Liesel Sabine

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Liesel Sabine

Mensagem por Aleleeh em Qua Abr 15, 2015 7:06 pm

Ficha criminal **: LIESEL

DADOS

Nome: Liesel Sabine Kittel
Idade: 21 anos
Alcunhas: Sabine, Li, Kit, “Selbine”
Número de reconhecimento: 2882

Atentados em que esteve presente: Queda do Muro de Stuttgart, Atentado em Bremen, Movimentos de Revolução em Erfurt, Desden, Mainz e Bremen.
Já esteve em batalha por Eisen em: Inverno – 22
Família registrada:
Frequentou escola: Sim | Não
*Escolaridade: Estudos básicos, estudos intermediários e estudos seniores.
Facção: Reinos de Eisen
Local de nascimento: Protetorado de Stuttgart

* Grupos em que atuou: Kriegers, Herwyn
Grupo atual:

Vista pela última vez em: Chanson

DESCRIÇÃO FÍSICA

Altura: 1,65 m. - 1, 68 m.
Peso: 56 kg. - 60 kg.
Cor dos olhos: Azul | Mel | Verde | Preto | Castanho | OUTRO (descreva)
Cor dos cabelos: Branco | Preto | Loiro Escuro | Loiro Claro | Castanho Escuro | Castanho Claro | OUTRO (descreva)

Cor da pele de registro: Caucasiano
Cor da pele atual: Pardo

DELITOS

Furto |Roubo | Latrocínio | Dano | Extorsão | Vandalismo | Homicídio culposo | Homicídio doloso | Lesão corporal | Difamação | Injúria | Sequestro | Incêndio | Explosão | Inserção de dados falsos em sistema de informações

ACUSAÇÃO

Eu, Hunfried Brauer, líder da Junta Judicial de Eisen, Juiz de Proteção ao Estado, sentencio Liese Sabine Kittel como traidora da força militar de Eisen e de todos os seus reinos, visto que sua presença em Erfurt, Desden e Bremen são estritamente proibidas. Seus atos contra a imagem e campanha de Ulric Ritcher coloca em risco a vida da população de Eisen e de todos os seus reinos e a prática de delitos deve ser punida pela Força Militar de Eisen. Quando pega em ato de vandalismo ou quaisquer outros delitos já cometidos, deve ser interrogada e punida segundo a vontade soberana e suprema de Ulric Ritcher.

Vida longa ao Fuhrer!


* Mediante investigação **Ficha Criminal feita sob as leis maiores de Eisen e todos os seus reinos.

“Rebeldia é vida, submissão é morte”
________________________________________________________________________________

Nasci em uma madrugada de Domingo, em Stuttgart, uma cidade em Eisen que faz fronteira com Chanson. Minha mãe teve um parto arriscado e inesperado, o que causou temor de muitos que aguardavam o nascimento do que seria seu terceiro filho. Quando nasci, souberam logo que meu nome seria Liesel, aquela que foi salva por deus e isso significava um milagre para todos. Cresci em uma família de cinco pessoas, onde havia eu e mais dois irmãos mais velhos, meu pai e minha mãe. A guerra estourava com certa cautela naquela época, então tive uma infância um pouco melhor do que a de meus irmãos, com certas “regalias” que não poderia ter tido há alguns anos antes. Sorte ou benção, meus primeiros anos foram marcados por memórias maravilhosas daquela pequena cidade de Eisen. Apesar de ter tido a primeira infância com muita calma, após meus doze anos, tudo mudaria. A guerra voltava com mais força que nunca e em todos os lugares de As'troth. Então, Ulric Ritcher iniciou uma enorme campanha contra Chanson e Stuttgart começou a ser vigiada. Por causa da relativa proximidade com a Facção de Chanson, muitos Filhos da Canção insatisfeitos com seu país ou a fim de fazer trocas comerciais com os Filhos do Ferro se mudaram para Stuttgart. Uma péssima época para que Eisens e Chansons coexistissem em um mesmo local. Em uma noite, Stuttgart e mais duas cidades vizinhas foram atacadas pelas forças de Chanson. Enormes barricadas foram erguidas e fogo foi ateado em enormes árvores que despencavam, iluminando a terra com o ardor das chamas. Enquanto o exército de Eisen se prontificava de proteger o território, o exército de Chanson marchava e cantava. Uma trombeta ao longe marcava o tom da canção. Uma canção que exigia algo… uma canção que pedia a morte do Instaurador do Caos, mais conhecido como Grande Pacificador em Eisen. Enquanto corríamos e nos escondíamos em um abrigo – que meu pai fabricava, já que a tradição dos Kittel era montar e fornecer abrigo a qualquer um que precisasse— a canção soava em meus ouvidos. Quando o cântico dos homens cessou, o mundo ganhou a cor do fogo e o barulho das explosões e dos gritos desesperados eram as únicas coisas audíveis. A terra tremia e o céu tão estrelado iluminava a batalha. Meu pai pegou a mão de minha mãe e correu em direção ao abrigo. Hans, o mais velho de meus irmãos, correu avisando para nossos vizinhos sobre os kittels (abrigos) onde poderíamos nos proteger. Apertei o passo para acompanhá-los, ouvindo o som do fogo queimar casas ao longe… a marcha parecia se aproximar cada vez mais. Foi quando lembrei de Ausch, minha gata… como pude esquecê-la?!

Dei meia volta e disparei para aquela casa, levantando lama a cada pisada que dava no solo molhado. Entrei em casa, procurando Ausch com os olhos. Devo ter demorado alguns dez minutos enquanto as tropas avançavam pela cidade. Uma pancada em cheio de algo grande e metálico sacudiu a minha casa, despertando-me novamente para o perigo iminente. Ausch estava escondida embaixo de uma escrivaninha.

Peguei o corpo flexível da felina e comecei a voltar o mais depressa possível para a porta. Foi quando eu vi o fogo se alastrando pela cozinha e as madeiras do teto começarem a ceder, contaminadas pela força das chamas que tomavam o lugar. Uma outra sacudidela fez com que parte do teto desabasse em cima da saída para qual me dirigia: a única porta.

O desespero tomou conta de mim e Ausch miava descontroladamente, vendo o perigo pelo qual passávamos e sentindo meu coração pulsar sem ritmo definido enquanto a apertava contra o

peito. A parede esquerda começava a ceder, o que nos forçou a correr para a pequena sala de visitas, que agora não parecia um lugar habitável: os móveis estavam estilhaçados enquanto os metais começavam a derreter. Minha visão se tornava turva… foi quando eu fechei os olhos, mirando o chão quente. Ausch ronronava nervosamente. O mundo inteiro se despedaçava enquanto o oxigênio fugia de meus pulmões.

De uma entrada feita pela destruição, ele entrou. Agarrou meu corpo antes que se chocasse contra o solo. Seus olhos fitavam meu rosto, desesperado. Mais uma vez, seja por sorte ou benção, eu havia sobrevivido. Dessa vez não por força própria, mas por aquele menino de olhos castanho-claros.

Foi assim que conheci Klaus e, após isso, nos tornamos muito amigos. Essa amizade desagradava meus pais, que acreditavam que Klaus era mais um rico mimado e arrogante que desvirtuaria a filha deles. Eu nunca concordei com isso e as brigas e discussões eram constantes em casa. Talvez essas coisas tenham feito meu temperamento muito decidido aflorar mais rápido e logo eu estava me metendo em brigas de rua, descobrindo talento em combate corpo a corpo quando, sem querer, quebrei o nariz de Thom Muller, um menino dois anos mais velho que eu, conhecido por vencer brigas com uma facilidade assustadora. Enquanto ele agonizava de dor no chão, os outros meninos corriam, assustados pela força que uma garota podia conter em seus punhos. Comecei a participar de algumas brigas mais sérias graças à desavença com Thom. Seus amigos eram muito maiores e não se importavam que eu fosse uma garota; eles eram malandros de rua, saqueadores e vândalos de verdade e o risco era grande de lutar com eles. Nessa época, minha fonte de renda era basicamente as apostas nas lutas em que participava, em becos escuros da parte pobre de Stuttgart. Alguns oponentes não respeitavam as regras e sacavam facas, mas eu conseguia desarmá-los com meu reflexo e força, o que era surpreendente para uma garota de 13 anos. Naquele ano, após uma determinada luta, eu saí caminhando por Stuttgart, a fim de fazer compras, visto que precisava de faixas novas para os punhos e de alguns curativos. Foi quando eu vi um grupo de cinco pessoas pichando o rosto de Ulric Ritcher, em um cartaz já surrado pelo tempo. Aquilo era surreal: estavam vandalizando cartazes e cartazes do governo, o rosto do intocável e pacificador Ulric, o homem a quem temíamos e respeitávamos. Na verdade, nunca soube o porque de respeitarmos tanto aquele homem e nunca concordei com os preceitos passados com tanta ênfase na escola, de que as pessoas de Eisen eram superiores ao resto do mundo. Diante daquele ato de liberdade, me incendiei com a vontade de fazer diferente e pela rebeldia daqueles adolescentes, decidi segui-los. Assustados, eles olharam para trás: passos cada vez mais próximos. Com certeza eram os policias. Quando eles chegaram, corri junto com os cinco adolescentes, e um dos porretes voaram em minha direção, acertando o braço. Virando rapidamente, executei uma rasteira, derrubando o policial mais adiantado e voltando a correr. O grupo ficou impressionado de não ter delatado eles e tê-los acompanhado e foi assim que conheci os Kriegels, um pequeno braço dos Cães Cinzentos que atuava em Stuttgart. Era um grupo anarquista que simpatizava com todos os meus ideais que, por anos, havia enterrado dentro de mim... e eu sabia que o motivo para não odiar os outros povos era Klaus e seu pai. O grupo viu que a minha força e atitude poderia servir de bom grado aos seus preceitos e logo me iniciaram. Minha primeira missão aconteceu logo, e eu deveria arrancar cartazes de Ulric Ritcher espalhados pelo centro da cidade, e esta foi feita com sucesso. Ao mesmo tempo que eu encontrava meu caminho, minha relação com a família ruía. Meus irmãos davam razão aos meus pais, e minha gritava xingamentos para mim e Klaus sempre que podia. Meu pai olhava duro para mim e me colocava em longos castigos onde não podia jantar por dias. Foi então que, um dia, minha mãe fez o pior: delatou a localização de Klaus para a polícia, mesmo

depois do desaparecimento de seu pai. Orgulhosa, ela contava isso à mesa posta, com aquela sopa insossa que ela sempre fazia às quintas-feiras. Bati na mesa, incrédula, gritando com ela e recebendo xingamentos em retorno. Correndo desesperadamente, tentei chegar na casa de Klaus o mais rápido possível e, por uma fração de segundos, achei que teria perdido o meu melhor amigo. A única coisa que vi antes de resgatá-lo foi uma bala atravessando o peito do homem que, agora, jazia no tapete da casa. Com um destino muito diferente da tradição de minha família, decidi não voltar mais para casa. Precisava proteger Klaus de qualquer maneira e nossos destinos haviam se encontrado novamente e nosso destino agora era Chanson, onde descobrimos que Klaus havia herdado uma enorme casa. Com o apoio dos Kriegels, passamos a prestar serviços para os Cães Cinzentos, visto que já possuíamos experiência suficiente para missões mais elaboradas. Eventualmente, eu voltava para Eisen quando chamada pelos Kriegels, onde participei de atentados e grandes missões por todos os grandes Protetorados existentes nos Reinos. Os investigadores me caçavam como Kit, mas não podiam ver meu rosto direito graças ao lenço que sempre utilizava quando agia. Desde então tenho treinado artes marciais militares e livres, juntando a força bruta de Eisen com a flexibilidade de Chanson, formando um combate muito característico e caricato.

____________________________________________________________________________________________
Informações Adicionais


Vícios: Cerveja

Medos: Medo de trovões, causada pela associação com bombardeios.

Família: Aeryn Kittel (Mãe), Garve Kittel (pai), Hans Kittel (Primogênito), Gravrel Kittel (Segundo filho), Stasia Berit Kittel (Avó)

Como ganha a vida: Cozinha nas folgas do Cozinheiro Oficial para o grupo e treina novatos dos Kriegels

Ligações Pessoais: Klaus RosenStock (Namorado), Burg (Grupo Kriegels), Hildegard (Grupo Kriegels), Ledyard (Grupo Kriegels)

Filosofia política: Acredita no Mutualismo Anarquista onde todos se ajudam sem um governo central

Filosofia religiosa: Não é devota a nenhum deus, mas acredita em suas existências

Sonhos e Ideais: Ulric Ritcher sair do poder de Eisen, voltar a falar com a família, ter um filho e viajar por toda As'troth com Klaus

_________________________________________________________________________

Ficha Técnica:

PV: 75
CA: 16
BBA: +11/ +6
[+9, 9, 4] 1d8

For: 14 (+2 +1)
Des: 10
Car: 13
Cons: 16
Int: 12
Sab: 10

Fortitude: 5
Reflexos: 5
Vontade: 2

Perícias (4 + int modf)

Acrobacia (Des): 5 + 3 = 8
Escalar (For): 4 + 3 + 3 = 10
Profissão (Combatente e Batedora) (Sab): 5 + 3 = 8
Ofício (Cozinhar) (Int): 1 + 3 = 4
Arte da Fuga (Des): 5 + 3 = 8
Adestrar Animais (Car): -
Intimidar (Car): 5 + 3 + 1 = 9
Conhecimento [Masmorra] (Int): 5 + 3 + 1 = 9
Conhecimento [Local] (Int): 5 + 3 + 1 = 9
Percepção (Sab): 5 + 3 = 8
Cavalgar (Des): -
Sentir Motivação (Sab): 3 + 3 = 6
Nadar (For): 1 + 3 +3 = 7

________

HABILIDADES & TALENTOS:

"Fiquei sabendo que ela tem uma carreira sólida em batalhas: desde os 13 anos se envolve no combate corpo-a-corpo. Muitas brigas contra gangues e, posteriormente, treinamentos militares e livres a fizeram uma máquina de batalha muito aplicada, impulsiva e estratégica. Por muitas vezes, Kit preferiu responder usando os punhos do que as palavras. Apesar de possuir um lado feminino, ela consegue utilizá-lo como artifício de batalha também. Incrível!"

- Registrado em Desden, Outono, por Bierman, dono do Bar Blascheck Sausage


Flexibilidade Marcial: 3 + 1/2 nvl (6) por dia, em qualquer manobra de combate que cumpra os requisitos.
Se usar:
- Ação rápida: 1 talento de combate
- Ação de movimento: 2 talentos de combate

Treinamento Marcial: Metade do nvl para comprar talentos de Guerreiro ou Monge

Combate desarmado: 2d6
  * Combate desarmado aprimorado: Sempre considerado armado.
Adiciona todo o modificador de força para ataques com qualquer parte do corpo.

Bonus Combat Feat: 2

1 - Especialização em armas: +2 dano
2 - Ataque Poderoso: -4 de acerto = + 8 de dano

Combater com duas mãos: -2/-2 quando atacar com as duas mãos. Ataque adicional com a mão inábil.

Treino em manobra: +2 e +1 de CMD e CMB em duas manobras à minha escola.

Bônus de CA: Quando usar uma armadura leve ou não usar armadura, recebe +1 de bônus na CA. (Vale também para um ataque de toque)

Nocaute: Escolhe um oponente para nocautear.
1 vez por dia (Fortitude; Dificuldade = 10 +1/2 do nível + modf de força: 17)

Strike do pugilista: Quebra o DR (Damage Reduction) contra magia

Maestria de curto-alcance: Quando em combate fechado, e utilizado uma arma comum, aumenta seus danos (Tem uma tabelinha)

Iniciativa Aprimorada: +4

Weapon Focus: +1 acerto

Cleave; Greater Cleave: Um único ataque com a BBA. Se acertar, parte para os oponentes próximos.

____________________________________________________________________________________

Equipamentos:

"Por muito tempo, achei que ela só utilizasse os punhos. Mas, sabe como é, ela também tem suas outras armas. Até consegue usar o charme! Mas nós sabemos que ela tem coisas escondidas nas roupas. Ela já puxou um nunchaku. Sério, ela estourou o Flenik!"

- Registro em Stuttgart, Primavera, por Larsen Minikowski e Flenik Pfeffer, ambos adolescentes do Protetorado de Stuttgart.



* Chain Shirt:
+ 4 armor
+ 4 dex bonus
- 2 armos check penalty


Outros:
Ale (5 gallons)
Waterskin
Iron Poat
Soap
Cold-weather outfit
Tindertwigs
Backpack
Bedroll
Hemp Rope

* Nunchaku:
1d6
Crítico: x3

Poções: Cure Moderate Wounds (8)

Colar Cthulhu's Head
Esse item foi comprado com um mendigo de Erent. Rezam as lendas que ele pode ser visto também em Saint Bento.

Gasto: 2.700 GP de 25k


Imagens de referência:


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






Audrey / Elizabeth / Liesel /
Chamado
Aly
avatar
Aleleeh
Iniciante

Data de inscrição : 22/12/2012
Idade : 21
Localização : São Paulo - Caern de Sampa
Emprego/lazer : Pseudo-artista

O que sou
Raça: Humana
Classe: Bruxa

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum