Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Qua Mar 11, 2015 4:08 pm

Com o tempo correndo, analiso se encontro algo nos bolsos do professor, como uma carteirinha da universidade, algum bilhete, documento ou algo parecido. Se encontrar, o tomo para mim rapidamente, antes de virar para Lisa.
- Vamos dar o fora daqui - seguro a mão de minha esposa, enquanto nos encaminhamos de volta para a multidão.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Mar 19, 2015 3:53 pm

Juan não sabe o que é mais incomodante: o cheiro fétido do esgoto que seus calcanhares tocavam ou o súbito calor que o túnel possuía.
A escuridão era total, mas Juan podia perceber que os esgotos podiam ser tão grandes quanto a própria Parnasis do lado de fora: o túnel possui túneis menores, pequenas passagens, mais bueiros...seria fácil se perder, mas Juan sente que pode se acostumar.

Tateando as paredes, Juan pode enxergar bem ao fundo seu alvo: provavelmente usando capa, parecia mais baixo que Juan.

- Rápido! Gira isso! Gira isso! - ouviu alguém gritar ao longe. O esgoto parece vibracionar, a água de esgoto começa a se mexer violentamente.

Há o túnel que continua logo a frente e duas saídas (uma para esquerda e outra para a direita) para túneis menores.

(Pode agir)

_____________________

Frank era o tipo de homem que nocauteava seu oponente segundos após o soar do gongo, não deixando que o oponente mesmo começasse a atacar.

O ex-pugilista havia sido rápido o suficiente para atacar primeiro, mas o humano usando adaga se esquivou a tempo.
- Isso vai ser divertido - gargalha o homem.

Os outros dois capangas parecem empunhar espadas curtas.

"Nenhuma arma de fogo. Hex, o único fornecedor de armas de Parnasis, queria fazer um serviço limpo ou os capangas não queriam que o negociador soubesse"

Mark grita, tentando se defender com seus punhos, mas a sorte havia sido maior que sua força bruta.
A espada do capanga erra o peito do meio-orc e o capanga fica exatamente de costas para Frank: completamente exposto.

O homem de adaga finca sua lâmina diretamente na região das costelas, derramando o sangue do ex-pugilista (-5 PVs). Ele parece se divertir em matar aos poucos.

O terceiro capanga realiza um corte em direção a Frank mas o ex-pugilista se esquiva.

Mark, assustado, tropeça e fica encostado em uma das paredes do beco. Algo parece aterrorizar muito mais o meio-orc do que somente três bandidos, Frank sente que há algo mais.

- Ele...ele... - balbucia o meio-orc.




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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Mar 19, 2015 7:35 pm

Frank: 1D20+8 => [ 18 ] +8 = 26 #Perception

Tento acertar mais um soco para desmaiar o homem de adaga. Sua risada me incomoda demais.

Frank: 1D20+5+2 => [ 10 ] +5+2 = 17 #AtkRoll
Frank: 1D8+2 => [ 2 ] +2 = 4 #Dano

Frank: 1D20+9 => [ 4 ] +9 = 13 #Disarm (Ataque de oportunidade)


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Sex Mar 20, 2015 4:29 pm

Procuro algum sinal de quem havia manipulado o corpo, em busca de guardar qualquer vestígio que pudesse. Saco rapidamente o pacote em que costumava guardar vestígios: transparente e com um fecho.

Teste - Detetive:

Elizabeth: 1D20+11 => [ 6 ] +11 = 17

Após pegar o que fosse e analisar pelo último minuto aquele corpo, sinto a mão de meu marido me puxar.

Percepção:

Elizabeth: 1D20+12 => [ 9 ] +12 = 21


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sex Mar 20, 2015 4:35 pm

Direita. Um jogo de sorte, mantendo a movimentação reduzida acompanho o passo de meus alvos.


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Sex Mar 20, 2015 6:46 pm


Frank sente o terno ensopado ficar cada vez mais pesado, a chuva parece aumentar sua força.
Um trovão é ouvido quando o ex-puglista lança um jab no queixo do oponente.
- Ah, então é por isso que você luta sem armas haha - o capanga continua com sua risada.

Frank tenta agarrar a espada do capanga, de costas, mas o oponente desvia a tempo de escapar da investida do ex-pugilista.

Há algo estranho no ar, como se uma aura de malícia circundasse os três capangas: não parece algo humano, parece magia, mas o ex-pugilista não sabe identificar.

O bandido se vira e muda seu alvo: o corte na região do ombro é profundo, derramando mais sangue do pugilista, arruinando o terno. (-12 PVs)

Gargalhando, o capanga ergue a adaga e realiza um corte grande no rosto de Frank. -2 PVs

O outro capanga de espada realiza uma estocada na perna direita de Frank, mas o ex-pugilista sente que ainda pode se mover.(-5 PVs)

Mark balbucia coisas ininteligíveis na língua orc, sentado apoiado na parede.
A batalha se mostrava completamente desfavorável para Frank, a água começa a diluir o sangue de seu corpo para o chão do beco.

Nesses dias anteriores ao Dia da Petra, Frank sabe que a polícia não vai se dar ao trabalho nem de identifica-lo.
Onde estariam seus companheiros mafiosos? Onde estaria a segurança do Nouvelle?

PVs - Frank: 19/41

___________________

Daryl procura nos bolsos de seu ex-professor, sem sucesso, não encontra nada além de bolsos vazios.

A chuva fica mais forte, ensopando detetive e mago.

Não há muito o que coletar: apenas uma abotoadura dourada caída perto do corpo. A chuva dever ter lavado muitas provas.

- Ei! Quem descobriu o corpo!? - o casal ouve o policial detetive esbravejar, a tempo de correr por onde vieram e misturarem as pessoas que trafegavam pela Rua Morgan.

Elizabeth olha de relance mas reconhece de imediato.

- Uma mulher policial!? HAHAHAHAHAHAHA - gargalhou Peter diante da aspirante Elizabeth. Jogou a bituca de cigarro no chão. Ele havia acabado de ganhar sua farda.
- Nesse inferno de Parnasis, mulherzinha que nem você só serve pra duas coisas: cuidar da casa ou...HAHAHAHAHA

Saiu gargalhando.

Peter era o homem que havia roubado qualquer chance de Elizabeth se tornar investigadora da polícia.


O porta-malas do carro do legista se abre, o corpo é colocado e o veículo vai embora juntamente com o resto dos policiais ali.

O que fazer agora? Não eram muitas pistas, apesar de Daryl reconhecer o corpo, os dois não sabiam muito a respeito da vida pessoal do Professor.
A invisibilidade se desfaz enquanto a Rua Morgan volta ao seu movimento habitual. Mesmo sob chuva, uma corrente sem fim de pessoas circulando se forma.

- Senhores! Saiam da chuva, melhor vir tomar uma bebida, oui? - pergunta um homem careca de bigode, humano, logo a frente do Nouvelle.


___________________

Confiando em sua sorte, Juan entra no túnel menor a direita segundos antes do que parecia ser o som de terremoto mergulhar seu caminho original:
Uma torrente de água passa pelo túnel principal. Se Juan não tivesse desviado, teria sido levado pela água turbulenta.

O túnel começa a inundar e a água chega até o peito de Juan. É difícil determinar para onde foi o suspeito.
O caminho se divide em três opções: há uma escada que leva a superfície. O túnel se divide em dois caminhos, direita e esquerda.

Uma forte corrente de ar passa pelo lado direito.

A toca do coelho possuía muitos caminhos.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Sex Mar 20, 2015 8:07 pm

Uso martial flexibility e adquiro o talento Improved two-weapon fighting e ataco usando dual flurry.

Frank: 1D20+5+2-2 => [ 6 ] +5+2-2 = 11 #Atkroll
Frank: 1D20+5+2-2 => [ 19 ] +5+2-2 = 24 #Atkroll
Frank: 1D8+2 => [ 1 ] +2 = 3 #Dano

- Ei! Meio-orc filho de uma rasgadeira de sarjeta! Faça alguma coisa, seu inútil!

Frank: 1D20+10 => [ 18 ] +10 = 28 #Intimidate


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sab Mar 21, 2015 8:31 am

sigo pela escada até a superfície, lentamente. Seja como for, o risco estava aumentando demais. Iria voltar para o meu ambiente.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Mar 26, 2015 3:01 pm

- Essas pistas não são suficientes, - digo mais para mim mesma do que para Daryl - uma pena não podermos analisar com mais tempo.

Caminho segurando a mão de Daryl, observando o estrago que a chuva havia realizado. Levou embora possíveis marcas que ainda estivessem no corpo. Por que matariam o professor de Daryl?

Peter com certeza não deixaria que eu entrasse de gaiato na investigação... não me permitiria. Se não fosse por Longdon, eu não teria feito alguns casos na Polícia.

Longdon!, penso, me lembrando da pressa em que me passou o caso.
Foi quando o homem com um farto bigode e uma careca especialmente lustrada me desviou a atenção. Troco olhares com Daryl, falando baixinho:

- Talvez possamos descobrir mais dentro da Nouvelle... você precisa me contar sobre ele.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Mar 26, 2015 8:57 pm



A chuva cessa. O silêncio cobre todo o beco do combate. O vapor da respiração de cada um ali se torna visível na noite gelada. O pugilista sente como se o mundo tivesse parado a partir do instante que havia gritado com o meio-orc.

Mark se ergue, subitamente sereno, como se tivesse acabado de acordar.

Jazz pode ser ouvido vindo do Nouvelle.

____________________________


Juan decide dar fim a sua busca pela toca do coelho. Quem quer que tenha fugido, escapou do informante. Abrir a tampa do bueiro foi fácil.

- Nossa, que cheiro horrível - diz uma mulher ao passar ao lado de um Juan ensopado por água de esgoto. A roupa estava arruinada.

Juan se vê algumas quadras a frente de onde estava antes, agora próximo ao Banco Central. O movimento é o rotineiro das noites da Rua Morgan. A cidade nunca dormia, mas a chuva havia cessado.

_____________________________

A detetive decide aceitar o convite do funcionário do Nouvelle. Adentrar no clube noturno era como encontrar uma neblina feita de nicotina e jazz.

O funcionário, francês, ajuda a retirar o casaco de Elizabeth e Daryl e lhes indica uma mesa.
É um lugar caro, mas com muitas testemunhas em potencial. O lugar está agitado, talvez pelo que ocorreu logo no beco a frente, ou pelos músicos que começavam a subir no palco, ou talvez algo mais...

- O que vão querer. Monsieur? - pergunta o funcionário.

O trompetista se apresenta.

- Boa noite, amigos de Parnasis. Nós somos os Milestones e vamos tocar para vocês hoje a noite - o humano trompetista estala os dedos e a banda começa a tocar.

Era um lugar fino.

______________________________

"O show business é parecido com a guerra as vezes. É cheio de gritaria, escolhas de última hora, competição e no fim alguém acaba vitorioso. Ou não sei, não importa querida, você vai encantar todos eles de qualquer jeito" cada dia as ofertas de Nick se tornavam cada vez mais irrecusáveis.

O dia da fuga de casa parecia ter sido há séculos atrás.

O garçom acaba de servir o vinho para mais uma cliente VIP do Nouvelle, o clube noturno francês da Rua Morgan.
- O seu favorito, senhorita - diz o garçom, em francês. Nick terminava seu cigarro e olhava para baixo, da galeria poderiam ver a banda de jazz que se apresentaria.

- Não são ruins - eram as primeiras palavras de Nick naquela noite. Diana percebe que ele está mais distante hoje.
- E então, Diana, recebeu mais alguma proposta depois do último episódio? - Nick pergunta.

Diana havia alcançado certa fama após se tornar coadjuvante da última temporada de Paradiseland, uma sitcom produzida e filmada na própria Parnasis.
Apesar do sucesso, seu contrato não havia sido renovado, é pouco provável que ainda retornem.

O show business é parecido com a guerra.

___________________

Frank vê tudo se acelerar novamente, o primeiro soco cruza o ar enquanto o segundo pega o capanga de adaga de surpresa. Um soco no queixo, arrancando mais sangue.
Mas ele permanece firme, pronto para atacar.

O pugilista parece começar a desenferrujar e desvia com maestria a espada de um dos que o cercam.
O homem de adaga para de gargalhar quando Frank joga o corpo para o lado direito, desviando de mais uma estocada no estômago.
O terceiro tenta realizar um corte horizontal, mas o pugilista se abaixa no momento certo.

Era como se Frank flutuasse entre as lâminas. Era como estar no ringue de novo.

O pugilista olha de relance para Mark. Mark agora era outra pessoa.
Com os olhos brilhando um tom azul claro vivo, estática percorrendo suas mãos. O estrondo é quase ensurdecedor.

_____________________

Juan escuta um som de trovão, entretanto, o céu estava limpo o suficiente até mesmo para ver a estrelas. Um clarão é visto, ao longe.

(Sid, pode rolar um teste de percepção)

____________________

Daryl e Elizabeth ouvem um estrondo cobrir o jazz por alguns segundos. É possível ver pela janela de que não está mais chovendo.

(Stein pode rolar um teste de geografia ou conhecimento arcano e um teste de percepção)

(Ale pode rolar um teste de percepção)

___________________

Diana escuta um estrondo. Uma memória muito antiga vem a sua mente: havia escutado sons parecidos quando fugia da França. Alguns magos alemães emitiam o mesmo estrondo.

(Plu, pode rolar um teste de percepção).

___________________

Quando Frank abre os olhos, os três oponentes haviam sido jogados para trás. A magia de Mark era poderosa o suficiente para atingir três de uma só vez.

Mas os capangas ainda estão de pé.

- Vou arrancar os seus olhos! - diz o homem de adaga.







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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Mar 26, 2015 9:34 pm

Juan: 1D20 => 18 #percepção
Juan: 18+7 => 25 #percepção + graduação

Olho para o meu corpo, e vejo que os minutos haviam se passado.

"preciso de mais potencial arcano... esse pouco poder que tenho... me irrita."

me desloco até o local do estrondo, e mais uma vez conjuro blend sobre mim...

(2 magias de primeiro círculo usadas)

"o cheiro que estou emanando irá me atrapalhar, seja o que for, terei uma chance só de agir se necessário for, até ser localizado... não quero ter de usar mais poder "meu"" (penso, ao me referir ao meu Archane Reservoir)

Juan: 1D20 => 17 #stealth
Juan: 17+11+20 => 48 #dado+perícia+modificador de cobertura+camuflagem... posteriormente o mestre adicionará seu próprio modificador... seja positivo ou negativo....


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Mar 26, 2015 9:49 pm

Agradeço ao garçom e faço um brinde em direção a Nick enquanto o observo esconder alguma coisa de mim. Meu sorriso é parcialmente falso antes de beber, mas não consigo não gostar dele.

- Não são mesmo ruins... Até estou me divertindo - comento também evasiva. Gostaria de poder ler seus pensamentos. Mas ele tem o dom de mudar a conversa para assuntos que enchem minha mente.

Paradiseland tinha me deixado tão ansiosa e de verdade a falta do contrato me incomoda muito. Tento esconder um suspiro. No fim, não deixei de ser nômade nesta vida nos holofotes. Mas faço isso com outro nome, um vestido bonito e uma companhia de brilhar os olhos.

Transformo minha insatisfação com um riso sem graça, forçando o deboche, como se eu tivesse confiança de que eles precisam de mim. Bebo um pouco para refazer minha máscara.

- Estão todos com medo de você - sorrio agora achando graça e com um olhar quase provocativo. É minha maneira de não dizer a verdade em voz alta, mas fazê-lo entender. Gosto de manter nosso clima envolvente, mas o estrondo o interrompe.

Só consigo em minha mente me ver mais nova com a minha mãe, correndo, e estremeço. Procuro um conforto no olhar de Nick, esperando qualquer tipo de alarde para querer sair dali.

Diana: 1D20 => 4 #percepção (ela tá bêbada, só pode. ahhahaha)
4 + 10 (graduação) = 14
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Mar 26, 2015 10:29 pm

- HAHA! - Me permito uma risada ao ver a técnica de Mark. Trovões... Combinavam bem com o momento. - Não pare agora! Talvez eles saibam algo sobre seu mestre!

O sangue fervia. A mesma sensação antiga. O êxtase da luta. O tempo parava, éramos apenas eu e meu oponente. Dois corpos batalhando pra ver quem resistia mais.

*Uso Martial flexibility pra pegar o talento improved grapple.*

Abrindo os braços, ando em direção ao homem de adaga.

- Qualé, vamos parar com isso... Que tal um abraço? - Digo, enquanto tento agarra-lo e imobiliza-lo(Mata-leão) trazendo-o para trás.

Frank: 1D20+7 => [ 18 ] +7 = 25 #Improved Grapple


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Sab Mar 28, 2015 10:23 am

Geografia: 12+9: 21
Arcano: 6+13: 19
Percepção: 14+0: 14
------------------------------
Analiso o ambiente ao nosso redor. A alta sociedade parecia fazer dali seu palco de cordialidades desnecessárias e trocas de segredos. E era justamente atrás disso que estávamos eu e Lisa.
- Um bourbon e uma mesa para dois, por gentileza - peço ao garçom, esboçando um sorriso. O choque da morte de meu professor ainda assombrava minha mente, e a tristeza que me abatia era evidente para Lisa. - Temos poucas pistas, mas ao ao menos conseguimos algo por onde começar - comento, ao sentarmos à mesa, assim que o garçom se afasta para buscar as bebidas. Brinco com a abotoadura dourada entre os dedos, o objeto que havíamos recolhido ao lado do corpo. Tento identificar algum resquício de magia vindo daquele objeto. Analiso-o em busca de algum símbolo diferente e testo seu material.
Então, o estrondo chama minha atenção. Observo a reação das pessoas ao redor, segurando a mão de Elizabeth do outro lado da mesa.
- Quais as chances de você conseguir um mandato para acessarmos a Academia Arcana, Lisa? Aposto que vamos encontrar novas pistas por lá, tendo em mente que as atuais apontam para aquele lugar. Não imagino o que motivaria este assassinato senão inveja ou a guarda de um segredo. Não saberia dizer onde o professor morava, mas um mandato de busca em sua casa e na Academia seriam de grande ajuda para descobrirmos a verdade. Você conseguiria esse tipo de coisa, ou teremos que apelar para o jeito divertido? - sorrio, agradecendo ao garçom que serve as bebidas, bebericando o líquido cobreado em meu copo. A queimação era bem vinda para aplacar a dor que estava sentido, e sempre me despertava as idéias. Eu tinha um plano, mas precisava saber quanta influência minha amada possuía naquele covil de serpentes que era o meio investigative.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Seg Mar 30, 2015 1:42 pm

Apenas retificando: Juan está atrás da parede (daí o +20 de cobertura conta observadores no combate no beco). O bônus de circunstância da magia não havia sido adicionado, levando a conta pra 52.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Seg Mar 30, 2015 4:02 pm

Nick sorri diante do comentário.
- Medo? haha - ele apaga a bituca de cigarro no cinzeiro sobre a mesa.

- Talvez te chamem pra uma série nova, sondei um produtor. Mas não sei, estão tentados em chamar uma atriz elfa.

Elfos. O show business estava cheio deles por conta da beleza e habilidades natas a aqueles que ganharam a raça da Petra.
Há uma aura em cada elfo que Diana conheceu que incomodava a atriz.

Diane nota que os funcionários parecem mais agitados, mas consegue perceber o motivo. Talvez o vinho esteja anuviando sua mente.

- HAHA! Grande Nick! O peixe-grande da Televisão! - um homem de terno e chapéu se aproxima da mesa, braços abertos, ao lado de outro homem com o mesmo terno mas sem chapéu - Acho que não se importa se sentarmos aqui.

Diane pode perceber na expressão corporal de Nick: Ele está com medo.

- Olá, e quem é essa bela dama que lhe acompanha? - o homem quase consegue ser polido - Johnny, chame o garçom!

_________________

Mark muda o ritmo do combate. Os capangas perdem a confiança que possuíam no início e parecem mais receosos de se aproximar.

Frank não perde esse momento de hesitação: com sucesso, realiza um agarrão no bandido de adaga, lhe prendendo.

- Me largue, seu verme! - esbraveja.

Entretanto, não poderia reagir diante dos dois capangas de espadas: confusos, procurando uma forma de atingir o pugilista, realizam dois cortes superficiais na região das costas de Frank.-2 PVs

Mark corre, um sorriso inumano estampado no rosto. O meio-orc se lança em direção a um dos capangas de espada, seu braço inteiro é percorrido por uma descarga elétrica.
Uma cotovelada, Frank jamais tinha visto um golpe como aquele que pudesse ser usado com magia.

O capanga é lançado para trás, emanando fumaça e um cheiro estranho de queimadura. Ainda está vivo, mas está com o joelho direito apoiado no chão.

- O-O que são vocês? - pergunta, tentando se levantar.

Esse era o ringue de Frank.

PVs: Frank[17/41]

_______________

Diante de um grande fluxo de pessoas passando pela rua, Juan tenta se misturar as cores ao seu redor.
A maioria não percebe mais o informante, apenas o cheiro forte de esgoto. Mas Juan percebe que algumas pessoas o perceberam nessa forma camuflada.

Juan segue, andando, para a direção de onde viu o clarão.

Próximo de um beco, Juan pode ouvir o que parece com uma batalha de lâminas, mas antes de se aproximar na entrada do beco é surpreendido por alguém ocultado pela sombra: projetada por uma parede alta de prédio.

- Cuidado com o passo, humano. É difícil manter a pose quando se cheira feito esgoto - Juan pode ver o brilho de um revolver - Talvez queira se intrometer, mas talvez seja melhor observar.

Uma mão que parece ser de mulher, muito branca, faz um gesto para que Juan se aproxime. O restante do corpo está ocultado.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Seg Mar 30, 2015 4:32 pm

Até tento disfarçar minha inquietude ao ser informada sobre os elfos. Sinto minhas bochechas ficando mais rosadas do que a maquiagem. Tenho raiva dessas pessoas... Ciúmes.
Logicamente sinto pena por suas vidas mudadas tão drásticamente, mas o que sinto mais do que tudo, especialmente quando sinto o poder delas sobre mim, me traz esse ciúme irracional dos elfos.


De qualquer forma, tudo aquilo se passou até que eu fosse acordada pela chegada daquele homem espalhafatoso. Sinto um arrepio ao ver Nick fragilizado. Geralmente, eu sou a pessoa que precisa fingir força e sorrir enquanto ele me mostra este novo mundo. Ele costuma ser o poço de calma e experiência que preciso, e debocha graciosamente da minha forma interiorana de se assustar com tudo.
É minha vez de lidar com isso e fazer com que Nick se sinta confortável ou se espelhe em mim sobre como deveria agir uma pessoa normal agora. Exceto pelo fato de que... Sei que não irei gostar desses dois.

- Diana. Diana Sparks...

Aguardo a gentileza de apresentação, tentando ser simpática, como se eu não tivesse a menor ideia de que eles são problema.

Torço ainda mais para não estar cometendo uma gafe com um contratante. Espero que conhecê-los não deveria ser minha obrigação.
Duvido ser esse o caso, já que esse estúpido não parece ter muita educação e eu muito gostaria que as cadeiras tivessem algo de muito desagradável para ele não se aproximar.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Seg Mar 30, 2015 6:14 pm

- "considera polido observar uma briga de beco?"

Falo na mente da pessoa, usando magia... Não gostaria de me expor a mais gente... Incrível como tudo estaria dando errado hoje.

- "essas pessoas vão acabar se matando, acha que é civilizado ficar parado olhando?"

Digo novamente usando o mesmo método.

Muito provavelmente não se tratava de uma pessoa de bem... Mas se acreditar que eu sou... Já estará de bom tamanho.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qua Abr 01, 2015 1:15 pm

Começo a estrangular o homem (Dano letal), tentando desmaia-lo o mais rápido possível.

Frank, the pugilist: 1D20+5+2 => [ 6 ] +5+2 = 13 #Strangle
Frank, the pugilist: 1D8+2 => [ 6 ] +2 = 8 #Strangle

- Solte suas armas e eu solto seu amigo aqui. E talvez o Mark não eletrocute todos vocês até a morte, o que acham? Só quero fazer algumas perguntas. - Digo, em tom calmo. - Será que a vida de seu companheiro aqui é um preço justo a se pagar pelas respostas?

Não queria, mas mataria o capanga, se fosse preciso.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 01, 2015 4:22 pm

Diana sente como se estivesse cercada por animais selvagens, aparentando serem dóceis, apenas aguardando para o bote.

- Não tente fugir. Mantenha a calma. Você pode virar testemunha, Bobbi odeia testemunhas - Diana sente uma voz no fundo da cabeça. Diretamente em sua mente. Uma magia de Mensagem, a própria atriz reconhecia.

Johnny, o autor da magia, acende um cigarro usando apenas seu indicador direito. Seus lábios não se mexem em nenhum momento.

- Bobbi Joe, agora não é um bom momento. Já disse que vou falar com... - Nick parece retomar a postura de homem de negócios, mas Bobbi sorri e diz:
- Deixe o papo furado pra quem te escuta, engomadinho.

- Diana Sparks. AH! Já te vi na tevê hahaha - Bobbi reconhece a atriz - Que beleza! Minha noite fica cada vez mais memorável. Acho que nem vou ficar sem disparar minha arma hoje.

Ameaças. Bobbi era uma máquina de ameaças.

- Diana, me diga querida. O quanto acha que seu namorado deve pro meu Chefe?
O problema fazia uma pergunta direta a Diana.

__________________

Juan ouve uma risadinha feminina no fundo de sua cabeça.
- Acha que é só uma briga de rua, boy? Eu tenho certeza absoluta de que quem sair vivo dali poderá ser muito útil...e você, boy, acredita em destino? - o revolver reluz novamente. Parecia até mesmo uma ameaça iminente.

- Três homens sem face, contra um homem que perdeu um sonho e um meio-monstro sem memória. Quem sairá vencedor? Quem o destino escolheu? Em quem apostaria, boy?

Juan somente ouve o barulho do combate.

_________________

Frank encaixa as mãos no pescoço do capanga. O pugilista sente a vida do oponente começar a se esvair, ele já está completamente sem ar.
Os outros dois capangas hesitam, se entreolham, mas erguem as espadas mesmo assim. Frank pode notar que agora estão tremendo, agora estáo com medo...um medo que o próprio pugilista reconhece.

- Sente-se, Frank. Quer uma bebida? Uma cerveja talvez? - a primeira vez que Frank viu o Chefe, o mafioso parecia alguém simpático.

Um homem baixo, de bigode, terno e um charuto cubano sendo fumado. Parecia até mesmo um empresário comum.

Mas o ar ao redor, a mansão dos Costello, os "empregados". Tudo emanava ameaça.
Frank sabia que se falhasse, se tropeçasse, se não fizesse o serviço que fora pago...dormiria com os peixes



O bandido ergue a espada e realiza um corte superficial no braço de Mark, que parece outra pessoa, quase animalesco por conta da cor de seus olhos.

Frank percebe que o bandido de adaga era muito mais forte que parecia, por muito pouco o usuário de adaga consegue uma brecha e dá uma cabeçada em Frank (-2 pvs).

O capanga se afasta e cospe sangue no lado direito.
- A vida de um dedo não vale nada diante de toda a mão. Se morrermos aqui, vai ser deixando vocês bem fatiados e furados.

A determinação dos capangas de espada parece se reerguer.

- AHHHHHHHHHHHHRRRRRR - grita o terceiro capanga com a espada.

Frank não flutuava mais. Sentir a lâmina atravessar seu estômago era surrealmente doloroso, quase impossível de não gritar.
Muito sangue jorra, Frank sente a visão começar a embaçar. (-12 PVs)

O pugilista vê um braço se erguer sobre ele, o cheiro de queimado muito forte.

Era um beco escuro, mas as chamas evocadas da mão de Mark iluminam todo o local. O cheiro agora era de carne queimada.

Mark fica ao lado de Frank, em choque.
- Eu, eu matei...eu matei alguém - diz ele olhando para seu braço, enegrecido por conta da magia de fogo. Os gritos do capanga são breves, mas não sairiam da mente de Frank tão cedo.

- Não não não não, eu não fui mandado aqui pra isso. Misericórdia! - o capanga de espada restante larga a arma e se joga no chão, chorando. As chamas emanadas pelo corpo de seu colega revelam que aquele que se rendeu não poderia ter mais do que 15 anos.

- Maldito! Eu mesmo vou te surrar quando terminarmos isso aqui! - o único oponente restante levanta sua adaga e se prepara.

Aquilo acabaria no próximo instante: Frank sente que não pode durar mais uma facada, o inimigo está cambaleante, tropeçando pela falta de ar que sofreu, e Mark está em choque observando o corpo em chamas.

PVs: Frank [3/41]

______________________

Daryl percebe certa agitação nos movimentos do garçom que lhes leva a mesa. Os funcionários em geral parecem agitados.
Talvez essa seja uma noite excepcionalmente agitada.

O escritor sabe que em Parnasis a formação repentina de nuvens de chuva é comum, assim como a chuva se torna rápida.
Mas chuvas com trovões precisam de mais tempo para se formar, e essa última chuva tinha sido dessas nuvens pequenas.

O som dos trovões, Daryl reconhece um zumbido de uma aula:


- A arte da evocação. Pra mim, a arte da destruição - Connor, o professor de Evocação da Academia. Um excêntrico mago irlandês que adorava mostrar as magias na prática antes de qualquer coisa, ameaçando as vidas de todos os alunos com frequência.

- O raio em arco, a magia preferida dos magos nazistas - o professor demonstrou quando conjurou um raio que passou por dois manequins de metal - conjure isso sobre uma trincheira e observe a fumaça sobre o capacete de seus oponentes.

O zumbido era muito incomodante


Daryl reconhece o zumbido de uma magia de raio, mas é muito difícil definir origem, intensidade, muito menos o autor.
Algo acontecia lá fora, com certeza.

Elizabeth reflete sobre o que havia visto, talvez os contatos de Longdon possam ajudar. De resto, a detetive poderia contar somente com quem já conhecia das ruas e casos que resolvera.









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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qua Abr 01, 2015 5:16 pm

Droga... - Penso, colocando a mão onde a espada havia perfurado. Por isso odeio armas. Homens de verdade resolvem nos punhos.

O sangue escorrendo me deixa desnorteado, e a tontura começa a turvar minha visão. Percebo que estou começando a cambalear. Com um riso, digo em voz baixa:

- Sempre te amarei... Marrie... Me perdoe...

A única coisa que eu queria naquela hora era um charuto e uma boa taça de martini.

Me preparo, uma última vez em guarda. Os punhos levantados me trazendo a nostalgia dos ringues.

Espero o homem vir em minha direção e, meio desnorteado, disparo dois golpes em sua direção. (Primeiro esquerda, segundo direita. Dois cruzados.)

Frank, the pugilist: Frank, the pugilist has joined the room.
Frank, the pugilist: 1D20+5+2 => [ 2 ] +5+2 = 9 #Atk roll
Frank, the pugilist: 1D20+5+2+-2 => [ 9 ] +5+2+-2 = 14 #Atk roll + PowerAttack
Frank, the pugilist: 1D8+2 => [ 6 ] +2 = 8 #Primeiro dano
Frank, the pugilist: 1D8+2+4 => [ 6 ] +2+4 = 12 #Segundo dano


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Abr 01, 2015 6:04 pm

 Juan: 1D20+13-4 => [ 19 ] +13-4 = 28 #bluff(5+3+3car+2talento)-4(lutar defensivamente). Teste de finta. DC = 10+bba do alvo + modsab

observo o confronto... Seja como for, estou puto demais com tudo que já me ocorreu hoje... Se essa criatura for da máfia... Vai morrer aqui mesmo...

- Estou longe demais pra me meter mesmo haha... - passo a língua nos lábios, executo um corte transversal revertido, como se visasse decepar a mão que empunha a arma, e, no último momento viro a kukri em direção de onde estaria seu rosto revertendo completamente o movimento e tentando desbalancear minha oponente.

"se eu conseguir, a figura estará semi-indefesa no meu próximo ataque... Se tudo der certo... Ela morrerá logo... "

(manobra de combate usada, feint. Uma mentira contada com o corpo... Qualquer dúvida pode me chamar on Mr. Yisaac)



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Abr 01, 2015 7:53 pm

Frank e seu oponente. As chamas revelam o rosto de um homem com o olhar de um soldado. Alguém que viu inúmeras coisas horríveis, o olhar de quem não temia nada mesmo estando a um passo da morte.
Ele não gargalha, ele não sorri. A seriedade do oponente é tão afiada como uma espada.

Frank aplica uma sequencia de golpes, mas o capanga desvia. Talvez houvesse algo de pugilista no bandido.

- Só na guerra eu encontrei desafio assim - diz ele antes de se jogar para frente.

O pugilista já está ferido demais para sentir dor, a adaga é como uma agulha. Como uma seringa. Uma picada.(-1PV)

A adaga realiza um corte no braço direito. As chamas do corpo se extinguem.

O mundo para novamente. Era o último round.

PVs: Frank [2/41]

______________________

Juan impetuosamente decide atacar a figura oculta. Ação completamente inesperada pela mulher, Juan ao se aproximar nota que não é uma humana.

É uma das elfas mais bonitas que o informante já havia visto.

Um vestido vermelho como sangue.
- Fez o pior inimigo que poderia imaginar, Juan Willys. Tudo o que ama irá queimar - escuta a última mensagem antes que a mulher segure um objeto metálico e conjure uma magia rapidamente.

Ela desaparece. Não importa quem seja, Juan a havia assustado.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qua Abr 01, 2015 8:10 pm

O tempo para. O homem fala algumas palavras. Vejo sair sangue de meu braço. De repente o rosto de Marrie vem a tona. Não era minha hora ainda. Um último golpe desesperado.

- Diria o mesmo. Mas no ringue, meus punhos fazem mais estrago que lâminas.

Ajeito a perna direita na frente desferindo o primeiro golpe com a esquerda, de cima para baixo, acompanhado de um gancho de direita.

Frank, one last time: Frank, one last time has joined the room.
Frank, one last time: 1D20+5+2-2 => [ 20 ] +5+2-2 = 25 #Power Attack
Frank, one last time: 1D20+5+2 => [ 4 ] +5+2 = 11 #Confirma critico
Frank, one last time: ( 1D8+2+4)*2 => ( [ 2 ] +2+4)*2 = 16 #Dano Critico
Frank, one last time: 1D20+5+2-2 => [ 15 ] +5+2-2 = 20 #Power Attack
Frank, one last time: 1D8+2+4 => [ 5 ] +2+4 = 11 #MORRE DESGRAÇA


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Abr 01, 2015 8:50 pm

Mundo estranho... Seja lá o que ela tenha dito, certamente não era coisa boa.

Corro até o local, tentando ver o que se passa...



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