Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Nanny em Ter Jul 28, 2015 1:02 am

*um impacto... dois sentimentos: 'yes, ele caiu!' e 'será que o matamos..? será que viramos assassinos? o que o mestre diria de nós agora?' nesse momento podia sentir o fim daquela dura batalha.. Mary pergunta como estamos.. a única coisa que sinto é o sangue ainda quente e as dores da batalha*

*Porem aqueles sons de tiros somente se aproximaram mais e os disparos estavam com maior frequência..*

*depois de ver aqueles bichos se escondendo atrás do banco..e ao derramarem algo de uma caixa.. vem um cara de mascara gritando para nos abaixar!*

Teste de Reflexo
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Ter Jul 28, 2015 1:50 am

Ele estava sendo ardiloso e maluco, o que me assusta por alguns segundos. Tentava ser rápida mas aquilo era um comportamento extremamente instável, o que dificultava utilizar lógica para entender suas intenções:

- Carter, pare o carro, agora. Você pode trabalhar para nós e isso não significa que me conheça. Está agindo como um amador irritante.


Iniciativa:

1D20+2+2 => (9 + 2 + 2) = 13
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Puxo a arma, apenas segurando-a, sem evidenciar a minha intenção. Esperava que o blefe pudesse continuar, mas sabia que se ele continuasse com o que fazia, eu teria que atirar... e acertá-lo não era uma opção.

Idiota... não me conhece o suficiente, penso, observando-o correr com o carro. No fim das contas, eu sempre estou entre o fim e o começo... sou como um cão de caça com uma arma no pescoço.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 28, 2015 7:37 pm

Diana sente que Nicholas está muito distante, como se estivesse preso em algum dilema. Ele esconde algo, mas a dúvida é o traço mais evidente diante da atriz.

- Não, apenas faça a apresentação. Todo o resto da missão vai acontecer enquanto você canta, não há porque se preocupar com o restante - ele olha para baixo por alguns segundos.

- Eu vou pra casa, tenho de ver ela pra não suspeitar de algo. Podemos nos encontrar na mansão - Nick se vira para o motorista - Pode me deixar na minha casa, Job.

Ele tira algo do terno. Um objeto metálico que Diana reconhece prontamente.

- Me deram isso aqui. É um acordo Diana, e eu vou ter de cumprir - diz Nick segurando um revolver nas mãos, olhando para o tambor descarregado.

O carro já se aproxima da casa luxuosa de Nicholas.
- Pode se virar até a hora da missão? Talvez seja interessante tentar encontrar a detetive... - propõe Nick.

_____________________

Apesar da preocupação com a esposa, Daryl sai da sala acompanhado de Jesse, um velho conhecido da infância.

- Sinceramente pensei que se tornaria algo grande quando abandonou o orfanato, só não imaginei que seria um escritor que vem a lugares como esse - diz o pastor, já sozinhos e chegando num jardim localizado nos fundos da mansão.

- Aposto que imagina como vim parar aqui...assim como seu amigo - o pastor aponta para Juan, que ainda não se aproxima mas observa de longe.

Daryl vê a expressão preocupada do amigo e envia uma mensagem. O pastor nota que há familiaridade entre os dois.

- Algo errado? - pergunta Jesse - Ele parece querer falar com você. Bem, se quiser conversar outra hora, Daryl, fique tranquilo. Mas tente falar comigo da missão.

O pastor aguarda o próximo movimento do escritor.
Daryl imagina que Elizabeth talvez tenha vindo em seu carro para a mansão. Juan acompanha Daryl de longe.

__________________

Mark para por alguns segundos para pensar sobre o que Frank havia dito. Era como se tivesse aprendido um conceito completamente novo, mesmo que ainda fosse da mesma raça que dez minutos atrás.

- Ora ora, o garoto é grandão, mas sorte de vocês que o Cassio aqui é o melhor armeiro da cidade... - o senhor começa a olhar nas prateleiras que ficam estrategicamente localizados atrás de seu balcão.

- Ah, isso...bem, garotos, Cassio não disse isso mas... - o velho se aproxima dos dois e começa a falar baixo - A Hex pisou na bola, o carregamento de novas armas tinha de ter chegado faz meia-hora na estação de trem do Centro. Mas não há sinal do trem ou da Hex com uma desculpa decente. Vamos esperar pra ver o que aconteceu.

Ele se vira e encontra finalmente o que procurava:

- Essa belezinha aqui é um colete a prova de balas que foi desenvolvido para a polícia. Garante proteção contra balas mas não ache que isso aqui é o cinema, garoto, dependendo do número de tiros ele pode ser perfurado.

Ele estende um dos coletes, do tamanho de Frank, para o pugilista.

- Vai limitar um pouco seu movimento e você corre risco de alguém notar o colete. Se você vai vestido de segurança, perfeito, se vai de smoking é melhor não usar.


Concealable Vest
+4 CA - Bonus de Fortificação 15% - Max Dex Bonus +4
Penalidade em perícias de Dex -3

- Pra você eu faço quatrocentas pratas cada - Cassio era o armeiro, mas nada ali era de graça. Frank sabia disso.

- Frank, esse tipo de coisa me...atrapalha pra lutar - Mark comenta. O pugilista se recorda de Johnny e como ele sempre utiliza roupas leves para não atrapalhar seus gestos na hora de conjurar magias - Acho que vou "leve" mesmo.

Frank sabe que pode "pendurar" a conta dos 400 dólares ou pagar na hora.

_______________

Helen fica ligeiramente brava:
- Mas é claro que não me assustam! Só que esses não são mortos nada normais...Brad.

Ela ajeita uma madeixa de cabelo na testa.

Noah olha rapidamente as fotos, mas todos os corpos tem algo em comum: um grande corte no pescoço de orelha a orelha.

Um dos arquivos de obituário destaca: "Morte provavelmente causada por perda de sangue. Não confirmado. Lesões encontradas nas mãos e pés, indicam luta".

- Eles não tem uma única gota de sangue, Brad. Eu não quero acreditar que monstros...você sabe - o medo aflorado dela quase cheira como o perfume.

Noah percebe luzes se aproximando, como lanternas, e sons de pés descendo escadas.

_________________

Carter ri, empunhando seu revolver Nagant.

- Amadores fingem serem pessoas que não são. Eu só vou tirar o lixo pra fora - ele ignora a proposta de Elizabeth e aponta a arma.

Ele é mais rápido do que a detetive, ao mesmo tempo em que se mantém reto na pista e um caminhão passa no sentido contrário, o gatilho é puxado.

A bala passa pelo braço direito de Elizabeth, atravessando e quebrando o vidro da janela do passageiro.
-5 PVs

A reação pertencia a Elizabeth. O que ela faria no instante seguinte poderia definir suas vidas, mas por enquanto, era somente seu sangue que sujava o carpete do carro.

PVs: Elizabeth 22/27

________________

O choque da explosão lança Syaoran, Mai Lin e Mary para direções opostas dentro do vagão. Não haviam sido incinerados ou algo do tipo, mas ambos os monges batem com a cabeça nas paredes do vagão e perdem a consciência.

No limiar da consciência, da vida e da morte, às vezes se vê além do que no simples dormir.


Syaoran se vê numa praça de uma cidade de seu país natal, a China. Pessoas e mais pessoas passam ao seu redor mas somente uma mulher fica parada à sua frente:

- Vá embora, punhos-élficos. Vá embora - ela diz em cantonês.

E então a praça muda de forma, como papel se desmanchando chuva.

Syaoran ainda dorme, Mary também está inconsciente, mas Mai acorda por um instante: a visão ainda embaçada percebe que os três estavam deitados no que era a parede direita do trem. A parte da frente do vagão está completamente aberta, dando visão para o lago que fica ao lado dos trilhos.



- Castle! Castle, você tá vivo, irmão? - O homem negro que havia se jogado na direção da caixa surge no campo de visão de Mai. As roupas rasgadas, sua camisa estava em frangalhos, mas em seu corpo não havia nenhum ferimento aparente.
- Sim, o desgraçado derrubou o explosivo líquido - o homem com máscara com desenho de caveira se levanta, o casaco de chuva chamuscado e manchado de sangue na área do ombro esquerdo.
- O orc ainda tá respirando? - o homem negro pergunta.

Castle aponta o revólver e atira três vezes na testa do orc.

- Não mais - o tal justiceiro responde. E então Mai apaga.

...

- ...o Murdock e o Bruce chegaram agora. A maioria já está aqui - uma voz acorda Syaoran e Mai Lin. A visão escurecida e a baixa iluminação atrapalham no reconhecimento do lugar.
- Para de falar nossos nomes, idiota! Eles já vão acordar - outra voz masculina é ouvida pelos monges.
- Olha lá, eles já acordaram.

Syaoran e Mai começam a se acostumar a pouca luz e notam que estão em macas improvisadas, no centro de um depósito.

Algo se destaca na escuridão. Algo ou alguém.

- Bem-vindos a Parnasis - diz uma terceira voz masculina. Seu grande cachecol vermelho era a única coisa que lhe destacava na escuridão.




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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Ter Jul 28, 2015 8:19 pm

- Estou buscando informações especialmente sobre a morte de Richard, Pastor Jesse - digo, com simplicidade. - Contudo, possuo algo que talvez seja valioso para encontrar pistas e que eu mesmo não esteja conseguindo uma análise profunda sozinho - penso no amuleto. - Mas nesse momento, sinto que preciso fazer algo mais... urgente, se me permite a indelicadeza, e gostaria de marcar com o senhor uma reunião para amanhã, talvez por volta das 11hs. O que me diz? - sugiro uma bakery conhecida ou um local onde o pastor se sinta mais confortável.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Ter Jul 28, 2015 9:52 pm

- Vamos torcer pra esse trem não ter descarrilhado então, não é mesmo? - Digo, dando risada enquanto tiro o terno rasgado. Precisaria de uma roupa nova também.

- Segurança então será. Nunca gostei muito de ternos, mas se já que não dá pra esconder... Melhor parecer que eu tenho que usar um. Posso deixar pendente contigo, Cassio? Vim direto da rua, não ando com dinheiro. Mas assim que o trabalho de hoje terminar, te pago, com certeza.

Ouço Mark dizendo que não precisava do colete.

- Se você diz... Só não venha choramingando se levar um tiro, hein.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qua Jul 29, 2015 7:58 am

- Claro... - digo pausadamente, analisando-o e sem acreditar em uma palavra - Que bom que vai ser só isso então.

Nicholas está fazendo com que eu me arrependa muito de não ter simplesmente deixado ele aparecer sozinho na mansão do mafioso. É angustiante essa sensação de que logo mais vou descobrir outro grande segredo do meu produtor. E é claro que ele não ajuda nem um pouco ao dizer que vai se encontrar com a esposa.

- O que... - pisco ao ver a arma. Já não tínhamos falado que era inútil pessoas como nós termos uma? - O que você vai fazer com isso? - Penso que talvez seja esse o plano. Que sua aparente fragilidade seria o ideal para abrir guarda de alguém para atirar. - É parte do acordo? Deram um alvo em especial, Nick?

Não sei por que, mas eu tenho muito medo desse plano oculto. Estou simplesmente horrorizada e ver que já estamos perto de sua casa "original" me faz soltar ar pela boca como um bolo de irritação. Não espero que ele perceba. Ele está em outro plano que não consigo alcançar.

- Posso - respondo, sem mais olhá-lo. Se não fosse extremamente infantil, eu o estapearia até me contar o que acontece de verdade. - É, vou fazer isso. - Novamente, só digo isso para me livrar dele. - Onde é o escritório dela?

Passa pela minha cabeça que talvez seja uma boa mesmo visitar a detetive. É provavel que ela já tenha conseguido sair do disfarce e voltar para "casa". Talvez ela saiba o que pode haver de tão errado nessa missão.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qua Jul 29, 2015 9:28 pm

Havia tentado mirar, mas havia levado um enorme susto com o tiro de raspão. Aquele homem era louco, completamente. Não havia escrúpulos em Parnasis.

Testes:

Elizabeth: 1D20+3+2 => (2 + 3 + 2) = 7
Elizabeth: 1D8 => 6

Não havia reparado quando o disparo saíra. Tento respirar após ele, tentando pensar no que fazer. Minha mente era uma junção de imagens e uma busca por lógica, razão e frieza para tentar abordá-lo:

- Você não tem que falar nada!

Era ele ou eu.
Ele ou eu.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qui Jul 30, 2015 10:56 pm

*Abro meus olhos lentamente, sentindo um leve dor de cabeça devido ao impacto que sofri anteriormente*

*Observo tudo ao meu redor, o novo local, aparentemente fomos resgatados, pois não estamos atrás de grades... por enquanto*

*Fito o homem que dirigiu a palavra e digo*

"Parnasis... Então creio que chegamos ao nosso destino... "

*Faço um sinal de reverência nipônica*

"Obrigado, sei que nas condições que estávamos provavelmente estaríamos bem pior agora"

*Após poucos segundos sento-me de pernas cruzadas e continuo a dirigir a palavra*

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Sex Jul 31, 2015 9:43 pm

      Sem sangue...
      Aquele era o pior cenário possível para o dampiro.
      Sequer uma gota de sangue...
      Desarmado e acompanhado por uma mulher de quem ele deveria esconder seus poderes, a descrença de Noah não contribuía com a situação; apenas bloqueava seu pensamento rápido. Instintivamente a única coisa que conseguiu fazer foi puxá-la de perto daqueles corpos.
      — Helen — Brad chamou, agarrando-a pelo braço. — Pense em dois resultados diferentes. Você desaparecida, talvez até caçada pela polícia e seus próprios companheiros de trabalho... — A pausa era dramática, mas disse logo antes que uma ameaça pudesse ser sentida ali. — Ou morta?
      Feixes de luz corriam pelas paredes do lado de fora da sala, apressados.
      — Agora decida entre duas escolhas: fugir ou ficar.
      Largou a pasta na mesa e recuou para a saída. Já tenho as informações que precisamos. O mestiço esperava que a legista compreendesse a situação do mesmo modo que estava inclinada a conceber aquelas histórias macabras. Por mais que dissesse que não queria acreditar, acreditava. O temor dela podia ser farejado de longe. Esse era outro problema.
      Silenciosamente aguardou três segundos e disse:
      — Posso segurar a sua mão se tiver medo.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Ter Ago 04, 2015 10:43 pm

Me escoro em algum muro... Bocejo do sono, reclamo pra mim mesmo.. Incrível como af pessoas conseguem ser inocentes ou simplesmente loucas. Aguardo Daryl em seu carro...


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Ago 05, 2015 8:51 pm

Cassio concorda com a cabeça para Frank. A situação com Hex poderia ficar problemática: uma guerra com outra máfia é algo que se pode lidar, mas uma guerra com o único fornecedor de armas de Parnasis pode ser além do que os italianos possam aguentar.
Mas os dois decidem deixar os problemas grandes com os peixes maiores.

- Está bem Frank, você não costuma me dar calote. Se pelo menos o Bobbi pagasse no dia...ou pelo menos devolvesse equipamento em condições decentes - resmunga o senhor.

O armeiro embala o colete num pacote e entrega ao pugilista.

- Eu espero que não seja preciso nenhum tiro ser disparado - comenta Mark, preferindo não pegar um colete.

Frank sabe que possui um terno reserva em casa. O que está vestindo está em frangalhos.

- Vamos? - pergunta o meio-orc.

____________

Nick olha atentamente para a arma e a guarda por baixo do paletó.
- Obrigado Diana. Eu não tive coragem nenhuma até agora, agora pra sobreviver...pra nós sobrevivermos, eu tenho de ter coragem própria. Job sabe onde fica o escritório, lá na Rua Morgan - Nick estende alguns dólares para o taxista e abre a porta, em frente a sua casa "oficial" de homem casado.

Sozinha, a atriz rapidamente chega em frente a um beco na Rua Morgan.
- Fica a esquerda, senhorita - diz o taxista, aguardando Diana sair.

____________

Em sua corrida desesperada, já longe da região do Centro de Parnasis, Carter e Elizabeth travam uma batalha em alta velocidade.
O carro realiza um zigue-zague, mas Carter consegue manter o controle com o volante segurando com a mão esquerda.

A detetive dispara, furando o teto e errando por muito o seu oponente.
Sangue já suja o banco do carro.

- Isso é couro legítimo, sua peste! - grita Carter ao apontar e atirar novamente.
O disparo é bem sucedido e o tiro atravessa o braço direito da detetive. A bala atravessa o corpo, felizmente não deixando fragmentos. Mas a dor ainda é muito grande.

(-4 PVs)


PVs: Elizabeth 18/27

A detetive ainda tem grandes chances de parar Carter, mas ela precisa agir rapidamente: antes que uma bala, ou um elemento da estrada, terminem o caso cedo demais para ela.

______________

Pastor Jesse parece um pouco preocupado com a interrupção e partida repentina de Daryl, mas concorda:

- Então se sinta obrigado a sobreviver à missão de hoje, Daryl. Boa sorte, nos reunimos amanhã - combinam seu encontro numa bakery no centro.

Daryl e Juan vão para o lado de fora da mansão, no estacionamento.
Não há ninguém além dos dois e alguns carros estacionados.

O escritor pode prontamente reconhecer o carro de sua mulher estacionado: ela saiu com Carter e pelo visto não foi no carro dela.

_____________

Helen hesita por alguns instantes. Os passos cada vez mais altos na escada enquanto Noah aguardava na saída dos fundos.

Ela pega a pasta que o dampíro havia jogado na mesa e corre até Noah. Ela segura a mão do dampíro com força o suficiente para que se ele fosse vivo, estaria roxa.

- Vamos! - os dois saem pela porta dos fundos da delegacia, dando acesso a um beco. Na saída do beco a Rua Baker, umas das ruas principais do Centro de Parnasis.
Um táxi estaciona bem de frente para os dois

A porta se abre e nela uma figura que faz o dampiro respirar um pouco mais aliviado:
- Vão namorar um pouco no centro ou vamos logo? - diz Harry, ajeitando o chapéu. De alguma forma ele havia escapado da delegacia.

______________

Os vultos que Syaoran vê começam a tomar formas de rostos e até mesmo algumas...máscaras.

O homem da voz que lhe recebia desce do lugar alto que estava, o cachecol vermelho a única forma que conseguia reconhecer, pois todo o resto do corpo dele se misturava a escuridão.

- Sim, elfo. Vocês três possuem um grande débito conosco, suas vidas foram salvas ali naquele trem descarrilado.

Syaoran se senta, começando a reconhecer alguns rostos:

O homem de máscara de caveira que havia corrido e mandado os dois abaixar, estava ali: sentado num banquinho e com a máscara levantada o suficiente somente para que pudesse fumar.
O homem negro que havia pulado na bomba estava intacto, ao lado do mascarado, apenas vestia algo diferente.

- Muitos padeceram naquele trem, Syaoran. Alguns pelas mãos daqueles que lhes atacarão, outros pelo acidente. Sintam-se sortudos. Quanto ao orc...

- Três tiros na cabeça, se quiser a história resumida - Syaoran vê um grande sorriso no rosto do mascarado - Mas parabéns, vocês quebraram o grandão de jeito.

O homem do cachecol olha o elfo da cabeça aos pés - Quem são vocês? Seu sotaque parece chinês - o monge nota uma postura tensa em todos ali. Ninguém confiava nos forasteiros que eram Syaoran, Mai Li...e Mary, ainda dormindo numa maca atrás da sua.

*NO AGUARDO DO RESTANTE DOS POSTS*




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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Nanny em Qua Ago 05, 2015 9:11 pm

(post atrasado xp)

*Acordo depois da árdua batalha que havíamos participado, a dor e o cansaço dominavam meu corpo*

*Observo os homens que aparentemente nos resgataram, esfrego meus olhos para ver se não estou sonhando, pois ainda estou em dúvida se a cena do Orc sendo assassinado é mesmo real ou somente fruto de meus devaneios*

'Vou comentar isso com o Syaoran, mas depois... vamos ver como que esse pessoal pode nos ajudar, afinal se nos salvaram, com certeza tem algo em mente para nossos futuro '

*Penso enquanto acompanho Syaoran no agradecimento aos homens*

*Após agradecer, observo todo o local, observando quem está conosco, e a estrutura do local que estamos, pois não sei se somos hóspedes ou prisioneiros *
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Qua Ago 05, 2015 9:39 pm

- Vamos, grandalhão. - Respondo a Mark.

Me dirijo novamente ao armeiro.

- Grazie, Cassio! Te devo uma. Ah, e dê um abraço em sua neta por mim, precisamos marcar um churrasco qualquer dia desses.

Finalizo com um sorriso, enquanto ando em direção ao saguão principal acompanhado pelo meio-orc.

Procuro algum motorista para nos levar para minha casa. Provavelmente Marrie nos receberia com seu simpático sorriso... Que de simpático não tinha nada há tempos.

Nem de sorriso.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Ago 06, 2015 9:34 pm

- Obrigada, Job...

Hesito. Gostaria de pedir a ele para que não levasse Nick a lugares suspeitos. Mas não acho que o escudeiro fiel do meu produtor consideraria essa ideia. Até porque, estou na rua da pessoa morta. Que péssimo.

Gostaria agora era de pedir que ele viesse comigo. Mas parece que não é muito bom depender dos outros, não é verdade!? Suspiro e sigo para o escritório.
Estou só matando o tempo, sei disso. Dificilmente terei algo realmente útil aqui. A detetive é leal demais também para me contar segredos de um cliente. Mas talvez eu consiga convencê-la.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Ago 06, 2015 10:22 pm

Estava assustada.

Não consigo pensar direito. Meu braço dói. Carter era um louco... e eu, ainda pior.

Teste:

Elizabeth: 1D20+3+2 => (1 + 3 + 2) = 6
Elizabeth: 1D8 => 4


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Sex Ago 07, 2015 3:32 pm

- Juanito, existe algum meio de localizarmos o carro de Carter? O quanto você sabe sobre ele? - pergunto ao amigo, me dirigindo ao carro de Elizabeth. Por sorte, havia uma cópia da chave do automóvel comigo, já que o dividíamos. Abro a porta, incitando Juan a entrar. - Precisamos localizá-los, o mais rápido possível. Sinto que Elizabeth está correndo um risco imenso com aquele cara... não sei o que deu na cabeça daquela mulher para se passar por uma Hex, mas não acho que essa mentira teria pernas longas. Espera... é isso... Carter tem alguma ligação com os Hex? - busco em banco de memória mental, caso já tenha lido algo sobre. Se sim, rapidamente dou partida no carro e tomo a estrada na direção do QG dos Hex, caso haja algum. Seria o lugar mais óbvio para onde Carter iria. A menos que a ideia fosse executar Elizabeth.
Rezava para que o meu pessimismo estivesse muito errado.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sab Ago 08, 2015 11:52 am

"Certamente já ouvi falar de coisas que envolvam essa indústria de armas, tenho apenas que buscar em minha mente."

Juan: Juan has joined the room.
Juan: 1D20 => 14 #teste de conhecimento sobre as indústrias Hex e o tal Carter. não sei quais modificadores se aplicam
Juan: 1D20 => 20 #teste de conhecimento sobre locais de desova. não sei quais modificadores se aplicam

caso eu saiba como rastrear o Carter:

- EU me recordo de alguns detalhes sobre casos passados, vamos para (mestre insira aqui sua localidade)

caso eu não saiba de nada:

- POdemos seguir para seu apartamento, ou... para alguns lugares menos agradáveis que conheço... lugares onde as pessoas de má índole... costumam despejar corpos... Não gosto desse tipo de conversa Daryl, mas o risco que Lisa corre é real, devemos considerar tudo e correr contra o tempo!


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Ago 10, 2015 11:50 am

      O mestiço segurou a porta e ofereceu passagem para a legista com a pasta de evidências à tiracolo. Ficando os dois cara a cara pela primeira vez na concepção dela. Desta vez ele não tinha o aspecto que desejava para apresentar-se. O maxilar ainda doía quando falava.
      — Vai entender tudo mais tarde — disse Noah —, pelo menos tudo que eu sei. — Deixou que Harry interpretasse como quisesse. — Agora temos que nos afastar daqui.
      Entrou no veículo depois de Helen e fechou a porta. Tinham muita coisa para conversar, mas não na frente de um motorista estranho. Se bem que este era o único normal ali; talvez a garota com seus cabelos vermelhos conseguisse menos atenção do que a dupla de feiticeiros.
      — Onde pretende nos levar, Harry? Podemos passar em meu apartamento e pegar uns equipamentos. — Olhou para Helen com seu jaleco sobre as roupas de trabalho. Não queria assustá-la mas precisava ser sincero. — Creio que ficar um tempo longe de sua casa seja uma boa ideia. Quer pegar umas roupas? Vai entender o porquê depois.
      O instinto natural insistia que ele voltasse na delegacia e pregasse uma estaca no peito de cada cádaver. Contudo, arriscaria muito se retornasse. Eles terão que descobrir da pior maneira o que aquelas coisas são. De forma nenhuma torcia para que os policiais fossem mortos, apesar de quase ter sido encarcerado por falsos crimes. Na verdade, caso pudessem dar conta dos mortos-vivos resolveriam as preocupações do dampiro vingador. Pena que encher os sugadores de balas se provaria uma medida com resultados pra lá de decepcionantes.
      Esse assassino vai continuar fazendo vítimas, seja qual for sua motivação. Vampiro nenhum tem tamanha sede. Noah conhecera oponentes com diferentes tipos de desejo e seus níveis. A menos que seja por poder. Tal especulação existia somente pela experiência que tivera com outro feiticeiro. Um humano infeliz com sua humanidade.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Seg Ago 10, 2015 11:35 pm

*Apenas concordo com minha cabeça ao ouvir o homem de cachecol nos falar do débito*

*Observo o local ao meu redor, enquanto toco minhas costelas a fim de avaliar os ferimentos que eu havia sofrido*

"Morto..." *Surrurro para mim mesmo*

*Uma expressão de dúvida resplandece em meu rosto*

'Afinal, será que realmente era necessário matar aquela criatura? Por mais ruim que ele foi, matar era realmente necessário?'

*Enquanto estou perdido em devaneios, escuto a pergunta do homem de cachecol e suas reações tensas, afinal eles não iriam salvar forasteiros só porque eles gostaram deles*

*Com cautela e ainda com uma de minhas mãos em minhas costelas, lhes digo*

"Me chamo, Jin Syaoran Eruedrithant, e essa" *Direciono meu olhar para Mai* "É minha companheira e irmã, Jin Mai Li..."

*Faço uma pausa e respiro*

"Mesmo sendo um elfo, sou chinês de nascença... e nós viemos para cá pois nosso mestre antes de falecer, nos orientou a vir para esse continente, pois isso seria a parte que faltava para completar nosso treinamento"

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 7:45 pm

- Se cuide senhorita - Job diz quando Diana sai do táxi. O beco, paralelo a Rua Morgan, continua escuro como se fosse noite. Um lugar muito discreto para se abrir um escritório onde os clientes não pretendem ser vistos.

"Detetive" escrito na porta de entrada. A porta está destrancada e parece haver alguém dentro do lugar.

- Bom dia, posso lhe ajudar? - Diana abre a porta e é recebida por uma mulher loira de óculos, provavelmente seria a secretária.

__________________

O carro continua em alta velocidade, agora muito distante do Centro de Parnasis já é possível ver algumas das montanhas que ficam ao redor da metrópole de Parnasis.

A detetive tenta atirar mais uma vez mas o gatilho emperra...a arma trava e não dispara.
Elizabeth sabe que isso havia danificado seu revólver.

O revólver está com status "broken":
-2 em rolagens de acerto e dano.
Acerto critico somente com um 20 e o dano será somente x2

Carter ergue sua arma para mais um tiro, mas um carro vem no outro sentido da estrada, obrigando ele a desviar ...mas a curva havia sido brusca demais, ele deixa o revolver cair.

A detetive tinha alguns momentos antes do empregado da Hex pegar o revolver do chão do carro.

__________________

Daryl pega sua chave reserva do carro, abrindo a porta do carro. Juan o acompanha.

E então um arrepio percorre o corpo dos dois. Simultâneo, parecia uma magia muito forte armazenada que somente sentiram ao tocar o carro.
Os dois entram no carro, o escritor tentando se lembrar de algum lugar onde procurar: ele sabe que há uma fábrica em algum lugar longe do Centro de Parnasis e já ouviu falar de um escritório no centro.

Juan se recorda dos lugares com mais detalhes:
- Há uma fábrica da Hex localizada bem ao norte de Parnasis, próximo as minas. O informante já lidou com um anão que trabalhava nessa fábrica.
- Existe um escritório localizado num prédio no centro de Parnasis, localizado na Rua Tomley.

Cabe aos dois decidir onde procurar primeiro

__________

- Mas é claro, garoto. Dê um abraço em tua esposa também - Cassio volta aos seus afazeres e Frank e Mark saem.

O pugilista encontra um colega da máfia ocioso, com seu carro.
- Posso lhe dar uma carona Frank, só me pagar a cerveja mais tarde haha - diz Mike abrindo a porta do carro.

Os três vão em silêncio para a região do subúrbio pobre de Parnasis, próximo a Cozinha do Inferno.

Numa rua sem saída, fica a casa modesta de Frank. Mike os deixa na entrada e vai embora com o carro.
- É aqui? Sua casa... - Mark comenta, aguardando o pugilista bater na porta.

Mas não é necessário bater, é Marrie que abre a porta primeiro:
- Meu Deus Frank, é só agora que você vem pra casa e...nesse estado? - a mulher diz, mas o pugilista não sabe diferenciar o que é raiva ou preocupação ali.

Era outro tipo de luta.

______________

Mai Lin desperta a tempo de ouvir o questionamento do homem de cachecol. A tensão presente ali era palpável.

O homem concorda com a cabeça, como se confirmasse uma história que já conhecesse, diante das palavras de Syaoran.

- Sabe de uma coisa, Syaoran, eu sou um homem que preza por justiça. A verdadeira justiça, não o que os governantes tentam nos empurrar como justiça. A Lei é feita por homens, e homens são corruptíveis. Mas a Justiça, ela é absoluta e eterna.

Ele se aproxima do elfo, mantendo a postura de prontidão.
- Para se fazer justiça, é preciso saber quais são os crimes de um homem. E que mal vive no coração dos homens? HAHAHAHAHA, o Sombra sabe. HAHAHAHAHA - o homem de cachecol começa a rir. Um riso que gela os corações dos monges.

Estariam diante de um louco?

O Sombra pega um pedaço de papel no que deve ser um paletó. Ele estende para Syaoran e Mai Lin: A carta de Fo Shun e uma foto.
Na foto, um símbolo que os dois prontamente podem reconhecer: o corpo caído do orc que enfrentaram, e nas costas da mão direita uma tatuagem. A tatuagem da Mão Negra.
O símbolo que tinham de evidência do assassino de seu mentor.

- Xerxes? Eu sei onde ele vive - diz Sombra, como se oferecesse um acordo.

______________

Noah entra no táxi com Helen. Ela não tira os olhos do dampiro, que parece muito mais pálido agora que estava em um lugar mais iluminado.
Mas se tivesse percebido algo, permaneceu calada mesmo assim.

- Ok, Job mete o pé - Harry diz para o taxista que acelera. Noah indica o local do apartamento.

- Harry, esse é o garoto que comentou? - o taxista pergunta enquanto passa por vários faróis vermelhos, toda a habilidade de um motorista desta cidade.
- Esse mesmo Job. Ele vai dar conta do recado - o arqueólogo responde.

Helen permanece calada, olhando para o rosto inchado de Noah.
- Isso vai precisar de um curativo, Bradley - ela diz.

Já de frente para o apartamento, Harry abre a porta para o dampiro.

- Volto em vinte minutos. Esteja pronto, leve o indispensável - o táxi arranca, deixando o dampiro e a legista na entrada.

Ela espera Noah andar na frente.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Ter Ago 11, 2015 8:26 pm

- Desculpe. - Digo, mesmo sabendo que o sermão seria inevitável. - Tive uns problemas com uns marginais e o grandalhão aqui me ajudou. Mark, essa é minha esposa, Marrie.

Entro em casa, o cheiro de produtos de limpeza era inconfundível. Abro a geladeira, pegando duas latas de cerveja e jogo uma para o meio-orc.

- Como foi seu dia? - Pergunto a ela, mesmo esperando a resposta ríspida de sempre.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 8:41 pm

- Estou procurando a detetive Elizabeth Walther (não lembro se ela sabe o nome dela, XD).

Definitivamente eu não gostaria de ser vista aqui. Mas afinal, é exatamente esse tipo de pessoa AQUI que espalha as fofocas. Então, se eu for a cliente...
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Qua Ago 12, 2015 1:29 pm

- Se a ideia dele for se livrar de Elizabeth - digo, ligando os contatos e acelerando. Me coloco na mente do criminoso... há uma mulher se fazendo passar por alguém para quem eu trabalho... eu sei que ela mente... eu não posso deixá-la escapar, ainda mais agora que ela possui o conhecimento sobre tantos segredos, o que inclui o Don. Se eu tivesse recebido ordem de assassiná-la, eu certamente a levaria para.... - Vamos para a fábrica da Hex, Juanito. - Acelero o veículo, conduzindo-o para o norte de Parnasis.

Assim que saímos das ruas para a estrada aberta, recito, enquanto conduzo o veículo:

Venite ad me Aero Spiritus.
Quod spiritus vester cetero me.
It nihil mihi tuae gratiae.
Vos seducant studiosoque volant


[Vinde a mim, Espírito do Ar.
Que teu sopro me conduza.
Oferece-me tua graça.
Permita teu devoto voar]

Conjuro assim Haste sobre o veículo, dobrando sua velocidade. Além disso, uso sobre mim Agilidade do Gato, para que eu tenha a destreza necessária para conduzir o veículo mesmo com a velocidade surpreendentemente alterada.
Estava acostumado com aquele tipo de truque, e dirigir fora das estradas comuns de Parnasis seria muito mais fácil àquela velocidade.
Eu estava desesperado para encontrar minha esposa... um homem apaixonado é capaz de qualquer loucura necessária.
"Mesmo as desnecessárias, Daryl, essas são as mais divertidas", sorrio para mim mesmo, acelerando o automóvel.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qui Ago 13, 2015 6:02 am

'Justiça? Justiça... cada um pensa na sua própria justiça, baseado nos conceitos que lhe foram passados, na sua vivência, mas seria isso a verdadeira justiça? Afinal, qual é a verdadeira justiça? Podemos realmente incluir nossa justiça como uma justiça universal e eterna?'

*Me recordo de meus questionamentos ao meu antigo mestre, onde ele sabiamente sanava as minhas dúvidas juvenis, ao passo que:

Muitas vezes eu aceitava de bom grado,

ou

O conselho passava como uma leve brisa, sem ser percebida*

*Minha mente vaga por um leve momento até que meu coração dispara, um misto de ódio e vingança começa emanar de meu ser, era visivel o quão aquela foto havia me abalado*


*Minhas mãos fecham, e meu corpo começa a se dirigir para frente para se levantar e tentar tomar satisfações de como ele havia conseguido aquilo, porém vejo a expressão de Mai Li e paro no meio do caminho, me sentando e respirando fundo para me acalmar*

"Acordo...certo, desde que não ofenda o meu modo de vida wushu... Mas enfim onde eu assassino isso?"
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qui Ago 13, 2015 10:22 am

      Subindo as escadas para o seu apartamento, Noah tentava compreender qual era o tal recado do qual Harry, seja lá pra quem trabalhasse, esperava que ele desse conta. Pegar o artefato ou executar o portador? De todo modo teria que caçar o sujeito. E, contrariando seu julgamento, o motorista que os trouxera parecia ter ligação com o caso; não sendo um mero taxista. Isso o recordava que precisava descobrir quem eram os aliados de Dresden. Tenho certeza que ele não causou tudo aquilo e ainda escapou sem ajuda, agora refletia melhor.
      Estacou defronte a porta do treze (ninguém gostava do número por isso o bom preço e a vaga), mirou as extremidades do corredor. Então o feiticeiro revelou um de seus truques para a garota: moveu magicamente as trancas e ferrolhos da porta. Manter as chaves e anotações no casaco deixado na casa da viúva se provaria uma ótima ideia ao invés de um problema, talvez. Puxou uma ponta da camisa já solta para fora da calça e usou-a para girar a maçaneta, que ficou manchada de graxa depois do uso. Fechou a porta depois de Helen e caminhou uns três passos antes de retornar para a parede e ligar o interruptor.
      — Desculpe.
      Junto da cama, o mestiço pegou um dos travesseiros e o abriu, tirou um pouco do enchimento e agarrou algo, trazendo o para fora. Uma maleta. Do armário trouxe uma mala e começou a preenchê-la em cima do colchão. Voltou da pequena cozinha com uma besta leve que guardara detrás do fogão. Colocou a mão sob um móvel e mexeu algo que fez um som de fita adesiva, e na tira veio um conjunto de cinco estacas negras. Tirou uma gaveta do lugar e virou-a do avesso, tomando os dez dardos igualmente colados na parte inferior do tampo. A haste com poucos casacos foi removida do interior do guarda-roupa, um tubo de metal que despejou meia dúzia de estacas de ferro moldadas com fio de corte e aro no princípio do cabo. Enquanto reunia outros itens e os alocava na mala, o mestiço notou a visita quieta demais. O silêncio lhe acompanhava quase sempre. Mas ouvira de algum estranho que as mulheres adoravam falar constantemente e que se não o faziam algo estava errado.
      Finalizando e selando com a mala, obrigou-se a dizer qualquer coisa, mesmo com os olhos desviados dela.
      — Noah é o meu nome verdadeiro, nunca trabalhei para a polícia. O meu serviço é independente. — Destravou a maleta e mostrou seu conteúdo. — Sabe essas histórias de horror que você teme? Então... estava certa ao desconfiar. Muitos deles existem. Porém, não em convívio pacífico como geralmente vemos entre humanos, elfos, orcs, gnomos, etc... — O dampiro entendia que passava muita informação para a mulher, contudo precisava prosseguir para emendar com sua explicação. — Eles agem como predadores das demais raças. Um vírus tentando contaminar toda uma população, entende? Não quero permitir isso.
      Helen não precisava conhecer a pitada de vingança naquela receita adotada pelo rapaz. Evitaria dar satisfação sobre sua aparência, por enquanto. Deixou ambas as cargas próximas ao pé da cama.
      — Seus amigos farão um retrato meu — disse ele, selecionando algumas peças de roupa após reorganizar o roupeiro. — Seu também, talvez, como desaparecida. Vão demorar mais de um dia para se recuperarem do ocorrido, notarem sua falta e tomarem suas providências; então amanhã podemos pegar o que precisar em sua casa. Repito que há bons motivos para evitar lá e todos os lugares que seus colegas de trabalho sabem que você frequenta. Por hoje isso deve ajudar...
      Com gestos e palavras de encantamento, fez uma limpeza mágica em si e suas roupas, e nela também. Numa ligeira ida ao banheiro trocou de vestuário, para evitar ser reconhecido. E com os cabelos negros. Mudar um pouco a aparência seria sensato para sair vagando por aí, principalmente no dia seguinte em diante.
      — É um truque simples, dura uma hora no máximo. Se quiser... esses seus cabelos vermelhos são bastante marcantes...
      Parar de fitar aquele vermelho por um tempo ajudaria o dampiro. Estava fraco ainda, sentia-se com metade de sua saúde normal. E isso lhe causava grande desconforto e ansiedade.
      O feiticeiro das sombras trancou todo o apartamento que voltou a afundar em trevas assim que sairam pela escadaria externa. Voltaram ao local em que Harry e o misterioso motorista os deixara.

[Off: Qualquer ponto pode ser interrompido para encaixar uma interação com ela, essa linha de pensamento segue com a postura de "silêncio e confusão" dela, então se Helen reagir diferente pode mudar Wink]
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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