Katheryn Blood-Bond

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Katheryn Blood-Bond

Mensagem por ritter em Qua Ago 13, 2014 11:40 pm

Katheryn Blood-Bond

Essa é minha personagem no fator, espero que gostem!  xisde 

Katheryn:

Essa roupa, mas com cabelos pretos


Um pouco mais atual



Arma que utiliza



Background:


Cidade de Aria, 3:30 AM.

O lugar é o Droid Bêbado, um bar de segunda, que não chama muita atenção, mas que é melhor do que muitos em cidades menores. O bar está vazio, apenas eu e esse senhor gordo ao meu lado. O garçom, como que fazendo jus ao nome do estabelecimento, é um robô.

Os pedidos são feitos por painéis no balcão, com botões com números, realizando combinações. Insiro algumas moedas e peço uma cerveja. O gordo faz o mesmo, e começa a conversar comigo. Seus olhos famintos não miravam meu rosto. Conversa vai, conversa vem, e começo a falar de minhas origens:

O início

"Minha história começa a 18 anos atrás.

Meu nome é Katheryn Blood-Bond. Nasci entre um grupo de nomades ciganos, na região norte de Elyin, que passavam de cidade em cidade com suas atrações de circo, adivinhação e troca de itens "raros" por dinheiro e suprimentos. Meu pai, Nikolai, era malabarista e atirador de facas, enquanto minha mãe, Zaphira, era uma dançarina que encantava as pessoas com sua performance ao som de um violão flamenco. Desde pequena, sempre aprendi com meus pais e com as pessoas que viajavam conosco, a importância que a dança e música fazia na vida das pessoas.

Era uma época feliz.

Não precisávamos de tecnologia, nos contentávamos com pouco. Fui crescendo, e minhas habilidades como dançarina foram surgindo, junto com minha habilidade no manuseio de lâminas, enquanto a adivinha me ensinava sobre magia. Comecei a fazer performances com ambos, uma dança graciosa e exótica com facas. Aos doze anos, ganhei minha primeira espada curva, a qual me adaptei com facilidade, e iniciei um treinamento com um espadachim que vivia entre nós. Seu nome era Ludwig. Jovem e brincalhão, era extremamente habilidoso.

Ele me ensinou sobre a arte nortista da espada, uma técnica refinada que não consistia em força bruta, mas sim na habilidade de confundir seus oponentes com velocidade e destreza, e finaliza-los com estocadas rápidas. Era como se eu tivesse nascido para aquilo. Mas ele também me ensinou que matar deve ser apenas para proteger as pessoas, nunca para vingança, nem para conseguir algo que eu queria.

Passados dois anos, um dos moradores de uma cidade arranjou confusão com a adivinha, dizendo que ela uma enganadora e que roubava o dinheiro dos cidadãos. Até o momento, nada que não haviamos vivenciado antes. Até que o cidadão puxou uma pistola de seu cinto, apontando para a senhora, gritando que pragas contra nosso povo.

Tão rápido foi o momento em que sacou a arma, quanto foi o que ela caiu no chão. Atrás dele estava Ludwig, meu mestre, com sua cimitarra atravessando o peito do cidadão.

Mal tivemos tempo para arrumar as coisas e partir, pois os outros cidadãos estavam extremamente revoltados, e vinham com tochas e espadas para cima de nós. Conseguimos fugir, mesmo assim.

Éramos fugitivos agora, mas não poderíamos parar de visitar as cidades, pois aquilo era nosso sustento. Mesmo com receio, continuamos indo de cidade em cidade. Mas sabíamos que nunca conseguiríamos viver da forma que era antes.

Sofremos alguns atentados com o passar do tempo. Morreram pessoas de ambos os lados, e nosso grupo começou a diminuir.

Estavamos parados em um pequeno vilarejo, na região centro-norte. Nunca havíamos visitado o vilarejo, mas o mesmo nos recebeu muito bem. As pessoas eram simples e alegres, de certa forma até parecidas conosco.

Então, após o almoço, fui com Ludwig para uma área afastada do vilarejo, para treinar. Treinamos por cinco horas seguidas, até que o sol começou a se pôr. Sentamos para conversar por um tempo, e Ludwig dizia o quanto se orgulhava de mim, e que eu havia crescido muito nesses anos. Eu o considerava um irmão mais velho, e me sentia feliz com ele também. Conversamos por mais algumas horas, até que a noite finalmente chegou. Começamos a voltar para nossa caravana.

A queda

Após nos aproximarmos do local, vimos uma grande fumaça, e o céu não estava negro, mas vermelho. O cheiro de queimado era evidente.

Minha vida mudaria totalmente naquele dia.

Chegamos próximo a caravana, e logo minhas lagrimas desciam sem parar. Estava tudo em chamas. Comecei a gritar desesperada pelo nome de meus pais, mas ninguém respondia, apenas o som do crepitar das chamas preenchia o local. Ludwig então começou a correr em direção ao vilarejo, gritando por ajuda. Eu comecei a circundar o turbilhão de chamas que, algumas horas antes, era o meu lar.

Foi então que eu vi. Próximo ao turbilhão, estava uma montanha de corpos. Consegui reconhecer os rostos de meus pais e amigos no meio deles. Não conseguia olhar aquilo, era ruim de mais para eu acreditar. Ainda com lágrimas escorrendo, comecei a correr na direção do vilarejo. Ludwig estava saindo de uma das casas quando eu vi uma sombra, um pouco próxima de mim, indo em sua direção. Parecia não ter me percebido. Vi o estranho tirando algo metálico de uma bainha. Sabia que era uma lâmina. Não pensei duas vezes, desembainhei minha espada e, com toda velocidade que podia, corri na direção do homem. Ele pareceu ouvir o som dos passos, mas ao se virar, era tarde demais. Varei seu peito, vendo o sangue escorrer pela mão da espada. Logo a soltei, e cai de joelhos chorando. A primeira pessoa que eu havia matado. O homem caiu pra trás, respirando de forma rápida, como se o ar não entrasse em seus pulmões. Ludwig viu a cena, e correu na minha direção. Me abraçou e disse:

- Está tudo bem Katheryn, está tudo bem. - Disse, tentando conter o choro também. - Se foi para proteger alguém, não tem problema.

Então, de repente, ele olhou assustado para o homem e me jogou para o lado. Um impacto o atingiu, e o vi caindo de costas no chão.

Não poderia estar acontecendo. Não poderia perder todo mundo. Me aproximei dele, o sangue saindo pelo canto de sua boca.

- Es... Está tudo bem... - cof, cof - Você ficará... Ficará bem... - Respirava com muita dificuldade, foi então que notei a adaga fincada em seu peito. Não conseguia mais chorar, aquilo parecia ser um pesadelo, e logo eu acordaria. Não poderia ser real.

- Pegue minha espada... Leve-a consigo e saia desse lugar...  E lembre-se... Não importa o que tenha acontecido, nunca busque vingança...

Foi então que sua cabeça caiu para o lado, sem vida. Apesar de seu conselho, um novo sentimento cresceu dentro de mim. Como uma chama, que me deu forças, mas também que parecia me corroer aos poucos.

Eu senti ódio.

A ascensão

Fui em direção ao homem, que ainda respirava, mas não conseguia mexer os músculos. E ele olhou para mim, com aquele sorriso maldito no rosto.

- Você... Você teve sorte garota... Hahaha... Sorte que apenas eu fiquei para trás... - Disse o homem moribundo. Reparei em suas roupas, eram todas negras, e ele usava um capuz da mesma cor. Vi que o mesmo segurava algo em sua mão. Abri ela, e vi um simbolo... Que não me lembro bem qual era. O peguei e observei por um tempo.

- Nunca descobrirás quem somos! HAHAHAHA.

Tomada pela raiva, peguei a espada de Ludwig e a desembanhei. Era mais pesada que a minha, mas possuia bom equilibrio. Me aproximei e enfiei no olho direito do homem, até encontrar o chão. O homem gritou e tremeu por alguns momentos, mas então, finalmente, se calou. Eu não era mais a mesma garota de antes. As lágrimas haviam parado de sair. Sabia que teria que sair daquele lugar, e não aguentaria olhar a cena novamente. Entrei em algumas casas até achar uma capa verde com capuz, a vesti, e parti pelo outro lado da cidade, rumo ao centro, apenas com a espada de meu mestre.

Não sabia o motivo de terem queimado a vila, mas eu descobriria. E minha vingança seria vermelha como o céu daquela noite foi.

Comecei procurando em cidades grandes, e fui entendendo como as ruas funcionavam. Por ser uma garota, tentavam muitas vezes me assediar. Matava todos os que tentavam, sem pensar. Mostrava o simbolo para diversas pessoas, de mendigos a traficantes, de prostitutas a estudiosos. Ninguém conseguia me dizer o que significava. Desde então, continuo a procura de uma resposta."

- E aqui estou eu. Num bar, as... - Olho no relógio do bar. - Quatro da manhã, me embebedando com um homem que não conheço, afogando minhas lágrimas... Hahahaha! - Tomo um longo gole da cerveja, que já estava quente. O barman robótico continuava a limpar o balcão e arrumar os copos. Essa repetição de movimentos me irritava, era tudo muito previsivel.

- Hahahahahaha, não tem problema algum, linda moça. Eu também matei muitas pessoas... Só entre nós, até algumas crianças e velhinhos HAHAHAHA- Disse o homem, extremamente embriagado. Sua barba rala e incompleta, cheia de falhas, ia de sua bochecha até seu pescoço gordo e repleto de dobras. Sua enorme barriga mexia quando dava risada. - Hahahaha, mas agora, que tal nós irmos lá para cima e você deixa com que eu apague esse fogo, hãn? HAHAHAHAHA.

Seu hálito era tão repugnante quanto o que acabara de dizer. Sinto meu sangue subir, mas não poderia mata-lo agora. Não por enquanto. Ele tirou a mão de sua caneca sobre o balcão e aproximou da minha. Me virei para ele e botei a mão em sua perna. Ele se assustou por um breve momento, mas continuou sorrindo. Aquele sorriso escroto e com dentes faltando. Fui aproximando meu rosto do seu, lentamente, até que fiquei próxima o bastante para o fazer fechar os olhos. No mesmo momento, com minha mão livre, retirei a adaga da bainha e enfiei em sua mão encima do balcão.

- AAAAAAAH! Sua vadia estúpida, o que pensa que está fazendo!?

- Velho idiota, acha mesmo que eu esqueceria o simbolo que o homem segurava de uma forma tão simples?

Ele tentava segurar a mão, numa tentativa inutil de fazer a dor parar. Na hora que falei, ele finalmente percebeu. Seus olhos o denunciaram. Com a outra mão, tentou me segurar. Previ seus movimentos com facilidade. Com a mão esquerda empurrei sua mão para o balcão, e com a direita puxei minha segunda adaga e finquei uma segunda vez. O homem guinchava como um porco sendo levado para o abate. Finalmente me levantei e arrumei minha roupa. Ao fundo, música clássica tocava.

- Mas que merda, garota! O que você quer de mim!?

Sem falar nada, coloco a mão por dentro de sua camisa e puxo um simbolo de ouro, o mesmo simbolo que estava na mão do homem.Um Corvo.

- Quem é seu chefe? O que significa esse simbolo? QUEM SÃO VOCÊS!?

O homem cuspiu em meu rosto e começou a rir insanamente.
- Se não o que? Vai me matar, garotinha? Se eu te disser algo, estarei morto! E você não vai querer matar um... - Deu uma risada mais parecida com um sopro cansado - Velho, não é mesmo? Eu sou uma péssima pessoa, mereço ser preso, não acha? - Nesse momento já havia se mijado inteiro, e tentava acreditar que sairia dali com vida. - Hã, garota?

Já estava sem paciência, e havia perdido muito tempo naquele lugar. Olhei para o homem e sorri. Coloquei minha mão esquerda em seu queixo e disse:

- Quando um homem machuca alguém, ele é preso. Quando um animal machuca alguém, ele é abatido.

Saquei minha cimitarra e cortei a garganta do homem. Peguei um pano no balcão e comecei a limpar. Guardei minha espada, e fiz o mesmo processo com as duas adagas. O corpo do homem caiu no chão, pesado, o sangue manchando o piso de madeira. Pequei o corvo de ouro manchado em seu pescoço e o guardei. Vesti meu capuz e fui na direção da porta. Mais uma noite improdutiva, mas pelo menos havia encontrado mais um. Sentia que estava mais próxima de uma resposta.

Enquanto saia, o garçom continuava seus movimentos repetidos, como se nada tivesse acontecido.


Dinheiro Gasto:


Scimitar - 15gp
|Keen - 2000gp
|Masterwork - 300gp
Dagger - 2gp (x2)
Haramaki - 3gp
Bracers of Armor +1 - 1000gp
Bard's kit - 41gp
A backpack, a bedroll, a belt pouch, a common
musical instrument, a flint and steel, ink, an inkpen, an iron
pot, a journal, a mess kit, a mirror, rope, soap, torches (10), trail
rations (5 days), and a waterskin.
Caltrops (x10) - 10gp

Sobra 627 PO
- 350
Sobra 277 PO

Ficha:

Parte 1 - Why tão poucos PV'S? Malditos dados! T-T



Parte 2





Última edição por ritter em Qua Out 08, 2014 12:41 am, editado 2 vez(es) (Razão : Ficha atualizada pro nível 7)


" A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada, a embriaguez passa... porém, a estupidez é eterna, Pettri."  Mordekaisen



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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 14, 2014 12:08 pm

Barda de cimitarra. Respeitei! kkkkkkk



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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por ritter em Sex Ago 15, 2014 12:32 am

Esse arquétipo que eu escolhi substitui o rapier pela cimitarra e o whip por mais alguma coisa... Não lembro agora hahaha

Mas ae, curtiu a ficha? Acho que vai dar pra fazer um estrago hahaaha


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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por Hayka Alchemist em Sex Ago 15, 2014 1:43 am

curti a história xisde
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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por isaac-sky em Sex Ago 15, 2014 12:45 pm

Bardo é vida kkkkkkk e essa variação ai é muito top

Não vai ser porradeiro como a maioria dos jogadores, mas vai ser um adendo interessante pelo fator "carisma do decote" kkk



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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por ritter em Sab Ago 16, 2014 12:29 am

Opa, fico feliz que tenha gostado Paula :D

Sky, então, não fiz ela pra ser porradeira, afinal né... É uma barda hahahahhaha
Mas fiz ela pra conseguir se virar e causar um dano razoável, além de ter um carisma alto, que vai me ajudar bastante também na interpretação, que é mais meu foco mesmo. Mas to bem ansioso pra testar ela num combate hehehehehe


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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por Yoru em Sab Ago 16, 2014 11:23 am

Aeee! Uma lâmina ligeira nessa mesa. Parabéns, Ritter, agora temos mais uma possível organização (parece-me uma seita) para incrementar esse mundo. E outra mulher no time, gostei. Mal posso esperar a hora de encontrar esse char.
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Re: Katheryn Blood-Bond

Mensagem por ritter em Sab Ago 16, 2014 11:25 am

Valeu Yoru, que bom que tu curtiu cara :D
To na página 22 do fator já, quando terminar de ler tudo eu já posto. To bem ansioso pra interpretar ela também hehehe


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Re: Katheryn Blood-Bond

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