia ser um embuste, causando incertezas como as de Noah.
      Quem sabe tenham cavado demais, cogitou, cruzando com os túneis de alguma velha sanguessuga reclusa. Esse tipo anti-social podia ser muito selvagem e agressivo. Complicados.
      Sorveu outro gole, ponderando gentilmente sobre o depoimento.
      — Longe de mim desmerecer o seu trabalho — disse, pondo o café de lado. — Seria impossível cumprir o meu desse jeito. Na verdade até gostaria de acompanhá-lo um pouco. Poderia me mostrar onde ele foi enterrado?
Ação seguinte:
      Considerando que ainda não amanheceu totalmente, o meio-vampiro vai sair com o velho para olhar a lápide. E, com um comentário qualquer ele pode verbalizar Penumbra com uma frase como: "A noite desaparece mas com ela não se vão todas as sombras". Compondo o resto do feitiço básico colando o polegar na palma da mão e cobrindo-o com os quatro dedos. Enquanto for clareando, é mais aceitável que ele não pareça tão pálido. A penumbra vai cobrir toda a pele, mas o essencial são os olhos que ficam ofuscados.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Abr 14, 2015 10:20 pm

O que Nick tem na cabeça para se é entregar assim? Sei que ele esta muito apavorado e provavelmente foi por isso que se afundou nesse problema. E é por isso que a esposa se aproveita dele.
Suspiro e não consigo evitar minha cara de espanto quando a detetive entra no carro e de repente somos um grupinho. Eu realmente só queria ir para casa.

Automaticamente me excluo daquela conversa ao colocar o cigarro na boa depois de agradecer com um sorriso. Duvido que esta mulher possa nos ajudar.

Deixo que Nick inicie o assunto. Mas não tenho paciência para isso. Depois de observar a fumaça a minha frente, acho mais fácil resumir tudo. Ou ela pode ou não nos ajudar.

- Vieram nos cobrar uma dívida e agora querem que a gente faça um favor para eles. Somos acostumados com competições, mas veja bem, embora o show business seja uma guerra, nós não somos exatamente do tipo combativos...

Trago novamente. No fim, ela deve ter bons contatos... Não vou tomar tempo desnecessário.

- Então, como podemos morrer logo após a tarefa, precisamos de um nome para nos tirar dessa. Você é uma profissional de verdade ou só gosta de ganhar um dinheiro com mulheres inseguras?
Sei que falei demais, mas não confio em Nick para ser objetivo nesta questão.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Ter Abr 14, 2015 10:46 pm

Abro os olhos, lentamente, me recordando aos poucos dos eventos passados. Olho para os lados, devagar, e pergunto:

- Onde... Que lugar é esse?

Tento me levantar, em vão, devido a gravidade dos ferimentos.

- Que merda... A gente tava...No carro, então o moleq...

O moleque.

- Cadê aquele pequeno pedaço de b0sta?! - Digo, em voz alta, me contorcendo novamente por causa dos ferimentos.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Abr 15, 2015 4:54 am

Tomo um banho, lavo meu corpo e cada um de meus itens essenciais. Colho roupas e itens que possam bater de acordo com meu estilo de caça e furtividade.

Procuro por algumas coisas de valor, uma mochila e coloco minhas roupas lavadas dentro. Aguardo o local parecer seguro e volto pra casa, procurando um taxi se possível.

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 15, 2015 8:41 pm

O coveiro acena positivamente, terminando seu café. O velho se levanta e pega uma das pás encostadas na parede do casebre.

- Já tá na hora mêmo. Simbora - O coveiro abre a porta do casebre. O dampiro já pode sentir o ar ao redor mudando de temperatura: era o anunciar de mais um alvorecer.
Luz não mataria o meio-vampiro, mas com certeza seria incômodo.

A magia de Penumbra garantiria um disfarce adequado. Mas o coveiro parece anormalmente despreocupado.

O dampiro e o coveiro andam por quinze minutos, se aproximando de uma colina com lápides mais gastas e menos adornadas: até nos cemitérios haviam os distritos para ricos e pobres.

Um corvo voa de cima de uma lápide. É a qual o coveiro aponta.

"Denzel. Marido amoroso, orgulho dos orcs" estava escrito na lápide. Era nova, mas o tempo apagaria pelo menos metade da inscrição por conta da pedra barata.
O coveiro finca a pá na terra.

Há uma sensação estranha vinda do túmulo.
Nem todo feiticeiro pode enxergar a magia em si, mas basicamente todos que podem utilizar magia sabem notar que o ar em volta de Parnasis é peculiar: Alguns chamam de "ondas", mas para Noah é como uma luz negra emitida pela Petra.
Constante, emanando toda a magia da região.

Tudo em Parnasis recebe as "ondas" da Petra.

Mas os olhos de Noah vêem algo raro: em uma área exatamente do tamanho de um caixão, nada emite. As ondas da Petra não atingem o túmulo.
O único local sem magia de Parnasis parecia ser aquele caixão.

- Ei, garoto. Ceis são tudo policial antes de vira do governo? - pergunta o coveiro, observando a lápide.

_________________________


Juan aproveita o apartamento vazio. O que há de mais furtivo num armário desses é um terno barato preto e o restante do traje igualmente escuro. Haviam roupas de mulher também, pelo visto era o apartamento de um casal.

Somente agora Juan nota uma escrivaninha e máquina de escrever. Que tipo de vida um casal desses levaria?
Após acender algumas luzes o informante explora o local.

Uma breve procura revela somente dois objetos de maior valor: um rádio movido a magia e um relógio de prata.
Além dos dois objetos, uma foto na escrivaninha chama a atenção.

Era a foto que remetia um fracasso.

"Daryl e Elizabeth. O curioso casal. Uma missão que fracassou"

Cabe ao informante decidir roubar, e tentar compensar o problema que os dois haviam lhe causado.

Após sair pela porta do apartamento, Juan escapa a poucos instantes de cruzar com dois policiais que iniciariam uma busca minuciosa ali.
O informante estava livre, o dia se aproximava.

Para onde Juan iria?

______________________

Elizabeth decide entrar no táxi. Nick acena e o motorista começa a dirigir.

Nicholas arregala brevemente os olhos quando Diane decide abrir o jogo tão diretamente.

- É...É isso mesmo. Estamos com problemas com a máfia italiana, aquele tal de Costello cobrando uma dívida antiga. Eu ouvi falar muito de você depois de me investigar.

Nick sorri.

- Margareth me fuzilou com o olhar naquele dia, mas o nosso acordo ficou claro naquele dia. 'Você me deixa em minha vida, e eu lhe deixo na sua' - Nick sabia que Margareth conhecia sua vida dupla com Diana, isso revela que ele realmente encenou no Nouvelle.

Ainda havia algo de ator no produtor.

- Sei que você já pegou uns caras barra pesada, e que conhece magos, gente da polícia...a polícia não vai servir de nada. O cara, Johnny o nome eu acho, disse que o Costello tá recrutando várias pessoas.

Nick puxa seu próprio cigarro e acende.

- Mercenários, gente barra pesada. Ele quer fazer algo grande e precisa de gente 'sociável' como nós. Ouviu algo sobre a máfia italiana fazer algo grande, detetive?

(Ale pode rolar 1d20 pra procurar alguma informação na memória)



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Abr 16, 2015 5:35 am

O Casal "branco...", que coisa.

Não pretendo roubar nada, apenas deixarei um pequeno lembrete anotado num papel qualquer

"costello mandou os cachorrinhos dele me perturbarem, o time está crescendo. Contrataram um pugilista para o grupo, me meti em alguns problemas, então por acaso vim parar aqui. Peguei algumas coisas emprestadas. Acho que algo grande vai acontecer. Amanhã irei à presença do "padrinho" pra ver o que quer comigo, passem lá no fruto para tomarmos algo depois. "

Sigo pra casa, preciso me organizar.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qui Abr 16, 2015 8:35 am

      Sacando um pequeno bloco de anotações e uma caneta, o dampiro tomou nota das gravações na lápide e daquela "área branca" nas ondas, descrevendo como: Um obstáculo. Um ponto que as ondas não podem sondar através...
      Isolado por algum motivo desconhecido, o caixão permaneceria inexplorável a sensibilidade mística de Noah. Teria que sujar as mãos também.
      Enquanto completava os rascunhos que posteriormente passaria ao seu diário de investigação, o velho sepultureiro o chamou de "garoto" (sim, poderia chamar muitos outros assim) e perguntou sobre seu falso cargo no governo. E, como se aquilo fosse uma resposta barata a se dar, manteve os olhos nas próprias palavras do papel, respondendo:
      — Primeiramente existem diversos tipos de trabalhos policiais, e funções que não precisam de carreira oficial ou que apenas servem fora de campo; como um investigador particular, por exemplo. — Teria mencionado a função de médico-legista, o que provocaria indagações da causa mortis que ainda faltava saber. — É necessário se destacar no seu ramo para subir a um cargo a serviço direto do governo.
      Dito isso, adiantou-se contra outras questões perigosas do homem. Passando um dedo por trás da capa da caderneta, girou-a por cima e fechou suas páginas. Guardando os materiais novamente nos bolsos internos, prosseguiu:
      — Por gentileza — gesticulou para a terra —, o senhor poderia...?
      Era trabalho dele, e apesar de idoso, um homem como este, que ganhava a vida naquilo há anos, jamais gostaria de ser subestimado no que fazia. Portanto o mestiço não ofereceu ajuda, tampouco com sua magia, revelando seus segredos. Manteve-se observador.
Próximo turno:
      Nos golpes iniciais no solo, antes que o coveiro começasse a ofegar, Noah aproveitaria para perguntar minúcias da cerimônia, procurando sutilmente descobrir o tipo de caixão encomendado. Talvez tivesse alguma relação.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Abr 16, 2015 1:25 pm

Estava pisando em ovos: tanto Nick quanto Diana não estavam realmente adorando minha presença ali. Pediam minha ajuda e, lógico, aproveitavam para tentarem me desestabilizar; duvidadam da integridade dos meus serviços e se sentiam incomodados.

Se os incomodo, quer dizer que eu realmente investiguei o que era necessário, penso, observando-os.

Ela aceita o cigarro. Respiro fundo, ouvindo os dois. Só preciso fazer o que sempre faço:

- Existem todos os tipos de clientes, - trago o cigarro, segurando-o com os dedos em "V" enquanto seguro a manga da blusa pelo cotovelo - e normalmente eles me procuram quando estão inseguros. Nesse mundo existem muitas conspirações, naturalmente, as pessoas sentem medo. Raramente encontro clientes que não estejam sentindo medo, desespero ou aflição e, quando os encontro, estão querendo apenas provar para si mesmos que eles estavam certos. Precisam de uma afirmação, mesmo que suas intuições já esteja apontando para a direção certa.

Deixo a fumaça voar para fora, por uma greta na janela do táxi. Não alterava muito o tom da voz:

- Nesses casos, apenas dou a confirmação da qual precisam. Nunca disse para Margareth como era seu caso, Nicholas. Nunca fui paga para destruir a vida de ninguém, pelo contrário, sou paga para proteger informações, descobrir outras e ajudar a salvar pessoas. Fazer justiça, essas coisas. - balanço o cigarro com os dedos - Ela já sabia, no fim das contas.

Olho rapidamente para o banco do motorista, conferindo suas reações. Os dois falavam abertamente e sem delongas sobre o problema, apesar de também estarem inseguros:

- Um outro caso muito grave parece estar interligado com a Máfia. Eu só estive no Nouvelle hoje porque algo horrível aconteceu... infelizmente, não pude aproveitar mais do Bourbon - olho diretamente para os dois - e parece que vocês também não se divertiram por lá.


Teste:

A Investigadora: 1D20 => 18

A Máfia gosta de influência, claro. Parece que o caso é bem maior do que eu poderia ter previsto anteriormente...


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Abr 16, 2015 2:38 pm

Sinto que isso não é mais um problema meu, mas agora ela parece mais profissional. Se eu trabalhasse com a mesma coisa também não me importaria com o serviço. Desde que pagassem por isso, o que me leva a outra questão... Estava me perguntando se além de investigadora ela seria uma justiceira... E diferentemente de mim, que faria qualquer coisa para não ter problemas, ela está disposta a lutar por uma causa. Respeito essa posição e talvez gostaria de conseguir ser assim.

- Exato. Isso aconteceu há pouco. Então você já tem alguma ideia do que está acontecendo, que boa detetive você é... Nick, estamos a salvo, não precisaremos mais participar dessa loucura. Você vai dar um jeito, não é, querida?

Sorrio. Não acredito muito nisso, mas quero que nossa justiceira nos tome como sua causa pessoal. Sinto que ela faria isso pelo bem da ordem.
Bem... Ela deve ter uma arma. Tem mais chances que nós dois.
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