Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qua Jul 08, 2015 7:11 am

[Diana]
Olho Nicholas até que ele desapareça pela porta. Penso por um momento que ele poderia ser apagado ou enganado lá fora. Mas estou satisfeita de ter dado um plano para ele ter algum apreço aqui.

A discussão segue e eu gostaria de sumir com a voz desse Daryl. Será que ele não tem um pingo de medo? Deve ser forte para abatê-lo, espero. Ou é só idiota. De qualquer forma, ele pode irritar o don e matar todos nós no processo. Suspiro e começo a observar a sala em detalhes.

Eu não poderia me importar menos com os assassinatos da Rua Morgan e sinto um pequeno remorso por me dar conta do quão blindada eu acreditava minha vida ter se tornado quando eu aceitei ser do show business. Mas afinal, é uma questão de sobrevivência não se meter em problemas. Por enquanto, estou conseguindo. Música não mata ninguém. Em geral.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Qua Jul 08, 2015 10:00 pm

- A verdade é que ainda não faço real ideia do que é a Mão Negra, apesar de ser evidentemente um inimigo da Família - comento, após a bela explicação de Frank. Agradecia mentalmente, o brutamontes era muito mais que músculos e aparentemente sabia guardar as informações para si quando era preciso. Isso era excelente. - Mas creio que descobrir o que levou à morte de Richard seja uma peça crucial para entender a movimentação de seus assassinos. Seja a Mão Negra ou não, Richard ou sabia sobre algo que não devia, ou detinha algo que outros queriam. Ou ambos. O fato principal é que o assassinato chama atenção demasiada para a Morgan, o que pode ser ruim para o nosso joguinho de rouba-cofres, no caso de termos muitos olhos fardados pelas redondezas, capiche? - precisa parar com as piadas, francamente. - Sugiro uma investigação mais profunda. É possível que até mesmo a polícia tenha pistas que nós não. Basta termos o recurso para colher as pistas ou o contato certo. Temos algo do tipo?



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qua Jul 15, 2015 12:30 am

*Ao ver o orc se levantar e machucar Mai, o sangue me sobe a cabeça, e meus olhos começam a queimar em fúria contra a criatura grotesca*

*Corro na direção dele, de guarda aberta, com as mãos fechadas mirando o pescoço com o objetivo de nocautea-lo*

*Porém o que eu não esperava aconteceu: a minha falta de sabedoria e o cegar da ira me transformaram em um alvo fácil para criatura, que me aplicou um cruzado de esquerda, me pressionando na parede do trem*

*Um dor aguda nas costelas seguida de um grande gorfar de sangue, me mostraram o quão enrascados estávamos*

'Que droga!! Mai esse imbecil lhe feriu, e ainda quebrou minhas costelas' *Arfando e surrando para mim mesmo*

*Minha visão começa a escurecer, eu estava próximo de tocar o oceano anódino da existência de todo ser, quando em um ultimo suspiro ainda tento acabar com o ogro*

*Aproveitando que o orc estava ferido  e de guarda aberta devido ao tiro e considerando que ele estava próximo de mim devido ao ultimo golpe aplicado, salto em sua direção e utilizo meu encaixando rapidamente minha coxa esquerda sobre o ombro ferido, levando minha canela para debaixo de minha perna direita, que estava subindo abaixo da braço direito dele, executando assim um TRIANGULO VOADOR através da capacidade que tenho, o AGARRAR APRIMORADO*

Sistemas etc:

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qui Jul 16, 2015 8:47 pm

Ainda com a postura de uma dama, trago o cigarro ouvindo Daryl agir. Aquela situação toda fazia meus nervos ficar à flor da pele, mas ainda blefava.

Três assassinatos... sim. Houve mais do que o corpo de Richard, então. Richard é apenas uma ponta do Iceberg., penso, com certo repúdio pela situação.

Daryl e aquele homenzarrão próximo de nós pareciam estar de certa forma entrosados. O problema era encarar Costello... havia aprendido a ter certo sangue frio, mas eu era enérgica; sempre tive a minha opinião.
Não... não é hora de sentir raiva desse homem. Preciso me concentrar em meu trabalho. Eu fiz de tudo para chegar aqui... de tudo. A simples lembrança do rosto de Joan Bett me fazia tremer de indignação. Forço mais um cigarro, escutando tudo:

- Então foi isso que aconteceu na Morgan... realmente, só acontecem confusões naquele lugar... - olho para um ponto vazio na sala, raciocinando - já entendi a minha missão, não foi à toa que me dirigi para cá, afinal. A polícia é complicada... estão focados no dia de Petra, o que pode ser tanto bom quanto ruim, senhor.

Esperava que seguíssemos logo para fora dali com o maior número de informações que pudéssemos.
Infiltração: ok, gravo em uma lista, mentalmente.

Continue blefando, Liz... só mais um pouco.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Jul 20, 2015 10:25 pm

      — Não, o Oficial Bailey me mandou vir aqui depois que contamos o que estava acontecendo. Sou recruta de outro DP — disse o dampiro (Blefe 28 = 11 + d20(Noah: 1D20 => 17)). — Cooper, Bradley Cooper.
      Seus passos ecoavam, ele hesitava e caminhava um pouco mais para dentro do lugar.
      — Droga! Tiram a lanterna e a arma de mim só porque sou novato. — comentou o cadete injustiçado. — Demorei um século para chegar nesse lugar às cegas e acho que ainda me machuquei naquela escada... Ei! Cadê você...? — perguntava Bradley, aos sussurros, procurando por uma mulher no meio da sala escura, esbarrando numa maca ou mesa de equipamentos com rodinhas. — Ele me pediu para tirar você daqui, não é mais seguro. É exatamente aqui que há o que esses caras estão querendo, sabemos disso pois procuraram no nosso necrotério e violaram os corpos procurando alguma coisa. E como eu estava só de patrulha com meu parceiro, me mandaram voar para cá e avisar... Ah, meu Deus! Aqui tem um cádaver? Uhh...
      Noah buscava emanações (Detectar Magia) enquanto conversava com a ruiva.
      — Vamos sair logo daqui — Cooper murmurava para o breu —, estão tentando barrar a rota até nós mas temos que ser rápidos. Ouvi tiros bem perto daqui, espero que não esteja me arriscando por nada. Uma maldita pedra ou sei lá o quê... Moça, está aqui? Você tem que pegar aquela coisa e dar o fora daqui!
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Nanny em Ter Jul 21, 2015 12:14 am

*cheiro de sangue.. aquele leve cheiro de ferro..
toco meu rosto ensanguentado por causa do soco que levei.. dois dedos quebrados...
logo o Orc também vai para cima de Syaoran... e penso:*

'o que faremos agora.. esse grandão não é tão fraco quanto pensei..nós o subestimamos..'

*Uma voz chama a atenção do Orc, como quem diz para ele parar...
Um disparo!... o Orc está caído de joelhos no chão..*

'essa é a minha chance!' penso

*parto para cima dele para tentar atordoa-lo com um Roundhouse Kick mirado em sua cabeça*

Roundhouse kick:



Ataque Atordoante: Ataque Desarmado
Atordoa uma vítima com um ataque desarmado Aprimorado

Teste de Acerto: 1D20+2+3 => 20      (d20=15)
Rolagem de Dano: 1D8+2 =>   5       (d8=3)

(DC 10 + 1/2 your character level + your Wis modifier
DC 10+ 2,5 + 3 = 15 Fortitude)
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 21, 2015 4:01 pm

Costello ouve Frank falar, ele acena positivamente no começo do relato e parece absorver cada detalhe. Ele presta ainda mais atenção quando o pugilista conta sobre o combate no beco.

- Está bem, obrigado Frank. Sua versão da história bate com o que me foi contado, entretanto, fico surpreso em ver que você foi pego de surpresa. Olhos na nuca, filho, olhos na nuca...

O don fecha a cara diante do que Daryl diz.
- É um detetive agora, garoto? O que eu sei é o que vocês sabem, há um grupinho novo na região. Talvez meu irmão esteja reunindo seu próprio exército nessa guerra entre nós dois...lamentável. Ele é um idiota excêntrico que adora anotar tudo , se ele sabe de algo vai estar lá no Cassino. Vocês tem mais um objetivo então, descubram se ele sabe de algo sobre a Mão Negra.

A missão se tornava mais complicada.

- Eu vou acionar alguns contatos, ver se o nome é familiar. Tony, os caras de tatuagem do outro dia não eram assim?
- Acredito que sim, Chefe. Foi coisa rápida, não deu pra interrogar ninguém - o mafioso ajeita o chapéu.
- Fale com o Motorista, vá com ele pro lugar. Tente achar algo com as informações que temos agora. Rápido!

Tony acena positivamente e sai da sala.

Diana aguarda Nick voltar, Elizabeth mantém seu disfarce

- O Dia da Petra nos dá a oportunidade perfeita pra agir e não sermos importunados pelos policiais. Não estraguem tudo e todos receberão seu pagamento.
Nicholas surge da porta. Diana nota que ele está um pouco mais branco que antes, mas parece que o plano se mantinha.

- A-A banda que vai se apresentar hoje é a mesma da de ontem do Nouvelle. Eles concordaram em incluir você e sua equipe no show, Diana - ele diz, um tanto abalado - Devemos estar lá as 6 da tarde pra arrumar as coisas.
- Excelente, tenho uma van que pode levar toda a equipe lá pelas 5. Estão dispensados, voltem pra cá no horário, 5 horas e nenhum minuto a mais - O don parecia estar muito atento a cronogramas.

Para todos na sala, são 11h45 da manhã.
Costello sai da sala junto de Bobbi Joe e Johnny.
O feiticeiro Johnny encara Daryl por um instante antes de passar pela porta. Um sorriso irônico estampado no rosto.

"Continue de olho, descubra quem é o rato" o feiticeiro envia a mensagem mental para Juan.

Bobbi Joe dá um soquinho no ombro de Frank antes de sair. O atirador parecia até mesmo uma pessoa normal agora.

A sala agora está sem mafiosos. O silêncio perdura por alguns instantes.

Pastor Jesse se levanta, indo de encontro a Daryl.
- Se sente bem, filho? Acredito que o feiticeiro não tenha lhe ferido permanentemente - o pastor coloca a mão sobre o ombro do escritor. Nesse momento, ele se torna ainda mais familiar.

(Pode rolar o d20 pra tentar reconhecer Stein)

Carter se levanta e anda até Elizabeth.
- Senhorita Hex, deixe-me leva-la até sua casa. Acredito que temos bastante tempo até o horário combinado, há aquele carregamento do qual a empresa é responsável...
O homem de negócios estende a mão para a detetive.

Mark olha para Frank e respira fundo, aliviado.
- Vamos achar quem matou o Professor, Frank? - o meio-orc tem alguma esperança em seus olhos. Mas o que ele faria se ficasse cara a cara com o responsável?

Nick segura a mão de Diana.
- Obrigado...foi genial, Diana. Acho que você salvou a minha vida - a sugestão havia realmente sido efetiva.

O grupo todo está liberado até o horário combinado.

_______________

Noah inventa mais uma identidade. Por sorte a escuridão não revelaria seu rosto ou suas roupas com exatidão.

- Graças a Deus! Fiquei com medo de que fosse uma fuga de prisioneiro ou algo do tipo - a mulher se levanta e ajeita os óculos - Nossa, como você está enxergando? Tá, quem sou eu pra falar. Sou Helen.

Helen esbarra em alguns objetos até chegar mais perto do dampiro. O cheiro adocicado do perfume dela vem a tona misturado ao odor natural da mulher, coisa que somente alguém de sua espécie conseguiria sentir.
- Acho que você tá com a cara inchada... - ela coloca a mão sobre o rosto do dampiro, mas logo retira - ...desculpe, como disse? Ah, na mesa é o de ontem a noite.

Noah sente emanações muito fracas de magia. Podem ser apenas resquícios daqueles que já viveram, mas nada que ele possa identificar.

- Não! Não posso sair daqui, Bradley! O oficial Bailey me ordenou pessoalmente para que eu não saia daqui a menos que ele mesmo mande o contrário. As informações daqui são confidenciais. Todas.

De acordo com as palavras de Helen, não seria somente uma coisa a ser extraída ali.

Há um corpo exposto na sala, a gaveta aberta, o dampiro precisaria se aproximar para identificar melhor mas parece ser um homem de aparentes 50 anos, barba comprida e grisalha.

E um grande corte no pescoço, percorrendo de orelha a orelha.

_______________

Irritada, Mai avança e tenta um chute em Ogro. A velocidade, combinada a confusão do ogro é suficiente para que ela o atinja na testa.

Ele gira a cabeça, confuso, ainda não havia caído inconsciente. Ogro coloca as duas mãos sobre a testa e se curva.

- AHHHHHHHHHH, OGRO DOR!

Mesmo ferido, Syaoran aproveita o momento e realiza um agarrão no orc. O inimigo agora estava atordoado e preso no golpe do monge.

Syaoran sente um arrepio, como se tivesse sido mergulhado em água gelada. Uma sensação estranha se passa na região de suas costelas, como se elas parassem de perfurar a carne interna e começassem a retornar a um formato mais confortável.

(Syaoran recupera 8 PVs)

Mary está ofegante e suando. Ela parece ganhar um pouco de coragem e agora está de pé e apoiada na parede do vagão. O trem começa a aumentar a velocidade substancialmente.

Os monges tinham uma vantagem. Se Ogro se levantasse como antes e atingisse os dois da mesma maneira, é difícil imaginar se sobreviveriam...

PVs: Syaoran 10/21 - Mai Lin 14/37
Status: Mai Lin quebrou dois dedos da mão esquerda, então sofre uma penalidade de -1 em Dex e -1 For

Vozes do vagão atrás do Ogro ficam mais altas, parecendo berros. Mais sons de tiros.




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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Ter Jul 21, 2015 5:43 pm

Dou uma leve batida no ombro de Mark.

- Não sei, kiddo. - Digo, olhando para o mestiço. - Mas prometo que ajudarei com o que estiver ao meu alcance. Isso pode ter certeza.

Conceito de amizade é algo complicado. Nunca tivera muitos amigos na infância, depois da adolescência frustrada e fase adulta pior, nunca fiz questão de arranjar outros.

Mas talvez, depois de tanto tempo, aquele fosse um amigo. Mesmo que do tipo mais improvável.

- Vamos, você foi bem na reunião. Tenho que resolver uns assuntos e tento conseguir algo para você beber no caminho.

Saio da sala em busca do armeiro.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qua Jul 22, 2015 12:26 am

*Aproveitando-me que prendi o inimigo, milissegundos depois de Mai aplicar o golpe, rapidamente puxo o braço para o lado do meu quadril, para forçar seu ombro a encostar mais no pescoço, e em seguida puxo a cabeça dele para baixo com o máximo de força que eu conseguir para desarcoda-lo através desse estrangulamento*


----------+++Sistema+++-----------

Acerto:
1D20 + BBA + FOR :13+3+2: 18

Dano:
1D8 + FOR: 2+2= 4

Dados:
Syaoran_Elfo_Magnifico rolls d20 = 13

Syaoran_Elfo_Magnifico rolls d8 = 2
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Nanny em Qua Jul 22, 2015 12:39 am

*vendo a reação do Orc, e a de Syaoran, aproveito que ele está atordoado e preso, para atacá-lo novamente!
dou uma Rajada de golpes (flurry of blows), dando dois chutes em seu fêmur(coxa), um chute de direita e outro de esquerda*

chute mais ou menos assim óh:

(só que apenas um chute de cada perna..)


Ataques
1º Chute: 1d20+2+3+3: 27
Dano:1d8+2: 5

2º Chute: 1d20+2+3+1 (redutor -2 do flurry of blows): 17
Dano:1d8+2: 10

Dados
-Acerto
1 Mai Li rolls d20 =>  19
2 Mai Li rolls d20 =>  11

-Dano:
1 Mai Li rolls d8 => 3
2 Mai Li rolls d8 => 8
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qua Jul 22, 2015 10:27 am

Uau. Além de tudo seremos pagos? Eu não sei por que mas acho que ele pretende nos tornar funcionários dele. Eu espero que não. Mas minha crença nisso é bem vaga.

Observo quando Nick volta e devolvo um sorriso quando ele aparece, para acalmá-lo um pouco. Fico imaginando se algo aconteceu lá fora ou se ele só está terrivelmente ansioso. Céus, por que você é o medroso de nós dois?

- Que ótima notícia, Nicholas - respondo, como se fosse um trabalho normal.

Então, é hora de pensar nos preparativos e devo fazê-lo meticulosament ecomo se fosse qualquer outra apresentação. Levanto-me assim que o Don deixa a sala e propositalmente ignoro a detetive. Afinal, ela está fingindo ser outra pessoa e imagino que é isso que detetives esperariam de mim.

Só não sei como ela vai nos tirar dessa. Acho que já me conformei. Só quero que ela tenha uma boa pontaria na hora certa. Aceito a mão de Nick e caminho com ele para fora.

- Argh, não aguentava mais esses malucos - desabafo e massageio as têmporas. - Na verdade eu acho bom mesmo você me agradecer, pois estamos em uma grande furada - retruco o resmungo como faço após um teste frustrado ou situação social irritante. Não é nada demais e ele sabe disso.

Só que dessa vez, ele realmente tem uma culpa adicional e nós dois sabemos disso.

- Bem, só me resta agora cuidar da pele e dos cabelos até a hora dos shows. E um vestido, é claro. Preciso estar magicamente radiante esta noite - eu sorrio para mim mesma, como se só eu entendesse o significado dessas duas palavras.

Espero até estar no taxi de Job antes de continuar:

-  Pensei que poderíamos escapar durante o evento, em meio a confusão, mas acho melhor fazermos tudo direitinho e tentar nos livrar dessa como nos é esperado. Você precisa dar um jeito de negociar nossa liberdade, Nick. Sabe que essa não vai ser a última vez. Eu sinto isso. Então precisamos parecer úteis e de alguma forma criar uma dívida conosco, mas que não ameace a posição de líder dele. Entende?
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Qua Jul 22, 2015 12:56 pm

Daryl: 1d20 => 18
-------------------------------------------

O reverendo não me é estranho, evocando algo em minha memória que eu mesmo julgava ter olvidado... quem é ele?
Minha atenção se volta para Elizabeth, mas não tenho certeza se é seguro ir de encontro a ela enquanto estivermos naquele lugar. Estava louco para sair daquele buraco o mais rápido possível.
Faço um sinal positivo para Elizabeth, indicando a porta de saída. Era hora de irmos embora.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qua Jul 22, 2015 4:27 pm


"No Wushu, você é seu maior inimigo. Não é seu direito tirar a vida de nenhum oponente"

As palavras do mestre ecoam nas mentes de Syaoran e Mai Lin. O mundo parece ficar em câmera lenta diante dos movimentos combinados dos monges.

Syaoran inicia o movimento de enforcamento ao mesmo tempo que Mai aplica os dois chutes em Ogro.
A artista marcial sente os ossos se quebrando sob seu pé. O elfo sente a vida do orc se esvaindo conforme ele para de respirar.

Ogro cai no chão, inconsciente. Talvez pior, os monges podem se perguntar se não teriam matado uma pessoa pela primeira vez.
A respiração do orc é inconstante e o pulso está fraco.
Mas a batalha tinha um fim e os dois monges se tornaram vencedores.

- Vocês estão bem? Meu Deus, vocês derrubaram esse cara... - Mary se aproxima dos dois, olhando para o corpo caído do orc: rosto desfigurado pelo nariz quebrado e crânio afundado.
Os sons de tiro ficam mais altos e constantes, parece até mesmo que tem alguém usando uma metralhadora.

Agora sem o orc bloqueando a visão, é óbvio o que acontece no vagão em frente:

- Desgraçados! Desgraçados! - grita um halfling se protegendo atrás de um banco do vagão, enquanto dispara a esmo com sua metralhadora Tommy - Eu vou explodir vocês aqui mesmo! Olhem só como... - o trem balança, já em velocidade muito alta, e faz o halfling derrubar a caixa que segurava na mão esquerda.
Líquido começa a sair da caixa de papelão.

Outras duas pessoas, aqueles que atiravam no halfling, se levantam.

- Corre cacete! CORRE! - um homem negro de terno corre em direção a caixa e salta.

Ao mesmo tempo, o que parece ser um humano com uma máscara corre em direção aos monges e Mary.
- Abaixem!

Grita o mascarado. A explosão é cegante.

(Os dois podem rolar teste de Reflexos).



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Aleleeh em Qua Jul 22, 2015 5:22 pm

Parece que as coisas haviam se ajeitado de alguma forma. Daryl estava ali, e vivo. Isso me permitia ficar aliviada, mas ainda não era o bastante. Queria conversar com ele.

Então, Carter anda até mim. Droga, penso, olhando efusivamente em seus olhos:

- Oh, sim. Entendo que queira me acompanhar, embora eu odeie esse tipo de escolta, sabe?

Sorrio, estudando sua reação antes de continuar:

- Enfim, se insistir... - me levanto, segurando a bolsa - vamos?

Olho para quem havia restado na sala:

- Podem me dar licença, sim? O Sr Carter quer me acompanhar. - a femme fatale que me transformara, sorria - Espero encontrá-los logo, rapazes...

Aquilo era mais que uma despedida. Estava comunicando para Daryl o que estava fazendo. Queria que ele tivesse alguma ideia para conseguirmos nos ver ainda hoje. Essa investigação estava cada vez mais complicada.

Segurando sua mão, saio acompanhada de Carter, me preparando para encarar o que viesse. Ele deve saber que não sou Hex... vou fazê-lo acreditar ou terei...

de ser a detestável pessoa que nunca quis ser.






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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Qua Jul 22, 2015 8:04 pm

      — Confidenciais ou não, eles conseguirão chegar aqui de qualquer jeito — Bradley insistiu. — Do mesmo modo que pensamos que uma delegacia é um lugar seguro e que criminoso nenhum entra aqui a não ser algemado, e agora estão invadindo esse lugar procurando algo de valor.
      O dampiro agarrou a mulher nos braços, e para ela seria o gesto de alguém com a pretenção de mirar seus olhos mas o escuro impedia o contato visual. Os cabelos ruivos o instigava de maneira que este precisava conter os olhos para não reluzirem o vermelho da raça. O cheiro dela acusava vida, substâncias e sentimentos como medo e felicidade. Vampiros tinham toque gélido de morte, o mestiço andava sempre tépido e a palma da garota o acertara com um calor inexplicável. Nunca ninguém tivera coragem de aproximar-se dele ou tocá-lo; os bebedores que eliminara só queriam saber de provar seu sangue como um vinho raríssimo.
      Noah sentia a respiração quente e o coração acelerado fazendo sangue correr por toda ela. Ele lambeu os lábios e disse:
      — Helen, existe um item que não foi removido de um corpo e eles virão aqui e vão arrancar o que vieram buscar, e nem consigo cogitar o que fariam com você. Eu sei que você já viu o que é e tem medo de manusear, mas temos que levar isso daqui... — Bradley tirou uma mão dela e tateou a mesa ao lado. — É esse aqui? Vamos lá. Se você não procurar, eu procuro!... Ele já está aberto? Ugh, que merda.
      O feiticeiro continuava a caçar auras mágicas (Detectar Magia, 2º turno: Quantidade de diferentes auras mágicas e o poder da aura mais potente), em especial um objeto místico. Através da visão noturna notara o cádaver de um homem idoso, e sob sua barba branca e longa enxergava uma cicatriz mortal. O corte era idêntico ao golpe sofrido por Denzel.
      "Toda fera possui um modo de caça, elas são semelhantes a um assassino em série com seu modus operandi, ambos deixam rastros gritantes." A passagem do diário de Westwind surgia repentinamente na mente do caçador iniciante que acabara de identificar uma assinatura.
      Ali estava o corpo certo, teria que guiá-la até ele. Apesar da pressa tinha que ter paciência ou estragaria tudo.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Qui Jul 23, 2015 11:49 am

- "Saiam de perto desse Carter... Preciso checar algo com ele e pode ser perigoso para vocês..." - envio a mensagem a Daryl e Lisa.

Sigo atrás do grupo. Observo cada um, se parecer pertinente recolho meus pertences e me junto a Ennio...

- Como proceder agora? Devo me juntar ao grupo de infiltradores?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaac-sky em Qui Jul 23, 2015 4:45 pm

A mulher tenta fazer contato visual direto com Noah, mas o escuro lhe impede de fixar os olhos no do dampiro (assim ela não vê o rosto inchado do dampiro). Mesmo assim, uma sede que Noah já se esquecera acendia como uma chama morta.
O olhar da mulher demonstra preocupação diante dos alertas do dampiro, entretanto, ela não parecia querer se afastar de perto do falso policial Bradley.

- N-Não é um objeto...são as, as fotos - ela tateia a mesa e pega uma pasta com vários papéis e fotos - É a coisa mais esquisita que eu já vi na minha vida. Eles...Bradley, você acredita em histórias de terror?

Obviamente Helen não queria parecer ridícula.

Noah não encontra nenhum objeto mágico com sua magia, mas encontra um padrão nas "ondas" da Petra que chegam no necrotério. Na visão do dampiro é como se algumas ondas mudassem de tamanho ou de direção quando atingiam algumas gavetas.
Isso pode estar relacionado a ligação das pessoas a magia quando vivas, ou algo diferente...

O que haveria nessa pasta que amedrontou até mesmo uma legista?

___________

Mark sorri, um tanto aliviado com as palavras de Frank.
- Boa sorte, senhorita - diz o meio-orc para Diana.

O pugilista e o meio-orc saem da sala. Frank conhece o caminho, o armeiro da familiglia ficava na própria mansão.
Alguns consideravam isso uma vulnerabilidade, uma forma mais fácil da polícia ligar Costello ao crime organizado. Mas o Don simplesmente preferia pagar um suborno maior e manter as vistas longe de sua mansão.

Diana e Nicholas saem da sala juntos. Nick respira fundo ao sair da entrada da mansão, aliviado por poderem sair da mesma forma que entraram: vivos.

Carter segura a mão de Elizabeth e os dois saem da sala. A detetive havia se tornado uma espécie de femme fatale, como nos livros que Daryl colecionava aos montes em seu apartamento.
Mas dessa vez é muito real.

Juan sai da sala buscando Ennio, mas ele não está em lugar algum. O mesmo deve estar na outra missão, a do depósito.
Entretanto, as armas e coisas do informante estão na mesinha logo ao lado da porta do escritório.
Juan está livre para ir onde quiser enquanto não chega o horário da missão.

Daryl olha mais atentamente para o pastor Jesse. As memórias surgem como explosões ensurdecedoras.

____________

- O professor Richard era tipo um pai. Digo, meu pai foi um cara legal mas eu lembro menos dele do que do professor. Richard que me bateu quando eu disse que coisa de orc era dar porrada e pontapé - Mark ri enquanto os dois descem as escadas. A ironia naquele momento trazia algum humor a situação.

- Ele dizia "seu pai foi um desgraçado teimoso e rabugento. Mas ele sabia que era a magia que salvava o dia". Sabe...acredita que meu pai era humano? No meu caso...meio-orcs costumam ser do jeito contrário - confidencia Mark.

Os dois alcançam o porão, passando por uma porta de madeira, Frank reconhece Cassio: o armeiro.
Cassio é um senhor de idade com um proeminente bigode e a expressão serena digna de um avô de série de televisão.
Ele desliga o telefone, irritado.

- ...desgraçados, Hex vai ter de se explicar agora. Ah! Bongiorno! Frank, como vai? Haha, ainda lutando do jeito antigo ou finalmente vai fazer o velho Cassio feliz e carregar uma Tommy? - o armeiro é surpreendido pela presença do pugilista.

____________

Job leva poucos minutos para chegar na entrada da mansão.

Nick somente começa a falar depois que entram no táxi.
- Um pouco diferente do que esperávamos. A-Acho que ainda foi melhor do que sermos apagados lá no Nouvelle - o produtor não olha diretamente nos olhos da atriz.

- Vamos terminar o trabalho, ir pra casa e viver mais um dia. E se pudermos ver o nascer do sol de amanhã, podemos pensar em formas de sair dessa. Com o Dia da Petra tão perto, a cidade fica uma bagunça, se locomover é...complicado. Não vai dar pra fugir tão cedo e...temos de comprar nossa liberdade, talvez.

Nicholas está bastante evasivo.

- Para onde, senhores? - pergunta Job.

____________

Carter guia Elizabeth até seu carro. Um caro esportivo Maserati A6GCS Berlinetta, cor preta.

O próprio empregado da Hex dirige para longe da mansão.
Mas a detetive percebe algo errado quando ele faz uma curva em direção ao norte, e não ao Centro de Parnasis.

- Hahahahahahaha - o homem bate no volante enquanto ri. Seu sorriso é muito aberto, parecendo o de um louco, não de alguém feliz - Sabe garota, eu não sei o que pensou quando entrou naquela sala falando que era a senhorita Hex, Mas você está muito morta agora

Carter acelera a velocidade do carro, passando dos 80km/h na estrada que vai sentido norte. Os prédios de Parnasis já começam a ficar distantes.
- Que tipo de idiota entra na casa de um mafioso dizendo que é da companhia Hex, afirmando que é uma herdeira, QUANDO O IDIOTA QUE TRABALHA PRA HEX ESTÁ BEM ALI! F*@#-!$, não quero descobrir.

(Ale, pode rolar iniciativa)

____________


- Bizonhento! Bizonhento! Bizonhento - as crianças do orfanato faziam um círculo ao redor de Daryl enquanto gritavam mais um apelido ofensivo. O pequeno garoto de olhos de cores diferentes estava acostumado àquilo, mas isso não tornava nada mais fácil.

Naquele dia Daryl tinha sete anos.

- Ei! O que estão fazendo? - a voz jovem fez as crianças sairem correndo, deixando um Daryl em lágrimas sozinho e sentado no chão.
- Esse é Daryl, é um dos meninos do orfanato. Ele é... - Pastor Colombo diria algo como "diferente", mas o recém-pastor ignorou e se sentou em frente ao garoto.

- Olá Daryl, meu nome é Jesse. Quer ajuda pra se levantar?

A expressão de Daryl entrega a lembrança repentina.

- Achei que iria ficar longe de lugares como esse quando decidiu sair da igreja, Daryl - Jesse não tira a mão sobre o ombro do escritor.
- Mas que bom te ver, garoto.

Pastor Jesse, na época do orfanato era um pastor que havia acabado de terminar o seminário e ajudava no orfanato de vez em quando.
Talvez tenha sido o único da igreja a trata-lo como igual, e com certeza o único que nunca lhe pedira para usar óculos escuros.

- Tem um momento para falarmos a sós? - propõe Jesse.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Luthica em Qui Jul 23, 2015 5:33 pm

Fico até um pouco surpresa - para não dizer uma pontada de irritação - com a forma que Nick está lidando com isso. Evasivo como sempre nesse assunto.
Eu achava que depois de descobrir seu segredo, poderíamos falar abertamente sobre isso, que ele contaria seus medos ou sei lá o quê. Mas não.

Aquilo causa um certo embrulho interno. É como se ele não estivesse me contando tudo. E se ele estiver mais metido nisso do que eu imagino, ah, eu ficaria muito brava. Suspiro. Não adianta tentar manter a conversa assim.  

Para responder a Job e deixar a situação mais amena, faço uma pergunta ampla.

- De qualquer forma, eu vou me arrumar três horas antes de nosso encontro marcado na mansão. Onde quer passar suas últimas horas antes disso? -  Comigo? Com a esposa? Será que vai achar melhor ficarmos separados até a hora do encontro? Ah, este maldito silêncio me mata. Eu preciso tentar mais uma vez. Tomo coragem.  Não sou de conflitos. Mas hoje é especialmente importante que ele não me esconda nada. Tenho uma ideia. -   Ou que tal... podemos almoçar e conversar um pouco. Acha que tem alguma coisa a mais que eu deveria saber antes do evento, Nicholas?

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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Sex Jul 24, 2015 7:16 pm

Apreensivo ao ver Lisa ir embora, tenho a atenção tomada pela súbita revelação. "Jesse...", meus olhos se abrem em espanto pela recordação, e uma avalanche de dúvidas surgem em minha mente. "O que diabos você está fazendo aqui?". A surpresa, contudo, é muito bem-vinda.
- Seria um prazer - sorrio, acompanhando-o.

Estava ávido por sair daquele lugar e sequer sabia para onde Elizabeth havia ido... mas que merda.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Sab Jul 25, 2015 5:59 am

Noto o Desastre acontecendo. Embora eu tenha pedido para manter distância, Lisa continuou seguindo com o homem... Procuro Daryl no ambiente...


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por ritter em Dom Jul 26, 2015 10:20 pm

Ouço Mark contando um pouco sobre seu passado e a relação entre o professor e seu pai.

- Aposto que seu pai foi um grande homem. Assim como o professor. - Digo ao jovem. - Então quer dizer que... Sua mãe é uma orc? Já parou pra pensar que, da visão dela, você é um "meio-humano"?

Digo, soltando uma risada e dando uns tapinhas no ombro do meio-orc. Ou meio-humano. O clima de tensão da reunião passava aos poucos

Me aproximo do armeiro, estendendo a mão em um cumprimento.

- Cassio! Faz um bom tempo, caro amigo! Perdão, vou passar a tommy... - Levanto as mãos. - ... você sabe que eu prefiro usar "elas". - Aproximo com uma das mãos o meio-orc. - Esse aqui é Mark, um companheiro meu. Quero saber, tem algo que pode nos arranjar? Estava precisando de um daqueles coletes... Apesar de odiar ter que usar um. Se tiver um para o garotão aqui, ajudaria muito.

Continuo após uma rápida pausa.

- Algum problema com a Hex? O que estão aprontando de novo?


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por isaias_tsuiwa em Dom Jul 26, 2015 11:17 pm

*Após o nosso ataque combinado, vejo o adversário quase morto no chão, sinto um pesar sobre mim: Será que ele vai sobreviver? *

*Ainda cambaleando, sentindo uma dor imensa devido aos ataques sofridos, vou na direção de Mai quando escuto a confusão toda e os tiros*



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Yoru em Seg Jul 27, 2015 7:13 pm

      — Fotos? — Bradley estranhou, tomando a pasta das mãos da moça. — Como você espera que eu enxergue isso? — disfarçou o herdeiro das sombras, abrindo o conteúdo longe das mãos dela, para olhá-lo na escuridão. — Como assim? Helen, conte-me logo. Você acha que temos tempo para histórias? Não confia em mim quando digo que estamos correndo um grande risco. E, por favor, me chame de Brad.
      Colocando seus globos oculares negros e azuis nos papéis, buscou imagens, dizendo:
      — Eles o quê?... mortos te assustam?
      Mantendo os ouvidos atentos na moça, Noah observou as fotografias.
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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por Stein em Seg Jul 27, 2015 8:06 pm

Noto que Juanito parece atônito. Na verdade, tanto quanto eu.
A saída repentina de Elizabeth não havia sido calculada por mim... isso me preocupava. Parecia que ela havia se enredado muito mais do que esperava em sua própria teia. Isso poderia ser muito perigoso.
"Você conhece aquela homem que saiu com Lisa? Deve supor que ela mentiu quando disse ser uma Hex... e se aquela cara sabia a verdade?" esse é o questionamento mental que envio ao meu amigo. Surpreendentemente, havia encontrado mais pessoas em quem poderia confiar ali do que esperava. Isso era bom.... mas só se tornaria ótimo quando estivesse com Elizabeth bem perto de mim.



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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

Mensagem por arcanjosna em Seg Jul 27, 2015 9:32 pm

- "não sei o que você pensava no momento em que entrou aqui sem garantias, Daryl... Você se expôs demais, mas Lisa, certamente estrapolou todos os limites... Não sei quem é o tal Carter, mas na melhor das hipóteses é um policial disfarçado... mas não tenho certeza... de toda forma se entrou no jogo da Lisa, vai cobrar alguma coisa dela... e isso me preocupa... vocês são boa gente, não deveriam estar metidos nesse tipo de problema."

a situação estava saindo de controle, Temos algumas horas até a hora da invasão, espero sinceramente que Daryl tenha alguma maneira de rastrear a esposa.

- "espero que seu carro esteja por perto, arrume uma maneira de rastrear sua mulher!"

acompanho daryl de longe, fingindo que vou pra outro lugar, mas ainda no alcance da magia de Daryl.


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Re: Capítulo 1 - Um monte em solo americano

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