Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Ago 13, 2015 7:18 pm

- Concordo com você, Infelizmente todo maldito carro é igual nessa droga de cidade... - Noto a aceleração do escritor... Ele está desesperado, eu também ficaria... gostaria de poder me importar um pouco mais com eles... me sinto pouco humano em momentos assim...

prendo bem as kukris em suas bainhas, não precisaríamos de nenhum acidente com facas afiadas. Tento pensar em como resgatar Elisabeth mesmo que cheguemos à tempo, o infeliz certamente a fará de refém...


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Sex Ago 14, 2015 6:52 pm

Droga..., penso, ajeitando rapidamente o revólver após a curva brusca que Cartes havia feito. Quase havia caído para o lado.

Olho para ele de novo, reparando que o revólver dele havia caído no chão do carro.
Preciso...

Pego a arma, colocando-a em seu pescoço. Ele havia abaixado para recuperar o revólver...

Preciso acabar com isso...

Puxo o cão, rapidamente, pressionando meu dedo contra o gatilho.

Era a minha última chance com aquele revólver, naquele estado.

Teste :


Ataque de Oportunidade
Elizabeth: 1D20+3+2 => (10 + 3 + 2) = 15

15 - 2 = 13

Elizabeth: 1D8 => 6

6 - 2 = 4

Teste

Elizabeth: 1D20+3+2 => (18 + 3 + 2) = 23

23 - 2 = 21

Elizabeth: 1D8 => 8

8 - 2 = 6

Era meu golpe de misericórdia.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Seg Ago 17, 2015 9:01 pm

Marrie encara Mark por alguns segundos. Frank reconhecia o olhar que analisava um estranho: as vezes ela parecia ter a estranha habilidade de reconhecer o caráter de uma pessoa em instantes.
Foi assim com um falso empresário que quase passou a perna em Frank nos tempos do boxe. Também quando uma halfling havia pedido um pouco de alimento na porta de casa, Marrie lhe entregou uma saca de comida secretamente.

Frank conhece esse olhar e dessa vez ela parece estar certa também.

- Olá Mark. É você quem ligou do serviço pra cá? - pergunta a dona de casa, dando espaço para que os dois entrassem.
- É, ahn, é...sim sim, fui eu - diz o meio-orc, sem jeito.

Mark fica na sala, a televisão está ligada. Propaganda sobre o Dia da Petra.

O casal na cozinha, Marrie segura uma das bordas do terno rasgado. Rapidamente, como num lampejo de ternura, ela coloca a mão sobre o rosto do pugilista. Ela procura por mais ferimentos, todos fechados depois da ação rápida dos amigos do pugilista e do pastor.

É como se os velhos tempos de glória voltassem por um milissegundo.

- Da próxima vez seja atropelado por um trem, a indenização deve ser boa - ela se afasta, voltando ao estado natural que era acentuado pelas olheiras profundas.

O pugilista pega as cervejas e entrega uma a Mark.
- É só um pedaço gigante de pedra. Essa cidade é maluca por causa desse...monte - Mark diz, um tanto absorto pelas imagens da televisão.

__________________

A mulher loira recepciona Diana.

- A senhora Walter ainda não chegou no escritório. Deve estar ocupada trabalhando num caso - diz a mulher com um sorriso simpático.
- Eu sou Alice, a secretária dela. Posso anotar recado, ou pode esperar por ela - a secretária aponta para um pequeno sofá de couro da recepção.

- Não se preocupe, senhorita, a Detetive Walter com certeza é a melhor do ramo. Não importa o seu problema, ela vai dar seu melhor... - Alice parece completamente confiante em sua chefe.

___________________

Syaoran concorda com Sombra, enquanto Mai apenas observa tudo calada.

- Certamente, Syaoran. Sabedoria é realmente uma grande característica de gente como você - O Sombra dá um passo para trás. Todos na sala relaxam, aquilo tranquiliza a todos. Um simplesmente concordar verbal parecia ser suficiente.

- Matt e Bruce lhe darão os detalhes. Você e sua amiga serão de extrema importância para que façamos justiça hoje a noite - Sombra salta e se mistura as sombras do depósito, saindo do local de forma enigmática.

- Irmão! Esse cara não sabe falar "até breve" ou algo do tipo? - O homem negro diz, se aproximando dos monges.
Ele estende a mão direita para o elfo. Um aperto de mão forte, como o de um artista marcial.
- O nome é Luke Cage. Heroi de aluguel - ele sorri.

Ele é pago por essas loucuras?

- Matt Murdock, muito prazer em encontrar artistas marciais vindos do leste - um homem de óculos escuros de cor vermelha se aproxima. Ele parece ser cego, carrega uma bengala mas não a utiliza para se aproximar.
- Bruce Wayne. Ainda não sei se são realmente uma boa adição a equipe, mas se o Sombra parece confiar em sua palavra... - diz um homem de terno, ele não se aproxima para os cumprimentar.

- Bem-vindos a Sociedade da Justiça, somos um grupo que trabalha pelo bem das pessoas inocentes, aqueles que merecem os benefícios da justiça verdadeira. Nosso trabalho vem se concentrando em Parnasis ultimamente - diz Murdock.
- Mas o nome é horrível, eu sei - Castle diz, distante.

- Como os dois se sentem? Fizemos primeiros-socorros básicos, conseguem se levantar? - pergunta Murdock.

Era com certeza um grupo muito bizarro para os monges.

______________

Noah conjectura em sua mente sobre os objetivos de Harry enquanto sobe as escadas com Helen. Ela se mantém calada, mas o dampiro percebe uma respiração mais pesada quando ele utiliza de magia para abrir a porta 13.

A legista ainda quieta, vai até o banheiro e parece juntar algumas coisas.

- Noah é meu nome verdadeiro... - o dampiro começa a falar quando Helen chega da cozinha com um pouco de álcool e um kit de primeiros-socorros - ...é independente - ela coloca álcool no algodão e começa a tratar do rosto do dampiro.

O contato com a substância incomoda e arde um pouco, mas era o tipo de cuidado que a polícia não havia tido com ele.

Ela continua sem dizer uma única palavra enquanto Noah continua a falar.

Após desinfetar os pequenos cortes que o próprio dampiro não havia percebido, ela vai ao banheiro novamente.
- Você é o cara que o Peter pegou lá na Cozinha do Inferno, não é? - ela volta com um pouco de gaze. Ela continua o processo de primeiros socorros e coloca uma faixa onde o rosto de Noah estava ferido.
- Sou uma legista mas ainda sou uma médica - ela afirma.

Noah se levanta e aplica a limpeza mágica e a magia de troca de roupa.

Ela cruza os braços. Os dois parados por um instante, ela olha no espelho do banheiro sua nova aparência: os óculos eram tudo o que se mantinha como antes.
- Então você não é como esses monstros das histórias? Ou é só um monstro que não age como os outros? - ela pergunta, encarando o dampiro.

Talvez nenhum vampiro conseguisse lhe dar um olhar tão penetrante como Helen neste exato momento.

Os dois saem do apartamento, em instantes um carro preto espaço estaciona em frente aos dois. A porta se abre, dessa vez quem dirige é Harry.
- Trocar de carros assim é um cansaço tremendo, vamos crianças, entrem logo.

A missão começava naquele instante.

_______________

Elizabeth aproveita o momento em que Carter tenta pegar o revolver no chão e dispara. O tiro passa pela janela, poucos centímetros de atingir a cabeça do empregado da Hex.
- Maldição, como você não morre?

A detetive ouve o tambor girar. O disparo é certeiro.

O ombro direito de Carter é transpassado por uma bala. Sangue suja o rosto de Elizabeth.

E o carro continua muito acelerado. Com o ombro perfurado Carter tenta manter o controle do carro, mas se torna uma tarefa difícil demais.
O carro começa a virar para a direita, os pneus derrapando e a direita diversas árvores pelo canteiro da estrada.

Elizabeth tem a chance de segurar o volante e tentar retormar o carro.

(Ale, pode rolar teste de Direção(Ride)).

_____________


O rádio começa a tocar no carro. Concentrados demais em sua missão, Daryl e Juan nem notam o mais novo sucesso das rádios de Parnasis.

O escritor conjura velocidade sobre o carro e agilidade sobre si. Mantendo uma velocidade alta, em alguns minutos estariam na alta estrada e em breve estariam na fábrica dos Hex.

(Stein e Sid, cada um pode rolar um teste de observar).

Algo parece estranho na estrada, os carros que vem do sentido contrário parecem andar numa velocidade maior que a normal.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Ter Ago 18, 2015 1:23 am

Não consigo esconder nada dela...

Penso, sorrindo. Ela era mesmo uma em um milhão.

Vou até a sala, me sentando na poltrona velha enquanto dou um gole na bebida amarga.

- Dia da Petra, ein... - Não via nada demais também. Nada além de uma rocha realmente grande. - E pensar que Parnasis foi construída em volta de algo assim... Me pergunto o por que.

Vejo um pouco mais de televisão, então me levanto.

- Espere um pouco, Mark, vou me trocar.

Saio do comodo, indo em direção ao quarto pegar o outro terno que tinha no armário.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Ago 18, 2015 9:07 am

"Senhora, hm!? Ela é bem atrevida para uma mulher casada. "

Dou um sorriso. Gosto quando uma "irmã de gênero" se comporta devidamente. É muito melhor do que esposinhas submissas. Apesar de termos "outro nome" hoje em dia, eu admiro essas que arregaçaram as mangas por causa da guerra.

- Eu posso esperar - vou até o sofá, ajeitando a saia antes de me sentar. Estou realmente com muito tempo e qualquer coisa é melhor do que voltar para um apartamento depressivo.

Essa tal de Alice, por outro lado, não me parece uma pessoa forte. Já que estamos sozinhas, talvez eu consiga brincar um pouco.

Começo a cantarolar, de forma descontraída.

Spoiler:

[n sei se esse cálculo tá certo e se é assim que faz auhewuhea ~;_;

#lullaby
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 18, 2015 9:27 pm

Ele tentava se recuperar.

Por uma fração de segundos, tudo teria dado errado. Mas deu certo.
O carro seguia e, no temor de continuar correndo desgovernado até se chocar, procuro desesperadamente o volante:


- Se eu sobreviver, serei o seu pior pesadelo. O PIOR!

Um cão de caça... sim. Eu estava condenada a caçar... e sobreviver.

Direção:

Elizabeth: 1D20+3 => (10 + 3) = 13

Fico com medo de não conseguir manter o controle do carro e recorro para a marcha, colocando-a em ponto morto.
Torço para que o carro pare, ou que eu consiga tomar para mim o volante.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qua Ago 19, 2015 10:54 am

      Graças ao curativo almofadado na bochecha, o meio-vampiro sentia-se melhor. Porém, permanecia contemplativo. A primeira questão de Helen fora retórica, pois um dano de contusão daquele só poderia revelá-lo como o tal criminoso abatido pelo policial das tonfas. E, aparentemente, tão logo entendeu o que ele fazia, a legista ligou os pontos sobre sua aparência e motivações; chegando em suas próprias conclusões a respeito do vampiro (ou seja lá qual fosse sua suposição).
      Na metade inicial da segunda questão Noah segurou sua resposta. Tecnicamente, se estiver falando sobre vampiros, sou bem semelhante na verdade. Então o olhar de julgamento veio acertá-lo com a real dúvida dela. Como assim? A confusão era mais que visível em sua face, pelo menos em parte dela. Extermino eles, pouco importa nossas semelhanças. Caso fossemos exatamente iguais, agir diferente não me bastaria? Sempre serei comparável a...
      Subitamente, o mestiço compreendeu que a acusação dela não mirava sua raça (seja lá qual fosse sua cogitação), neste caso o lado inumano. Aquilo estava longe de ser mais um corriqueiro momento de discriminação na cidade da Petra.
      Na chegada de Harry, o dampiro depositou sua bagagem leve no porta-malas e entrou com a moça. Maleta no colo, mente distante.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 20, 2015 6:20 pm

Encorajada pelos últimos acontecimentos, Diana decide praticar sua magia. Uma arte que ninguém havia lhe ensinado, entretanto, poderia lhe dar vantagens que nenhuma atriz parecia ter normalmente.

Um canto entoado em sussurros e Alice que está concentrada escrevendo na máquina de escrever começa a parar de digitar.
Ela pressiona as têmporas, sente os olhos ficando pesados.

- Acho...acho que não me sinto muito bem - ela diz, bocejando. Alice estava claramente desnorteada, como se um sono profundo lhe abatesse mas ela resistia.

Agora Diana tinha uma secretária muito sonolenta diante dela.

__________

Mark fica com a cerveja e a televisão, Frank vai para o quarto em busca de seu terno e prontamente o encontra: sobre o colo de Marrie.
Ela estava sentada na cama, o terno sobre si, esperando o marido para conversar em particular. Os olhos vermelhos.

- Eu não sei o que é pior Frank. Você sair todas essas noites pra pular a cerca, como minhas amigas vivem dizendo, ou se envolver...nisso.

A mulher do pugilista parecia esperta o suficiente para entender o que um terno rasgado e a necessidade de outro significavam.
- Que tipo de vida é essa, Frank? - ela deixa as lágrimas caírem - Você vai voltar quando sair e casa com esse outro terno?

____________

Elizabeth tenta tomar o controle do carro, mas o que restava de consciência em Carter estava determinada a fazer com que a detetive morresse.
Ele segura o volante enquanto Elizabeth tenta virar para a esquerda.

A detetive consegue desviar o carro o suficiente para que não pegassem uma árvore em cheio, mas a segunda árvore era inevitável.
Uma batida com o canto direito da frente do carro, o veículo gira na pista e para.

-5 PVs (Elizabeth: 13 PVs restantes)

Graças a um milagre a detetive estava viva. Ela sente dor na perna direita, talvez tenha machucado na batida. Carter está ao seu lado, desmaiado com a cabeça para trás. A testa cheia de sangue, é difícil determinar se demorará para que ele acorde.

A porta está amassada, mas pode ser aberta. O carro está no meio da estrada, não vai levar muito tempo para que alguém pare no local do acidente.

______________

As palavras que Helen diz fazem Noah pensar. Afinal, o que era realmente humano naquela cidade? A raça humana? Ou o fato de se possuir uma consciência, uma moral, ou algo que tornasse alguém numa pessoa.

O veículo é grande, um pouco maior e seria uma limousine.

Os vidros do carro são escuros e o dampiro só vê que há duas pessoas sentadas quando ele e Helen se sentam no banco direcionado para frente.

- Olá Noah. É um prazer conhece-lo - um homem elegantemente vestido com um terno de cor escura estende a mão para cumprimentar o dampiro.
- Eu sou o Pastor Jesse. Pode só me chamar de Jesse.

O segundo homem usa uma peça de roupa que o dampiro não vê faz um bom tempo.
- Este é o Padre Reegan - a batina não nega.

O padre apenas acena positivamente com a cabeça.

- Escutei falar do seu trabalho, Noah. Acredito que seja a pessoa perfeita para extrair o objeto - Jesse parece conhecer pelo menos um pouco da fama do feiticeiro.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Ago 20, 2015 7:23 pm

Respiro fundo.

Ando de cabeça baixa, sem jeito, e me sento ao lado dela.

- Você sabe que eu nunca te traí e que suas amigas não sabem do que estão falando. - Independente do que disser, não vai ajudar. Verdade seria a melhor saída. - E sabe também que o lixo não dá dinheiro. Eu... - Não sei fazer nada melhor. - ... preciso de uma forma de ganhar dinheiro, essa foi a mais rápida que eu consegui.

Me lembro da vez que a conheci. Sorridente e de olhar sagaz, tomando milk shake e dançando com suas amigas. Ela me fez pedir três vezes antes de aceitar um encontro. Quando consegui, tudo deu errado. Choveu, o restaurante não agendou a reserva, não sobrou dinheiro para o taxi... E, mesmo assim, ela continuou comigo.

Aquele tempo todo...


Olho para ela, odiava a ver chorando. Odiava ainda mais que eu fosse a causa daquilo.

- Baby... Eu te amo. Preciso de dinheiro para dar o que você precisa. Mas... - Já havia pesado minhas decisões há muito tempo. -... não aguentaria se te perdesse. Eu preciso que confie em mim, mais uma vez... - Outra vez. - Te prometo que esse será meu último trabalho, vai render dinheiro o suficiente para investirmos naquele restaurante italiano que você sempre quis, o que acha? Abrirmos um bistrô e passar o resto da vida cozinhando...

Eu faria aquele sonho se tornar realidade.

E derrubaria quem quer que entrasse na minha frente.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 20, 2015 7:34 pm

Marrie tenta limpar as lágrimas com as costas das mãos, sem muito sucesso.

- Você disse isso antes daquela luta, lembra? 'Baby, vou te dar aquele restaurante' e olhe onde estamos...eu não queria ser tão dura Frank, as vezes eu digo que meu pai tinha razão. Mas...ok, esta é a última vez, não importa se conseguir o dinheiro ou não.

Não soava como Marrie, aquilo havia abalado a mulher com certeza.

- Se não der certo você volta pra casa inteiro, pega o dobro de lixo com o caminhão e eu faço uma sopa mais rala - ela diz, segurando a grande mão do pugilista.

- Ok, vou deixar você se trocar - ela se levanta e sai do quarto.

Frank havia feito mais uma promessa. Uma que não estava disposto a quebrar.

Mark parece ter se levantado e ido fazer algo, mas Frank somente escuta os passos do alto meio-orc.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qui Ago 20, 2015 8:04 pm

Um raio de esperança atravessava aquele mundo de tristeza e incertezas. Mesmo com todas as coisas ruins, ela ainda acreditava em mim.

Marrie...

Tiro o terno rasgado e levo o mais limpo para o banheiro. Ligo o chuveiro, água gelada aos poucos esquentando.

Tenho que trocar esse aquecedor quando voltar também.

Tomo uma rápida ducha, tirando aquele cheiro de álcool e sangue. Desligo o chuveiro e saio do box. Visto o terno, ajeitando o cabelo para trás com um resto de pasta modeladora que tinha no banheiro.

Bem mafioso.

Não podia negar que era estiloso. O terno havia sido um presente do don. Italiano, Giorgio Armani, azul marinho. Com certeza custara uma nota.

Saio do banheiro e pego os sapatos. Odiava vesti-los, eram desconfortáveis, mas seriam mais que necessários aquela noite.

Vou até a sala.

- Mark?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Ago 20, 2015 9:38 pm

- Ora... Descanse. - Levanto e finjo que vou sair, com uma expressão preocupada e a mão com um gesto q a pedia para ficar - Eu volto outra hora. Está bem? - Sorrio congelando aquela posição e testando algo que eu costumava usar contra homens atrevidos

#sleep CA: 15

Spoiler:


10 + nível da magia + modificador de atributo (int, wis ou cha depende da classe)
10 + 1 + 4 (cha)

–5 penalty on Perception checks and a –2 penalty on Will saves against sleep effects while the lullaby is in effect.

Se obtiver sucesso, vou logo procurar os arquivos da detetive, não posso perder tempo e quero verificar pastas de Nicholas... e de Don. Qualquer coisa relacionada a hoje será excelente. Já que ele está me escondendo algo.

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qui Ago 20, 2015 10:43 pm

*Toco meus ferimentos e inspiro e expiro profundamente para avaliar como está a situação de meu corpo*

*Cumprimento Luke Cage, e com seriedade buscando avaliar um pouco de seu potencial*


*Ao ver o homem de óculos, o tal de Murdock, lhe digo*

"O prazer é nosso, Matt Murdock, ainda mais supondo que você deve possuir uma habilidade incrível não? Afinal aparenta não enxergar, mas mesmo assim é integrante desse grupo... incrível"


*Ao ouvir o comentário de Wayne, sinalizo com a cabeça, concordando com ele e em seguida digo*

"Sociedade da Justiça... interessante e intrigante, muito intrigante"

*Observo Mai e a garota que estava conosco e digo*

"Quanto a mim e a minha parceira, poderíamos descansar um pouco, coisa rápida para nos recuperarmos, mas e quanto outra moça que estava conosco, como ela está?"
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Sex Ago 21, 2015 6:33 pm

- Eu...eu não devia - Alice tenta resistir ao sono. Diana canta e realiza mais uma magia, uma melodia que elimina qualquer chance da secretária não dormir.

A secretária encosta a cabeça na mesinha e cai no sono, profundamente. Foi fácil.

A atriz prontamente vai até as gavetas com as pastas dos casos da detetive, mas a quantidade é grande: ela levaria algum tempo para procurar por Nicholas ou sobre o Don ali.

(Plu, pode fazer um teste de percepção: 1d20+seu skill de perception).

___________

Frank se arruma, agora à caráter como mafioso graças ao terno. Ainda faltava o colete para completar o disfarce de segurança, mas ele poderia colocar na preparação para a missão na mansão Costello.

Durante esse tempo se vestindo o pugilista chega a algumas conclusões: o Don investira muito tempo em Frank e o colocara em várias missões anteriormente. Outros membros haviam sido oficializados na famiglia com muito menos e muito menos eficiência.
Teria Costello lhe mantido como freelancer esse tempo todo para que ele pudesse se misturar melhor durante essa missão?

Frank encontra Mark sentado no sofá da sala mas ele não olha para a televisão. Ele encara o chão, compenetrado.

- Frank. Eu tô lembrando... - o meio-orc parece assustado - ...era uma sala parecida, o lugar era mais escuro. Eu estava amarrado, e estava nervoso falando em orc. Eram...eram cinco, cinco com tatuagem na mão - mais detalhes sobre o dia anterior, a noite que havia deixado Mark no Fruto Proibido.

__________

Syaoran verifica seus ferimentos, alguns já haviam cicatrizado mas as costelas ainda lhe incomodavam um pouco.

(Syaoran e Mai Lin recuperaram 5 PVs. Syaoran 15/21 e Mai Lin 19/37)

Luke Cage parece ser forte, até demais para um humano. É difícil determinar (Pode rolar um Perception para ter mais detalhes).

Matt sorri diante do comentário.
- É perspicaz, Syaoran. Eu enxergo de outras formas, não com os olhos - Murdock não dá muitos detalhes sobre si mesmo.

Mary começa a acordar, ainda grogue por conta do acidente. Ela tem um grande curativo na testa.
- M-Mas que lugar é esse? - ela arregala os olhos e se senta - Syaoran, Mai. Quem são essas pessoas?
Ela precisa se acalmar.






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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Sex Ago 21, 2015 7:26 pm

Teste de Observar: Daryl: 1D20+2 => 18

Analiso o ambiente ao nosso redor. Pela velocidade que o meu mostrador apresentava, era impossível não ter alcançado o carro de Carter ainda, se considerar que devo estar no mínimo no dobro de velocidade que ele, e o canalha saíra do esconderijo com um tempo menos que 5 minutos de antecedência em relação a mim. Isso era... estranho.
- Elizabeth... onde você está...? - a ansiedade me corrói, e só consigo afundar ainda mais o pé no freio. - Vamos, máquina desgraçada!



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Sex Ago 21, 2015 8:39 pm


Arquivos novos? Alfabética? Como a detetive se organiza? Vamos...

1D20+10 => (12 + 10) = 22 #percepção
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Sex Ago 21, 2015 9:01 pm

Uma batida de carro.

De novo... quantas vezes precisaria me chocar contra as peças metálicas para garantir que continuava viva?


Carter pendia, desmaiado. Sangrava.
Quase passou pela minha cabeça em executá-lo ali. Eu tinha tudo para matá-lo.

Mas...

pensar em meu pai na guerra me assombrava. Imaginava-o, agora, como Carter. Eu era uma criança chorando em um velório, sem corpo para velar. Meu passado era uma nuvem de fumaça sobre a minha cabeça; uma nuvem densa, da qual não poderia me desvencilhar.


"Droga!", penso, evitando de encarar Carter em seus olhos.
Penso em investigá-lo antes de correr como o inferno daquele lugar.

Investigando Carter:

Percepção:
Elizabeth: 1D20+12 => (19 + 12) = 31
Profissão:
Elizabeth: 1D20+11 => (5 + 11) = 16

Analiso Carter por inteiro: bolsos, coldre, roupas, tudo o que pudesse ver.
Também aproveito para coletar o que fosse necessário sem que alterasse demais a cena do crime. Aproveito para olhar pelo carro rapidamente, se havia coisas no porta-luvas ou debaixo do banco.

Finalmente terminada a olhadela profissional, saio do local, pegando a arma do próprio Carter e levando-a comigo.

Run Like Hell:

Run Like Hell: At 4th level, a sleuth can spend 1 luck point to gain a +20-foot bonus to his speed for 1 minute. Furthermore, while under the effect of this bonus, if he moves more than his normal speed in a round, he gains a +4 bonus to AC until the start of his next turn.

Gasto: 1 ponto de Sorte

Precisava, primeiro, sair da trilha daquele acidente. E, depois, partir para a minha missão.


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






Audrey / Elizabeth / Liesel /
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Sab Ago 22, 2015 3:16 am

*Desprentesiosamente observo Luke Cage e em seguida escuto Mary falando*

"Olá Mary" *Sorrio e me aproximo dela*

*Retiro delicadamente o punhado de cabelo de sua face e examino o machucado em sua testa e lhe digo*

"É, você não sofreu nada de grave né... enfim, valeu ter nos ajudado um pouco lá"

*Retiro minha mão dela e olho para os companheiros na sala*

"Olha Mary, esses caras são nossos novos companheiros, afinal eles nos salvaram daquele trem de caos"

*Coloco a mão na minha costela novamente e digo*

"Eles vão nos ajudar a conhecer a cidade...e aliás, você tem alguma habilidade especial? Porque acho que senti algo ou alguém amenizando meus ferimentos em um certo ponto da luta... ou eu os ares dessa nova cidade estão me causando alucinações... ou é um ou é outro"



Sistema:
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 25, 2015 7:11 pm

Daryl calcula que seriam cinco minutos de diferença entre ele e Elizabeth, mas o nervosismo o impede de se lembrar de que a detetive havia deixado o local com Carter muito antes dele, que foi abordado pelo pastor Jesse.

O olhar apurado do escritor nota que há algumas marcas de pneu na estrada, parecem recentes.
Um caminhão passa pelo outro sentido, Daryl nota que o caminhoneiro está um pouco abaixado, constantemente olhando para trás e pelos espelhos.

Ele buzina ao passar pelo carro do escritor.

Daryl e Juan aceleram, cortando ar e deixando a Petra cada vez mais distante.

_____________

Diana começa a procurar pelos arquivos da detetive. Tudo parece estar em ordem alfabética e é fácil encontrar a pasta de Nicholas. O caso da contratante Margareth, pelo visto.

Um objeto chama a atenção: uma presilha, simples. Com certeza não era de Nick, seria da detetive?

Várias fotos, algumas de Nick sozinho do lado de fora do Nouvelle ou de algum bar da Rua Morgan. Outras expunham a própria Diana junto do produtor, algumas discretas e outras em momentos de maior proximidade.
Algumas poucas fotos incomodam: em uma Nick conversa com um homem engravatado na frente de um bar com o letreiro "Fruto Proibido".

"Ligação com grupos criminosos da Cozinha do Inferno: pouco provável" diz em uma das páginas da pasta.

Mais duas fotos em que Nick está em um restaurante com uma elfa: Thalia, a protagonista de Descanse, Homem de Areia um filme de suspense.

Elizabeth é detalhista em seus documentos.
"Nicholas parece ser um homem articulado com mu..." a leitura é interrompida pelo som do telefone tocando.

O som é alto, Alice ainda está dormindo na mesa. O telefone continua a tocar.

____________

Mary observa a todos, calada e concordando com a cabeça para o que Syaoran fala.

Os olhos e ouvidos treinados de elfo e artista marcial percebem maiores detalhes da habilidade de Luke Cage:
As roupas novas, nenhuma cicatriz, a forma como o chão soa quando ele anda. Com certeza é alguém muito pesado e muito forte.
Parece algo inumano, pessoa nenhuma atingiria esse tipo de peso com músculos e treinamento somente.

- Habilidade? E-Eu, não sei Syaoran. Eu fiquei assustada lá no trem - Mary responde.

- Syaoran, Mai Lin, Mary. Por favor nos acompanhem, a próxima missão ocorrerá em pouco tempo e precisamos nos apressar - Murdock lhes aponta para a saída do armazem, uma grande porta de metal.
Luke a abre com uma mão só.

- Quanto showoff - Frank comenta.

Dois furgões estão estacionados do lado de fora. Um com um símbolo do que parece ser manutenção de eletricidade e outra de uma adega.
- Algum de vocês sabem dirigir? - pergunta Murdock.

O plano começava ali mesmo.

__________

Elizabeth decide não executar Carter. Em seu coração a detetive não era uma assassina.

Ela começa a vasculhar as coisas do empregado da Hex e graças a sua experiência consegue uma porção de objetos:

*Uma folha de papel, algo anotado em uma língua estranha e diversos números (pode rolar um linguística para identificar).
*O crachá das indústrias Hex: "John Carter Smith", Chefe de vendas.
*Uma chave de cor alaranjada, parece ser de cobre.
*A carteira com a habilitação e cinquenta e três dólares.
*Algumas cápsulas de balas. É difícil determinar se já foram usadas.
*Uma seringa vazia.

No porta-luvas a detetive encontra uma pequena pistola. Ele tinha uma reserva, mas não conseguiu pega-la no momento que realmente precisou.
Elizabeth pega o revolver caído no chão e abre a porta.
Assim que pisa no chão Elizabeth sente a fisgada de dor: algo estava errado com sua perna, mas ela decide ignorar.

Concentrada em seu velho treinamento para entrar para a polícia a detetive corre na estrada. Ao seu redor há somente as planícies vazias da estrada.

Após quinze minutos de corrida, a detetive vê um carro se aproximar na estrada: seu carro.

________________

Daryl e Juan veem uma mulher no canto da estrada: coberta de sangue, corria e mancava ao mesmo tempo. Um acidente? Seria fácil ignorar algo assim num momento de tanto desespero.

Mas o escritor não poderia deixar de reconhecer: era sua mulher. Uma sobrevivente.





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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Ter Ago 25, 2015 8:36 pm

- Pela graça de Deus... - deixo escapar, enquanto anulo a magia sobre o veículo e faço-o parar. - Elizabeth! - corro na direção de minha esposa, tomando-a nos braços, as lágrimas escorrendo involuntárias de meus olhos enquanto sentia meu mundo arfar entre meus braços. - Graças a Deus... graças a Deus...
Há quanto tempo eu não era tão religioso?
- O que aconteceu com você - percebo o sangue em suas vestes, notando que parte não é o sangue dela mesma. Observo o outro carro acidentado, e a lógica me dá toda a resposta de que precisava. Recosto a cabeça de Elizabeth sobre meu peito, agradecendo por poder senti-la comigo mais uma vez. - Precisamos fugir desse lugar, Elizabeth. Você está ferida?
Me volto para Juan, acenando positivamente com um aceno de cabeça.
- Precisamos voltar para casa... e creio que ambos temos muito o que contar um ao outro.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qua Ago 26, 2015 11:10 am

— Aprendi que nesse mundo, você mata ou você morre....

Digo enquanto tiro o kukri por dentro do sobretudo. Havíamos observado o carro ao longe...

— tenho um chute Elizabeth... Mar vou perguntar assim mesmo... Você o finalizou?


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qua Ago 26, 2015 12:45 pm

- Hey, hey Mark! - Me aproximo dele, estalando os dedos para chamar sua atenção. - Foco, olhe para mim!

Faço uma pausa rápida para ele absorver a informação.

- Como assim tatuagem na mão? Você está tendo memórias daquele dia? E quem eram esses... Espera, você tá falando que os caras que te surraram são os mesmos do beco? Tente se lembrar mais, garoto, precisamos de mais detalhes.

Paro de estalar os dedos, mas sem tirar meus olhos dos dele.


" A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada, a embriaguez passa... porém, a estupidez é eterna, Pettri."  Mordekaisen



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qua Ago 26, 2015 1:42 pm

Pego a presilha sem muita cerimônia para olhá-la melhor. O que isso teria a ver com toda a história? Não que eu duvide que a detetive seja vaidosa, mas para alguém que tem o trabalho de organizar tudo pelo alfabeto é bem incomum jogar algo assim aqui.

Penso em afanar as minhas fotos. Mas afinal, nosso caso não é um segredo tão grande para mim. Se eu roubá-las, a detetive não terá muito trabalho até conseguir novas "provas" de que saimos. Resolvo deixar como está. É um problema somente para ele resolver. E ele certamente não estava interessado em vir aqui comigo.

Este bar... com certeza foi aqui que ele começou a ter problemas com a máfia. E o idiota nem para se disfarçar. Vou guardar o nome desse lugar. Muito conveniente.

Deixo escapar uma risada um pouco alta de debochada, mas muito curta. Ora, detetive, você considerou que o meu Nick seria membro de um grupo criminoso? Só se fosse uma gangue de crianças do bairro. E ainda assim ele ficaria transtornado. Mas o cara que esteve com ele pode ter ligação sim com essas pessoas... Maldição. Me envolvi com a pessoa errada.

Será que a presilha é da Thalia? Aquela piranha... Eu não acredito que estou sendo preterida por causa dela...

O que está pensando, Diana? Não é culpa da elfa. É o trabalho dele. E talvez o papel dela nessa história seja muito mais relevante... Será que ela sabe de al--
Pisco, surpresa com o telefone.

Olho em volta. Gostaria de olhar mais. Mas talvez, apenas se eu tiver sorte, esse telefonema pode ser interessante. Apresso os passos, fazendo-os ecoar pelo chão com meu salto e atendo o telefone, entoando a voz da bela adormecida.

(11 + 12) = 23 #atuação

- "Escritório da senhora Walter. Bom dia, posso lhe ajudar? "
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qui Ago 27, 2015 2:33 am

"Entendo, deve ser coisa da minha cabeça então, afinal tomei uma golpe em tanto né"

*Deixo um largo sorriso escapar para ela, em seguida virando para Mai e olhando para ela lhe digo*

"Mai, como diria nosso mestre 'Não há que ser forte, há que ser flexível', vamos buscar ser como os bambus de nossa terra, flexíveis mas resistentes"

*Estendo meu punho fechado para ela para cumprimenta-la e motiva-la, afinal estávamos indo ao desconhecido, sem ao menos termos a certeza que acharíamos as respostas que buscamos*

*Após cumprimenta-la, sigo adiante até a porta de metal*

*Observo o furgão e me impressiono*

'Esses caras tem todo um suporte, muito interessante isso... muito mesmo' *Penso*

"Infelizmente não sei dirigir, Murdock, na minha terra, veiculos assim eram muito raros"
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qui Ago 27, 2015 11:46 am

      Um pastor?!
      — Olá... — respondeu o meio-vampiro ao cumprimento.
      Mas quando o rapaz bateu os olhos no homem ao lado, pode-se jurar que ficou mais branco. E o tal pastor logo apresentou o companheiro:
      — Este é o Padre Reegan.
      Óbvio que é. Por baixo do rosto sem expressão, Noah cerrava os dentes.
      Assim que Jesse entrou direto no assunto, o dampiro apagou um item da sua lista de dúvidas recentes. Porém, ainda sentia a necessidade urgente de colocá-las na mesa.
      — Não é um trabalho que se faz esperando fama. Quem lhe contou? — O inexperiente caçador prezava pelo anonimato. "Sombras não morrem." — Bem, esquece. Isso pouco importa agora. — Se não acertava na discrição, talvez estivesse até sendo incauto com os inimigos, mas estava conseguindo também moral com a possível clientela. — Extrair de quem e onde? Por acaso tem essas informações? E me diga logo se você é o chefe por trás de tudo isso e como as fotografias podem ajudar.
      Noah não quis expor Helen nem o papel que planejava para ela agora, queria mais antes de começar a ceder algo.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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