Prólogo - Rising Sun

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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Qui Abr 23, 2015 4:31 pm

Me ergo, enxaguo. Começo a me vestir.

Organizo minhas coisas, sem me separar de nada. Nunca se sabe quando se deve começar a correr...

Vou para o quarto, estranhando a demora da garota...


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Sex Abr 24, 2015 1:01 pm

O feiticeiro corre no encalço do fugitivo, assustando algumas pessoas que veem o ser mascarado passando por elas. As moedas que alguns segundos atrás estavam no chão, se encontram agora nos bolsos das diversas pessoas que lutaram desesperadamente pelos pequenos pedaços de cuproníquel¹.

O beco que entra é escuro e estreito, um líquido, provavelmente água poluída, reflete o pouco de luz que entra no corredor. Janelas e portas seladas com compensados de madeira, algumas caixas quebradas e o som de alguns roedores correndo se misturam ao som dos leves passos do garoto. O som para, e Nahir só percebe que algo vinha quando já era inevitável o impacto.

Uma pedra acerta o rosto do Nalakir, a máscara não possuía material para protege-lo de impactos. Você sente o sangue escorrendo de sua testa, mas por sorte o mesmo não escorre para o olho.

A voz fina então ecoa pela estreita passagem:

- Cai fora, babaca de máscara! Eu não fiz nada errado!

Ele termina a frase e retoma a corrida frenética, com suas pernas curtas dando passos rápidos.

3 de dano.

¹ Liga metálica de cobre e níquel
_______________________________________________________________________

Pierce, com certo pesar, sai da banheira quente e aconchegante que mantinha seu corpo numa temperatura agradável. Começa a se enxugar, já sentindo o frio arrepiar seu corpo. Sem hesitar, veste as roupas, enquanto passa mais um tempo enxugando o cabelo, processo que era mais demorado.

Pega suas coisas, ainda com a toalha na cabeça e, ao abrir a porta do banheiro, toma um susto, vendo um homem sentado na ponta da cama. Ele veste um terno preto e segura uma cartola nas mãos, apoiadas nas coxas. Um bigode curvado enfeita o rosto, enquanto um monóculo se encontra em seu olho esquerdo. Ele levanta o rosto ao ouvir o som da porta abrindo, olhando para você:

- Boa noite, senhorita Pierce.

Como o homem conhecia sua alcunha? Você não tem nenhuma memória dele.

_______________________________________________________________________

FAVOR UTILIZAR O NOVO TIPO DE SALA DO ROLZ PARA ROLAGENS.

Pra rolar os dados é só usar # ou - na frente do dado.
Exemplo: #1d20+10 ou -1d6+5


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Sex Abr 24, 2015 1:23 pm

- quem é você é o que faz no quarto de uma mulher sem um convite?

Pergunto se forma dura. Mãos no Rapier...


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Sex Abr 24, 2015 3:52 pm

"Ai! Na máscara não, moleque!" penso, sentindo o sangue escorrer do ferimento. Ainda bem que a máscara estava inteira.

"Mais que uma liga de metais, Nahir. Nunca se esqueça de que sua máscara é sua face, não o que há por baixo dela" meu tio me disse, milhares de vezes.

- Ok! Eu acredito! Então deixa eu te ajudar - digo ao fugitivo, continuo correndo.

Se eu alcança-lo, usarei Touch of Fatigue.

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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Sex Abr 24, 2015 8:56 pm

Observo o lugar atentamente, pedindo uma bebida enquanto espero pelo retorno de Liesel, imaginando o que estava se passando. Mantenho a quimera sempre ao meu lado, tendo por ela o mesmo apreço que teria por um familiar arcano... já havia lido sobre antes, mas meus estudos tinham outro foco dentro da Arte, o que me impedia de ter tal ajudando mágico. De certa forma, a ligação que eu nutria com Nina me era semelhante às descrições que obtive nos livros.
- Yo - cumprimento Cezar e Marcel, me aproximando de ambos. - Estou impaciente com esse assunto sobre a Ordem do Sol ou seja lá o que for essa merda. Com o passar do tempo, sinto como se Ulric estivesse sempre rodeado numa teia impenetrável de obstáculos que nos impedem de chegar diretamente a ele. E agora, mais essa... acham que Ulric possui alguma ligação com esses bastardos? Disseram que algum Kriegel poderia responder minhas perguntas... ficaria feliz de encontrar algum aqui - verto o líquido cobreado, sentindo o peito queimar. Analiso minhas armas e meus itens de viagem. - Também seria bom alguma munição nova. Ficaria feliz de saber que há algum lugar na cidade confiável para isso - rio comigo mesmo. - Acho que Liesel vai gostar de ataduras novas.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Ter Abr 28, 2015 2:41 pm

- Que bom, Ledyard. Quanto antes resolvermos isso, melhor vamos agir. E - me aproximo dele, colocando o dedão e o dedo indicador na cartilagem de seu nariz - segure o choro, - puxo para cima, colocando-o no lugar - bruder.

Me levanto, observando Vladmir rapidamente e, em seguida Risa:

- Vamos, então.

Me dirijo para fora da sala, com um dos punhos fechados. Era quase uma mania, estar sempre pronta.





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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Ter Abr 28, 2015 6:55 pm

-Oh, perdoe meus maus modos, senhorita. - Ele levanta da cama, seus movimentos serenos e exatos, quase como um droid ou algo do tipo. Ele ajeita o monóculo no olho esquerdo. - Petrov. Alexander Petrov. Muito prazer, Ms. Pierce. Eu... - Sutilmente põe o chapéu na cama. Você consegue notar agora as luvas brancas, contrastando com as cores escuras de sua vestimenta. - ... represento uma organização, que por enquanto guardarei o nome, que se interessou pela sua... Pessoa. - Ele mantém as mãos juntas, na frente do corpo. Então, ele volta a gesticula-las, enquanto fala. - Você tem interesse em ouvir minha proposta, Ms. Pierce?

Ele junta novamente as mãos novamente, mantendo-as a frente do corpo, pacientemente aguardando a resposta.

_______________________________________________________________________

A pedra parece deixa o feiticeiro meio zonzo e, quando volta a correr, acaba tropeçando numa caixa que ficava no meio da viela escura e cai numa poça de água suja. O garoto para de correr ao ouvir o acontecido e vira pra trás, apenas para gritar:

- Haha! Me pega agora, seu babaca! Hahahahahaha!

O garoto então volta a correr, sumindo na escuridão, apenas seus passos constantes ecoando pelo corredor, enquanto o nalakir começa a se levantar novamente.

Aquele não parecia um bom dia.

_______________________________________________________________________

- Duvido muito, garoto. - Diz Cezar, pegando uma garrafa de martini e dispensando a taça oferecida pela atendente. - Ulric nunca teve negócios no leste. Talvez ele queira anexa-lo mais pra frente em seu plano de expansão, mas os caras que enfrentamos em Erent... - Ele toma um grande gole da garrafa. Parece que nem mesmo o brincalhão que não parece ligar para nada tinha um coração de gelo. - Não é algo que Ulric faria. Matar uma cidade inteira... Crianças, cara... Não. Acho que esses bastardos malditos agem por conta... Dah, não adianta... E ainda vamos ter que explicar tudo isso pro presidente, vai ser um show de horrores.

Ele toma mais uma golada. Você se pergunta como ele aguentaria participar de uma reunião naquele estado.

- Nem quero ver... Do jeito que vocês falam, esse cara parece um monstro... - Marcel diz, você não sabe se está se referindo a Ulric ou ao presidente.

Nina brinca com sua mão no balcão, dando pequenos saltos e mordiscando seu dedo levemente. Algumas vezes ela tinha atitudes de cachorro, outras vezes de gato. Era realmente um enigma, e isso o incitava mais em buscar uma resposta.

_______________________________________________________________________

- Argh, himmel, arsch!¹ - Esbraveja Ledyard ao sentir o nariz sendo colocado no lugar de origem. Apesar da clara ordem para segurar o choro, é impossível segurar as primeiras lágrimas, deixando os olhos do garoto marinados e vermelhos. - Obrigado, kit... Sinto falta dessa determinação no grupo. - Ele dá um soco no seu ombro, de brincadeira. Um hábito antigo.

VOcês saem da sala, deixando as bobinas de eletricidade apagarem sozinhas, deixando a sala escura novamente. Passam pelos mesmos corredores de antes, retornando para o pub. Klaus parece conversar com Cezar e Marcel, brincando com nina. Cada tempo que passa, você parece ter menos repúdio pela pequena criatura.

Eles são interrompidos pelo chamado de Risa:

- Klaus, Marcel e Cezar. O presidente nos aguarda para a reunião.

Ela os guia por alguns corredores, as bobinas de eletricidade acendendo conforme passam, fazendo o característico som de "choque". Klaus consegue reconhecer e identificar que aquilo era um invento, e utilizava um conceito parecido com o de suas pistolas. A magia e tecnologia fluindo juntas. Aquilo sempre te deixava animado, como se entrasse num mundo a parte.

Vocês chegam de frente para uma porta dupla, parecida com a da reunião anterior, mas um pouco maior. Ela abre uma das portas, e o ambiente escuro logo se enche pelas lamparinas de tom azulado. Uma enorme mesa se encontra no centro, de madeira escura, com diversas cadeiras em volta.

A imagem do cão correndo, simbolo dos cães cinzentos, está entalhada no meio da mesa. O nível de detalhes empregado é absurdo.

A sala está vazia, e vocês ouvem apenas as próprias respirações e pigarros. Cada um toma assento na grande mesa, todos se entreolhando.

Então, de uma entrada nos fundos da grande sala, passos pesados são ouvidos. A cada instante, uma bobina de luz é acesa nesse corredor e uma sombra cresce, conforme o ser caminha. Cada passo fazia a sombra aumentar de tamanho.

E então, de repente...

Todo aquele clima tenso se transforma em confusão. O que surge na frente de vocês, contrariando toda e qualquer expectativa, era um...

Gnomo?

Vestindo roupas que variam nos tons de preto e cinza, os pés descalços e uma pistola quase do seu tamanho em suas costas. Ele para, sério, encarando vocês. O clima tenso estava voltando. Ele abre a boca e...

- Fala ai cambada, tudo tranquilo? Cumé que foram de viagem? O Thaladus consegue ser um grande barbeiro quando tá com pressa! Hahahahaha!

Ele se senta na cadeira mais próxima da entrada por onde veio. Só agora vocês notam ser uma cadeira mais alta, e ele então põe os pés na mesa.

- Bom, que que tem pra agora? Lisa, me adiante sobre o assunto.

- É Risa, senhor.

- Tanto faz, Misa.

- Risa. - Ela diz, num tom ameaçador, enquanto olha para a prancheta.

- Que falta de senso de humor. - Diz o presidente, com cara de medo, olhando para sua subordinada.

- Ah, quase me esqueci, acho que vocês não me conheciam ainda. Meu nome é Bartholomeu Francis Tark Silver Chronophobianticus Camarandavinus Tentóvinus Alarakavina do vento do sul III! Mas podem me chamar de Bart. Ou presidente. Ou Pres., mas esse é apenas para as ladys.

Ele pisca para Liesel, em tom de brincadeira. Klaus não leva tão na brincadeira, mas se ele era quem dizia ser, merecia respeito, por qual motivo fosse.

- Hahahahahaha!


Todos se entreolham novamente, como se não acreditassem no que viam.

Aquele era mesmo... O líder de sua organização?


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 28, 2015 7:02 pm

Mando as luzes percorrem o corredor escuro, iluminando o caminho enquanto me levanto.

"Isso que eu ganho por ser o gênio aqui. Ai, meu nariz..." penso, e volto a correr.

Talvez eu já tenha perdido o rastro do garoto.

Se perder o rastro, desisto da corrida e vejo onde acabei parando.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Ter Abr 28, 2015 7:27 pm

- não parece que você veio aqui respeitar minha vontade... Mas me diga, tem algo que me interesse?


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Ter Abr 28, 2015 8:15 pm

Andamos até a sala de reunião, olho para Klaus, me aproximando dele. Sussurro em seu ouvido:

- Preste atenção em tudo... preciso que fique atento.

Volto para o seu lado, dando um sorriso para ele, como se dissesse para os outros: estou falando algo de casal para Klaus.

Sento em uma cadeira esperando que o líder venha nos ver. Um Gnomo entra e se apresenta, dando uma piscadela após a longa declaração. Uma das sobrancelhas se levantam.

Olho para todos e depois para ele novamente:

- Olá, Bart.

Havia esquecido do "prazer em conhecê-lo".


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Qua Abr 29, 2015 9:50 am

- Sim, ms. Pierce. Nossa... Organização já está ciente de sua condição especial. - Ele leva a mão a uma das pontas do bigode, puxando-o levemente para o lado. - E com condição, quero dizer que sabemos dos experimentos e dos responsáveis por tais atos. Nós queremos sua ajuda para derrubar os Cães Cinzentos, ms. Pierce.

Você se lembra, em flashs rápidos, do que os cães fizeram você passar. Injetando líquidos avermelhados em sua veia que faziam seu corpo queimar.

Todos os gritos que não puderam ser ouvidos.

Era uma proposta tentadora.

_______________________________________________________________________

Nahir lança as luzes para a frente, numa tentativa de alcançar o garoto, mas não havia sido rápido o bastante.

Então começa a olhar para os lados, tentando se localizar naquele labirinto de pequenas entradas. O cheiro agora piora, pois havia impregnado sua roupa.

Ele olha para trás, para começar a retornar pelo caminho de onde veio, desistindo da busca que havia começado, quando ouve novos sons. Eram sons abafados e um gemido baixo podia ser ouvido.

Role Perception.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 29, 2015 2:52 pm

Nahir_the_masked_dude rolls 1d20 = 11 (Perception)

- E eu me perdi. Parabéns Nahir - digo a mim mesmo, procurando o caminho de volta.

Talvez eu tenha escutado algo. Será que eu poderia ser útil agora?




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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Qua Abr 29, 2015 5:01 pm

Me recordo de tudo o que tenho agora: momentos de sofrimento... Onde meu corpo não mais era meu, apenas uma cobaia... Pior é saber que os malditos cachorros ainda nos jogaram fora...

- não vou mentir... Qualquer coisa que diga respeito à dar àqueles malditos o que merecem é bastante interessante. Mas serei pragmática: Estou mais interessada em minha memória e identidade. Seja lá o que fizeram comigo, além desses poderes, também me fez perder a memória... Também percebi que não envelheço... Não sei que vida perdi, se tenho filhos... Pais... Amigos ou até netos...


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Sex Maio 01, 2015 8:20 pm

- Yo - cumprimento o presidente, atento a tudo que se passa ao nosso redor. Não gostara da piscadela, mas pouco me importava: possuía autoconfiança o bastante para saber que Liesel não me deixaria por um baixinho que era da altura dos meus joelhos. Acho graça em meus próprios pensamentos, o que o gnomo pode interpretar como simpatia pelo sorriso.
- Belo lugar, bastante espaço pra uma casinha de cachorro, mas podia ter mais cerveja, e mais gelada, de preferência hahahaha. É bom finalmente conhecê-lo, sou Klaus, ouvi falar que o líder dos Cães era uma pessoa bastante diferente, mas não que era um gnomo. Não me interprete mal, acho que fui rude no comentário - estendo uma das mãos em cumprimento, ajeitando o sobretudo de pano grosso e tirando a luva de couro da mão estendida, em respeito. - Espero que possamos trabalhar bem juntos, sou todo ouvidos.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Seg Maio 04, 2015 5:42 pm

Nahir tenta descobrir de que direção vem os sons, mas não tem sucesso. Os ecos que o corredor gerava o confundiam, e eles não passam de sussurros abafados.
Ele começa sua volta para o lugar de onde veio. Ao contrário do que pensava, não era dificil achar o caminho de volta, o beco era quase todo em linha reta.

Logo se vê novamente na movimentada praça central. A confusão anterior parecia ter passado, visto que as pessoas que brigaram tanto pelas moedas não estavam mais a vista. Quem sabe o destino que dariam para elas?

Nahir não nota nada muito novo. Alguns idosos parecem jogar algum tipo de jogo de azar, com dados e um copo, que o feiticeiro desconhecia. Um homem com um rifle nas costas parece brincar com uma pequena garotinha, uma cena bem incomúm. A cidade parecia não ter sofrido nenhuma alteração, mesmo com a confusão anterior.

_______________________________________________________________________

O homem olha atentamente enquanto Pierce fala.

- Ah, sim, ms. Pierce. Nossos interesses com toda certeza serão os mesmos que os seus. Agora, presumindo que você vai colaborar conosco, estaria disposta a ouvir a proposta?

O jeito dele falar lhe incomodava um pouco. Talvez por ser educado demais, você não sabia ao certo.

_______________________________________________________________________

Todos trocam os devidos comprimentos, alguns ainda pasmos pela revelação do atual presidente.

Aquele era o terrível cão cinzento? Que chacinou esquadrões inteiros de Eisen sozinho?

Talvez não passassem de lendas mesmo.

Risa toma a palavra.

- Presidente, o motivo de nossa reunião é discutir o acontecido na cidade de Erent. Como você deve saber, esses são os membros que participaram da missão de infiltração na cidade.

Bartholomeu assente com a cabeça, enquanto termina de comer sua maçã. Risa está prestes a retomar sua fala quando uma batida forte na porta a interrompe.

Vocês olham para trás, para a porta por onde entraram, e vem algumas pessoas entrando. Vocês tomam um susto, ao perceberem quem eram.

Eram capitães.

O primeiro a adentrar é Turok Machado-Celeste, um draconato de dois metros de altura, escamas azul escuras, com uma armadura completa de cor negra, com exceção do capacete, que estava em seus braços. As costas eram enfeitadas pela capa cinza de capitão e pelo machado negro, entalhado com runas draconianas vermelhas. Ele é o líder da divisão de combate dos exércitos do oeste. Sua reputação em campo de batalha é terrível, conhecido por utilizar seu sopro de dragão para eletrocutar inimigos até os olhos saltarem de suas órbitas, e por seu machado impiedoso, tão afiado quanto suas presas, cortando carne e metal como se fosse manteiga, não importando se era humanoide ou um titã a vapor.

O segundo a entrar é Tallaniel Stormrage, um elfo de cabelos brancos e olhar arrogante. Utilizava uma armadura leve e carregava uma cimitarra ao lado do corpo. É o líder da divisão de inteligência, o responsável pelas infiltrações de mais alto risco. Suas palavras podem ser tão afiadas quanto sua espada.

O terceiro vocês demoram um pouco mais pra ver, por ter menos da metade da altura dos outros dois capitães. É Idokas Vanarios, um halfling de cabelos castanho-escuros e longos, cara carrancuda e olhar malandro. Tinha uma aparência mais jovem do que vocês imaginavam, mas os olhos indiciavam experiência.

O último a entrar chama atenção, mas pelos motivos errados. Logo ao entrar, deixou cair a pilha de livros que carregava, caindo logo em seguida ao tentar conter o ato. Era Gale Steinman, o líder do centro científico dos cães. Tem cabelos castanho curtos e um óculos fundo. O típico estudioso.

- Me p-p-p-perdoem, n-n-n-não foi p-p-por mal.

Ah, sim. Ele também é gago.

Todos começam a tomar assentos a mesa, que era enorme e possuía diversos lugares vagos ali ainda. Pra vocês, tudo é uma surpresa. Nunca haviam nem estado na presença de um capitão e, agora, já conheciam quatro pessoalmente. E se sentavam com eles.

- Haha, finalmente chegaram, seus bastardos inúteis! - Exclama Bartholomeu.

Os quatro capitães, em uníssono, falam:

- Cale a boca, bart.

- Ora! Mais respeito com o presidente! - Bartholomeu diz, ainda dando risada.

Risa agora os interrompe.

- Senhores, por favor, foco. Agora que todos estão reunidos, podemos dar inicio. - Ela olha para vocês. - Por favor, senhores. Nos contem o que aconteceu em Erent.

Todos olham para vocês, aguardando respostas. O lugar finalmente toma o tom sério que precisava.

(Pvt, se precisarem lembrar o que aconteceu.)


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Ter Maio 05, 2015 5:44 pm

Estico os dois braços, me espreguiçando.

- Corri e não alcancei o moleque. E pior que eu nem ia brigar com ele... - digo a mim mesmo, baixinho.

Lidar com essa cidade está sendo mais difícil que imaginei.

Observo melhor a cena do homem de rifle brincando com a garotinha. "Ah, algo normal por aqui? Ou o contrário?"




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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Ter Maio 05, 2015 6:17 pm

- Em resumo - me pronuncio, sentando-me à mesa -, um bando de babacas do sol tinha um representante na cidade. Ele manipulava os cidadãos da cidade baixa para que eles pensassem estar doentes, levava-os para a igreja e lá os estudava, realizava experimentos desumanos e criava aberra... - paro de súbito, meus dedos tocados pelo focinho de Nina. - Realizaram coisas sem perdão. Produziram quimeras, assassinaram quase a cidade inteira com minúsculas ressalvas, como nosso amigo Padre Marcelino, Pô e sua esposa. Foi difícil sair com vida daquele maldito lugar, principalmente quando um desgraçado vestido de cavaleiro assassinou o líder dos imbecis do sol e precisamos chutar seu maldito rabo metálico. - Acho que estou absorvendo bem o jeito de Liesel. Não sabia se era bom ou ruim, mas me sentia ótimo. - Foi isso. Basicamente.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Ter Maio 05, 2015 6:32 pm

Observo os capitães com atenção. Cada qual, a sua maneira, tinha uma personalidade distinta... porém, todos eles me passavam algo parecido com o que sentia quando meus punhos abalavam o inimigo: a urgência de fazer algo por si só; a adrenalina de ser algo.

Klaus começa a falar, parecia certamente nervoso com a situação que ocorreu em Erent. Claro que todos ficamos assustados e surpresos com a estranha seita e a cidade sendo ceifada de uma vez só.
Doeu bater nele..., penso, fitando novamente os meus punhos antes de voltar os meus olhos para todos eles:

- Eles também possuíam habilidades. Aparentemente, apenas os padres ou acólitos daquele lugar podiam abrir as portas. O material delas, não sei dizer o que era, mas tivemos que nos utilizar dos próprios padres para entrar na Igreja e socar alguns caras. Se é magia, ou qualquer energia especial que tenham, eles foram espertos em usar isso nas áreas de acesso. O homem de armadura, eu encostei nele, ya? Dei alguns socos e tentei nocauteá-lo, mas parece que ele também tinha algo de estranho, uma energia maligna.

Tentava lembrar de mais detalhes, mas era difícil. Tudo ocorrera rápido e de uma maneira agressiva:

- Ele queria sugar a energia daquelas pessoas para se tornar mais forte. Foi isso que eu senti... sei reconhecer a força de alguém só de olhá-la.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Ter Maio 05, 2015 7:54 pm

- És sempre tão polido? Ou é de fora? Sim, estou disposta. adiante a informação!

Em momento algum saio de perto da porta ou de minhas armas.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Qui Maio 07, 2015 3:06 pm

Nahir observa o homem armado com certo interesse, notando algo estranho. Os ishvalianos tinham olhos vermelhos. Os haradrim não tinham olhos de apenas uma cor, mas o castanho escuro predominava.

Só que aquele homem, você não sabe dizer se seria um militar ou não, possuía olhos azuis.

A criança de olhos vermelhos dá risada enquanto o homem sorri para ela, e ela balança o que parece ser um coelho de pelúcia.

A mente distraída de Nahir o faz notar o mais importante tarde demais.

O homem aponta uma pistola na direção da criança.

Antes que o feiticeiro pudesse erguer um dedo, o homem abre mais o sorriso e o disparo é feito, o fazendo arregalar os olhos por trás da máscara. O corpo da criança é arremessado pelo impacto da bala. O coelho de pelúcia, banhando em sangue, cai no chão junto da pequena garota.

A praça inteira permanece em silêncio por alguns segundos, Nahir apenas escutando a própria respiração aumentando a velocidade gradativamente. E, como se em câmera lenta, o jovem observa, num instante, os olhos do homem mudarem da coloração azul para o castanho, e o sorriso se transformar em um olhar confuso. Ele encara a própria arma e então olha para a criança e as pessoas ao redor.

O primeiro grito feminino é emitido, acompanhado de vários outros. O lugar se torna caos em poucos segundos e diversos ishvalianos armados descem dos telhados para ir em direção ao homem, que tenta se explicar, sem sucesso. Os homens apontam os rifles em sua direção e começam a alvejar o homem de braços levantados e olhar confuso.

As pessoas correm para todos os lados, muitas sem saber o que havia acontecido. Alguns acabam esbarrando em Nahir, que ainda processava a cena em sua mente.

O caos.

_______________________________________________________________________

O homem abre um sorriso.

- Perdão, ms. Pierce. Sabe... - Ele volta a gesticular. - ... eu já fui mordomo de uma família muito importante, e para isso tive que melhorar, e muito, minhas linguagens e modos. Por serem hábitos que levei anos para adquirir, resolvi mante-los. Mas... Voltando ao nosso assunto, fico feliz em saber que poderemos colaborar mutuamente para alcançar esse grande objetivo, de derrubar os Cães Cinzentos.

Ele para por um momento.

- Nós somos os Corsários. Somos um grupo que representa o governo de Eisen em missões que devem ser executadas de forma... Discreta, digamos. Por baixo dos panos.

Ele tira um envelope do bolso de seu paletó e te entrega.

- Aqui você encontrará alguns detalhes do que precisará fazer, mas, em resumo, você deverá invadir um dos laboratórios dos cães. Nós procuramos por algo que eles talvez tenham lá, mas ainda não sabemos o que é.

Um dos laboratórios? Existiam mais de um?

- Esperamos que seja a resposta dos experimentos que fizeram com você e os outros. Para isso, precisamos de suas habilidades.

Ele mantém o envelope esticado na sua direção.

- O que me diz, Ms. Pierce?

_______________________________________________________________________

Os olhos ficam fixos em vocês, enquanto relatam os acontecimentos. Vladimir e Cezar complementam com algumas informações que não haviam sido abordadas.

Reviver aquela cena pela terceira vez lhes trazia as mesmas memórias horríveis, de todas as pessoas mortas, de todas as atrocidades...

Nina ignora totalmente o assunto e sua seriedade, enquanto mordisca a palma de Klaus.

Cezar cita o acontecimento com os draconatos e como foram encontrados em forma de uma quimera gigante. Provavelmente a visão mais grotesca do lugar, uma quimera com forma esférica, com diversas cabeças e membros dos draconatos, agonizando e emitindo sons estranhos. Aquilo fazia revirar o estômago de qualquer um.

A expressão de Turok se fecha ao ouvir o que foi feito com alguns de seu povo.

- Devotos... - O homem dragão diz, sua voz gultural ecoando pela sala. - Nós devemos retaliar, Bart! Não podemos deixar que façam isso com meu povo e saiam ilesos!

- Não é tão simples assim, capitão Turok. Precisamos analisar todas as variáveis, não temos apenas devotos como inimigos e talvez Erent seja um inimigo mais imediato. - Tallaniel retruca. Seu jeito de falar era tipico do que diziam os elfos: Soando arrogante.

- Foi mal Talla, mas eu to com o lagartão nessa. Não dá pra deixar uns maluco desses a solta, e se fizerem isso em outra cidade? Aposto que tinha halflings lá também cara, não dá pra deixar barato. - Idokas diz, afirmando sua posição junto de Turok.

- Se nos apressarmos, só mandaremos mais soldados para a morte. A morte do velho não é o bastante para vocês? - Tallaniel rebate com palavras duras, mas que parecem fazer sentido.

Dessa vez, para a surpresa de todos, é Bart que se manifesta.

- Eu concordo com Tallaniel. Precisamos estudar o inimigo antes, já que nunca precisamos lidar com os devotos antes. Já deu pra perceber do que são capazes. Risa, o que nos sugere.

Era a primeira vez que falara o nome dela corretamente naquela ocasião.

- Eisen é prioridade. Não podemos deixar que se aproximem da capital. Conversando com Liesel e Ledyard, pensamos na possibilidade de parar algum comboio deles. Talvez algum caminhão de carregamento de armas. Estariamos conseguindo armas para os Kriegels e informações sobre o ataque a Le Havre e a possível participação de um Stern Ritter no ataque. Tallaniel, se tiver algo...

- Não sei de um caminhão, mas... Um trem vai sair de Saratov para a grande capital. É quase certeza ser um carregamento de armas, e é certeza que algum alto escalão estará ali.

Bart parece analisar por alguns segundos.

- Eu voto Sim para essa sugestão. Alguém vota contra? Liesel e Ledyard, quantos e quem vocês gostariam que acompanhassem? Teremos suporte dos Kriegels?


- Sim, os Kriegels darão suporte. Mas, visto que os trens de Eisen não são dos mais fáceis de se parar... Umas 30 pessoas seria um bom número. Sem chamar muita atenção e tendo o suficiente para suporte, caso algo dê errado.


- Certo. E você, Liesel?


Escolhas.

_______________________________________________________________________

Zahira se senta num dos escombros da cidade recém-destruída.

Zabrak, um de seus companheiros de escamas vermelhas, retorna ao ponto de encontro onde você aguardava, sua mão trazendo diversos escalpos de humanos.

- Viu, Zahira? Até que deu pra fazer a festa aqui hoje! Hahahaha'

O humor de seu companheiro era doentio, mas já não te incomodava tanto.

A missão havia sido bem sucedida, vocês haviam destruído mais uma cidade que havia cedido a maldita tecnologia. Armas de fogo, luzes artificiais. Tudo aquilo era imperdoável.

Em sua mão, um colar com um cristal branco amarrado. Você o encontrara em meio aos escombros, e sua beleza o chamou a atenção, o tomando pra si.

Vocês ficam mais alguns minutos envolta da fogueira, aguardando o terceiro companheiro retornar.

O som de alguns murmúrios pode ser ouvido, e logo vocês veem Eldest, o mais velho dos três e de escamas negras, voltando com um homem, provavelmente de meia idade, amordaçado e sendo arrastado até vocês.

- Esse aqui sobreviveu, pode nos dar algumas respostas.

Ele olha assustado para os três draconatos.

Zahira sabia que era hora do interrogatório.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Qui Maio 07, 2015 5:32 pm

Fecho os punhos. Sinto-me nervoso, pela primeira vez em minha peregrinação, por ver uma inocente morta daquele jeito.

Mas havia algo além do que um simples homem louco atirando na menina que sorria segundos antes...

- Esperem! Esse homem foi possuído. Foi controlado! Os olhos dele ficaram azuis e atiraram nela - sabia que estava me arriscando, mas corro até o corpo caído do assassino.

Uma velha lenda, sobre demônios que possuíam pessoas inocentes, me vem a mente.
Uso Detectar Magia no corpo caído, talvez pudesse encontrar algo.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Qui Maio 07, 2015 6:26 pm

Nahir passa por entre as balas e gritos e se ajoelha perto do corpo do homem. Ele olhava com um olhar vazio enquanto gorgoleja sangue. Diversos buracos de bala em seu peito e um certeiro em seu pescoço. Ele estica a mão em sua direção e parece que tenta falar, mas o sangue que sai na tentativa o faz se engasgar mais ainda.

Numa jogada esperta, Nahir consegue sentir o resquício de uma presença arcana no homem. A magia utilizada foge dos conhecimentos do jovem nalakir, o que o faz pensar se é alguma magia de alto nível.

Quem quer que a tenha usado... Acabara de ser o estopim de uma guerra, e Nahir estava no centro do campo de batalha.

Alguns tiros são ouvidos a mais e os ishvalianos que alvejaram o suposto assassino começam a trocar tiros com um grupo de haradrim que haviam surgido de algum dos becos.

Nahir sabe que ali não era seguro.

Ao olhar novamente para o homem, vê uma cena ironicamente triste. O homem já não respirava mais e, em um último ato, havia segurado a mão da garotinha que acabara de matar. O sangue dos dois se unindo em uma única poça.

A cor dos olhos era uma diferença tão grande assim entre dois povos irmãos?


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Qui Maio 07, 2015 6:47 pm

"Como um gênio para isso?" eu acabara de ver uma guerra começando na minha frente.
Era uma ferida que precisasse ser estancada...

- Ei, idiotas! Estão sendo manipulados!!! - vejo os dois grupos começando a trocar tiros.
Eu estava correndo risco ali, mas era a única testemunha imparcial.

- OHR! - digo a palavra, invocando uma magia: a inscrição (אוֹר) surge na testa da máscara e em seguida explode em luz.

*Conjuro Flare (alcance de 35ft) nos soldados que se enfrentam*

- PAREM!




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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Qui Maio 07, 2015 6:48 pm

Zabrak tem um humor peculiar e mórbido. No início, eu chegava até a me empolgar quando ele surgia e depois assustava um pouco, começava a gargalhar para contar pontos. Agora isso é bobagem.

Desvio o olhar sem sorrir e volto a esfregar um pedaço de madeira no outro. Ele me conhece, sabe que se não o repreendi, estou, de certa forma, apoiando.

Observo a presa chegando com desprezo. Não sinto raiva daquela pessoa. Simplesmente não sinto nada que não seja um tipo de prazer em demonstrar a força do nosso grupo, da nossa causa. Para falar a verdade, acho engraçado como eles suplicam. Como fazem tudo errado e depois ficam assim. Eles agem como raça superior, como inteligentes e inventores. Até nos ver.

É isso que gosto. De ver como essa superioridade é falsa. Essa tecnologia é uma mentira para protegê-los.

Sei que é minha vez de fazer algo, então solto os gravetos na fogueira e me levanto. O tilintar de meus equipamentos balançando também me agradar.

Aproximo fazendo um som animalesco baixo. Só para assustá-lo.  Eu o encaro de cima, abrindo um tipo de sorriso sádico. Em seguida, faço um som parecido com o de cobra, o que poderia ser interpretado com um sorriso. Não falo, pois preciso manter a pose.


Comecem a interrogar, amigos. Ele vai falar.

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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Qui Maio 07, 2015 7:00 pm

Abro o envelope. Ansiedade me define.

- Sim meu bom homem - digo devagar, forçando a educação - Estou completamente dentro.


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Re: Prólogo - Rising Sun

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