Anastasia Nikolaevna

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Anastasia Nikolaevna

Mensagem por Aleleeh em Qua Set 02, 2015 2:00 am





Nome: Anastasia Nikolaevna
Idade: 27
Sexo: Feminino
Local de Nascimento: São Petersburgo, Rússia
Ocupação: Psiquiatra da KGB (Organização de Serviços Secretos da URSS)
Diplomas, Universidades: Psicologia e Psiquiatria na Universidade Estatal de Moscou. Especialização em Neuropsiquatria Militar.
Residência: Anteriormente morando em Moscou. Atualmente na Pousada do Tigre Albino.

Família e Amigos:
Dmitriy Boryevsky Nikolaevna (Pai)
Aylena Irenia Nikolaevna (Mãe, falecida)
Yuri Andropov (Chefe KGB)
Rurik Fjodoriev (Instrutor KGB)

Aparência:
Olhos azuis e levemente separados, cabelo de tons loiros naturais com uma franja. Normalmente estão levemente bagunçados.
Pele muito branca e lábios cheios e contidos.

Tem um olhar muito sério, sendo conhecida também por sua beleza exótica e o dente levemente separado. Costuma usar sobretudo e meia calça, além de sapatos. Possui uma predileção pela cor preta, sendo uma cor muito presente em suas roupas e acessórios.
Não utiliza muita maquiagem, sendo sempre bem natural por conta do trabalho que exerce. Quase nunca é vista sorrindo, em raras ocasiões ela se deixa levar.

Sóbria, sempre está analisando e buscando estar um passo à frente de quem precisa colocar seus olhos. Ela possui uma grande mancha de nascença no braço esquerdo.

Anastasia:




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Background:


Anastasia Nikolaevna nasceu em 1933 e vivenciou a Segunda Guerra e todo o seu horror.
Veio de uma família pequena sendo essa uma pequena ramificação dos Boryevskys, um grande Clã do Oeste Russo. Seu pai, Dmitriy Boryevsky, era um militar servindo o 24o Pelotão Leningrado em St. Petersburgo, no Distrito de Peterhof.

Fuzileiro de guerra, Dimitriy logo foi destacado para as tropas frontais durante a Segunda Guerra Mundial, deixando Anastasia e sua mãe, Aylena Irenia sozinhas. Aylena trabalhava por dias e noites incessantes no Hospital de Peterhof, atendendo feridos e moribundos de vários cantos de St. Petersburgo e cidades e estados adjacentes.
Logo, Anastasia se viu afastada dos pais durante alguns anos, tornando-se uma menina fechada e extremamente contida.
Durante uma noite de plantão intenso, Aylena atendia a feridos em estado emergencial, quando um dos homens que atendia explodiu de dentro para fora. Sua mão direita ficara em carne viva e teve que receber atendimento expresso. Um estranho líquido arroxeado foi registrado e imaginaram ser algum tipo de marcador usado nas bombas dos inimigos e logo a situação foi esquecida.
Dias mais tarde, Aylena estava adoecendo e parecia se esquecer fácil das coisas e temer muito mais o caminho que fazia durante a noite para voltar à sua residência. Afastada de seu cargo para iniciar um tratamento, ela durou poucos dias, morrendo em uma bela manhã de sábado, sem poder tocar a sua única filha, Anastasia.

Diante da silenciosa e dolorosa morte de sua mãe, Anastasia ficou sob custódia de sua tia, uma Nikolaevna, até que seu pai retornasse da guerra - se assim retornasse.
Em 1944, seu pai retornou da Segunda Guerra: parecia dez anos mais velho e metade de sua perna esquerda havia sido amputada por gangrena. Não ouvia direito por nenhum dos ouvidos e tinha cicatrizes horríveis na região das pernas e costas.
A condecoração em sua farda não aliviava nada para ele que logo ficou depressivo pela aposentadoria adiantada. Conforme Anastasia crescia, seu pai ficava ainda mais rabugento graças a vários traumas adquiridos pela sua estadia na Guerra. Não podia mais correr ou andar normalmente, então, caminhava com um andador ou ficava sentado em um sofá. Não recebiam mais visitas dos Nikolaevnas, porém, ocasionalmente os Boryevskys apareciam para levar lembranças de Natal no fim do ano.

Durante o tempo em que viveu com o seu pai, muitas brigas aconteceram. Ele a culpava pela morte da mãe e tinha diversas crises de pânico, de identidade, entre outros problemas. Um dos irmãos de seu pai a colocou em algumas consultas com um psiquiatra da família e foi aí que Anastasia viu que poderia conversar com alguém sobre o que sentia.
Alguns anos depois, ela passou em segundo lugar na Universidade Estatal de Moscou, mudando-se para perto da faculdade e finalmente abandonando St. Petersburgo. No início, seu pai morava com um dos irmãos, Henk. Porém, posteriormente, Henk precisou se mudar de St. Petersburgo e não teria mais como cuidar dele, deixando-o no apartamento de Anastasia.

Nesse mesmo ano, Anastasia conseguiu treinamento na KGB graças ao seu excepcional desempenho em estágios e testes. Recomendada por um dos professores de alto escalão e pelo serviço militar que sua família prestou em guerra, a KGB efetivou seus serviços e Anastasia iniciou sua prestigiada carreira na Psicanálise Militar, especializando-se em Neurociência da Psicologia, com foco na análise forense e investigação/proteção de identidade.
Cuido de casos tanto de agentes da KGB quanto de criminosos, espiões e terroristas. Isso fez com que ela conhecesse todo o tipo de patologia e pessoas. Sua vida era basicamente o trabalho e cuidar de seu pai nas horas livres, não tendo muito tempo para atividades de lazer ou até namoros.
Apesar de não ter disponível essa flexibilidade de tempo, em suas férias costumava viajar para as Montanhas, praticando Alpinismo. Essa prática era uma das poucas coisas que fazia fora de sua casa ou de seu trabalho e a fazia relaxar e esquecer da rotina turbulenta e exigente que vivia.

Ela considera como amigos próximos dois agentes da KGB: Yuri Andropov, Chefe da KGB e um bom companheiro para tomar café, e Rurik Fjodoriev, Instrutor de Agentes Iniciantes da KGB. Esse último tentava aproximações, mas Anastasia sempre negou por falta de tempo, embora sentisse interesse pelo homem.

No último mês, Dmitriy, seu pai, teve um colapso nervoso, gritando e espalhando importantes notas de Anastasia pela rua. Era difícil lidar com ele e, cada ano que se passava era como se o seu quadro apenas piorasse. Nervoso, ele infligiu dano físico em sua própria filha.

Não podendo deixá-lo mais sozinho, Anastasia recebeu afastamento de dois dias para resolver o que faria com ele. Foi quando ele abriu a porta para um total estranho que logo tentou disparar contra Anastasia. Se não tivesse sorte e instrução teria morrido antes mesmo de poder salvar sua vida e a de seu pai.
Logo, a notícia chegou à KGB e a Psiquiatra foi dada como procurada por criminosos graças ao último caso que esteve envolvida, relacionado à Guerra Fria.

A KGB decidiu afastá-la e discutiam se era melhor levá-la para Novosibirsk, na Sibéria. Foi quando Anastasia soube dos ocorridos em Paraíso, lendo algumas notícias sobre Alpinismo e decidiu que seu local de alocação seria lá.
Há uma semana, Anastasia está conhecendo a Ilha Paraíso enquanto investiga o caso em nome da KGB e... e em seu próprio nome.
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Atributos Primários:
Força (3d6): 11
Constituição (3d6): 14
Destreza (3d6): 12
Tamanho (2d6): 9
Inteligência (2d6): 11
Poder (3d6): 14
Aparência (3d6): 15
Educação (3d6): 18

Atributos Secundários:
Ideia (Inteligência x 5): 55%
Conhecimento (Educação x 5): 90%
Sorte (Poder x 5): 70%
Bônus de dano (Força + Tamanho): 20% (0 Bônus de dano)
Pontos de Magia/PMs (mesmo valor que Poder): 14%
Pontos de Vida/PVs ([Tamanho + Constituição]/2): 12%
Sanidade (Poder x 5): 70%

Habilidades (8):
Pontos de Habilidade Ocupacionais: 360
Psicanálise (01%): 74
Psicologia (10%): 64
Primeiros Socorros (30%): 10
Ouvir (25%): 40
Status (15%): 40
Observar (10%): 50
Persuadir (15%): 40
Ofício (05%): 42


Hobbies:
Pontos de Hobbie: 110

Outras Línguas [Inglês] (01%): 40
Escalar(15%): 18
História(20%): 10
Pesquisar (25%): 42

Revólver:
- 1d8 de dano
- 1 tiro/turno
- 6 balas

Sucessos críticos e Falhas Críticas, válido para tudo no jogo
Sucesso crítico: 5x menor que o necessário
Falha crítica: 100%


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






Audrey / Elizabeth / Liesel /
Chamado
Aly
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Aleleeh
Iniciante

Data de inscrição : 22/12/2012
Idade : 21
Localização : São Paulo - Caern de Sampa
Emprego/lazer : Pseudo-artista

O que sou
Raça: Humana
Classe: Bruxa

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