A Estrela Vermelha

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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Qua Ago 26, 2015 9:27 pm

- B-bem... Vi um vampiro, quer dizer... por algum motivo não dava para ter certeza se ele ainda era um. Um homem e uma mulher procuravam por ele no caixão de madeira, mas ele estava confuso ... Era ruim. Um presságio ruim que causaria mal para inocentes. Depois... Eu vi um homem e um lobo chorando diante da lua que mudava de minguante para cheia em segundos. Luna parecia lutar contra os efeitos da estrela vermelha ... Vi um lobo sentado no trono que já amou uma mulher, mas ela fugiu, por isso ele quer se vingar e busca o trono de espinhos... E foi isso... obrigada por todo o seu esforço.

O grupo fala em sacrifício e eu não sei como eles fariam para atrair apenas um. Mas protegeria o Caern com todas as minhas forças.

- E se... houvesse uma... abertura!? Ralf poderia capturar um deles e... hã hã. Isso é ruim. Vamos, precisamos acender as fogueiras o quanto antes se ainda não temos um plano. Podemos nos separar.
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por ritter em Qui Ago 27, 2015 12:22 am

A estrada que desce

Pettri, entrou na matilha por cotas: 6D10 => (9 +1 +2 +3 +3 +9) = 27 #Destreza 4 + Bônus Lupino 2 + Esportes 0
Pettri, entrou na matilha por cotas: 5D10 => (8 +4 +5 +8 +2) = 27 #Força 3 + Bônus Lupino 1 + Sobrevivência 1

Dois caminhos, uma decisão.

O caminho mais espaçado parecia mais fácil. Perfeito para uma emboscada. Escolho o caminho tortuoso, tentando caminhar pelo solo irregular e torcendo para os carniceiros odiarem caminhos difíceis.

A lua do trapaceiro... Mistérios e segredos, criaturas se aproximam, sorrateiras. A noite é escura e cheia de terrores.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qui Ago 27, 2015 2:19 am

*Sinto um vento vindo da direção sul, essse tão forte que me derruba no chão*


"Aí..." *Resmungo enquanto me levanto olhando na direção do vento*

'Fascinante! Esse vento gélido, com certeza tem muito a dizer, com toda certeza a Mãe Gaia esta me mostrando açgo que ainda não percebi'

*Sentada observo um pouco mais o vento, porém ainda não tinha visto ou sentido nada*

'Kelsey, não confie somente em seus olhos, mas sinta o ambiente ao seu redor, Mãe Gaia nos deu diversas capacidades, então usufrua delas' *Lembrava-me de meu pai me ensinando com os olhos fechados e alguns gestos de mãos, em meio a uma clareira na floresta enquanto acampávamos após uma longa viagem a pé, em busca do punhal egípcio, esse que na atual circunstância encontrava-se comigo*

*Cuidadosamente solto as frutas, e respiro fundo fechando meus olhos para poder me concentrar melhor e lentamente levanto minha mão direita, com somente os dedos indicador e médio levantados, como se tivesse sentindo o vento, analisando de onde ele vinha*


Sistema:
Inteligência 4 + Ciência 4:
8D10 => (6 +5 +3 +7 +4 +3 +9 +3) = 40 #Inteligência4+Ciência

Percepção 3 + Enigmas 1
4D10 => (1 +10 +7 +6) = 24 #Percepção 3 + Enigmas 1 :(7,6)

Raciocínio 3 + Ocultismos 4
7D10 => (1 +10 +10 +5 +7 +8 +7) = 48 #Raciocínio 3 + Ocultismos 4 (10,5,7,8,7,2)
1D10 => 2 #rerolandodevidoao10
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Yoru em Qui Ago 27, 2015 11:44 am

      Kono oto...
      Vincent ouvia um som ritmado, e dele podia recordar por alguma razão. Um relâmpago galopante o acompanhava, não sabia onde se escondia mas sua presença era inegável.
      Passaram por muitas imagens, ele e a guia. Viram-nas surgir da mistura monocromática de nanquim e tecido até tornaram-se coloridas experiências tridimensionais. Experiências dele. Ou que ainda seriam. Linha do tempo ou memória não podiam ser julgadas naquele lugar, e o kitsune nem sentia necessidade disso. O caminho para a Umbra formulava seu único objetivo, bastava galgar aqueles degraus. Além, é claro, do fato de querer chegar lá para encontrar alguém.
      Bem, que forma ele poderia ter, afinal?
      Tomado pela curiosidade, estranhamente a única vontade que percorria sua mente, pisou na primeira pedra.
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Qui Ago 27, 2015 5:53 pm

Então, o Totem dos Ratkins não estava em seu estado normal... isso poderia ser péssimo para nossos planos, e ao mesmo tempo poderia ser a janela que eu precisava para me aproximar dos primos. Seria ousadia demais ou mesmo pretensão exacerbada tentar acalmar o espírito guardião? Eu não sabia a resposta... mas aquilo me deixava fervendo de curiosidade, o que significava que eu não me importava se poderia ou não dar errado. Agir como um mediador naquele mundo era algo natural para mim... naturalmente divertido.
- Espera... aquele ali.. - observo o Peregrino e o poço, e meus pelos se erriçam. - Pettri? - chamo, sem obter resposta. Lembro do que Chermont havia me explicado. "Não, ele não está aqui".
Me aproximo para analisar a cena mais de perto, farejando ao nosso redor. A Umbra era fascinante.



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 27, 2015 8:58 pm

Começo a formular um plano. Como raios eu formulo um plano pra algo que eu nunca vi antes?

- Essas coisas...não há como fazer uma abertura que dure alguns segundos? Eu vou tentar...tentar segurar um e capturar pro ritual. Só preciso...respirar - estava sem ar, minha transformação havia falhado.

Eu preciso de opções, eu preciso entender essas coisas.



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Aleleeh em Ter Set 01, 2015 4:36 pm

A adotada:

Kelsey se lembra de velhos ensinamentos ao começar a analisar a estranha e fria ventania.
Seus conhecimentos de ciência ajudam a entender que não era uma corrente original, e sim, uma corrente que havia sido criada por alguma força. A corrente partia da mesma direção, o extremo oposto da direção em que Ciaran seguia. Porém, ela não se chocava contra as árvores e mantinha percursos aleatórios. Uma hora, a jogou para a esquerda e depois o fruto voou para mais ao norte;

Sentia o vento passando novamente e parecia ainda mais gélido. A sensação era de que estava carregado de uma força imbuída em Gnose, o que lhe causa certo espanto. Então, a Uktena se lembra de relatos do seu povo, há muito tempo, sobre uma ventania gélida que matava cervos e coelhos das redondezas.

Por mais que investigassem, não sabiam dizer se a natureza estava prestando seus próprios sacrifícios ou se aquilo era obra de terceiros. Então, um Uktena de nome Tala viajou pela enorme floresta, lar de três grandes Caerns: dois deles, Uktenas, e o outro de Wendigos.
Após dias de caminhada, Tala encontrou uma marca feita com o sangue de animais diversos no solo. Sentia Gnose por todos os traços e começou a investigar ainda mais.

Naquela época, o Caern dos Wendigos estava em guerra com o Caern de Tala, por motivos de desconfiança e desrespeito. Aproveitando que Tala havia se ausentado do Caern, os Wendigos decidiram atacar impiedosamente. Em meio a uma briga sangrenta entre Uktenas e Wendigos, Tala harmonizou com a marca, criando ventos tão fortes que as árvores mais novas voavam no ar, junto de animais de pequeno e médio porte. As escoriações foram todas nos Uktenas, que sentiam seus corpos serem rasgados por frias e gélidas lâminas sobre suas peles.
Percebendo o erro que cometera, Tala produziu um corte em seu braço e derramou seu sangue sobre a marca no solo, desfazendo os traços e fazendo com que a grande ventania enfim parasse. Ao voltar para o seu Caern, viu corpos de Wendigos e Uktenas no solo e chorou por dias e dias pela morte de irmãos de guerra.

O grande Wendigo e Uktena, vendo a ira de seu povo, desceram da Umbra e pediram para que Tala fosse ter com Harvir, atual líder dos Wendigos. Mesmo ressentido, Tala partiu ao mando dos grandes totens e, chegando ao local, foi recebido com ódio por Harvir.
Apesar do ódio, Harvir escolheu escutar Tala, que discutiu o assunto da marca com o wendigo. Então, o líder revelou que haviam descoberto uma maneira de criar uma marca protetora que era como o espírito de caça que havia neles; como seus inimigos eram os Uktenas, a marca infligiria danos no que os Uktenas precisavam e em seu povo. Isso explicava as mortes de cervos, coelhos e uktenas.
Logo que a revelação fora feita, Harvir e Tala saíram novamente para a floresta e pediram uma nova chance aos seus totens, refazendo a marca e criando um padrão que pudesse servir para reais inimigos.

Tala e Harvir nunca mais voltaram para seus Caerns... e a história caiu no esquecimento.

Os Wendigos reclamaram a autoria do Ritual e os Uktenas, traumatizados pela dor que isso causou a um Caern inteiro, não quiseram utilizar mais esse tipo de proteção. Porém, era de conhecimento dos dois povos a criação da marca.


Kelsey se lembra de ter ouvido essa história, em volta de uma fogueira. A descrição do vento era muito parecida, visto que o vento não era natural.
Será que havia uma marca de Tala e Harvir naquela floresta? Se tivesse algum Wendigo por ali... aquilo seria difícil de lidar.

Apesar disso, a Uktena sabia que deveria continuar seu caminho. O frasco, suado, parecia instável. O som da água ainda estava distante, o que significava que ainda teria mais caminhada pela frente. Ciaran podia escolher descansar ali naquela noite, armando acampamento, ou continuar sua busca, apesar do cansaço.

___________________________

Peregrinação:

O Peregrino decide seguir caminho pela estrada que desce. O caminho era tortuoso e cheio de desníveis, exigindo habilidade e equilíbrio para descer sem cair.
Conforme descia, a estrada que havia usado até ali já sumia de sua vista e ainda não podia ver o final da descida. Cada passo era um desafio e algumas pedras rolavam até sumirem no declive. Aproximadamente 25 metros depois, finalmente podia ver aonde ia aquela descida: havia uma outra enorme floresta ali embaixo e algumas construções de metal como silos e caixotes gigantes com portas.
Humanos. Aquela floresta tinha sido tocada pela humanidade...

Continuar descendo agora exigia um pouco menos de habilidade, fazendo Pettri andar um pouco mais depressa pelos desníveis. A beirada era bem alta e, daquela altura estava há uma considerável distância da floresta abaixo. Nunca havia vasculhado tão longe do Caern, o que significava que aquela Reserva Florestal era maior do que imaginava e podia conter de tudo.

A floresta embaixo parecia escura e misteriosa, quase não dando para ver o restante graças a escuridão da madrugada.

O vento gélido da Marca dos Wendigos continuava a soprar, mas dali debaixo, era muito pouco que conseguia passar... não podia contar mais com a proteção deles.

_______________________

Caminho para o Além:

Vincent segue pelo caminho, descendo os diversos degraus de pedra polida. Em torno, os bambus eram tão altos que pareciam não ter fim. A guia continuava em seu ritmo, descendo junto:

- Achei engraçado, - ela começa, parecendo se divertir com a escada de pedra - sabe? Achei engraçado você aparecer aqui, hoje. Eles quiseram fazer o Festival Mushi hoje, sim. Havia uma outra pessoa lá, ela bebeu da Essência Amarela. Quem sabe o que ela pode ter se tornado... mas eu achei engraçado que não buscasse nada por ali. - subitamente, ela para, virando-se para você - O que você busca, Raposa?

____________________

O Poço:

Scar se aproxima do que seria a imagem de Pettri, farejando o ar ao redor. Sentia o poço fazer um estranho ruído e o Peregrino olhava para o chão. Parecia pensativo. Então, ele se afasta e um corpo cai no solo.
O corpo parecia de um lobo, mas era horrível. O semblante dele era de pura loucura... simplesmente assustador.

Chermont começa a se aproximar:

- Um Carniceiro, Cicatriz! Pettri acabou mesmo com ele, hein?

Não... não parecia que havia sido uma batalha. O olhar intrigado de Pettri sinalizava isso.

Logo o lupino se distancia e começa a sair dali, deixando aquele lugar vazio. O corpo do Carniceiro era a única imagem restante agora. O Ratkin decide olhar o poço:

- O poço é daqui mesmo, da Umbra. E tem água, olha!

Chermont estava debruçado na beirada do Poço, olhando o fundo:

- Tem um balde, sim. Como um poço do interior da França! Ah, isso é bem nostálgico, oui! Deveríamos investigá-la?

_________________________

Presságios:

Darún estava muito sério:

- Sim, você será o capturador, Ralf. Serena e Abhaá podem produzir uma abertura, Serena será o receptáculo da energia, sim. Taiwo e eu vamos distrair os outros.

Taiwo acena com a cabeça, correndo com Darún para um local próximo de uma árvore do Caern, cujo sua metada estava para fora do Caern, sendo arranhada pelos Carniceiros.

Abhaá se posiciona no meio do Caern, começando um ritual.
Toda a Gnose do local é puxada e, logo em seguida redistribuída

Darún e Taiwo crinam, ficando prontos para sair quando fosse a hora.

Ralf se aproxima. Sua missão era de extrema importância e precisaria agir rápido. Capturar um dos 16 Carniceiros... era quase uma tarefa suicida. Porém, sabia que podia contar com a força dos outros dois... e de Serena.

A Portadora da Luz Interior sentia seu corpo se encher de Gnose. Com certeza aquilo era obra de Abhaá. Então, ela enxerga uma linha que liga seu corpo ao de Ralf: estavam ligados por alguma razão.
A anciã envia o comando:

- Serena, abra a fenda e se afaste. Você será parte do corpo de Ralf. Vá!

Para cada ataque de Ralf, Serena tem que rolar Gnose, acompanhando-o. A interpretação e as decisões de vocês vão contar muito aqui, boa sorte. Sintam-se livres para agir.

Serena sentia medo de se aproximar dali, mas teria que abrir a fenda.
Ralf ainda não se sentia tão forte e sabia que eram inimigos em demasia. Porém, ele tinha algo a provar... não só por ele, mas por Walter. Em algum lugar, Walter estava dando seu habitual tapa no ombro e lhe encorajando a seguir em frente.

Seguir em frente... um desafio para a Portadora e para o Filho de Gaia.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por ritter em Ter Set 01, 2015 6:07 pm

Apenas o som do vento... Uma floresta deveria ter mais sons, apesar do horário.

Continuo minha descida pelo caminho ingrime, até alcançar a base. Vejo as construções, memórias da morte de minha mãe automaticamente vem em flashs. Humanos...

Já na base, tento seguir na direção de meu destino final. Ando afastado o suficiente das construções para não ser ouvido, mas próximo o bastante para observar qualquer movimentação no lugar.

Sem sentir tanto os efeitos da marca, só poderia contar com minha cautela.


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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Stein em Ter Set 01, 2015 6:41 pm

A mescla entre o Mundo Real e a Umbra me confundiam. Afinal... a Umbra também fazia parte do que eu chamava de "Mundo Real"?
- Parece fundo - comento, me esgueirando pela borda do poço. Ouço a sugestão de Chermont, e isso de alguma forma me anima. - Gostei da ideia, Chermont, talvez essa coisa nos leve em direção a um caminho secreto na Umbra. O Ralf tinha me contato uma vez sobre a lenda de um homem bigodudo que viaja por canos mágicos e mata tartarugas malignas. Ralf diz que os humanos têm um negócio chamado "vidogeime" - a palavra era estranha de ser pronunciada na língua garou, mas se aproximava àquilo. - Seria interessante encontrar uma passagem mágica, mas espero não encontrarmos as tartarugas malignas. Vamos!
Junto de Chermont, adentro o poço rumo ao desconhecido, deixando para trás a visão do carniceiro, e acreditando em Pettri para que ele resolvesse sozinho seus assuntos. Tal como faria com Ralf ou com qualquer outro de meus irmãos, eu confiava plenamente em meu amigo peregrino, e sabia que ele era capaz de se cuidar.
- Eu quero me tornar mais forte... tão forte quanto vocês - sorria, adentrando a escuridão do poço.



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por arcanjosna em Qua Set 02, 2015 4:49 am

Observando o acontecido. Adaga na boca... o frio da umbra... o Frio da Tundra... qual deles escolher?

Uma sequencia de informações muito rápida se passa em minha mente, fazendo-me olhar para os dois destinos e ponderar. São duas situações nas quais não sei com o que lidar....

"no que está pensando? Você é um PRESAS!!!"

uma voz interior surge em meio ao turbilhão de angústia e nervosismo... por algum motivo idiota eu resolvo ficar...

- Se é guerra que vocês querem.... terão!


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por Luthica em Qua Set 02, 2015 7:35 am

Serena estava com muito medo diante do plano que precisava fazer parte com muito sucesso. Não tinha se saído perfeitamente bem em seu ritual e nunca tinha precisado lutar efetivamente contra tantos. Os Portadores da Luz Interior já eram raros e extintos. Ela foi instruída a ser menos combativa, por uma questão de preservação forte.

"Lembre-se de que cada um de vocês é extremamente importante", dizia sua mãe.

Ao mesmo tempo, era fundamental defender-se para não sucumbir.

Ela acompanhou Ralf correndo a seu lado, sentindo o poder em si. Precisava acertar a todo custo.

- E-e-u vou tentar controlar a fenda para que você possa trazer um deles. - disse sem confiar muito naquilo. Olhar para os invasores do lado de fora simplesmente a fazia tremer. - E-Está pronto? E..e....vai ser.... Agora!


(1 +2 +1 +2 +9) = 15 (u_u')
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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaac-sky em Qua Set 02, 2015 7:10 pm

Era loucura. Nenhuma briga de bar em Winchester, no Brooklyn ou em São Paulo tinha sido tão intensa quanto essa.
A loucura das batalhas no Egito, o apartamento de Londres, nada se compara ao que fazemos neste exato instante.

O Apocalipse se revelava diante de nossos olhos, enquanto cada coisa normal é destruída e substituída por uma rotina cada vez mais insana.

Mas eu ainda tenho minha faca, eu sou um garou. "THE HELLHOUND ON THEIR TRAIL"

- Serena, por favor cuide de meu chapéu - sorrio e saco da faca sob a camisa.

Estou morrendo de medo. Os garous mais experientes devem sentir o cheiro do meu medo a quilometros daqui.
Mas Serena precisava se concentrar, ela precisa confiar que vai conseguir abrir.

Corro em direção a fenda que ela vai abrir.

Em direção ao carniceiro mais próximo, finco a faca no joelho dele e o puxo para dentro.
Ralf_the_Garou: 7D10 => (4 +5 +5 +5 +7 +1 +10) = 37 #Força + Armas Brancas



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Re: A Estrela Vermelha

Mensagem por isaias_tsuiwa em Ter Set 08, 2015 11:43 pm

*Através das lembranças que tive dos ensinamentos que meu pai me ministrou, analiso o vento, sua direção e seu comportamento*

"Hum...aqui, ali e acolá... isso não é natural, definitivamente não é"

*Sussuro para mim mesma*

*Respiro profundamente com meus olhos fechados, sentindo esse fenômeno da naturza, estava embebido de gnose,fazendo-me recordar de uma antiga história que contava sobre um grande atrito com os irmãos wendigo*


*Abro meus olhos lentamente, muito pensativa sobre o que correu, pois dentro de mim algo me impulsonava a saber o que ocorreu, saber se realmente eles tinham resolvido essa questão*


*Timidamente e com muita cautela, faço um pequeno corte nas costas de minha mão esquerda, para gerar um quantidade infíma de sangue, poucas gotas*


*Mesmo cansada e sabendo de minha missão principal, eu tinha a necessidade de saber se o conflito de fato foi resolvido, meu augurio falava alto*

*Começo a andar lentamente de um lado a outro, cantoralando o nome Tala e de Havir... estava me movendo como se por intuição, não sabia se isso daria certo, mas tentava me comunicar*


Sistema:
KelseyCiaran: 7D10 => (9 +4 +1 +5 +2 +2 +2) = 25 #raciocinio+ocultismo

O 1 anulou o 9, então (4,5,2,2)


OFF: Rodei kkk'
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Re: A Estrela Vermelha

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