A Estrela Vermelha

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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por arcanjosna em Sex Ago 07, 2015 3:15 pm

Era ela... Certeza. Demoro a me situar, mantenho a cara fechada, tenho que sustentar a fachada de Durão.

Vou até meus companheiros.

- Chermont, continuo não entendendo muita coisa da umbra, mas, aquilo é normal?


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Sex Ago 07, 2015 3:27 pm

Olho para cima, notando que o local de onde despencamos parece como o fundo de um rio... no caso, o fundo de um rio onde era possível respirar. A Umbra era complexa, e não me atrevia tentar explicar seus fenômenos, mas a imagem da criatura sanguinolenta fazia meus pelos eriçarem.
Ouço a voz de Chermont, o que me tira do devaneio. Procuro por Hawk junto do Ratkin, mas não vejo meu companheiro.
- Eu estou bem, mas sinto a cabeça girar. Que lugar é esse Chermont? Isso aqui é a Umbra rasa? - farejo o ar, buscando por sinal de Hawk. Não podíamos nos dar ao luxo de perder ninguém naquele lugar. - Eu vi uma coisa esquisita, Chermont... algo como uma sombra feita de sangue negro... o que acha que pode ser aquilo? Isso faz parte deste lugar?
Não conhecia muito da Umbra, e aquilo para mim era uma aventura perigosa e emocionante. No fundo, meu instinto lupino adorava o mistério e o oculto... esperava que a curiosidade não matasse o lobo.



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Yoru em Sex Ago 07, 2015 9:40 pm

      — Sim — disse Vincent —, este ano será memorável, teremos um evento jamais visto antes.
      De fato seria. O presidente assistia as atrações com sua família. O número de pessoas ali ultrapassava as expectativas de longe, então o chefe da guarda temia pela segurança de seu senhor.
      Os Raposas das Sombras participavam ocultamente. Aqueles onigiris pareciam deliciosos, ninguém descobriria que o simpático vendedor seria um exímio combatente desarmado. Quem assistia a irmã de kimono violeta surpreende-se-ia mais ainda caso a visse invocando um animal verdadeiro e em tamanho real das formas de papel. Kensei encenava uma luta de espadas, certamente aplicava sua habilidade ilusória para fazer o agudo e retilíneo fio da ninjaken aparentar uma embotada katana samurai curvada; talvez o oponente, igualmente, fosse puro trabalho de ilusão. Todos guardavam posições estratégicas de onde reagiriam ao menor sinal das demais raposas entre a multidão de mascaras.
      Eram vulpinos de uma cauda só, que caminhavam entre as muitas pernas da multidão. Espiãs de pelo vermelho que não se permitiam serem notadas ao olho nu humano. Ordenadas a regougar contra o perigo, não para mordê-lo.
      — Onde estão seus pais? — Ninguém procurava pela pequena ao seu lado. — Vamos lá, temos que achá-los — decidiu, pegando na mãozinha dela. — Também preciso achar alguém.
      Este devia vestir uma fantasia completa, bem como os colegas, mas ele era cinzento e prateado. Zombariam dele.
      Além disso, queria ser identificável, por alguma razão. Esperava topar com o criminoso.
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Aleleeh em Dom Ago 09, 2015 3:15 am

Umbra de Sangue:

Chermont parecia tão surpreso quanto vocês. Ele pondera, balançando nervosamente a cauda:

- Hm... isso é realmente muito estranho, muito estranho. Aquilo parece uma Nuvem de Sangue. Já li em alguns pergaminhos dos Ratkins sobre a Umbra. Dizem que ela aparece quando a sede por sangue é tamanha que a película já não pode suportar, e vazaria para o mundo real. Então, uma espécie de fungo cria uma enorme rede de pequenas criaturas, enredando-as e formando essa nuvem tóxica de sangue.

Apesar das muitas informações que o rato dispunha, ele ainda tinha certas limitações sobre o assunto.

Hawk e Scar haviam visto coisas dentro daquela Nuvem... o que, de certo, era algum efeito das toxinas contidas no emaranhado. O imaginário e o real... quão tênue era a linha que os separava agora?

Chermont começa a estudar um caminho, já que o local de "desova" estava todo alterado. Olhando de um lado para o outro, os dois lupinos podiam ver o total de seis trilhas distintas, em campo aberto e esparso. Ao longe, mirando o sudeste, havia uma enorme torre com várias pontas azuis. Logo ao norte residia uma imensa floresta de árvores e teias.
Os outros lados não apresentavam nenhuma informação tão óbvia, seria preciso analisar.
Lupinos possuem faro na Umbra.

________________________

Peregrinação:

Pettri analisa a marca no solo. Se tratava de um símbolo de proteção muito antigo, provavelmente feito por Wendigos. Algumas runas diziam sobre carne, sangue e a metamorfose.
Lendo melhor, parecia uma descrição ritualística para batalhas; a palavra que encabeçava a proteção era dtugar... ou melhor, carniceiros.
Mais cedo, o seu superior havia comentado sobre eles estarem rondando aquele local... talvez aquela área estivesse calma justamente pelo símbolo de proteção Wendigo.
Apesar disso, Pettri evita de pisar na marca. Por ser da tribo dos Wendigos, era perigoso se envolver demais em seus ritos espirituais.

Armar acampamento não fora complicado, apesar de sentir falta da presença acalentadora da enorme fogueira de cristal do Caern. Porém, o corpo de Pettri não sabia esquecer o frio da área de onde veio e logo se habituou às baixas temperaturas da floresta. Passaria a noite ali, porém, não conseguia dormir.

Pensou ter ouvido um som...

mas não via nada. Não havia nada ali, a não ser sua própria sombra.

Carniceiros... não. Não apareceriam naquela noite.


Pensando bem... a marca dos Wendigos estava ativa?


__________________________

Festival Mushi:

A menina parece satisfeita com a resposta, caminhando lado a lado com Vincent. Conforme caminhava, podia ver lâmpadas de papel acesas aparecerem, hasteadas por extensos fios muito finos e pedaços firmes de bambu.

Guiava a pequena, que parecia silenciosa. Por algum motivo, ela não aparentava ser exatamente uma vulpina. O restante das pessoas e suas máscaras, kimonos, yukatas e bandeirolas eram, com certeza absoluta, dos seus.
Um deles acena, oferecendo algum alimento enrolado em um pano de um amarelo muito claro. Pelo cheiro, pareciam enrolados de dango. Além disso, havia alguns deles dançando, usando roupas soltas e batendo em alguns tambores. Um dragão adornado ia pendurado, com uma cara assustadora e o corpo todo colorido.
A menina então, finalmente parece encontrar palavras:

- Eles não vieram para o festival. Você quer encontrar os seus pais?



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por ritter em Dom Ago 09, 2015 3:31 am

Wendigos...

Um calafrio percorre meu corpo. Uma tribo que odiava seus irmãos estrangeiros, acusando-os de trazer a wyrm consigo. Eram guerreiros valorosos, mas tão teimosos quanto os garras vermelhas.

Tento dormir, sem sucesso. Porém, não era o frio que incomodava. Havia algo naquele lugar, não conseguia entender o que.

Outro calafrio. A mente costuma pregar peças quando se está sozinho. A sanidade de muitos peregrinos era questionada por esse motivo. E estava começando a duvidar da minha própria.

Evito fazer qualquer barulho, segurando a respiração por alguns segundos.

Pettri: 3D10 => (10 +3 +1) = 14 #Percepção (3)

Mas a floresta parecia estar em silêncio.

Tento então me concentrar e verificar a marca.

Pettri: 6D10 => (8 +10 +8 +8 +2 +4) = 40 #Gnose (6) (Tentar entrar em harmonia com a marca)
Pettri: 1D10 => (10) = 10 #ReRoll
Pettri: 1D10 => (9) = 9 #ReRoll²


" A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada, a embriaguez passa... porém, a estupidez é eterna, Pettri."  Mordekaisen



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Dom Ago 09, 2015 10:40 am

Chegara a hora de mostrar a que vim nesta corajosa matilha. Agora que compreendo sua trajetória, vejo o quanto eu preciso me esforçar para ser merecedora, ou seja, encontrar meu propósito.
Sei que preciso manter a calma e observo cada movimento de Taiwo como forma de afastar a ansiedade e alocá-la distante. Respiro fundo. Agora, sou Espelho-da-Lua-Serena.

8d10 => (1 +6 +7 +5 +8 +6 +7 +6) = 46 #raciocinio + rituais (CD: 7)
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Seg Ago 10, 2015 12:34 pm

- Esse lugar me dá calafrios - observo o ambiente onde estávamos inseridos. Escuro, frio, tudo ali parecia uma enorme gruta sombria com criaturas nos observando na escuridão. Não era preciso ver, era só querer sentir para percebê-las. Toda a Umbra parecia pulsar, como um único organismo vivo e sem forma, mutante em sua composição, e isso era o mais assustador. - Precisamos ultrapassar o caminho e encontrar seus parentes, Chermont, não me agrada a ideia de termos que enfrentar alguma criatura de sangue tóxico nesse lugar.
Farejo o ar, buscando por odores característicos que pudessem nos guiar. Por mais que Chermont conhecesse bem as trilhas da Umbra, eu poderia oferecer meus dons para auxiliá-lo.

Farejar a Umbra:
Scar: Teste de Farejar: Instintos Primitivos + Percepção (6) + 1 dado adicional de Instinto Primitivo (forma Lupina)
Scar: A dificuldade do teste cai três pontos por Sentidos Aguçados
Scar: repeat 7 1D10 => 4 ; 5 ; 10 ; 7 ; 5 ; 5 ; 9
Scar: 1D10 => 1


Total, subindo 3 a cada resultado: 7, 8, 10, 8, 8, 10 (considerando 10 como o valor máximo)



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaias_tsuiwa em Ter Ago 11, 2015 12:08 am

*Enquanto avanço, observo Pettri falando com um de seus irmãos tribais, o que me leva a pensar que todos nós estávamos nos fortalecendo... cada um à sua maneira conforme a vontade de nossa mãe Gaia*

*Ao entrar na floresta e sentir o cheiro de ar puro, sinto-me sendo tocada por Gaia, uma sensação que eu havia me esquecido, por me centralizar em mim mesma para resolver os problemas que haviamos passado*


*Caminho observando tudo, com muito afeto, pego um fruto e o como, enquanto continuo a caminhada até chegar no meio fim da trilha*

*Observo que o frasco está suando, como se ele estivesse reagindo a caminhada, ou como se ele estivesse próximo de sua fonte*

"Fim da trilha..." *Olho de um lado, olho de outro e me abaixo com o joelho no chão*

*Começo a rabiscar no chão, me lembrando um pequeno ritual que meu pai havia me ensinado, para que o objeto pudesse encontrar a seu dono, no meu caso eu estava fazendo para encontrar o lago*


*Formo vários desenhos dentro do circulo, e ao final jogo uma gota pequenina no centro do desenho, começo a cantolar*

"Blue water
I sit and I wait for the morning to come
Blue water
And I wait for the sound
Blue water
I sit not in flight
Hidden, not in sight
Blue water…
And I wait for the sound
Wait for the sound "



A música a qual me inspirei:

Sistema:

Raciocínio:3
Ocultismo:4

KelseyCiaran: 7D10 => (6 +4 +2 +1 +5 +5 +5) = 28


O 1 anula o 6, então ficou 4,2,5,5,5
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 11, 2015 3:21 pm

Presságios:

Serena se concentra, executando o ritual. As sombras começavam a contar alguma coisa, no fim das contas. Estava difícil entender algumas, mas outras pareciam querer se revelar para a garota:

O Vampiro:




Serena estava em uma sala cheia de aparatos tecnológicos. A luz era muito fraca lá dentro.
Podia ver um homem e uma mulher adentrarem a sala.

O outro, parecia sair de um caixão de madeira. Ele tinha um olhar confuso.

Um dia, ele foi um vampiro, segredou uma voz, no ouvido de Serena.
Mas e agora? Poderia dizer o mesmo?
O que o apocalipse toma,

não pode ser devolvido.

Mudanças boas...

mudanças ruins...

Se não houver quem proteja,

os que devem ser protegidos

perecerão.




Faces da Lua:




A sombra era enorme, grandiosa como a lua. Então, Serena consegue observar um homem e um lobo, observando a lua.
A lua estava minguante. Depois, cheia. Parecia se metamorfosear em questão de segundos.
O homem e o lobo choram.

A loucura da irmã

afeta todas as outras.

A constância da água,

tal qual a maré,

é empurrada pelas mãos

da própria deusa.

Luna, por que choras?

Será a estrela vermelha

maior que a tua própria grandeza?



A música de Ralf inunda o local; ele havia conseguido compreender com maestria as palavras e a música simplesmente vinha. Era um ritmo que, ora ficava extremamente rápido, ora se tornava lento como o badalar de um relógio.

Uma canção ritualística:



A música é essa, um pouco mais forte, apenas substituindo pela letra que segue abaixo.


Mil garous
sob a luz do luar...

velas, fogos...
e o que mais encontrar.

Nada pode parar,
nada irá deter.

O filho que caminha,
a mãe abençoará,

porque aquele que anda,
à sombra da morte...
não será derrotado
se batalhar com fúria

Combaterás
Combaterás...
A Wyrm,
onde quer que ela esteja...

...e sempre que proliferar.

Combaterás...
Combaterás...
A Wyrm...
Onde que que ela ataque...

Em volta
da fogueira,
um ritual.
De frente, para as águas,
derrotar o mal.

Se depender do Garou
nada pode impedir
seus instintos gritam:
jamais recuar.

porque aquele que anda,
à sombra da morte...
não será derrotado
não será...

pois combaterás a Wyrm,
onde quer que proliferar.



Testes da Serena e do Ralf:

Rolem os mesmo testes mais quatro vezes e postem os resultados. Se tirarem bons dados, o ritual continuará sendo um sucesso.
Para o Ralf, não precisa mais do teste de linguística, só o de performance.
Por fim, rolem um Teste de Gnose e postem.

Abhaá continuava a despejar unguentos, formando nuvens de cores distintas. Era lindo vê-la manipular com tanta sabedoria os materiais, fazendo-os reagir.
Taiwo parecia suar, se esforçava muito naquele ritual. As revelações eram distintas, mas uma sombra se mantinha na parede: a sombra no formato da lua.
Darún estava sentado, balançando a cabeça lentamente. Ele uiva, clamando por batalha; Seu uivo deveria ecoar por todo o Caern e além dele, amplificado pelo ritual.
Aqueles uivos eram avisos aos inimigos, de que o Caern seria protegido custe o que custar.

_____________________

Peregrinação:

O lupino se lembrava bem da fama dos Wendigos e de como eram complicados de lidar. Apesar da enorme marca estar ali para proteção, aquela situação toda lhe causava desconforto.
Tentou o silêncio, ouvindo a floresta. Ela parecia tão silenciosa quanto dormir no Caern, sob as estrelas.

Pettri se concentra na marca, sentindo o poder que ela teria... se estivesse despertada. Ela tinha tanta gnose que, ao harmonizar com a marca, sentia o próprio véu da umbra em algumas árvores. Aquilo era como pular da juventude para um ancião, alcançando um nível de percepção enorme.
O peregrino poderia despertá-la se a tocasse, caso quisesse. E a difícil escolha era apenas dele.

____________________

Umbra de sangue:

Scar começa a farejar a Umbra, analisando trilha por trilha. Três delas estavam com um cheiro nojento... se andassem por elas, seriam caçados.
Então, o Filho de Gaia se concentra nas outras três, chegando a um consenso com Chermont que a trilha para noroeste seria a melhor a se tomar. Era a que mais batia com o que Chermont descrevera antes de adentrar a Umbra:

O caminho que os Ratkins costumam pegar é aquele onde o grande Rato passa. O cheiro é de roedor. Normalmente deixamos pequenas frutas da Umbra, as Umbráelias, para sinalizar para nossos irmãos para onde estamos indo e porquê. A maioria dos espíritos não gostam de comer aquelas frutas, então, quase sempre elas permanecem nos lugares que as colocamos. O som do chão fica quase como um pano de seda sendo tocado por pedrinhas... é assim que sabemos onde encontrar nosso grupo.

O cheiro das Umbraélias era difícil de detectar para um Garou, mas Scar finalmente consegue sentir: era como uma mistura de sangue e o cheiro de folhas muito esverdeadas, que ainda estão nas copas das árvores. Um cheiro muito peculiar para uma "fruta".

Antes de seguirem por aquele caminho, deveriam deixar Hawk próximo de uma saída por onde ele pudesse trilhar seu próprio caminho. O lupino queria voltar para as suas origens;
Chermont perde alguns minutos conversando com Hawk, em busca de uma saída para algum Caern. Então, o Ratkin encontra, à sudeste, uma pequena lâmina prateada:

- Isso serve para guiar os Presas! Não posso tocá-la, mas você pode, Hawk. Terá que usar junto de algo que tenha consigo sempre. O que pode ser...

O Ratkin analisa Hawk por alguns segundos.

Hawk, o que sempre esteve com você... os malditos brincos.

Por que a sua mãe se distanciou? O que havia acontecido?

Eram perguntas para as quais o Presas de Prata não sabia a resposta. Não ainda.


_____________________________

A adotada:

Kelsey andara muito desde que saiu do Caern do Portão de Cristal. Sentia o ar puro e as folhas. A grama e a terra. Era aquilo com que sempre conviveu, e toda a natureza parecia lhe dar boas vindas novamente.

Seguir pela trilha havia sido fácil. Porém, agora, precisava encontrar seu próprio caminho.
Uma velha canção ritualística vêm à sua mente; ela exigia desenhos no solo, fazendo a Uktena se curvar e desenhar, cantarolando.
A floresta fazia um silêncio especial agora.

Role Gnose.
Role Destreza + Rituais.
Role Aparência + Instinto Primitivo


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Ter Ago 11, 2015 3:31 pm

- Boa sorte em seu caminho, meu irmão - digo a Hawk, anuindo. - Que a Mãe o proteja em sua busca, e que Luna seja gentil ao guiá-lo. Lembre-se que você tem um lugar para onde voltar, e irmãos que aguardarão seu retorno, o que inclui a mim.
Assim, com uma despedida curta mas significativa, deixo Hawk seguir seu caminho, enquanto eu e Chermont tomaríamos o nosso, seguindo a pista das Umbraélias. Era fácil seguir a trilha, pois o odor dos frutos era muito distinto de todo o resto, o que facilitaria nossa travessia.
Ao menos, era nisso que eu preferia acreditar.



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 4:13 pm

"Agora é pra valer Ralf" penso, recitando as palavras do ritual.

Não posso dizer que irei me acostumar com isso, ou sequer gosto de rituais...isso é muito estranho pra mim, mas se eu posso ser útil, se podemos lutar, darei meu melhor.

Ralf: 8D10 => (8 +4 +5 +9 +9 +6 +5 +1) = 47 #performance
Ralf: 8D10 => (7 +2 +5 +4 +2 +3 +6 +8) = 37 #performance
Ralf: 8D10 => (3 +1 +6 +3 +9 +6 +7 +9) = 44 #performance
Ralf: 8D10 => (7 +7 +10 +1 +1 +5 +7 +3) = 41 #performance
Ralf: 1D10 => 5 #rerrolando 10 performance

"Parece que a novata também está indo bem. Espero que todos estejamos indo bem..."

Ralf: 2D10 => (8 +10) = 18 #gnose
Ralf: 1D10 => 1 #tornando dado gnose


Última edição por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 6:56 pm, editado 1 vez(es) (Razão : adicionado teste de gnose que faltou)



Oi, meu nome é isaac

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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 4:43 pm

-  .... um vampiro.... o homem e o lobo choram na lua.... - as palavras escapam dos lábios conforme vê, praticamente em transe.

Um vampiro?
Serena armazenava as informações, intrigada com o que vinha a seguir e consequentemente concentrando-se mais em sua tarefa, afastando aos poucos o medo de não ter um bom desempenho. Qualquer informação era como uma benção.


#raciocinio + rituais (CD: 7)

Serena: Serena has joined the room.
Serena: 8D10 => (2 +2 +4 +1 +4 +2 +9 +9) = 33
Serena: 8D10 => (3 +6 +1 +8 +4 +5 +3 +1) = 31
Serena: 8D10 => (3 +2 +10 +3 +4 +4 +9 +3) = 38
1d10 => 6 #reroll
Serena: 8D10 => (8 +4 +8 +1 +9 +2 +4 +5) = 41


Gnose

Serena: 5D10 => (7 +2 +3 +4 +9) = 25 #gnose
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por ritter em Ter Ago 11, 2015 6:53 pm

Muitas culturas pregam que as pessoas possuem anjos da guarda ou santos padroeiros. Se eles realmente existiam, o dos peregrinos se chamava "Desconfiança".

Conflitos entre tribos eram quase normais, então me aproximo cauteloso da marca, me preparando para reagir a qualquer sinal de perigo.

Encosto a pata direita na marca.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaias_tsuiwa em Ter Ago 11, 2015 10:14 pm

'A floresta silenciou-se, Mãe estaria eu fazendo o caminho certo? '

*Penso enquanto prossigo com o ritual com mais fervor, cantando de forma mais intensa*


Sistema:


Gnose:3 > 3D10: KelseyCiaran: 3D10 => (4 +9 +9) = 22

Destreza 3 + Rituais 4 > 7d10:KelseyCiaran: 7D10 => (8 +8 +8 +3 +4 +6 +10) = 47

Rerolando devido ao 10 anterior, 1D10 => (5) = 5

Aparência 3 + Instinto Primitivo 3 > 6d10: KelseyCiaran: 6D10 => (1 +8 +7 +6 +10 +2)=34

O 1 Anula  um sucesso 10 né,  então ficou 8+7+6+2= 23


PS: Desconsiderei o erro que apareceu lá pois o sistema achou que eu iria dividir devido a barra e como eu não dividi nada ele reportou o erro mas não alterou a rolagem de dados, qlqr coisa me pontue por favor que eu rolo novamente



Última edição por isaias_tsuiwa em Ter Ago 11, 2015 11:44 pm, editado 2 vez(es)
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Yoru em Ter Ago 11, 2015 10:27 pm

      Ambos apreciaram as guloseimas oferecidas pelo companheiro raposa mas em momento algum seu rostos foram descobertos. O festival continuava, porém, sinal nenhum dos parentes da pequena, nem de seu alvo. Quando soube que estava sozinha, tornou-se mais vulnerável ainda para a inocente questão que ela lançara.
      — Os meus? — Há muito que não se falavam. Poderia encontra-los após tanto tempo? — Apenas um filhote precisa de pais...
      Um par de silhuetas transeuntes cruzaram-se a sua frente, e então eram duas crianças perdidas entre estranhos. As roupas e a máscara continuavam as mesmas, apenas regredira a uma fase de fraquezas e medos. E o ambiente contribuía com estes sentimentos tão taciturnos. A música diminuíra até calar, o calor das pessoas foi sumindo e todas elas pareciam sombras ameaçadoras das quais eles não deveriam encostar ou estas tornar-se-iam em feras negras com enormes caninos para despedaçá-los. Os monstros haviam assassinado seus pais, aqueles que o amaram. Isso entristeceu os céus onde Luna estava escondida atrás de um véu cinzento. A chuva lavou aqueles seres para longe, deixando-os sozinhos.
      Na precipitação pesada, puxou a menina pelo braço e correram até uma casa de arquitetura japonesa. Estacaram na entrada assim que encontraram duas pessoas conversando: um mestre e seu aluno. Uma espada foi desenrolada e entregue ao aprendiz.
      — Incrííível! — disse o jovem ao desembainhar a katana ninja. — Não brilha como a shirogiri do Assassino da Lua mas é bem mais detalhada.
      O tutor bufou, parecia ofendido.
      — Já disse para esquecer os mangás, nada é daquele jeito mágico. — As histórias em quadrinhos realmente irritavam Kensei, contudo era por motivos maiores e mais antigos que o gosto do garoto. — Ninjas não ficam duelando por aí à luz do dia, Daisuke.
      — É Vincent! — o pequeno corrigiu.
      — Era desejo dela te chamar assim, realmente vai adotar esse nome? — Relembrar tudo trazia um grande peso para aquele homem. — A promessa de te nomear foi passada para mim, mesmo assim falhei — ele assumia o erro —, sequer pude resgatá-lo depois que ela se foi e você estava a salvo. Por isso ficou esse tempo todo com aquela família, e agora é o único descendente dos Yukimura.
      Outras duas ramificação da geração foram cortadas em sua terra natal. Os Yukimura foram assassinados brutalmente e as crianças que tinham permaneceram desparecidas depois dos incidentes. Pela conclusão do grupo de inteligência dos Raposas das Sombras, queriam encontrar o kitsune. Nada relacionado aos direitos de posse da empresa Yukimura e a ganância do segundo maior acionista.
      — Também sou o último Valentine, não sou?
      — O sobrenome da sua mãe era Hikawa — Kensei protestou.
      — Mas quando as mulheres casam elas trocam de nome, não é? — O jovem vulpino não compreendia certas coisas que seu professor pensava sobre sua mãe.
      — É... — teve que admitir perante a confusão do menino. Tais assuntos sempre pareciam ferir-lhe o orgulho. — Tem razão.
      — Além disso — o raposa retomou —, Vincent Yukimura não é tão legal quanto Vincent Valentine. Esse nome é igualzinho ao de um personagem de videogame muito maneiro, que usa uma arma de fogo.
      — Você perde horas com esse entretenimento todo, por que não treina para ver se fica mais forte que esses seus ídolos virtuais? — o mentor sugeriu.
      Aquilo foi uma jogada de mestre, literalmente. Guinada perfeita para a evolução do Raposa Cinzenta como guerreiro. Os olhos do garoto saltaram e encheram-se com dezenas de imagens fantasiosas.
      — Sério?!? Mais forte...? — Ficou de pé num salto e começou a brandir a arma inda na bainha. — Eu poderia cortar uma árvore ao meio, ou até uma rocha...
      — Pode tentar quebrar as armas que conseguir tentando essa façanha — Kensei tomou-lhe a ninjaken de volta. — Com essa? Nem em pensar.
      — Hã? Você me deu!
      — Era dela e vou passá-la para o filho dela — esclareceu —, lógico, quando este estiver pronto.
      — Eu estou pronto! — Vincent devolveu com os punhos erguidos, como se conseguisse aumentar o volume da voz naquele gesto.
      — Para jantar. Vamos.
      O homem passou pela porta de arrastar e esperou pelo rapazinho de repente revoltado, que deixava claro que estava se sentindo enganado.
      A chuva arrefecera as almas dos observadores durante o regresso, ao ponto de os tornar invisíveis aos olhos das figuras do passado. A menina permanecera silenciosa enquanto assistiam.
      — Esqueci que estão todos mortos — disse o garoto mascarado, cabisbaixo. — Não preciso encontrá-los. Quero ser tão forte quanto ela; heroico como ele; protetor como aqueles que nem tinham o mesmo sangue que o meu; ser inteligente como meu mestre é; sábio como a anciã... — Ergueu o focinho pintado para o céu, que cansou de chover, novamente era um rapaz com seus vinte anos. — Costumo pensar que foram necessárias umas três famílias para que chegasse até aqui, com certeza Gaia quer que eu viva. Tenho que descobrir minha missão e corresponder com essa espectativa. E o mínimo que posso supor é que depois de ser salvo tantas vezes, é necessário que agora eu salve a Mãe.
      E como faria isso? O que é capaz de ameaçar a criadora de todas as coisas?
      A destruição de todas as coisas.
      O kitsune tomou de novo a mão da garotinha, o sol quente iluminava completamente ao seu redor. Brancura infinita.
      — Já sei! Temos que entrar na Umbra e conseguir o favor dos espíritos para nos ajudar. — Tal pensamento provava-se o único confiável. Nada de lucidez, apenas um instinto. — Dessa vez você me guia?
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por arcanjosna em Qui Ago 13, 2015 8:11 pm

Me perco em pensamentos distantes, sem saber ao certo o que vim fazer aqui por alguns minutos. Scar fareja, discute com Chermont acerca do caminho e após alguns minutos iniciamos nossa despedida.

- Obrigado irmão, obrigado primo. SIgam seus caminhos e retornem em paz. QUe a mãe acompanhe a todos e que nenhum mal nos ocorra.

não estava realmente disposto a conversar muito, amo esse cachorro com cara de guaxinim, mas não deixaria que ele percebesse isso tão fácil. O primo tem sido muito prestativo e já desenvolvi por ele um carinho especial, mas não chego a me sentir tão próximo.

Me aproximo do objeto, tentando sentir sua essencia e despertar algo que esteja escondido.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Aleleeh em Sex Ago 14, 2015 11:23 pm

Festival Mushi:


O Kitsune segue adentro do festival, acompanhado da pequena mascarada.
Revisitava memórias... o acesso ao Sonhar era uma junção de pensamentos abstratos, memórias há muito esquecidas, - ou rejeitadas - e desejos.
Vincent encarava aquilo com certa naturalidade. Sabia que, uma hora ou outra, se confrontaria.

O plano era completamente instintivo; no Sonhar não havia uma lógica fria e calculável. Porém, não era um universo completamente abstrato, tinha fundações em verdades imutáveis. Mesmo em meio ao aparente caos, havia ordem. E por isso, o Sonhar ainda era um lugar praticamente intocável para a Wyrm , principalmente se acessado com a cautela de um kitsune.

A menina anuiu, agora, assumindo uma postura um pouco menos infantil:

- Achei que nunca fosse me pedir isso, Vincent. Se esse é o seu nome, eu sei para onde lhe levar.

Apesar da fala tão madura, os olhos transbordavam inocência. Ela começa a caminhar, os cabelos se alongando conforme andavam. As suas enormes madeixas tomavam uma forma esbranquiçada, quase sumindo diante do cenário claro.
Eram enormes e finos fios com mexas prateadas, e um brilho... cósmico.
Aquele ser não era um vulpino...

E você jurava ouvir o trotar vindo do vazio e do nada.


Conforme caminhavam surgiam do meio do clarão, pedaços tecidos por seu inconsciente. Eram imagens, parecendo que eram formadas pelo mais negro nanquim; aos poucos, ganhavam coloração e, assim, pareciam vinda de algum lugar distante.
Logo, encontraram uma trilha de escadas e pedras muito polidas. Em torno, uma floresta de bambu.

Aquele parecia um caminho para a Umbra.

_________________

Umbra de Sangue:

Hawk e Scar finalmente se separam após uma rápida, porém sentida, despedida.
Chermont seguia caminho com Scar pela Umbra. Seguiam a trilha mais favorável, sentindo o faro distindo das Umbraélias. O Ratkin, volte e meia, batia as patas no solo, ouvindo o ecoar que só o seu ouvido podia detectar com precisão.
Já não podiam ver a enorme nuvem de sangue, visto que andavam por aproximadamente 40 minutos.
Haviam algumas árvores, como um espelho da floresta ao redor do Caern do Portão de Cristal. Porém, não haviam visto um único animal ou coisa parecida. Tudo estava silencioso.

~~~~

Hawk se aproxima da adaga, sentindo a fraca energia que havia dentro dela. Apesar de fraca, ele sabia que aquele item tinha um enorme potencial escondido;
O Ratkin havia dito algumas coisas antes de se separarem:
- A adaga só reage ao seu povo. Não sei muita coisa, mas ela deve estar aí por pouco tempo, já que os Presas não costumam largar itens por aí...

O rato pondera, antes de continuar:

- Você terá de encontrar a maneira de utilizar'isso, claro que é pra achar o caminho, oui? Fiquei sabendo que ela é mais forte ainda que uma arma comum aqui dentro da Umbra... mas não posso confirmar nada.


O lupino sente os brincos. Era quase impossível se lembrar deles todos os dias, a não ser quando olhava para seu reflexo nos riachos e águas paradas. Eles adquiriram uma cor vibrante, como ouro em brasa;

Ao tocar a adaga, conseguiu ver um lobo.

A visão de Hawk:


Um Presa de Prata... talvez, o antigo dono daquele punhal prateado. Seu corpo, deitado na neve muito branca... parecia ter lutado bravamente até ali. O grande monstro-lobo negro não podia ser visto mais.




Aquele era o lugar onde um dos seus caíra. Não dava para saber há quanto tempo isso ocorrera; talvez, há algumas horas atrás... ou centenas de anos.
Ao munir a adaga com a boca, sentia ela brilhar.
Role Gnose.
Role Raciocínio + Instinto Primitivo

_________________

A adotada:

O Ritual segue com grande maestria da parte de Kelsey. Não era um ritual tão fácil de se executar, o que provava para todos que a viam ali - e haviam tantos seres ela conseguisse imaginar - de que a sua força estava maior.

Com o ritual finalizado, ela começa a perceber a grama recuar para os lados. Abria-se uma trilha, e uma das árvores, agora, parecia ter se movido para trás.

A trilha:



Você não conseguia se lembrar mais de como era a floresta antes dela formar essa trilha, um pouco estreita, mas com a terra devidamente batida.


Kelsey segue pela trilha, observando a silenciosa floresta. Após alguns minutos, podia ouvir alguns pássaros e insetos. E, ao longe, o som de água.

Talvez houvesse alguma queda d'água por ali... precisava encontrar o lago e essa era uma boa pista.
A trilha, finalmente chega ao fim, restando uma floresta muito mais aberta e limpa do que outrora. Nesse ponto a floresta não era mais silenciosa e já tomava novas formas.

Com certeza Ciaran havia andado bastante. Já era noite e podia ver a lua ainda mais alta no céu. A Estrela Vermelha brilhava ainda mais poderosa.
Sentia fome, sede e um pouco de cansaço. Talvez fosse melhor dar uma pausa na caminhada.

_______________

Presságios:

A Portadora parecia ter se perdido no decorrer do ritual. As sombras se confundiam na parede, formando imagens que logo sumiam, transformando-se em novas revelações.
Apenas uma nova coisa Serena conseguiu perceber, mas quase deixou escapar:

Um Rei ~ Uma plebéia:


Um lobo, sentado em seu trono.
Ele está nervoso...
Não dorme há dias.

Qual dos seus homens...
ele terá de punir?
Sua espada...
não sabe dizer perdão.




Ela, já amou o lobo.
Ele, já amou a mulher.

Seus filhos, nunca nasceram.
Ela correu...


E sua fúria
é a última coisa
que seus inimigos enxergam.

No sangue dos inimigos,
ela se banha.
E vagando,
procura o trono
de espinhos.





Ralf consegue manter a música, apenas com algumas notas menos eloquentes. Porém, ele se mantinha cantarolando no ritmo e tom certo. Seus olhos passeiam por Abhaá que, por alguns segundos, lhe pareceu mais nova.

Sons altos começam a rodear o Caern. Granidos, garras, patas batendo contra o solo. O som era sinistro. Silvos e estranhas gargalhadas animalescas forçavam que o ritual continuasse.

Após mais alguns minutos, a anciã os interrompe:

- A Barreira foi levantada!

Os sons continuavam altos e fortes lá fora, mas não havia aquela estranha aura negra que antes estava lá. Vocês caminham para fora da tenda de Darún. Nas imediações, podiam ver seres horrendos.

Carniceiros:



Eram mais de dez para cada lado, ao todo, uns quarenta. Eles estavam famintos por carne fresca... a fogueira ainda ardia, viva, sinalizando que ali havia gente.
Mas os carniceiros sabiam quem eram seus alvos... e não eram humanos que eles procuravam: eram Garous.

_____________________
Peregrinação:


Pettri decide arriscar; ele era um peregrino, afinal.
Encostando a pata na marca, o símbolo começa a ganhar cor. Sua gnose despertara a marca, fazendo uma grande ventania tomar conta dos locais ao seu redor.

O peregrino podia ouvir ao longe gritos, patas batendo e coisas parecidas com uivos, porém, muito esganiçados. Repentinamente, um silêncio.

Foram alguns segundos...

...um corpo de um bicho ensanguentado caiu de cima de um dos galhos das árvores. Parecia um Impuro, porém, o semblante era completamente louco...


Carniceiros:



Ele parecia ter morrido...

pela ventania. A marca funcionava e havia lhe salvado de um ataque furtivo por um Carniceiro.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por ritter em Sab Ago 15, 2015 12:33 am

Combaterás a Wyrm aonde quer que ela esteja e sempre que proliferar.

A Litania era clara.

Mesmo orgulhosos, os Wendigos são guerreiros valorosos e implacáveis na luta contra nosso mais terrível inimigo. E agora eu estava em débito com eles.

Vou na direção do corpo, mantendo uma distância segura e farejando, apenas garantindo que a criatura estava realmente morta. Sinto certa pena, uma vez na wyrm, era um caminho sem volta. E pensar que perdemos valorosos irmãos para ela. Todos os uivadores brancos...

Mas como sempre, o maior pecado dos garous não é a avareza ou a ira. Mas o orgulho.

Tentar atravessar o labirinto da espiral negra por conta própria... Com certeza não é o que Gaia queria, deixar que seus filhos mergulhassem na insanidade.

Me pego observando o corpo por mais tempo que deveria.

O sono me abandonara, já sabia que a noite seria longa. Olho para o céu, Luna nos banhava com seu brilho.

Ponho a me retirar dali, seguindo novamente meu caminho pela trilha, atento a outros perigos que aparecessem.

Off: Alele, qual fase da lua?


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Dom Ago 16, 2015 10:24 pm

Eu me perdi. Sinto-me um pouco envergonhada, mas sei que talvez aquele mistério fosse avançado demais para que eu pudesse ver. Um garou que persegue sua amada depois que ela fugiu? O que foi exatamente que eu vi? Era... um pouco assustador. Mas não mais do que os sons que seguem. Sinto um arrepio por todo o corpo. Acompanho o grupo e tapo a boca em surpresa ao ver os seres terríveis.

- Pessoal, o que nós...!?

Não sou uma garou combativa. Eu sinto tristeza só de olhar para eles. Desejo com todas as forças que eles vão embora. Mas sei que pelo jeito que tudo caminha não poderei me esquivar de uma batalha.
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaac-sky em Seg Ago 17, 2015 5:59 pm

Tudo havia se transformado numa versão garou de um filme de terror: carniceiros, monstros que queriam nos devorar...muitos deles.

Percebo que a Portadora não parece a vontade em lutar. Coloco a guitarra na capa encostada em algum lugar da cabana. A mão sobre o cabo da faca de combate...
"Facas não vão fazer nem um arranhão nessas coisas"

Tiro o chapéu, ainda sujo do sangue que foi derramado no Egito.

- Pode segurar isso pra mim? - entrego o chapéu a Serena. Sinto as veias pulsarem, a fúria crescendo dentro de mim.

"Eu estou no controle, Senhor Hyde"

- Cuidado, senhores, agora saberão como é estar no caminho do Cria do Inferno.

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Ralf: 4D10 => (6 +3 +8 +1) = 18 #furia (Crinos)




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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Seg Ago 17, 2015 7:49 pm

- E-e-eu... Claro! - sinto meu rosto fervendo, ainda mais quando olho o sangue no chapeu que seguro. Me sinto desconfortável e extremamente tensa. Por mais que eu tente me acalmar, não consigo... Eu não gosto de lutas. Seguro o chapéu com força.
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por arcanjosna em Seg Ago 17, 2015 8:46 pm

eu ainda vou espancar o infeliz que criou um sistema onde quanto mais graduação você tem, mais chances de falhar você ganha... impressionante... ¬¬


Hawk: Hawk has joined the room.
Hawk: repeat 5 1D10 => 8 ; 1 ; 5 ; 2 ; 7 #gnose
Hawk: repeat 7 1D10 => 5 ; 8 ; 8 ; 1 ; 7 ; 9 ; 10 #raciocinio3+instintos4

------------------------

Ergo a arma cortante em minhas presas. Sinto um pouco de frio, haveria calor por aqui em algum lugar? Uma cena aterradora, um parente morto, um lobo monstruoso o tinha matado. Solidão, fim, descanso?

Não creio que esse irmão tenha tido a sensação do dever cumprido. Tento harmonizar mais com o objeto, encontrar sua utilidade pratica, seu espírito interior, memórias, passado... propósito!


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaias_tsuiwa em Sab Ago 22, 2015 2:40 am

*Deixo um largo sorriso escapar de meu rosto ao finalizar o ritual, afinal todo o conhecimento que eu havia adquirido estava sendo posto em prática, e aos poucos as coisas estavam dando certo, o que eu acredito trazer alegria no coração da Mãe Gaia*


"Conforme eu vou adentrando, vou percebendo o quão isso é lindo"

*Sussurro para mim mesma enquanto vou caminhando calmamente, observando a silenciosa floresta*

*Caminhei e caminhei, porém o cansaço estava se achegando ao meu corpo*

*Apoio o joelho direito no chão e começo a vasculhar o chão em busca de frutas ou de qualquer coisa que aparentasse ser comestível*

*Me levanto com o que havia coletado e me encosto em uma árvore para comer o que havia achado e observar a Estrela Vermelha*


Sistema:
KelseyCiaran: 6D10 => (8 +9 +10 +7 +10 +1) = 45 #3percepção+3instintoprimitivo


KelseyCiaran:8,9,10,7

KelseyCiaran: 1D10 => 10 #rerolandodevidoao10

KelseyCiaran: 1D10 => 5 #rerolandodevidoao10


KelseyCiaran, dados finais:8,9,10,10,7,5
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Ter Ago 25, 2015 6:44 pm

Estupefato, observo a cena à nossa frente. O Caern... o que Gaia queria me dizer, mostrando-me uma representação do Caern do Portão de Cristal ali, na Umbra?
- Eu tenho fé em ti, mãe... mas não compreendo por completo o modo como me mostra o caminho - rio para mim mesmo. - Contudo, devo compreender que as divindades não agem como nós, não pensam como nós e não guiam como nós.
Aproximo-me, atento aos odores ao nosso redor. Farejo o adocicado aroma das umbrélias e os cheiros que vão além de sua doçura, muito além. Havia algo palpável à nossa frente, algo que remetia ao outro lado. Era como observar um segundo Caern do Portão de Cristal , mas este era um reflexo num lago. Ao mesmo tempo era, e não era, ou era isso que minha mente de lobo me levava a acreditar, estivesse eu certo ou não.
- Por que este lugar insiste em imitar o mundo que está por baixo do véu, Chermont? - pergunto ao ratkin que com o tempo aprendi a ver como um amigo, não apenas como um primo aliado. Ele era inteligente, e havia visto coisas que nenhum dos nossos vira, e eu admirava sua esperteza, típica dos Roedores de Ossos. Gaia havia dado a cada um de nós, a cada um de seus filhos, dons e propósitos, e Ela ansiava para que víssemos uns nos outros além de nossas diferenças e que aprendessemos a admirarmos uns aos outros pelo que éramos de verdade, acima da aparência. Para o bem ou para o mal, ou ainda para algum propósito além de ambos, meus olhos de lobo haviam se aberto após tudo que havíamos contemplado no presente e no passado. Eu era um novo lobo mais forte e mais sábio... era um metamorfo, primeiro que um garou, e apenas uma entre muitas criaturas, antes mesmo disso. E era isso que me dava forças para acreditar em uma aliança com o povo de Chermont. - Estou curioso com este lugar, meu amigo, e me pergunto se seria esta a morada dos ratkins e se estamos longe ainda. E se não for... o que poderia ser isso?



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Aleleeh em Qua Ago 26, 2015 9:05 pm

Peregrinação:

Pettri observa o corpo do carniceiro, refletindo sobre o passado da Nação Garou, principalmente sobre os Uivadores Brancos.
O corpo apresenta escoriações feitas como finos cortes de lâminas. Agora entendia o absurdo poder daquela marca dos Wendigos, seja lá o que aquilo invocasse, era útil. O vento havia virado faca de bom corte e testado seu fio na carne apodrecida e nojenta do carniceiro.

O Peregrino fica assustado. Não pelo aspecto da criatura, mas por saber que não havia sequer percebido que ele estava ali, espreitando-o... desejando rasgar cada centímetro de carne e alcançar as vísceras com os dentes afiados.

Lua Nova:



O orgulho era perigoso e ele sabia disso. Era sedutor e caótico... de qualquer forma, era bom manter os pés no chão.

A lua despontava no céu noturno, mostrando a sua linda curva. Apesar disso, Pettri sabia que essas noites podiam ser sombrias o bastante para o Peregrino tomar cuidado.
Decidido por caminhar, você passa por inúmeras árvores. Vez ou outra, pode sentir um vento ríspido passar por você, sinal de que a marca ativada anteriormente fazia efeito ainda ali.

O Peregrino caminha por mais alguns metros antes de se deparar com uma nova clareira. Dessa vez, ela era muito maior e não possuía nenhum rastro de Garous, apenas de pequenos animais silvestres. Naquele ponto, as árvores começavam a ficar muito mais altas e tortuosas; a grama parecia um pouco castigada nos cantos, sugerindo que ali caísse muita neve.
E o lupino já havia percebido a brusca queda de temperatura daquela distinta noite.

A trilha se dividia em duas partes: uma delas descia, seguida de muitas árvores tortuosas e terra pouco batida. A outra, seguia para Oeste e não possuía tantos desníveis, apresentando árvores mais esparsas.

Se escolher descer, abra o spoiler d'A Estrada que Desce. Caso contrário, escolha Rumo ao Oeste.

A Estrada que Desce:


Claramente não passavam animais muito grandes, visto o estado da trilha, cheia de desníveis. A única erosão que apresentava era de água da chuva, que escorria e levava aquela terra aos barrancos.
O lupino começa a descer e começava a perceber que a dificuldade era muito maior do que havia previsto ao iniciar a descida. Havia enormes raízes de árvores que cruzavam a terra e enormes buracos de terra fofa por todos o tortuoso caminho.

Por mais que tentasse, não conseguia ver o fim da trilha.

Role:
Destreza + Esportes, cd 7
Força + Sobrevivência, cd 8

Rumo ao Oeste:


Pettri segue o caminho rumo ao Oeste, observando a trilha mais batida. Após aproximadamente dez metros, o Peregrino percebe algumas marcas de animais nos longos troncos de árvores.
Talvez de roedores que escalavam... ou de animais maiores que haviam se escorado por ela. Também existia a possibilidade de humanos ou Garous já terem cruzado aquele caminho.
Conforme caminhava, a estrada ia fechando, já que as árvores começavam a se juntar de uma maneira quase claustrofóbica.

Havia pouco vento e alguns sons vindos das copas das árvores.
Talvez... talvez não estivesse sozinho.

Role:
Percepção + Prontidão ou Instinto Primitivo

____________________

Presságios:

Todos no Caern do Portão de Cristal estavam ali, em meio à grande clareira. Podiam ver os carniceiros tentarem atravessar para dentro do Caern sem sucesso. Debatiam contra o ar, parecendo que batiam suas cabeças em um vidro invisível.

Abhaá observava-os, com a boca entreaberta:

- Não sei por quanto tempo a barreira aguentará. Esse ritual que fizemos é de um nível muito avançado e exige muito de nós. Luna não está sendo a protagonista no céu e isso me preocupa muito...

Darún observa a tentativa falha de Ralf alcançar a forma Crinos. Ele pondera, virando-se para vocês:

- Precisamos entender o que vocês viram. Serena, conseguiu algo com o ritual?

A garota tinha algumas informações de suas visões e, posteriormente, tinha que agradecer Taiwo por conseguir manter sombras tão firmes nesses momentos.
Taiwo fala para o Galliard:

- Você entoou como um verdadeiro profissional, nos orgulhou muito. Está ficando mais forte, desde que te conheci naquele deserto - ele sorri para Ralf, mas logo deixa o sorriso de lado - Mas, agora, precisamos acender quatro fogueiras, foi isso que eu vi. Uma fogueira ao norte, uma ao sul, outra ao oeste e uma ao leste. Por fim, devemos apagar a Fogueira de Cristal. Depois, precisamos queimar a carne de um sacrifício no fogo das fogueiras, seguindo a ordem mostrada.

Serena começa a pensar o que seria o sacrifício, mas Ralf chega rápido à conclusão. Darún acaba falando antes dos dois:

- ... eles?

Era de vital importância proteger o solo sagrado do Caern. Uma grande parte da responsabilidade de um Garou é proteger focos da Gaia, ou Caerns, de inimigos e profanações. Aqueles lugares eram como Igrejas sagradas para Gaia, onde os espíritos podiam se manifestar e onde os Garous formavam sociedades, tribos, células, e continuavam a reproduzir a sua cultura.
Ali também qualquer estudo era mais eficiente e eram ótimos locais de procriação. O Portão de Cristal era um dos últimos Caerns da Inglaterra e só estava de pé por causa do vigor de Abhaá em cuidar daquele local.

Uma batalha seria inevitável. Mas como conseguiriam apenas um Carniceiro para abater e usar de sacrifício?

_________________

A adotada:

Kelsey coleta algumas frutas de tamanho médio. Havia achado alguns pequenos esquilos em suas tocas e alguns insetos. Ali a floresta era muito viva e isso podia ser tanto uma vantagem quanto uma desvantagem.

Um enorme vento da direção sul toma o local, fazendo com que você caísse e batesse o braço contra o solo de terra batida. De onde quer que havia vindo esse vento, não parecia ser um mero acaso.
A noite prometia ser longa e a Lua Nova no céu não era tão favorável para seu Augúrio.

Ventos Misteriosos:

Era curioso que em uma noite de tão pouco vento fosse possível se formar uma corrente de ar frio tão forte que te empurrasse. Levada pela adoração aos mistérios do mundo, Ciaran analisa, silenciosa, a sensação do vento.

Role
Inteligência + Ciência
Percepção + Enigmas
Raciocínio + Ocultismos

A Uktena senta-se, comendo algumas frutinhas enquanto observava a Estrela Vermelha. Ela era a protagonista da noite, vermelha como sangue quente. Ventava outra vez, fazendo uma de suas frutas voarem da sua mão e se chocarem contra o tronco de uma árvore.
O suco da fruta escorre, manchando a madeira. Agora, a floresta fazia um silêncio sinistro e, bem ao fundo, podia ainda ouvir o som de queda d'água.

____________

Visões Prateadas:

Hawk consegue estabelecer conexão com a adaga de prata. Tentava entender como utilizá-la, sentindo o ímpeto furioso de cortar.

Deixando-se levar pelo instinto, o lupino caminha faz movimentos de corte com a adaga e, para sua surpresa, um enorme rasgo é formado no nada. Cabia facilmente um Garou em sua forma Crinos passando pelo rasgo.
Os brincos em sua orelha começam a tremer, e a adaga esfria ainda mais.

Parecia... ter neve do outro lado da fenda recém-aberta.

O lupino começa a se direcionar para a fenda, quando escuta dois animais correndo em sua direção: pareciam dois lobos, um branco e um negro, assim como na visão dada pela adaga, ao tocá-la.
Por alguns segundos, pareciam estar em uma terra de pura neve... e os dois gritavam o seu nome. Pareciam famintos por sua carne.

Cruzar a fenda ou ficar e lutar... era uma escolha apenas do lupino.

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Umbra de Sangue:

Chermont responde, observando a curiosidade impetuosa de Scar:

- A Umbra é um local muito misterioso, Scarr. Como ela está e não está na terra, em alguns lugares ela pode se confundir, se misturando com lugares altamente espirituais. Talvez ela esteja espelhando o Caern porque a Gnose lá esteja muito alta. - ele olha para a uma árvore, colocando a pata sobre seu casco - Ou podemos estar cruzando a partem Umbral do Caern... podemos estar no mesmo lugar que eles, porém, separados pela película.

A ideia era complexa, porém, uma vez apreendida e sentida, os Garous podiam se familiarizar muito melhor. O Raktin continua:

- Não, ainda não... parece que vamos ter que andar muito, Cicatriz. Meu povo ama a Umbra e deve muito a esse lugar... e por amar, nós conhecemos seus temperamentos e sabemos não deixar caminhos fáceis. Ainda mais com toda a confusão que anda acontecendo, sabe? Desde que conheci Diana, tenho levado ela por inúmeras trilhas na Umbra e nós vimos coisas incríveis e mortíferas... oui, oui, saímos vivos, mas podíamos ter ficado aqui. Eu decidi ser guia porque o meu povo não está unido agora, ainda mais com a morte de vários Roedores de Ossos que nos ajudavam muito a sobreviver na cidade. Parece que o Grande Rato não está contente, isso é um péssimo agouro.

O Grande Rato era o totem dos Ratkins, e também dos Roedores. Pensar que um Totem, tão poderoso e magnificente estivesse de mau humor não era algo bom. Pelo contrário, era assustador.

Após uma caminhada de quase uma hora, Rato e Lobo chegam a uma espécie de poço, todo adornado de estranhas marcas. Ainda havia árvores ali, e Scar podia ver um lobo de pelagem escura e olhos amarelos encostar em uma marca enorme no solo.
Um corpo caí no solo.

Apesar de estarem no mesmo espaço... era como se aquela outra realidade não existisse.

Chermont se aproxima:

- Não é o Perregrino aquele ali?

Pettri? O que ele estava fazendo?

O poço começa a brilhar, como se tivesse sido ativado pelo Peregrino Silencioso e toda a Umbra parece se calar por alguns segundos.


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






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