Prólogo - Rising Sun

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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Qua Jun 10, 2015 8:18 am

[Zahira]

- Imbecil

Resmungo abaixando meu machado. Essa atitude é acrescentada a uma lista mental. Não posso puni-lo porque não tenho autoridade. Na verdade, nenhum de nós tem. Só tenho a liberdade de não querer trabalhar com ele ou de largá-lo e ignorá-lo.

Uma parte de mim gostaria de encontrar a família daquele homem e levar a cabeça de Zabrak, mas acontece que a culpa foi deles por se meter com tecnologia, para começo de conversa. No fim, estarão todos abraçados a seus aparatos tecnológicos em Niflheim.

Finalmente me mexo, recolhendo o machado e virando de costas, parando só antes de ir embora.

- Vamos para a base. Contar que o tal do Quoorin resolveu nos desafiar e botar a cabeça dele a prêmio. Vai ficar mais fácil de achá-lo assim. Perguntamos por lá se alguém sabe onde ele está agora. Já chega de tolerância com esse baixinho atrevido. Zabrak, desse você vai poder arrancar o escalpo.

Agora mudo de ideia. Um guerreiro brutal como ele é ótimo para fazer a verdadeira justiça. Já não ligo mais para o pai de família morto. Foi apenas uma vítima das escolhas que eles fizeram.
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Qui Jun 11, 2015 1:31 pm

O soldado faz uma careta ao receber o Toque da Fadiga, sua expressão ficando cansada quase que no mesmo instante. O efeito do thunderstomp passa, e ele se apoia na parede, grunhindo frases indecifráveis. Como tudo naquela cidade, elas não pareciam muito amigáveis.

Necromancia.

Você sente uma sensação ruim percorrer seu corpo. Não é nada que te impeça de fazer algo, mas a sensação fica lá, como se acumulasse cada vez que você usava magias daquele tipo.

A garota olha, parecendo te reconhecer agora. Um misto de alívio e medo, visto que você havia aparecido do nada.

- O... Obrigada... - Ela diz, meio relutante. Você não consegue ouvir, mas a leitura labial não foi difícil. Os fios morenos da franja caindo bagunçados na frente do rosto.

Você a ajuda a levantar, ela respira de forma ofegante devido ao susto.

O som do tiroteio é ensurdecedor, agora somado ao gritos de incontáveis almas em agonia. Você tenta procurar um caminho para fujir, mas os feixes de luz, que você consegue identificar como as balas, voam freneticamente cortando o ar de um lado para o outro entre cada rua estreita.

Quando o desespero de não saber para onde ir começa a surgir, a garota é quem toma a frente, te guiando por alguns becos mais estreitos ainda, que alguém mais parrudo não conseguiria passar.

O labirinto de ruelas se acaba numa pequena área, como se fosse um quintal que ninguém usava a tempos. O som da guerra a fora parece diminuir.

A garota olha para os lados, tendo certeza de que ninguém está observando e abre uma pequena escotilha, atrás de umas caixas e barris velhos, que dá no subsolo. A escotilha estava bem escondida pois a areia cobria ela como um todo. Apenas alguém que realmente sabia que ela estava ali poderia identificar no local.

Vocês descem uma espécie de escada pequena, dando num lugar pequeno e escuro. Ela espera você descer, e então fecha a escotilha.

Escuridão total.

De repente, você ouve como se ela estivesse esfregando as mãos. Ela então assopra e você vê uma pequena chama saindo das mãos dela.

- Agora devemos ficar seguros... - Ela diz, a voz doce enquanto encara a chama que acabara de gerar.

Magia?!

_______________________________________________________________________

Zabrak abre ainda mais o sorriso doentio.

- Agora sim, lagartixas, estão falando como verdadeiros draconatos. - Ele diz e passa a lingua bifurcada levemente sobre a lâmina do machado.

- Tsc. - Eldest fazia o tipo de irmão mais velho, que desaprova tudo que o mais novo faz. Mesmo não sendo irmãos, era essa a relação entre os dois. - Vamos logo então.

Vocês pegam suas coisas e partem em direção a base. É um dia de caminhada. Vocês param em uma encosta de montanha e montam acampamento. Já é de noite, Eldest começa a assar alguma carne que tinha guardado e Zabrak sai para vasculhar o perímetro e caçar algo, caso encontre no caminho.

(Você pode ficar com Eldest na fogueira ou sair para fazer o perímetro com Zabrak, se quiser.)


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Qui Jun 11, 2015 5:50 pm

No fim era eu guiado pela garota. As ruelas, os sons de tiros, tudo se mistura num turbilhão de emoções.
A imagem da criança morta e do olhar de desespero estão gravadas na minha mente.

Os gênios de meus livros nunca tinham lidado com isso.

O corredor escuro e ela gera...uma chama?

- M-Magia? - digo, impressionado e curioso ao mesmo tempo.
A curiosidade pela magia...isso me lembra a minha infância. Mas a hora de falar disso seria depois.

- Eu vi...tudo começou com...tinha uma garotinha, ela sorria e brincava com o soldado. Mas ai os olhos dele mudaram de cor e ele atirou nela, mas logo depois os olhos voltaram ao normal e aicomeçaramaatirarneleetodomundoentrouemguerra... - paro de falar para respirar. Havia disparado a falar, a garota poderia acabar não entendendo o que eu falava.

- Manipularam isso. Incitaram essa batalha - consigo dizer, encarando a garota.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Qui Jun 11, 2015 8:27 pm

- Essa não... é muito pior do que eu imaginei - comento, enquanto as páginas correm entre meu dedos. Aponto os fatos para Lis conforme vou lendo, pensativo, estudando os símbolos religiosos e seus conceitos. O fanatismo cego é visível em cada uma das sub-seitas. - Se isso chegar até nós... meu Deus... eu pensei que vivíamos um inferno, mas não é nem metade do que viria a ser se esses malditos fizessem suas incursões religiosas por aqui. Seria uma cruzada... e muito sangue poderia ser derramado.
Sinto o cansaço finalmente afetar minha mente, quando fecho o livro após ler a última página. Bocejo, despretensiosamente, notando que já havia anoitecido lá fora e eu nem tinha notado.
Nina emite um gemido, roçando as orelhas em minhas pernas, como se me consolasse. Ou talvez ela estivesse com fome, no fim das contas. Eu mesmo já estava.
E com sono.
- Espere - estaco, finalmente dando por mim. - E se... as incursões não nos atingiram... porque de alguma forma o Governo está ligado à seita? Ou talvez um acordo barrasse os Filhos do Deus Sol em nossas terras? - meus punhos cerram. - Se isso for verdade... então as trevas que pairam sobre este continente são muito maiores do que eu havia me dado conta até aqui...como fui tolo...



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Sex Jun 12, 2015 9:43 am


De certa forma, sou irmã deles também. Por isso fica mais fácil "perdoar" e achar que a atitude anterior foi só uma explosão impensada. Ranjo os dentes, finalmente acalmando e decido segui-los em silêncio.

Continuo com uma inquietação dentro de mim, por isso preciso sair pra "caçar". Se Zabrak se envolver com alguém, quero quebrar ossos antes dele e, quem sabe, dar um soco nele "sem querer" no processo.
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Qua Jun 17, 2015 5:37 pm

Escuto atentamente as observações de Klaus. Ele parecia nervoso, cerrando os punhos. À essa altura eu já começava a tirar minhas próprias conclusões:

- Se o Governo estava barrando eles, não deve estar mais, Klaus. Esse mundo é pura guerra, mas afastar os religiosos parecia ser uma tática bem suficiente para algum dos lados. Talvez não se trate nem de Chanson e nem de Eisen, e sim dos outros povos. - olho para ele, bocejando e acariciando Nina - Não temos mais apenas o Ulric como alvo... isso vai adiar meus planos, uma droga.

Me aproximo de Klaus, meio confidente:

- A única vantagem disso é, que se eles vierem em nossa direção, vamos poder dar porrada em casa.

É... lutar não era ruim. Me fazia pulsar... me sentir menos morta. Aquele mundo era apenas guerra e poeira, mas lutar me fazia sentir viva. Era uma espécie de esperança que eu podia sentir quando me movia. Um soco, um suspiro e mais um dia viva. Pulsando. Correndo na velocidade da luz, pronta para que os inimigos beijassem as bandagens das minhas mãos. Inimigos, no plural. Eu já estava esperando por eles.

Sempre esperei.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Qui Jun 18, 2015 1:46 am

O lugar ao seu redor ganha forma conforme luz e trevas disputam seus lugares, bruxuleando conforme a chama dança na palma da mão da garota. Uma pequena sala, outrora talvez um depósito. Não parecia ser usado há muito, a poeira formava uma camada que separava seus pés do "verdadeiro" chão.

Ela escuta tudo, um breve sorriso quando você se enrola descrevendo os acontecimentos, que logo é substituído pela expressão assustada e indignada.

- Eu conhecia ela... A criança... - Ela diz, baixando a cabeça. A chama parecia reagir conforme suas emoções, se tornando mais fraca agora. - Ela era tão doce... Mas... Agora, você dizer que não ser culpa daquele Haradrim em atirar nela... Não fazer sentido... Quem ganhar algo com isso?

Pela voz da garota, aqueles eram acontecimentos que não pareciam surpreender tanto. Aquela cidade já sofria há muito tempo.

E alguém queria que continuasse assim.




Zabrak parece ficar surpreso por um instante, ao ver que você o acompanharia na caçada. Mas logo a expressão é trocada pelo escárnio habitual. Eldest permanece no acampamento, cuidando da refeição e de qualquer outra tarefa que precisasse de atenção imediata.

Zabrak pega seus equipamentos de caça. Independente de sua personalidade, era impossível negar suas habilidades como caçador. Ele mais parecia ir para a guerra. Três lanças de tamanhos diferentes penduradas em suas costas, dividindo lugar com uma aljava e um arco. Do seu flanco esquerdo pendem algumas armadilhas para coelhos, além de facas para esviscerar e desossar. Do direito, o machado de pedra, seu fiel companheiro, e uma pequena machadinha de arremesso.

Vocês caminham pela floresta por vários minutos em silêncio. Zabrak dispõe algumas das armadilhas no chão e faz marcações nas árvores para se lembrar de onde as havia botado.

O silêncio então é cortado pela voz rouca do draconato.

- Hey... Er... Foi mal por mais cedo. - Desculpas sinceras vindas de alguém tão... Brutal, eram uma verdadeira surpresa. - Meus pais morreram na mão desses pele rosa quando eu era criança. Mataram eles bem na minha frente, pegaram as escamas pra vender e disseram que iam me manter preso até ter idade pras minhas valerem dinheiro. Sei que não é justificativa, mas mesmo assim... Não guento ficar perto deles, tenho vontade de esfolar todos que eu ver.

Ele para por um instante, instintivamente fazendo você parar também. Ele saca a lança menor, própria para arremesso. Um cervo parado logo a frente. A arma é lançada, acertando seu alvo na parte traseira, impedindo que ele consiga correr. Ele então corre em direção ao animal com uma das facas em punho. O segurando pelos chifres, enquanto o animal se debatia, ele enfia a lâmina no peitoral, fazendo os desesperados movimentos cessarem.

- Consegui a janta de hoje, hehehe.




Diversas teorias se formam em suas mentes.

Algum tratado entre Eisen e os Devotos? Porque os devotos passariam a atacar Chanson? O que ganhariam com isso? Será que as cruzadas retornariam?

Vocês não tinham as respostas. Mas sua próxima missão talvez as trouxesse.

O sono finalmente toma conta de vocês, que saem da biblioteca e se dirigem aos dormitórios, Klaus levando o livro junto.

Existem diversos quartos na base. Vocês pegam uma chave com a responsável e se dirigem a ele. É um quarto simples, uma cama de casal grande, um criado mudo e um banheiro ao lado. Não havia mais nada que precisassem. Vocês tiram suas mochilas e, enquanto Klaus ajeita uma espécie de cama para Nina, juntando alguns panos e retalhos que havia encontrado, Liesel cai na cama, claramente embriagada.

Klaus se permite dar um sorriso.

Aquele era um motivo pelo qual valia a pena lutar.

Nina mordisca seu dedo de leve, dando pequenos empurrões com as patas minúsculas. Um desejo de boa noite é o suficiente para vê-la fechando os olhinhos.

Você logo se deita também, empurrando um pouco Liesel para o lado, que ocupava a maior parte da cama, esparramada e com o claro cheiro de uma pilsner exalando, como ela havia lhe ensinado uma vez sobre cervejas.

Você fecha os olhos, apenas para logo abri-los com o som de alguém batendo à porta. Raios de sol começam a entrar pela janela, indicando que algumas horas haviam passado. Liesel não faz menor menção de acordar, mas Nina começa a cobrir o rosto com uma das patas, a luz impedindo que tivesse seu sono.

São batidas calmas, mas insistentes.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Qui Jun 18, 2015 7:25 am

[Zahira]

- Idiota - respondo quase emendando o fim da frase dele, um jeito "carinhoso" de dizer que está tudo bem e ao mesmo tempo evitar que ele fique lembrando demais dessas coisas.

Eu fico um pouco mexida com isso. Não dá pra querer que ele seja bonzinho perto de um pele-rosa. Eles não seriam. Nem foram.

Faço um som raivoso. Também tenho uma certa aversão por esses "humanos". Foram eles que começaram a estragar tudo.

- Tô nem aí pra esses rosadinhos. Só achei que podia sujar pra gente. Esses putos são... (para)

Olho em volta e fico a postos, apenas por precaução, mas sei que ele vai conseguir lidar com isso sem nenhuma ajuda.

- Boa, Zabrak.

Sorrio e volto à posição normal.

- Quer ajuda com isso aí?

E me aproximo, para talvez ajudar a carregá-lo ou terminar de cortar.


OFF: :( tadinho do bicho.
*chora*
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Qui Jun 18, 2015 12:05 pm

- Caramba... - ao sentar na cama, percebo o quanto ainda estou com sono. - Odeio acordar cedo num sábado... - me levanto com cuidado, para não acordar Liesel. Sabia que o barulho na porta dificilmente a despertaria. - Quem gostaria? - pergunto, enquanto apanho as pistolas no criado mudo, carregadas, ajeitando os coldres no cinto enquanto me visto rapidamente. ''Seja quem for, espero que tenha me acordado com um excelente motivo".



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Qui Jun 18, 2015 2:54 pm

Sinto-me um pouco melhor ao ver o sorriso da garota. Nem sabia o nome dela, mas que coisa...

E então ela fica séria, entendendo o que eu quis dizer.

- Eu li...eu leio bastante, que nas guerras quem lucra é quem vende armas, coisas do tipo. Será que alguém está lucrando com esse conflito?

Mas que coisa inútil, matar e matar por dinheiro. Pra mim o ouro não vale tanto assim.
Lembro do sultão que ajudei, o abastado nômade que me deu bastante dinheiro quando eu ajudei com aquela fera. Será que ele já fez coisas erradas assim pra ter tudo aquilo?

- Existe alguém com quem podemos conversar? Alguém importante, que seja tipo um líder...ah, talvez eu saiba. Aliás, desculpe, mas qual seu nome? - digo, lembrando de alguns modos - Sou Nahir, um nalakir. É, acho que você notou.

Coloco a mão sobre a cabeça, um tanto sem-graça.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Sab Jun 20, 2015 2:16 am

Vocês iniciam o processo de separar carne e pele. A carne é salgada e posta em pequenos compartimentos de couro. Vocês não precisavam da pele, pois não passavam frio, mas talvez algum mercador no caminho se interessasse por elas.

Ou então vocês o fariam se interessar.

Os restos são deixados para trás. Atrairia a atenção de possíveis predadores e desviaria a atenção de vocês. Vocês começam então a retornar para o acampamento. No caminho, recolhem as armadilhas para coelhos. Apenas uma delas havia sido disparada, o coelho com o pescoço quase partido ao meio. Uma morte rápida e indolor, tamanha a força da armadilha.

Eldest os espera, junto de uma panela sobre a fogueira, esquentando água.

- Hm, vejo que conseguiram algo. Me deem uns pedaços, vou começar a prepara-los.

Zabrak entrega os pequenos compartimentos de couro para o outro draconato, que começa a espeta-los em galhos.

Vocês poderiam muito bem comer as carnes cruas, mas não era tão apetitoso.

- Não vejo a hora de esfolar a cara desse tal "Quoorin" ai. - Diz Zabrak.

- Dessa vez tenho que concordar contigo. - Eldest balançava a cabeça afirmativamente. - O que acha que devíamos falar pra eles quando chegarmos a base, Zahira?

(Próximo post vocês já chegam na base.)




A batida insiste mais uma vez, antes da voz masculina finalmente se manifestar. Liesel começa a acordar, devido ao barulho. Obviamente, não está nada feliz com isso. Nina ainda tenta se esconder do maléfico raio de sol que vinha direto em seu rosto.

- O capitão Tallaniel tem uma mensagem. Houve uma mudança de planos, vocês partem hoje para Le Havre. Não tenho detalhes, mas o capitão espera por vocês no último andar.

Porque haviam mudado os planos de última hora?

(Vocês sabem onde fica esse local, podem ir direto se quiserem.)




- N... Na-rir... Nahir... - Ela diz algumas vezes, tentando consertar o som de 'r'. - Eu me chamar Karin...

Ela ainda parece meio triste.

- Não saber de ninguém que vender armas, a guerra entre nossos povos é antiga... Mas eles nunca matar crianças... Não saber quem pode ter sido...

Ela então se senta no chão. Era bem provável que demorasse um bom tempo antes que as coisas se "acalmassem" lá fora. Ela olha pra você, te encarando por alguns segundos. Então, com a mão livre, aponta para o próprio rosto e diz:

- Por que... - Ela faz meio que um contorno com a mão envolta do próprio rosto. - Máscara?

O fato dos nalakir terem se tornado um povo nômade os fez se afastarem das cidades maiores, temendo algum encontro com devotos.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Sab Jun 20, 2015 10:52 am

Então o vilão dessa guerra toda não é óbvio...que complicado, eu não achei que era tão difícil assim lidar com a guerra. Acho que os livros deixam muitos detalhes de fora.

Me sento também, faço uma careta ao sentir os ferimentos de bala agora que a adrenalina passou.
Não que alguém possa ver minha careta.

- Ah, a máscara? É um costume do povo nalakir, um selo... - será que eu consigo explicar sem complicar muito? A barreira da língua pode dificultar um pouco.

- Nós nalakir contamos a história de que no primórdio dos tempos Elohim, o Deus criador, viu uma tribo nômade do deserto e se compadeceu de seu sofrimento, porque estavam sem água e esperança. Ele lhes deu máscaras, trajes na verdade, que ajudavam a se manterem no clima agressivo e lhes ensinou magia.

A Dobra.

- Do deserto eles começaram uma civilização, os nalakir se tornaram grandes e o povo se tornou próspero. Mas nunca nos esquecemos do selo de Elohim, as máscaras.

Lembro das palavras sagradas e as recito de cor:

- "Com estas máscaras, sois meu povo, e com este selo tendes minha promessa. Os nalakir não perecerão enquanto as vestirem"

Até agora Elohim manteve a promessa. Posso ser o último nalakir, mas ainda não perecemos. Ainda não acabou.

- Eu não devo tirar minha máscara a menos que eu esteja sozinho ou esteja diante de família ou...cônjuge. Érr, então, por isso eu uso máscara.

Me sinto sem graça. Já tinha contado a história outras vezes, mas dessa vez pareceu mais difícil.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Dom Jun 21, 2015 10:27 pm

[Zahira]
- Temos que avisar que esse Quoorin está gozando da nossa cara. Que está fazendo negócios por aí e botar a cabeça dele a prêmio - especialmente esses novatos sem nome. Se alguém tiver informações sobre ele, deve vir conosco o quanto antes ou a gente pode se separar em grupos para procurar. Porque esse inseto é como uma agulha no palheiro. Mas pelo mesmo motivo não deve ser difícil que alguém tenha notado um halfling invadindo a região do império com suas tubulações e tecnologia perigosa. Mas não é pra arrancar o escalpo dele sem descobrir quem está por trás disso.

Essa última frase eu falo especialmente para Zabrak, enquanto separo outros pedaços para Eldest. Falar desse maldito dá um pouco de mais prazer ao rasgar a carne com os dentes. O curioso é que todo o papo do exagero de Zabrak já tinha ficado para trás na minha cabeça. Afinal, não éramos rancorosos entre nós. Especialmente com um objetivo em comum.


O halfling não era bem um problema. O erro dele era fornecer aos outros o mal do mundo, além da invasão de terras.Poderia estar armando os rosadinhos e ninguém merecia isso.
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Ter Jun 23, 2015 1:31 am

- Ok, mensagem recebida - respondo, me voltando para Liesel. - O que acha disso? Parece que nosso passeio da sabotagem foi antecipado... espero que o chefe saiba o que está fazendo.
Recolho minhas armas, ajeitando-as nos coldres. Recolho minhas mudas de roupas e a provisão disponível a guardo no saco de viagem, em compartimentos separados da pólvora e do éter.
- Nina, se você prometer se comportar, eu posso levar você junto, o que me diz? - Mostro a ela uma abertura maior na mochila, onde ele caberia tranquilamente. Gostava cada vez mais da pequena. - Está pronta, meu bem? - pergunto a Lis, que claramente parecia ter sido atropelada pelo caminhão do sono eterno.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por arcanjosna em Qui Jun 25, 2015 2:02 pm

Avalio o interior do veículo, deixando o Rapier na mão, apontado para baixo.

- para onde estamos indo? - digo enquanto entro.


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Qui Jun 25, 2015 2:12 pm

Desperto com os sons insistentes na porta. Olho de soslaio para Klaus que parecia paparicar Nina e guardar seus pertences, organizando à sua maneira todos aqueles aparatos e pólvoras.

Esse mundo... tem cheiro de pólvora.

Ele bate em uma entrada da mochila, sinalizando e conversando com a pequenininha:

- Estou... estou pronta para não ser acordada por um barulho irritante... - digo, sonolenta - pronta para o que?

Minha cabeça está leve... preciso maneirar um pouco... talvez.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Qui Jun 25, 2015 2:43 pm

- Acho que o plano de sabotagem vai ser iniciado mais cedo que o previsto - bagunço os cabelos de Lis, deixando Nina entrar na mochila sozinha. - Estão nos convocando urgentemente. Pra ser sincero, estava começando a me cansar do marasmo - sorrio. - Ainda que eu ache que isso é mais divertido pra você que pra mim - beijo sua testa, com carinho. - Não é o que eu desejava, mas podemos tomar café no caminho, vamos?



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Aleleeh em Ter Jun 30, 2015 7:46 pm

Me levanto após o beijo de Klaus, tateando em busca das minhas roupas. Começo a me trocar despreocupadamente, ainda um tanto irritada:

- Preciso de uma cerveja... eu acho.

Era o que eu poderia fazer por ele, agora. Após colocar as roupas, fecho os milhares de fechos e zíperes do coturno, colocando ainda mais faixas e bandagens em minhas mãos, no cotovelo esquerdo. Uma joelheira ia no joelho direito, acoplada no tecido de sarja militar da calça. Arrumo rapidamente o cabelo para não esvoaçar no meu rosto.

Estava pronta para sair dali. Pego a mochila conferindo rápido se tudo estava ali: bandagens extras e milhares de curativos. Duas mudas de roupa diferente e fivelas para o coturno. Um cartucho de munição, para o caso de extrema necessidade. Um soco inglês e dois pares de luvas, uma com os dedos à mostra e outra para o frio.
Tinha também dentro de um pacote, pretzels amanhecidos com canela e duas garrafas de cerveja. Ao lado, uma de água... pelo menos, parecia água.

Talvez fosse vodka ou coisa assim. Havia colocado na mochila tão às pressas que poderia ser qualquer coisa, agora.

Abro a porta, olhando para Klaus:

- Podemos ir... gostaria muito de tomar café no caminho.

Forço um sorriso.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Stein em Sab Jul 04, 2015 12:07 pm

- Gostaria muito de estar em casa, Baby - digo, fechando a porta atrás de nós, impulsionado pelo sorriso de Lis.
Rapidamente, nos dirigimos ao local indicado, com Nina quietinha na mochila às minhas costas. Inteligente, ela parecia se portar como uma criança humana, e sabia que não deveria revelar que estava indo conosco. Imaginava se os Cães me permitiriam levar comigo um fruto dos experimentos dos Imbecis do Sol... O fato era que eu não considerava Nina uma ameaça, muito menos a desprezava. Eu protegeria aquela pequena, e sabia que Lis me apoiaria.
Se encontrarmos um lugar no meio do caminho, peço algo para nosso café da manhã improvisado. Contudo, sem paradas longas, vamos apressadamente para o lugar indicado.



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Ter Jul 07, 2015 12:37 am

A garota sorri e dá um riso abafado, parecendo até uma criança, tapando parcialmente a boca para não parecer um deboche.

- Meu povo ser meio... Fechado... Não gostam muito de arcanos... - Karin olha fixamente para a chama na palma da mão. - Pelo menos você não parecer ter problema com isso, se fosse qualquer outro, teria me apedrejado...

O som de uma explosão, seguido de diversos gritos desesperados faz a chama quase se apagar, devido ao susto. A sensação era de que aquilo nunca terminaria.

Uma sociedade que não aprova a magia. Talvez isso explicasse o motivo do nalakir ter sido alvejado.




A noite passa e levantar acampamento não é uma tarefa demorada. Em poucos minutos, vocês já caminhavam pela estrada de pedra novamente. Em poucas horas estariam próximos da sede.

- Hey Eld. - Zabrak quebrava o silêncio. - A gente podia agitar um torneio quando chegasse na sede, né não? To louco pra arrebentar aqueles babacas dos Narqull.

Ele soca uma mão na palma da outra. Os Narqull eram três irmãos draconatos e tinham uma rivalidade especial com vocês três. O que era perfeito, três contra três, alguns barris de cerveja, perde quem não aguentar ficar de pé. Não havia nada melhor.

- Até que não é uma má ideia, Zabrak. - Eldest exibia agora um sorriso grande. - Ficamos empatados da última vez, acho que já é hora de virarmos o jog...

A frase termina suspensa no ar, enquanto Eldest olha pasmo para o horizonte. Uma grande nuvem de fumaça preta saía do chão e aos poucos encobria ainda mais o céu.

A sede ficava logo embaixo da fumaça.




Pão quente com manteiga e café expresso era o café da manhã que podiam tomar num espaço curto de tempo. Nina se contentara com alguns croutons que Klaus botara na mochila.

A dor de cabeça começava a passar para Liesel. Café funcionava como uma poção mágica, nesse quesito.

Vocês descem as escadas que levam ao último andar no subsolo enquanto terminam a refeição apressada. Nunca era bom deixar um capitão esperando e, se Tallaniel, conhecido por sua mente fria e calculista, havia mudado os planos, algo não estava certo.

Chegando no local, uma espécie de armazém enorme, diversos homens carregam caixas para dentro de caminhões, contendo munições e suprimentos. Pareciam estar com pressa, por algum motivo.

Não demora muito até acharem o capitão de orelhas pontudas e cabelos prateados. Ao seu lado, Cezar, Vladimir e Ledyard esperavam, a mesma cara de sono. Era uma surpresa pra eles também.

- Bom, agora que estamos reunidos aqui - Começou o elfo. - preciso informa-los que houve uma mudança de planos. Nós havíamos planejado assaltar o trem e tentar coletar informações sobre os exércitos de Eisen, mas... Temos um problema. Não consideramos que o ataque fosse vir tão cedo. Le Havre foi sitiada e precisa de reforços no local urgentemente. É pra lá que vocês vão, não podemos perder esse posto. Isso significaria uma invasão em larga escala e essa é a última coisa que precisamos no momento. Se não tiverem mais nenhuma dúvida, subam no caminhão. E boa sorte.

Vocês precisarão dela.





O homem fecha a porta de trás e se senta no banco da frente. O interior do veículo é até que luxuoso, revestido de couro e com diversos detalhes no que parece ser ouro. O motorista não lhe dirige o olhar, apenas dá partida e inicia o percurso desconhecido.

Você entrega a carta que Alexander havia lhe dado para o homem, que apenas a guarda em seu bolso.

- Muito bem. Agora que sei que você é realmente quem esperávamos, posso responder sua pergunta. Existe um antigo... Laboratório, que os Cães Cinzentos utilizavam para suas experiências. Um acidente liberou um gás mortal para humanos, impedindo nosso avanço para dentro do local.

Ele faz uma pequena pausa.

- E é aí que você entra, Pierce. O gás não parece afetar Elans. Precisamos descobrir os tipos de pesquisa que eram feitos naquele lugar pra podermos contra-atacar os avanços dos cães.

Os objetivos eram claros. Uma missão de infiltração. Agora descobrira o porque de ser você a tal "escolhida" para essa missão.

- E... - Continuou o homem. - É claro, descobrindo sobre essas pesquisas, podemos descobrir algo sobre seu passado.

Esse objetivo já não era tão fácil de acreditar.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 07, 2015 12:44 am

"Ela parece um pouco melhor. Acho que temos um pouco em comum, a magia pelo menos"

- Eu aprendi magia com meu tio...aprender é um termo, eu não precisei aprender a criar as esferas de luz que podem girar ao meu redor. Ele me ensinou a controlar. Seu povo deve temer aquilo que eles não sabem controlar.

A magia é um aspecto muito importante para meu povo.
Abro a palma da mão direita e três pequenas esferas de luz dançam.

- Magia é ferramenta, mas você não pode deixar a ferramenta de controlar...você aprendeu magia sozinha então?



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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Ter Jul 07, 2015 7:55 am

[Zahira]
Estou rindo junto com Zabrak e Eldest, me divertindo com a possibilidade de um torneio.

- Narqull, revanche!

Em alguns momentos, até eu me permito aproveitar um entretenimento. Eu estou olhando para os dois com uma expressão de aproveitamento e provocação quando eu vejo o semblante do draconato mudar.

- Quê?

Viro na mesma direção e logo estou de boquiaberta, fazendo um som carecterístico e baixo. Até a cauda se agita, mantendo-se em alerta.


O fogo é um elemento natural, muito familiar a nossos irmãos dragões. É belo como suas chamas se entrelaçam formando figuras que parecem sair de Musphelhein. Somos especialistas em lidar com isso. Muitos de nós conhecem magia. Magia nasce em nós. O fogo nasce em muitos de nós.

Menos quando esse fogo vem unido da tecnologia.

Da abominação criada entre a fusão de ambos.

Eu tenho uma certeza cega de que é culpa da tecnologia pois já vi isso acontecer - e vou culpá-la mesmo que seja indiretamente. Puxo o machado das minhas costas e solto um urro dracônico apontando com a arma para a sede como uma motivação para o avanço e corro.
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por ritter em Ter Jul 07, 2015 12:41 pm

- Mais ou menos... Só saber uns truques...

Ela brinca, passando a pequena chama de uma mão para a outra.

- Não ter muitos livros por aqui, então não conseguir estudar nada... E, se descobrissem... Mas isso não importar. É minha chance de ir embora, finalmente.

A garota falava, um misto de alegria e receio.

O som de um baque surdo faz as paredes de terra soltarem poeira, enquanto o chão treme por um breve momento. Karin se levanta no susto, olhando para a entrada do alçapão. Ela vai em sua direção, tentando abri-lo, sem sucesso.

- Droga... Droga, droga, droga...

A garota agora parecia entrar em desespero.

- Estamos presos.




Os dois draconatos seguem o exemplo, correndo e urrando, desesperados em direção ao local. Conforme se aproximam, conseguem ver o que outrora fora uma estrutura imponente e orgulhosa, agora com metade dela desabada e com fogo consumindo o que sobrara.

Vocês chegam ao local. Não havia qualquer sinal de companheiros seus na parte de fora.

Zabrak, um draconato de fogo, logo adentra a estrutura em chamas com o machado em punho. As chamas não o afetariam, mas as coisas complicariam caso a o lugar resolvesse desabar.

Numa árvore próxima, você vê um halfling sentado num dos galhos, comendo calmamente uma maçã. Vestia uma cartola e olhava para o fogo, como se nada estivesse acontecendo.


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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por Luthica em Ter Jul 07, 2015 12:59 pm

[Zahira]

Paro olhando para cima, como se reconstruísse a estrutura anterior na minha cabeça. Olhos arregalados e a arma na mão.

Num piscar de olhos, Zabrak se adianta. Posso parecer durona, mas eu me preocupo com eles. Na verdade, me preocupo com todos. Onde estão?

- Zabrak. Tudo pode cair! Saia daí!

Não quero que ele se machuque. Eu não sei onde estão os outros. Mas meus instintos alarmistas os tratam agora como meus últimos companheiros.

- O quê?

Observo o halfling nos desafiando, debochando da nossa situação. Esse desgraçado... Halflings não são comuns aqui.


- Quoorin! - sibilo, com os olhos se apertando de raiva.

Entre Eldest e Zabrak, sou um meio-termo. Mas nesse momento...


Sem pensar, já pulo em sua direção. Sua imagem sentada simplesmente me incomoda muito. Quero derrubá-lo e ameaçá-lo bem de perto com minhas presas salientes. Mas ele está longe.


- O QUE FEZ, PEQUENO IMUNDO? DESÇA, DESGRAÇADO.


off: sou meio perdida com dados. Se eu tiver que rolar algo, me avisa :D
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Re: Prólogo - Rising Sun

Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 07, 2015 3:24 pm

Me levanto, atento a barulho e a poeira.

- Presos? - corro atrás dela. Será que o combate já acabou lá fora?

Tento observar a entrada, se forem escombros somente...posso tentar algo.
- É a única saída? Sabe se tem uma outra passagem...

Analiso o que teria restado da entrada.

Nahir rolls 1d20 = 6



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Re: Prólogo - Rising Sun

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