Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Nanny em Sex Ago 28, 2015 4:01 am

'Não há que ser forte, há que ser flexível'

*As palavras que Syaoran repetiu do mestre ecoam em minha mente.. Realmente.. devemos ser flexíveis.. mas também não devemos nos esquecer da força, pois precisamos dela.*

*Estendo meu punho fechado para Syaoran e o toco, cumprimentando-o de volta*

"Verdade irmão!"

*Vou em direção a porta metálica, já pensando:*

'Que tipo de missão seria essa.. qual seria nossa função.. será que mataríamos mais alguém.. precisamos de mais respostas.. temos que prosseguir custe o que custar!'

*a porta é aberta e vemos dois de seus veículos. Syaoran diz que não sabe dirigir.. mas eu..*

"Eu sei" digo em resposta a Murdock.

"Quando tinha algum tempo livre, ficava com alguns amigos no campo, e eles uma vez pegaram um carro velho quebrado, e tentaram consertar. Obtiveram sucesso, porem ninguém quis ficar com aquele carro antigo e cheio de remendas.. então.. consegui um pouco de combustível em um armazém e inseri no veículo, e assim tive a oportunidade de aprender a dirigir. Acho que nunca parei para contar isso pra ninguém.."

*Olho para Syaoran, como se pedisse desculpas por nunca ter dito isso..*

(Obs: Ride (Dex) 1 + 3 = 4)

"Só precisaria de um guia para leva-los aonde quiser"

*falo olhando para o forgão, e virando-me para olhar Murdock*
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Sex Ago 28, 2015 4:26 pm

Olho rapidamente para o papel com anotações de Carter. Minha visão volta para ele, como se esperasse que ele dissesse algo a qualquer instante. Volto, analisando em que idioma aquilo estava.

As anotações de Carter:

Elizabeth: 1D20+4 => (5 + 4) = 9

Claramente não conseguindo identificar de pronto, recolho tudo o que encontro, saindo do carro. Havia passado pela minha cabeça em devolver a carteira dele... mas, pelo tipo que ele era, decido levar.
Ele teria que se enrolar em burocracia para recuperar os documentos e voltar a dirigir... o que me deixaria com certa folga para agir em suas pistas.

Agora que havia começado a correr percebi que havia machucado a perna. Aquilo doía como o inferno mas eu precisava continuar.

Foi quando eu vi o meu carro se aproximando e, subitamente, parando. Meu coração foi na boca:

- Daryl... Daryl!

Abraço-o, deixando meu corpo cair sobre o dele. Estávamos ali, os dois, ajoelhados na poeira da terra, nos abraçando:

- Eu estou viva, graças a Deus estamos vivos... - vejo Juan se aproximar, sacando sua arma - não... ele está desmaiado, mas pode ser que ele logo recupere a consciência. É bom vê-lo de novo, Juan.

Aninhada em Daryl, me sinto uma criança precisando de sua cama:

- Sim, precisamos sair daqui. Vemos minha perna depois!

Ele veio para me salvar. Aquilo em renovava as esperanças na humanidade.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Sex Ago 28, 2015 8:55 pm

Mark se levanta. O pugilista até mesmo se esquecia como o meio-orc era muito maior do que ele.

- Sim! E-Eram eles, eles pegaram minha memória, usaram uma magia que me fez esquecer deles e ficar com muito medo deles - talvez isso justificasse o choque de Mark na luta do beco antes que Frank o acordasse - Eles tiraram a venda de mim, eu estava numa cadeira e era uma sala...como essa aqui.

- Mas eram cinco! Os três humanos, um orc maior do que eu e...e...

Era uma lembrança mais difícil.

- ...um feiticeiro, não lembro do rosto, ou se tinha tatuagem. Mas...Frank, eles não eram os únicos ali! Tem dois ainda vivos.

- Tudo bem aí? - Frank escuta a voz da mulher vindo da cozinha. Ela estava ocupada com algo mas a comoção na sala havia despertado seu interesse.

___________

Diana agora conduz sua própria investigação. Havia uma certa ironia em bisbilhotar nas coisas de alguém que vive para bisbilhotar a vida dos outros.

Ela atende o telefone. Sua experiência como atriz e como sobrevivente de guerra são mais do que suficientes para emular a voz doce de Alice.

- Olá Alice, aqui é o Professor Longdon. Preciso falar com Elizabeth, há urgência - a voz é grave. Diana não sabe quem é esse professor, mas parece conhecer a detetive.
- Houveram algumas complicações quanto ao caso. Meu contato me avisou, a Elizabeth precisa estar na delegacia o mais rápido possível.

___________

Mary força um sorriso.
- Preciso ligar pra minha irmã - ela sussurra, para si mesma.

Murdock sorri por um instante.
- Claro, Syaoran. Viemos todos de lugares muito diferentes, o próprio Frank nasceu em Nova York e mesmo assim não consegue dirigir em linha reta - Murdock comenta e Luke Cage ri baixo.
- Na próxima você dirige, cegueta - Castle responde.

Todos param de falar, ficam no lugar e olham para Mai.

- Irmã, se na sua terra a mulherada dirige e os elfos não, eu preciso visitar só pra ver a peça hahahahaha - Luke Cage entra no furgão da adega.
- Lembrem-se que vocês dois são a equipe que vai entrar no cassino pelos fundos. Frank, não acabe com o plano novamente - Wayne alerta antes de entrar no furgão da companhia elétrica.
- Siga sua parte, botina - Castle entra no furgão da adega.

- Venham neste furgão. Mai, pode dirigir, Wayne vai lhe indicar o caminho.
Mary sobre primeiro junto com Murdock.

Diante de Syaoran e Mai estava o inicio de um plano que mudaria toda aquela noite. Bastava entrar no furgão.

____________

As palavras no papel ainda são desconhecidas: ideogramas e símbolos que a detetive não reconhecia entre as línguas que falava. Mas no fim das anotações estão uma série de números: "2-0-0-8-1-8-9-0"

O reencontro dos White é emocionante. Marido e mulher estavam acostumados a uma vida de perigos, mas o dia estava se superando.

Juan questiona se Carter está vivo, Elizabeth afirma que não executou o ofensor.

Não levaria muito tempo até que Carter acordasse ou um estranho em seu carro visse o acidente. Em pouco tempo eles seriam expostos.

Era hora de ir. Todos no carro, Daryl pode dirigir para longe dali.

Para casa?

_________


Noah fica tenso ao descobrir quem são seus novos amigos no carro.

- Garoto, sabemos que você é alguém muito difícil de rastrear. Estamos há meses na sua trilha. Então se somos capazes de encontrar o garoto-que-caça, sabe que somos muito profissionais.

Que tipo de profissionais?

- Ele vai direto ao ponto, Harry - Jesse parece gostar da objetividade do dampiro.
- Garoto, o chefe é esse pastor simpático na sua frente. O exemplo cristão de nossa querida nação americana - Harry diz enquanto dirige. O bom-humor é notável.
- Um pouco menos, Dresden. Noah, eu sou o líder de um...grupo que quer impedir algo muito ruim de acontecer com esta cidade - ele junta as mãos, iniciando uma prece.

O dampiro sente um formigamento misturado a uma sensação forte de azia. O mal-estar rapidamente passa, mas as costelas e o rosto parecem começar a se curar muito mais rápido.
A magia de cura era incomoda para um dampiro, mas o lado humano agradecia a vitalidade que ela trazia.

(Noah recupera 8 PVs)

- Filho, uma relíquia perigosa está nas mãos de um mafioso italiano. Ela está intimiamente ligada aos seres que andam pela escuridão, de alguma maneira - o pastor decide usar de um eufemismo para citar os vampiros.

A missão se revelava.

- As fotos e informações extraídas dos corpos podem confirmar com o que estamos lidando. Me diga, Noah, é o que tememos? - o pastor pergunta.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Sab Ago 29, 2015 1:59 pm

- Nada, baby. Não se preocupe. - Respondo Marrie.

Me volto para o meio-orc. Ponho as mãos nos ombros dele, gentilmente, e o faço se sentar novamente.

- Baixe o tom e mantenha a calma. Não quero minha esposa mais envolvida nesse mar de merda do que já está. - Sussurro em seu ouvido.

Volto para a posição anterior, soltando Mark.

- Certo. Agora preciso que você se concentre. Quem tirou sua memória foi esse feiticeiro? E você falou que tem dois ainda vivos... Dois o que? Que estavam presos com você ou dois deles?

Agora a privada não só estava entupida, como eu tinha que enfiar meu braço inteiro nela pra retirar os dejetos.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Seg Ago 31, 2015 9:13 am


A atriz estava em um impasse. Ou tentava falar como se fosse Elizabeth e denunciava claramente que alguém mexeu em suas coisas ou arriscava ficar sem informações sobre o caso, que poderia ser simplesmente uma trivialidade da vida de detetive, ou algo fundamental para sobreviverem à noite.

Mesmo assim, não estava disposta a se disfaçar para ir até a delegacia e conseguir todas as outras informações.

- "Só um minuto, por favor."

Bem, o que ela perderia com isso? A detetive não deixaria de defendê-la só porque teve as coisas bisbilhotadas. Evidentemente descobriria suas habilidades. Mas não era um problema sendo ela "justiceira", como achava que era o caso. E, no momento, a atriz usava isso como um teste de habilidades. Colocou o telefone na mesa e deu uma volta apenas para parecer que ia chamá-la. Uma preciosidade desnecessária. Mas se estava nisso...

- "Professor!" - o tom de urgência era evidente. - "O que aconteceu?"

Diana quase riu. Esse era o jeito tonto e super preocupado com qualquer assunto que imaginou que ela reagiria. Como faria para preencher a lacuna de informação? Não iria. Não era problema dela se a detetive não chegasse à delegacia. Pelo menos não por enquanto.

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Seg Ago 31, 2015 7:41 pm

- Vamos voltar - declaro, pensativo enquanto devolvia a chave à ignição. - Preciso falar com o pastor Jesse, e sinceramente não me interessa o plano da máfia no momento. Muito pelo contrário, expor aquele bando de imbecis pode trazer à tona a verdadeira face da Mão Negra, que está por trás do assassinato do professor Richard. Precisamos descobrir mais informações sobre a Mão Negra, e temos uma ótima moeda de troca para conseguir tal informação - Sorrio, acelerando o automóvel em direção à cidade. - A própria máfia é nossa barganha neste momento, e eu pretendo conseguir um bom "preço" com o que sabemos sobre seus integrantes e o plano relatado pelo Don. Só não sei se deveríamos vender estas informações para as autoridades ou para o submundo, em direção à própria Mão Negra, em troca das informações que precisamos, ligados ao assassinato de Richard. Sinto que os dois lados, autoridades e submundo, são tão sujos quanto...
Acendo um cigarro, deixando a fumaça escapar pelo vidro aberto.
- Liza, você conseguiria rastrear informações no QG da polícia investigativa sobre a Mão Negra? Consegue descobrir o que podemos ganhar ao expor os planos de Don? De alguma forma, imagino que o Chefão da Máfia esteja escondendo coisa demais e que não disse nada naquela reunião de fachada. Talvez preso e sob interrogatório ele abra o bico. Juan... o que diabos você estava fazendo naquela reunião? Qual é a sua relação com aqueles caras? - suspiro. - Estou cansado, e com fome. Vamos pra casa relaxar, acho que posso cozinhar alguma coisa pra gente, como nos velhos tempos. - bagunço os cabelos de Liza com a mão livre, não conseguindo conter o sorriso de alívio por tê-la ao meu lado de novo. - E cuidar das suas feridas.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qua Set 02, 2015 9:03 pm

- Mão Negra? Então é esse o nome do meliante... entendo. Esse Pastor Jesse é de confiança, Daryl? - paro, tentando estalar o isqueiro - Talvez eu consiga informações com Longdon, ele me ajudou com várias pistas, sim. Ele ainda achava que Richard estava vivo quando eu fui falar com ele... e mencionou um elfo. No meio desse processo, existem muitos assassinatos, posso sentir isso. E os métodos de Carter só me revelam que os Hex são Peixe-Grande com uma formação semelhante à de uma grande Máfia corporativa.

Finalmente consigo acender o cigarro, guardando o isqueiro no bolso. Baforo a fumaça para fora do carro, olhando meu marido:

- Temos que traçar um plano... mas eu acho que não é a melhor hipótese entregar parte desse caso para as autoridades. As leis existem por vários motivos... e a polícia anda debaixo de regras que se utilizam das brechas legislativas. - recosto a cabeça no banco - Assim como eles sempre querem manter as aparências, farão coisas como esconder e limitar informações, além de protelar casos que envolvam a segurança nacional.

Deixo um sorriso escapar diante do carinho de Daryl. Ele era um homem zeloso, um ótimo marido. Era por isso que eu havia sentido tanto medo de morrer naquele carro com Carter: porque eu tenho alguém para quem voltar.
Arrumo meu corpo no banco:

- Obrigada, meu amor.

É verdade... o que raios o Juan estava fazendo lá?

Aguardo a resposta do homem enquanto dirigimos para casa. Minha mente estava à mil por hora e ainda sentia a adrenalina possuir meus sentidos. A perna doía e latejava, mas o cigarro me fazia relaxar.
Estar com Daryl me fazia relaxar.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Qui Set 03, 2015 6:18 pm

- O Jesse é um cara que conheci em meus dias mais... crentes, por assim dizer - explico, sem tirar os olhos da estrada. - Ele mesmo pediu para conversar comigo num lugar mais reservado, e combinei de nos encontrarmos amanhã em um café. Gostaria que vocês me acompanhassem, mas não acho que o pastor tenha nada de ruim, muito pelo contrário... ele deve ser o último pastor pelo qual ainda tenho algum respeito.
Ouço as conclusões de Elizabeth, e aquilo me desanima um pouco. Se não tínhamos como recorrer às forças da lei... teríamos nós que fazer justiça com as próprias mãos.
- Precisamos expor esses idiotas de alguma forma... seja para evidenciar o que eles estão fazendo com a cidade por debaixo dos panos, ou mesmo para incitá-los a sair do anonimato. Ou isso... - um brilho toma meus olhos, enquanto o sol ilumina meu rosto com o avançar do dia. - Eu posso escrever um livro ou um conto de jornal sobre um certo grupo e uma certa máfia, o que pode esquentar as coisas.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 03, 2015 8:21 pm

Havia seguido até o corpo... O homem estava desacordado... Observo seus ferimentos. Nenhum cortante... Não vou plantar outra arma na cena, portanto guardo minha Kukri.

Tento convencer Elisabeth a me dar a arma do homem. Independente se fosse fazer isso com a arma dele ou a minha... Ele morreria.

colho do carro qualquer vestígio que encontrar... Cápsulas da arma de Lisa caso tenham caído, cabelos e objetos pessoais... Limpo bancos, portas, teto... Qualquer lugar onde acho que ela (ou eu) possam ter colocado a mão. Miro a arma, após limpa-la, na artéria braqueal de Carter e disparo, mirando o longe. Para que a bala não fique no veículo ou perto dele. Um golpe de misericórdia que resultaria na morte do homem... Mas que emularia ser apenas mais um fruto do combate. Checo novamente a arma para manter limpa e a levo comigo...

- Devemos seguir logo. - digo num semblante sério... Não que matar me fosse estranho... Mas sempre me deixava tenso... Um olhar distante e compenetrado. Menos sorriso, menos carisma. Será que eu era melhor que o homem que executei?

Ouço a pergunta de Daryl.

- Vocês devem sair da cidade. São boas pessoas, Daryl, Lisa. Não merecem ser envolver nesse lodaçal mais do que isso. Trabalho para o Don. Por livre e espontânea pressão. Vou dar o meu melhor nesse serviço. Largar a vida de espião free-lancer e estar com Costello me dará ao mesmo tempo segurança e renda. Apesar de tudo, gosto de vocês. Por isso... E SÓ POR ISSO... estou me revelando. Apenas vão embora. Tenho que terminar com isso.

- ele disse algo enquanto tentava te executar? - pergunto a Elizabeth após o silêncio horroroso que provoco.


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 03, 2015 9:00 pm

Mark acena positivamente. Ele suava.

- Dois...dois com a tatuagem de mão negra. Um orc e...parecia um feiticeiro, mas ele era bem vestido. Tinha um terno, um relógio de ouro - o meio-orc se concentra para se recordar - Era algo parecido com um feiticeiro, ele fazia magia como eu faço mas...ele usava algo, lia algo. Eu só...só lembro disso.

A recordação havia esgotado emocionalmente Mark. O que quer tenha visto no dia anterior estava nebuloso demais para recordar além dos seus algozes.

- Frank. A gente vai ver os outros dois lá no cassino? Vamos...temos de terminar isso, se foram eles que pegaram o professor - o pugilista reconhece algo diferente nos olhos de Mark: ódio, raiva.
O pugilista sabe como é uma má ideia deixar um orc enfurecido. Nesse caso, esse meio-orc tinha razão.

O relógio na parede acusa as horas que já se passaram. Sem carro, os dois precisariam sair logo para chegar a tempo na mansão Costello.

A noite prometia ser tão memorável quanto a anterior.

_____________

Diana decide manter seu teatro, agora emulando a detetive. Era essa a habilidade que havia despertado o interesse de Nick pela primeira vez, lá na França.

Ser o que não é, é tudo o que um ator precisa fazer.

- Elizabeth! Quem bom que atendeu. Tentei ligar na sua casa e ai no escritório, mas Alice havia dito que você não apareceu hoje. Pelo visto decidiu continuar a investigação sem parar.

Professor Longdon tinha um leve tom de preocupação na voz, mas parecia acreditar que essa realmente era Elizabeth.

- Preciso de você para duas coisas: primeiro, precisa ir a delegacia porque prenderam um suspeito na Cozinha do Inferno, alguém que talvez se encaixe no assassinato de ontem de alguma forma. Foi uma prisão de Peter, mas pedi ao Bailey que segurasse o interrogatório até mais tarde. Ele parece estar ligado a tráfico de drogas, mas tenho um pressentimento...

Um outro caso. Diana percebe que a detetive realmente não cuida de casos simples.

- A segunda é de que eu preciso do livro que pegou de volta. A Universidade de Magia me ligou, estão desesperados para ter o livro de volta. Cabeças vão rolar se ele não estiver na estante escura de onde veio até amanhã.

Livro?

- Estou indo aí. Devo chegar em quinze minutos, a perna ainda está boa para dirigir. Conversaremos melhor - Longdon desliga, sem ouvir o que Diana teria a dizer.

Diana teria visitas.

________________

O tempo é curto demais para um serviço limpo.

Juan executa Carter e retira algumas das provas, mas o informante sabe que foi apressado demais para terminar antes de testemunhas da estrada.
Sangue escorre do banco de couro. O carro esporte agora era o caixão do empregado da Hex.

Assim que Juan entra no carro, Daryl dá partida e os três saem pela estrada, em direção de volta ao Centro de Parnasis, Elizabeth ouve o som de algo se quebrando. Um som metálico.

A chave de cobre se parte ao meio e se esfarela nas mãos da detetive.

O trio discute seu futuro, o que fazer com as informações que possuíam. Daryl e Elizabeth queriam expor os mafiosos, fazer justiça, mas seu amigo Juan queria trabalhar para esses mesmos mafiosos.

O Centro está logo a frente, os prédios já são visíveis. Mas a Petra nunca deixou o horizonte, nem mesmo lá na estrada.
Eles precisam decidir, onde iriam?



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Sex Set 04, 2015 8:14 am

"Hmmm... então é por isso que ela anotou sobre Nicholas e a Cozinha do Inferno: é o caso principal que ela está cuidando. Ela apenas estava checando se deveria se preocupar."

Diana fechou os olhos, tranquilizando-se. Ao menos em UM dos problemas do dia seu amante não estava envolvido.

Mas não era hora de ficar tranquila. Afinal, ele dava ordens e falava de pessoas que a atriz mal conhecia e não poderia simplesmente responder como a detetive. Peter.. .Bailey... Quem!? Bailey... ela conhecia um Bailey, não!?

Depois, aquele papo sobre livro da Magia... A detetive então era como ela.

"Pff... serei pega sem o menor esforço."

Até parecia um pouco divertida a ideia. Mas não estava fazendo nada de mal. Apenas... bisbilhotando. E ainda tinha tomado o cuidado de fechar as gavetas e não tirar as coisas muito do lugar. Não tinha nada de mais, certo!?

Sem oportunidade de falar, Diana desligou o telefone e observou a secretária que dormia. Estava na hora de fugir o quanto antes. Mas... Poderia fazer isso com classe. Certo?

Fechou os olhos, lembrando-se da forma de Elizabeth e tocou o rosto.

testes:



SEI LA se é assim. Vou tentar. Hahahahah


Disguise Other  (CA: 16)
10 + nível da magia + modificador de atributo (int, wis ou cha depende da classe)
10 + 2 + 4 (cha)
16
> You make yourself - including clothing, armor, weapons, and equipment - look different
> If you use this spell to create a disguise, you get a +10 bonus on the Disguise check. A creature that interacts with the glamer gets a Will save to recognize it as an illusion.


Disguise (27)
1d20 + 10
(17 + 10) = 27

> Creating a disguise requires 1d3 × 10 minutes of work. Using magic (such as the disguise self spell) reduces this action to the time required to cast the spell or trigger the effect.




- "Alicia!" - Diana tocou o ombro da adormecia, mas a chamou com um tom apenas de quem vai lhe dar uma ordem. Não soou brava. Apenas como quem pede uma toalha para estancar um ferimento. -  "Eu passei aqui rapidamente para buscar uma coisa, mas o professor Longdon ligou e avisou que vem buscar um livro. Deixe que ele mexa no do que quiser. OK?" - virou as costas, com pressa e foi saindo. - "Obrigada. Até mais "

Diana sai sem grandes explicações, buscando um caminho que saia da rota dos carros.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Ter Set 08, 2015 11:53 pm

*Noto que a garota ainda continua apreensiva, e sorrio olhando para ela estendendo a mão e dizendo:*

"Mary, fique tranquila... eu e Mai estamos com você, e não vou deixar nada de ruim acontecer contigo"

*Olho nos olhos dela, buscando passar segurança e confiança*

If: Depedendo da resposta dela:


If a resposta dela for = negativa, não acreditando

"Tudo bem Mari, eu compreendo, mas mesmo assim vamos com eles né, com toda certeza eles conseguiram localizar sua irmã"

*Vejo ela seguir com Murdock e entro em seguida*

If a resposta dela for = positiva, ficou gamada se sentiu segura

"Vamos então?"

*Pego a mão dela e acompanhando Murdock para adentrar ao furgão*


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Set 14, 2015 9:14 am

      Está verbalizando...!, percebeu o jovem feiticeiro.
      Tarde demais para reagir, já percebia o ardor do interior de seu corpo tentando irromper pela boca. Noah não conseguiria usar a voz para responder com feitiço.
      Ele me pegou, isso é energia benigna! O dampiro sentia-se prestes a explodir de dentro para fora.
      Contudo, com a mesma velocidade que o calor veio, ele se foi para deixar no meio-vampiro uma sensação agradável. As feridas na face e as pontadas nas costelas, provavelmente fraturadas, foram esvaindo.
      Isso foi... Era a primeira vez que o feiticeiro das sombras experimentava tal coisa. Então isso é uma cura?, descobriu ele.
      Enquanto Noah guardava suas interrogações para si, o pastor seguia com suas explicações. Reforçou a existência da tal relíquia mencionada pelo arqueólogo mas adicionando a informação da posse dela. A máfia, por mais que fosse uma alternativa muito humana era também adotada por algumas outras raças em Parnasis, só a menção de algumas delas botavam medo nos mais cruéis criminosos do submundo que o rapaz conhecia; portanto sabia muito pouco sobre essa gente, na verdade evitara trombar com qualquer um deles desde sempre, seria apenas um problema para ele e qualquer coisa que os mafiosos se metessem nada influenciava em suas caçadas. Isso até agora.
      E novamente ouviu que o tal artefato possuía relação com os vampiros, apesar dele mesmo não ter encontrado nada parecido no necrotério.
      Porém, todo o resto achado lá era o bastante para confirmar a situação.
      — Você quer saber isso de um especialista? Pois bem, temos outro aqui — disse o dampiro, olhando diretamente nos olhos da legista agora. — Helen, conte-lhes de novo sua autópsia e então vai entender o que aconteceu lá.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Seg Set 14, 2015 6:35 pm

Diana leva algum tempo para se transformar. O murmurar das palavras corretas e a intuição eram tudo que precisava para realizar a magia de disfarce: muito útil em inúmeras situações em sua terra natal e em Parnasis.

Levou também algum tempo para deixar tudo no lugar. Para a atriz, se ladrão que rouba ladrão possui algum perdão...investigar uma investigadora deve ter seu ditado também.

Diana chama Alice, que acorda assustada (nem mesmo notando que a falsa Elizabeth gritava seu nome errado). Ela acena positivamente e começa a arrumar a escrivaninha, onde havia amarrotado papéis.
A atriz sai do escritório e vai para a Rua Morgan, movimentada e efervescente como sempre.

Ela escuta um carro estacionando em frente ao beco do escritório, mas já estava longe demais para ser reconhecida: o chapéu tinha grande vantagem nessa ocasião.

Agora a atriz estava livre para se preparar para a noite no cassino, andando pela calçada com mais pedestres. Talvez fosse a última tarde livre de sua vida em Parnasis. O tempo não para de correr, assim como a cidade.

______________

Syaoran tenta animar Mary. Suas palavras causam um pouco de rubor no rosto da jovem, ela parece um pouco mais confiante.

Mas o medo ainda é muito aparente, mas pelo menos aos olhos do elfo ela está mais tranquila.

Mai e Syaoran entram no furgão.
Mary fica com a cabeça apoiada no ombro esquerdo do elfo.

- Mai, comece a dirigir. Vou lhe contar o caminho conforme andarmos - Bruce diz a ela - Dê partida.

O furgão é muito diferente do velho carro que Mai conheceu tão bem.

(Pode rolar um teste de Ride pra começar a dirigir, Nanny)

_______________

Noah, após ser surpreendido por uma magia de cura pela primeira vez, começa a desvendar o real interesse em sua pessoa ali.

Helen engole seco, talvez ele pretendia ficar calada o tempo todo:
- O último corpo...o de ontem a noite, tem o mesmo corte no pescoço das outras vítimas e...e nas autópsias não foi encontrado qualquer vestígio de sangue nos cadáveres. Eles estavam...vazios.

O padre fecha o punho direito. Era o tipo de confirmação que ele realmente não queria ouvir.
Pastor Jesse coloca a mão direita no ombro do colega, o que faz o padre desfazer a pose de irritação.

- Essa é a pior notícia de hoje - Harry comenta, no volante - Jesse, eles estão adiantados?
- Acho que fomos nós que nos atrasamos, Harry. Os próximos dias são importantes e deixamos que a janela se abrisse e não nos precavemos a tempo.

O que havia de especial nos próximos dias? O único feriado seria o tal Dia da Petra.

- Você é um caçador. Talvez o melhor caçador de seres das sombras que muitos de minha ordem - o padre comenta, evidentemente contrariado - A situação exige um freelancer, você. Extrair o artefato, e já que conhece os padrões dos seres que andam pelas trevas, descobrirá qual a ligação entre eles e o dono daquele cassino.

Jesse estende a mão direita, cordialmente.

- Aceita esse trabalho, Noah? Não lhe obrigaremos a nada, se quiser esse carro para e você está livre para ir aonde quiser.

Aquele era o momento. Aceitar o serviço ou não.

Caçar.







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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Set 15, 2015 2:23 am

Diana escondeu o rosto entre as mãos antes que a transformação acabasse e procurou esconder-se de olhares quando o restante voltasse ao normal. Tocou o peito para sentir o coração vibrante e por um momento achou que seria uma espiã e tanto. De uma utilidade impar a qualquer um. Se fosse necessário, para ficar viva ela ofereceria Esse serviço ao don. Ele com certeza acharia útil.
Sentiu raiva de Nicholas, mas não precisava dele para salvar a si mesma. Agora percebia isso.
Com uma bela olhada de desconfiança atrás, ela voltou a seguir seu rumo. Voltaria para casa se nada a impedisse
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Sex Set 18, 2015 8:54 am

      Antes tarde do que nunca, refletiu Noah. Pois mesmo com tantos infortúnios, Harry chegara até ele no momento certo. E se o próprio dampiro estivesse sido pontual e atencioso, não teria ido parar na delegacia, exatamente onde precisava estar.
      Contudo, foi quando o pastor mencionou "os próximos dias" é que o jovem feiticeiro veio a notar algo que nem lhe ocorrera. Um levante dos lacaios em alguma data específica?! Seria isso?
      Tirando o corpo do orc Denzel, que fora praticamente selado pelo velho coveiro, qualquer outra vítima feita nos últimos tempos poderia ser convocada dos mortos para servir ao seu mestre. Se podia acreditar na tal relíquia e no poder que aquelas pessoas alegavam ter, estavam em situação crítica. E pensando em datas, a única coisa que veio-lhe a mente era o feriado nacional.
      Ouvindo o padre reconhecer sua capacidade, Noah pôde saber mais do plano. E com "extração" deixavam aberto um leque de opções; ainda arriscadas se tratando da máfia. E caso suas suspeitas fossem confirmadas, nem toda a equipe de segurança e os guarda-costas mais habilidosos seriam um problema tão grande quanto o próprio alvo. Afinal, pensou, ele ou alguém de confiança deve ser o portador...
      O mestiço estendeu o braço, mas antes recuou e disse:
      — Só mais uma coisa... Harry mencionou que este artefato é bem seletivo. O que faz pensarem que eu seria compatível? — Deixou a questão brevemente no ar, ele queria saber como haviam chegado naquela conclusão: por pesquisa ou experimentação? — Digam-me como obtiveram essa informação. Estudaram bastante ou houve outro dono desafortunado antes deste que querem roubar? Por que razão um de vocês nunca tentou ir lá e tomá-la?
      Ou será que tentaram?
      Noah sempre fora desconfiado por natureza, e nunca tivera motivos para enxergar isso como um defeito. Aquele pessoal da Cozinha do Inferno gostava de acertar dois coelhos de uma vez só, e Harry já andava com um cajado por aí (esse tipo de piada era a cara dele). Além disso, como poderia saber a forma do padre e sua "ordem" de lidar com caras como ele?
      Portanto o meio-vampiro deixaria que outro fosse o segundo coelho ao sentir uma ameaça mínima. Pois era um caçador, não uma presa.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Dez 16, 2015 2:34 pm

"mais um na conta... mais um nome sem lápide. Não que matar fosse algo que me tirasse o sono, mas certamente a parte de mim que quer se manter humana gosta de lembrar desses infortúnios. Daryl dirige, o veículo desliza pela estrada tratando de nos afastar do local do crime."

- Lisa, como estão seus ferimentos? Você certamente precisa ir ao hospital!

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Tento me organizar, estava apostando minhas fichas no Carter, mas ele certamente não era o policial... então, quem seria?

(dá pra rolar um resuminho de quem tava na reunião, isaac?)


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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