Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Sex Ago 28, 2015 5:33 pm

Não sinto mais o enjôo e pouco a pouco vou me recompondo.

- fazia tempo que eu não me sentia mal assim......

Me aproximo dos colegas, vejo o estrago que a experiência surtiu em Katy... Sugou parte da essência da garota de tal maneira que atésua aparência mudou...

Me apoio em algum lugar e fecho o olho esquerdo... Foco apenas com o olho perdido... Tenho que encontrar a falha... Algo está errado no mundo... Sinto éter... Por todo lado...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Sab Ago 29, 2015 2:12 pm

- Ué, como assim meu cabelo mud... MEU CABELO?!

Olho indignada para as madeixas que deveriam ser escuras, agora de um branco prateado.

- Ah, não! Meu cabelo, meu lindo cabelo! O que foi que aconteceu... Ain, droga... Já falei que odeio esse lugar?

Me levanto cabisbaixa. Posiciono Usurpadora nas costas. Minha fiel companheira, ainda inteira.

- Vocês vão ficar parados aí? Tenho que achar Lana... E o imperador também.

Começo a andar na direção de onde o Orochi estava.

- Lanaaaa? Axi... Sashita... Ca... - Droga de nome. - Imperadooooor?

Meu cabelo...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Seg Ago 31, 2015 9:00 am

Faço um aceno rápido de volta ao cumprimento que me foi dado. Não fico ofendida nem nada do tipo. Sou uma estranha nesse meio e agora só aguardo, lá no fundo, uma "comitiva" para voltar para o abrigo e assim eu poderei seguir a minha vida. Quer dizer... será que a KG sabia a situação do Leste quando me enviou até aqui? Não posso acreditar que foi um mero acaso ou "destino". Talvez eles estivessem esperando que eu morresse? Seria muito ardiloso algo assim, sendo que poderiam apenas me matar nos corredores, não é mesmo?

Eli que me perdoe, mas eu não posso acreditar que tenha um plano para mim depois de tirar tudo que eu tinha. Eu estava bem no meu emprego. Apesar de tudo. Tudo mesmo. Essa luta aqui foi empolgante, mas minha vida não é essa. Não posso fingir que sou uma guerrilheira quando claramente tive tantos problemas com minha arma e quem a corrigiu foi uma estranha completa. Essas pessoas não precisam de mim, embora eu admire esse espírito de luta. Gosto de estar aqui. Mesmo nessas circunstâncias. É triste e desesperadora a situação dessas terras, mas temos gente lutando com todas as forças. Isso é bonito e inspirador.

Se eu pudesse contribuir com esse grupo com algum conhecimento, com reformas... eu acho que faria isso. Assim estaria contribuindo, ainda que indiretametne, para que eles fossem mais fortes. Mas isso é um assunto para depois.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Seg Ago 31, 2015 8:52 pm

A mulher de olhos prateados sorri.
Audrey sente o ventre aquecer, ao passo que a chama rubro e negra adentra seu corpo, se alojando ali, aquecendo seu ser como se despertando seus sentidos mais adormecidos.
A exploradora abre os olhos, ouvindo o mundo ao seu redor. Ela vê a guerra, a noite interminável sobre sua cabeça, o olhar de seus amigos que há tanto não via. Mas ela vê mais, sente mais. Sabe mais. O corpo de Audrey pulsa com uma força que ela jamais conheceu, mas, de alguma forma, ela sente que aquela força é de sua própria natureza.
Ela tinha o poder de mudar o mundo, como um gato brinca com um novelo de lá. Ou ao menos essa é a sensação megalomaníaca felina que crescia no âmago de Cat Eve.

As explosões chamas a atenção do grupo, tirando Beatrice de seu devaneio, ao passo que Dakato analisa o ambiente ao seu redor. Ele sabe que existe muita magia por todo lado, mas não consegue identificar de primeiro momento qual era a fonte de tudo aquilo. Se ele ao menos fosse capaz de entender como todo aquele éter estava emergindo para Elyin...
- Derrubem aquele demônio! - a voz de Ashitaka se sobrepunha ao som interminável de estouros e disparos, temperada pelas lâminas que o cercavam em defesa da cidade. - Avante, seus desgraçados! - ele incitava os Corvos contra as criaturas sombrias, ferido, mas com o fogo de um dragão em seus olhos.
- Kataparuto! - ordenava Kenshi, ao passo que a guarda imperial disparava os projéteis de catapulta sobre as hordas infernais, que pareciam surgir com os relâmpagos, incessantemente.
- Ikke! Kasai! - incitava Yue, e seus cavaleiros sobre as motos disparavam projéteis de fogo que estouravam o ar em defesa do Leste... mas as sombras eram insistentes, e a chuva dificultava a investida.
Orochi definitivamente não era o único problema. Dracma tentava insistentemente engolir o Leste naquela noite, e se a batalha continuasse, por mais persistentes que fossem aqueles homens e mulheres, conseguiria.
- Katy! - Lana se joga contra a dançarina, abraçando-a tão forte que os ferimentos doem. Graças a Eli... ela estava viva. - Idiota! Idiota! - ela bate contra o peito de Katheryn. - Idiota corajosa! - As lágrimas viram risos nervosos, enquanto Lana perde as forças nos braços de Katheryn. - Que bom... que bom que está viva...
- Katheryn! - grita Ashitaka, ao ver a dançarina. - Graças aos deuses você está viva e... espero que esses sejam seus amigos - o jovem príncipe do Leste tinha uma larga ferida no supercílio, mas ele jamais abandona seu sorriso confiante. Ao menos aquilo, no meio da guerra, era encorajador. - Onde estão N e Megan? De qualquer forma, precisamos de ajuda. Esses monstros são imparáveis, e essa chuva desgraçada está minando nossa visibilidade e investida. Juntem-se a nós - ele os incita. - Receio que precisamos de toda ajuda nessa noite... humana, divina.

- Oe! Naquela direção... - berra um dos soldados, ao ver que um dos monstros se direcionava para o beco onde era localizado o esconderijo da Malha de Ferro. - Usso...Yue! Estão atacando o esconderijo!!
A enorme aranha-demônio ergue seu corpo, pronta para executar um golpe avassalador contra um alvo que vocês não conseguiam ver, entre as construções.

Eiji, Megan... onde eles estavam?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
Eiji embainha sua arma, jogando-a aos pés de Calvin. Um silêncio frio é quebrado apenas pelo soluçar de Megan e Tsubaki, que assistem o desenrolar de tudo, aflitas. Uma, entendendo pouco, a outra, Megan, menos ainda.
- Papai... - Megan treme, as lágrimas incontidas, dando um segundo passo para trás ao receber a ordem de fuga. - Eu... eu...
- Uma escolha sábia, e um conselho insensato - Calvin retira de um bolso interno de seu casaco militar uma capsula metálica, jogando-a na direção de Eiji, sem desviar os olhos dos do samurai um segundo sequer. - Carcerem - ele diz, e a cápsula eclode gentilmente sobre o peito de Eiji, antes de se transformar em um conjunto potente de hastes metálicas flexíveis, que se agarram ao tronco do prisioneiro como laços, mantendo seus braços junto ao tronco. O metal não machuca, Eiji percebe, mas o impede de lutar em condições normais e possivelmente possui algum dispositivo anti-agressão. - Ronin Rebelde, Eiji Tachibana, pelo crime de incitar o caos e se opor ao Governo do Céu, colocando em risco a vida de milhões de cidadãos inocentes, além de acusado confesso pelo incidente ocorrido no Planalto do Conselho de Camael, envolvendo um atentado à vida do Supremo Governante, Nero StoneRage e os três Líderes de Elyin, e pelos crimes hediondos de assassinato, sequestro e formação de forças anti-governamentais, você está preso sobre os cuidados do Comandante da Polícia do Céu, Calvin Arson Keenary Whelan, e será levado à julgamento no Supremo Tribunal de Arsin por seus crimes cometido - as palavras martelam contra a cabeça de Eiji. Ronin, aquele que perdeu seu mestre ou falhou em seu juramento. Um samurai perjurado. - Tudo o que você disser poderá e será usado contra você no tribunal, o que lhe dá o direito de se manter calado. E agora...
A cena seguinte faz o coração de Eiji quase parar.
Tirando uma arma da cintura, Calvin dispara uma única vez contra a testa de Megan, que cai no chão, imóvel, os cabelos loiros escondendo suas feições. Uma das mãos ainda apontada na direção do que um dia ela pensou ser seu pai.
Um tremor terrível faz Eiji e Calvin perderem o equilíbrio, e algumas pedras se desprendem do teto, jogando uma poeira leve no ar, que logo se dissipa. As prateleiras tremem, deixando frascos alquímicos caírem no chão, juntos de livros e materiais clandestinos. Alguma coisa muito errada estava acontecendo do lado de fora.
No fim das contas, a guerra estava muito longe de terminar.
- Acabou o jogo de gato e rato - Calvin declara, tentando desestimular qualquer tentativa de reação de Eiji. - A Justiça de Arsin é irrefutável, e eu os lavarei comigo nem que essa seja a última coisa que eu farei.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Ter Set 01, 2015 6:45 am

Cambaleio, o esforço era tremendo. Como se observasse uma tela de interface com problema de conexão... Tudo eram chiados e estouros luminosos...

Noto o desenrolar das conversas e lutas ao meu redor. Tento refazer minhas forças para me reerguer.

Vejo a interação entre Lana e Katheryn e paro pra pensar em que tipo de relação elas teriam...

Vejo os gritos de um dos soldados de Yue...

"Mãe... N... Megan! "

*Disparo em vôo ao local, com toda a velocidade que puder contar. *


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Ter Set 01, 2015 7:19 am

De alguma forma a aranha perto do esconderijo não me choca tanto. Porque eu tenho certeza que o samurai e quem mais estiver lá vai derrotar aquilo com uma mão nas costas. Penso em Sayaka. E na mãe do samurai. E nos refugiados. Mas eu preciso ser fria e útil agora. Não adianta correr até lá. Então eu me ofereço para outros serviços.

- Certo... - me aproximo finalmente do grupo, mas agora me dirigindo a Ashitaka, em uma postura estritamente profissional. - Eu sou mecânica, posso avaliar danos se precisarem e também repará-los ao final disso tudo. Por ora... do que precisam? Só indiquem e irei com vocês.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Yoru em Ter Set 01, 2015 9:51 am

      O alquimista sentia a pressão arcana e a atmosfera mágica intacta que dava abertura para as criaturas do inferno. Ele pensara que bastava derrotar o demônio maior para tudo acabar. Tolice, aquilo nunca tinha fim. Ao menos sentia-se calmo, o medo inexplicável ia embora.
      — Dakato. Ainda não acredito — disse Desmond —, mas de alguma forma o samurai morreu e você consertou as coisas antes. Pode tentar de novo? Reverter o que quer que Ichigo tenha feito?
      Este olho esbranquiçado... Sabia que uma magia ofensiva de Ichigo teria ferido mais do que um globo ocular, aquilo veio de dentro para fora. O tecnomago ficara daquele jeito depois da morte do ex-assassino. Ou teria sido antes? Por favor, mago, você já era feio. O mesmo não se podia dizer da dançarina. O cientista sempre segurava os olhares perto da cigana, sempre muito atraente. Outrora uma morena estonteante, agora uma beleza exótica com uma cor totalmente do contra. E heroína ainda por cima.
      Quando deu por si, Des via Thomas e Audrey; e uma garota de cabelo rosa. Outra rebelde?, pensou.
      No mundo onde viviam, as aparências chamativas eram uma afronta e uma manifestação pessoal contra o governo arsiniano. As cores e penteados punk e gótico haviam surgido primeiro em nome das bruxas exiladas; depois manteve-se mesmo sem essa conotação histórica, por pura provocação da parte dos revoltados. "O vermelho não é só ferrugem do seu governo, é o sangue da nossa nação!", dizia a letra de um dos principiais hinos da Malha de Ferro. O ex-comandante não cantara esse, mantivera silêncio ao lê-lo enquanto mandava alguém apagar a pichação encontrada pela primeira vez em Arsin, nos muros de uma fábrica de automóveis. Nem todos os insurgentes pertenciam à Malha de fato, como veio a descobrir pela irmã; não é qualquer "revoltadinho" que pode ajudar numa resistência. "Alguns são puros como a prata e até banhados à ouro, explicou-lhe Sanna, mas eles precisam ser feitos de ferro."
      Recordando vestígios desse passado, a lembrança de alguns dos seus companheiros FASE ainda vivos o trouxe de volta para a situação.
      — Sanna, tenho que fazer algo, voltarei logo com ajuda. Por favor reúna o pessoal da Malha aqui — pediu, subindo sozinho no familiar. — Você! — apontou. — Garota vestida de mecânica e cabelo rosa... sabe usar essas ferramentas? Quanto sabe de magia?... Deixa! A gente vai descobrir. Vem comigo, tenho um plano!
      Aguardando a estranha montar no dragão, Desmond nem pensou no quanto ele era o estranho e esquisito ali para ela. Um cara de moicano laranja e tatuagens pedindo para subir no seu dragão vermelho para fazer lá sabe-se o quê... Só alguém da Malha toparia uma dessas.
      Alçando voo, o granadeiro sacou o rádio e agora tentava chamar na frequência da Neo FASE.
      — Incrível. Quando são nossos inimigos eles têm tanques, canhões, construtos, metralhadoras giratórias, mísseis... — comentava, como se falasse sozinho. — E agora nem aparecem com um simples morteiro pra beliscar aquele bicho. A propósito, acho que vi você nos ajudando, se saiu ótima... Respondam, seus cretinos!

[Off: Luthica, tenho uma ideia mas precisarei das suas skills de technomancer. Se não quiser ir, o Stein pode considerar que fui sem você e ignorar pedaços da fala  ^^ ]
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Ter Set 01, 2015 12:51 pm

- Hey, hey... Eu falei que ia dar tudo certo... Você viu? - Aperto o abraço, a preocupação se esvaindo aos poucos. - Se não fosse pelo seu aparelho, eu não estaria aqui agora.

Mas... Ainda não havia acabado.

- Droga... Isso não vai acabar nunca? Lana, venha comigo. Precisamos fazer algo.

- Imperador! Fico feliz que esteja vivo ainda. Viu como matamos o Orochi? Acho que sou uma encarnação de Amaterasu, não é? - Um pouco de ego inflado não faz mal a ninguém. - Vamos ajudar no que pudermos, lhe prometo isso.

Me aproximo do irmão, que gritava ordens para os corvos.

- Não vejo Samuel por aqui, onde ele está? - Pergunto ao irmão mais novo do imperador.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Ter Set 01, 2015 5:06 pm

"Ele está cego e surdo"

- Ronin? Eu continuo servindo a minha família, Calvin. E você? - digo e as algemas se formam em meus braços.
- MEGAN!!!!!!!! - o tiro era certeiro.

O sangue sobe a cabeça. Esbravejo:
- HELLHOUND! DENTRO DA CASA! - mando a moto deixar a entrada e correr para o esconderijo.
Para ganhar algum tempo, me jogo na frente de Calvin, jogando o corpo contra ele.

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Qua Set 02, 2015 8:53 pm

Era tudo diferente agora. Sentia aquele calor no meu ventre me consumir até prolongar meus sentidos. O Azul e o Vermelho pareciam cores ainda mais intensas, agora.
E aquela sensação...

Essa é a sensação de poder mudar o mundo?


Me levanto, meio cambaleando. Olho para todos, um por um.
Eu fiz... o que fiz. Por vocês. E por mim.

Beatrice partia com Desmond. Ninguém estava no clima para conversar ou poder nos abraçar... aquilo me causava certo desconforto, mas resolvi deixar para lá.
Sim... terei tempo para abraçá-los depois disso tudo. Tudo o que tenho que fazer é... me livrar dessas coisas asquerosas que acreditam que o Leste seja deles. Vejo um homem falar com eles e pedir ajuda:

- Eu também vou, senhores. É um prazer conhecê-los, mas sinto que não temos tempo para apresentações prolongadas. Sou Audrey.

Começo a andar junto deles, tentando me habituar com aquele misto de sensações que agora havia despertado em mim. Mexia meu nariz involuntariamente.
O que é isso..? Um tic nervoso?

Enquanto caminho, carrego rapidamente a arma, estudando rapidamente a Aranha Gigante. Aranhas... de novo:

- Dessa vez eu não vou fugir... não..!


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Qui Set 03, 2015 7:43 am

Beatrice olha para Desmond surpresa. Até mesmo chegou a coçar a cabeça, como se percebesse só agora os cabelos rosa tingidos - um pequeno protesto silencioso que tinha feito ao sair do conforto da loja de Zachs.
Ela começou a falar, mas o alquimista a indicava para montar naquela...coisa.

A mecânica se aproximou com receio e deu uma bela olhada na criatura, ameaçando tocá-la com o indicador. Depois, depositou o olhar analítico no rapaz, que era tão peculiar quanto ela acreditava ser. Mas que gente eclética! Estava até acostumada com seus coleguinhas tatuados, sujos de trabalho e com cabelos estranhos (Exceto os pesquisadores da KG), então de alguma forma isso era legal. Assim como a ruiva tinha algo em comum por ter armas, ele era esquisito. E isso era muito legal.

Ela aguardou ainda alguns segundos, para que ele comentasse sobre aquilo ser seguro, mas... para um grupo que tinha acabado de enfrentar uma serpente mitológica gigante o que era uma criatura mágica? Certamente Arenina acharia aquela experiência a mais legal de sua vida. Para ela, seria mais um trabalho (apesar de que, no fundo, até parecia muito emocionante). Aproximou-se e subiu meio desajeitada.

- Eu.... - não sabia como responder ao elogio. Aquilo era um belo estímulo depois de tanta coisa que tinha dado errado. Sentia-se requisitada. A sensação de poder ser útil era ótima e era por isso mesmo que trabalhava em uma grande empresa. Receber pedidos e ter pequenas missões de trabalho lhe dava prazer. - Não sei se vou corresponder ao que você espera na magia... mas eu venho de  uma empresa que estuda a combinação de magia e mecânica. Então posso tentar.... Escuta, ele não vai estranhar que tem uma pessoa estranha montando nele, né!? - perguntou por fim sobre o dragão, com alguma preocupação.

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qui Set 03, 2015 7:20 pm

Enquanto Desmond e Beatrice se preparam para colocar o plano em prática, Katheryn aborda um dos combatentes, mas este saber sabe quem é "N". Da mesma forma, Ashitaka parecia ocupado demais com o confronto contra os demônios para ter reparado para onde havia ido o membro do grupo. Beatrice, Thomas e Audrey, contudo, sabem perfeitamente que o samurai se dirigiu com Megan para o esconderijo, o mesmo que agora estava sendo atacado pela criatura de escuridão.
Ashitaka não reconhece Audrey, e nem deveria. Era a primeira vez que o príncipe rebelde trocava olhares com a exploradora, mas o fogo em seus olhos era o bastante para que eles pudessem confiar um no outros. Na guerra, uma amizade de bom grado é muito mais valiosa que a bajulação mentirosa, bem como um olhar significativo era muito mais valioso que palavras ao vento.
Audrey desejava lutar, e ela iria.
Katheryn assente positivamente ao pedido de ajuda, e estava disposta a acabar com tudo aquilo de uma vez. Ela tinha muito o que fazer a partir daquele ponto e não apenas no Leste, sabia agora... ela tinha para quem voltar dessa vez, e havia ganho um propósito.
Lana Volkov.
- Eu vou junto - disse a nortenha, e Katheryn sabia que nada do que ela dissesse pararia a outra. Lana era jovem, mas era dura como uma pedra de gelo do norte e a dançarina já comprovara isso. Ela sem dúvida seria de grande ajuda.
- Precisamos de um plano - diz Ashitaka, transmitindo-lhes informações. - Essas criaturas caem, mas os relâmpagos trazem duas para uma que morre em combate. É como combater um hidra gigantesca com milhares de cabeças. Podemos ser mais fortes em poder bruto, mas essas desgraçadas vão nos derrotar pala persistência se o combate continuar.
Como era de se esperar... terminar aquele embate seria um enorme desafio.

Quando Desmond e Beatrice alçam voo, a mecânica tentando se habituar ao novo ponto de equilíbrio, o alquimista tenta contato através de seu rádio como já experimentara anteriormente. O mesmo chiado estressante e desanimador... até que alguém responde do outro lado.
- Na escuta, capitão - era a tenente, graças a Eli. - Pensei que tinha sumido mais uma vez - ele contém o sorriso. - Estamos em guerra, senhor, não acha que deveríamos falar ao telefone mais tarde?
Uma explosão, ouvida pelo rádio, visualizada de cima da montaria. Era possível saber exatamente onde se localizava o grupo da tenente através da enorme coluna de chamas que se elevava de uma das ruas. As armas da NEO FASE não eram nada gentis, e ainda assim, as criaturas demoníacas venciam por quantidade e persistência, como o próprio Ashitaka sugerira.
Era preciso mais que força bruta.
-----------------------------------------------------------------

- Eu luto pela justiça! - Calvin desfere um soco contra o rosto do samurai, mas o abalo faz os dois perderem o equilíbrio, indo ao chão. - Mas o q...
A pata perfura a superfície como uma lança de aço, atravessando o teto e despontando no interior do esconderijo. O guinho faminto da criatura abissal do lado de fora era aterrador, e logo ela faz pressão contra as fundações do esconderijo. Não levaria mais que poucas investidas até que tudo desmoronasse.
Fugir pela entrada, naquele momento, era suicídio, e Eiji sabe que a entrada do esconderijo é pequena demais para que Hellhound o adentre o lugar e, além disso, havia uma escada ali. Se o pessoal da Malha de Ferro saía do esconderijo com maquinários e motocicletas, certamente havia uma segunda saída daquele lugar. Mas onde?
E o pior... haviam crianças e refugiados em uma sala específica do esconderijo. Se aquele monstro conseguisse desabar o lugar... quantas vidas inocentes seriam perdidas.
- Não sei até que ponto o Leste se envolveu com esses assuntos sinistros - comenta Calvin, demonstrando sua ignorância no caso, mas Eiji não poderia culpá-lo. - O que diabos são essas criaturas? - ele tenta contatar alguém através de seu rádio mecânico, mas só recebe estática como resposta. - Porcaria, vou ter que me virar sozinho - tranquilamente, ele se volta para Eiji. - A menina está bem, esta arma é não-letal, só a fiz desmaiar para que la não fugisse como você recomendou. Meu interesse nem de longe é feri-la, o que não posso dizer o mesmo de você. Me diga: há uma segunda saída, não há? Onde?
A sugestão vinha em tom de ordem. Saber que sua filha não estava morta era um alívio, mas o futuro para Eiji era, como sempre, uma incógnita.
- Meu filho... as crianças... - a velha senhora Tsubaki estava assustada com os tremores, e as lágrimas não cessavam de escorrer por seu rosto. - Precisamos tirar eles daqui.... muito feridos...
- Existem reféns nesse lugar? Era só o que me faltava... - Calvin tenta novamente usar o rádio, em vão. - Maldito aparelho! Não temos tempo para isso, vamos sair daqui. Me diga, ronin, onde é a saída desse esconderijo!
Um grito de horror vindo dos becos profundos.
Um lampejo sombrio vem à mente de Eiji.
Se os portais se abriam na superfície... o que os impedia de se abrir no subsolo?
- Responda, Delta 4! - tenta o comandante, mas só recebia chiados em resposta, enquanto apertava o rádio até quase esmagá-lo entre os dedos potentes.
- As crianças.... - chorava Tsubaki.
O teto tremia, a poeira que se desprendia agora vinha junto de placas de terra e pedra.
O mundo desabava sobre suas cabeças, literalmente.


Dakato vislumbrava a dimensão ciclópica daquele monstro de escuridão, e seus olhos vão ao encontro das órbitas vermelhas e cintilantes do monstro, cheias de ódio e fome. A criatura surrava o chão com suas garras poderosas, como um tatu que escava a terra nervosamente em busca de abrigo. Não levaria muito tempo para que o monstro destruísse por completo o teto da entrada do esconderijo, e logo o formigueiro da Malha de Ferro estaria prestes a entrar em colapso.
O mago avista hellhound, a motocicleta de seu irmão, rondar em segurança para fora do alcance da aranha-demônio, que sequer parecia dar atenção ao maquinário. O monstro tinha mais de seis metros de altura e pelo menos 15 com as envergaduras das patas. Era sem dúvida uma obra da escuridão feita com um único objetivo: matar. E tudo que ela parecia querer naquele momento era desempenhar seu papel.
Dakato ouve um disparo vindo de dentro do esconderijo, e percebe que aquilo parece excitar a aranha-demônio. O que estava acontecendo lá dentro?



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 03, 2015 7:31 pm

A Noite Eterna permanecia aterrorizando o Leste enquanto eu lutava com um fantoche de Arsin.

Entre o Conselho e a Cinza, entre os dois e os monstros do Leste. Qual deles é o pior? Quem é meu inimigo hoje?

Estou cansado desse conflito. Cansado dessa noite que não termina.

Minha fúria cessa. A Noite Eterna não permitia tempo para contendas pessoais.
- Calvin, no subsolo temos pessoas que foram resgatadas do incêndio na cidade baixa. São civis inocentes, e os monstros estão surgindo ali. MINHA PRISÃO NÃO DEVE SER SUA PRIORIDADE AGORA.

Ando até Megan. "Obrigado...ela está viva" penso como uma prece.

- Eu te ofereço um acordo, Calvin. Sua justiça será servida e meu papel aqui também será cumprido. Eu irei como prisioneiro, junto de Megan. Liberte minhas mãos, deixe-me erguer minha nodachi e defender os inocentes que a Malha acolheu.

Me levanto e ando até Risco.

- Depois que garantirmos a segurança deles, lhe direi qual é a saída. Posso até mesmo oferecer informações vitais sobre inimigos do Conselho, Calvin. Já ouviu falar da Cinza? O grupo que quer derrubar seu governo, o grupo que me tornou...no assassino que acreditas que sou.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qua Set 09, 2015 12:04 am

*Observo de um lado a outro, buscando alguém da malha*

*Pego meu antigo comunicador, com a frequência que usamos e tento contato com algum dos meus companheiros para trilharmos uma estrategia para sair daquele caos, ou ao minimo contorna-lo*

"Aqui é a Sanna falando, alguém na escuta? Vamos cara, alguém na escuta? Precisamos montar uma parada sinistra pois se continuarmos assim, vamos rodar"

*Estava apreensiva e observando tudo ao redor para localizar o inimigo mais próximo e sinalizar para que eu e qualquer companheiro mais próximo pudêssemos deitar, aniquilar, o adversário*
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qua Dez 16, 2015 12:59 pm

"Quando foi que tudo isso começou? QUe jogo de interesses, relação de poder,
Fantasia megalomaníaca ou histeria coletiva gera um problema de tamanhas proporções?

Eu me recordo de quando peguei o livro a primeira vez. sua escrita era estranha,
sua capa de couro fedia, haviam algumas marcas escuras, hoje sei que é sangue.

Eu consegui compreender o básico: Os mundos giram. Não no nosso conceito material de girar, mas num sentido mais amplo passando pela continuidade da transmissão de energia bruta. Sim, a magia é pura tecnologia, manipulação de um círculo contínuo de algo que já existe.

A Roda dos Mundos, como se chama o círculo contínuo de energia entre os universos paralelos, conhecidos como planos, transmite energia de um mundo para o outro atrávés de pequenas conexões lógicas, projeções astrais ou veios de energia. De alguma forma tudo está conectado e a magia nada mais é do que alterar ou forçar esses fluxos de energia para efeitos não previstos.

Isso é obviamente não natural e possui seus efeitos colaterais: O mundo drenado definha e morre cada vez que esse ciclo é alterado, vários mundos como Arkanun e Tenebras já decaíram ao ponto de não ter mais retorno, outros planos meramente convivem com a presença de um ou outro efeito danoso fora do lugar como oscilações de fluxo de energia, catástrofes naturais ou coisa do tipo.

Muitas criaturas possuem sua aura naturalmente capazes de realizar tais feitos: Dragões, Gênios, demônios, anjos, deuses... todos possuem capacidade de gerar efeitos de criação, é uma espécie de "fagulha divina"

Alguns humanos afortunados possuem ligação direta em seu sangue com essas entidades e, mesmo que em menor grau, são capazes de executar esses atos de grandeza.

A outros, como eu, só resta estudar e se esforçar para com diversos artifícios, utilizando fetiches mil, muita concentração e estudo, simular a aproximação dessas criaturas com a natureza e poder forçar os mesmos efeitos. Somos nós, os magos.

O tanto de informação e energia que nosso espírito é capaz de compartimentar e organizar é limitado, entretanto bem organizado e versátil, eu sempre abstraí no momento de me organizar, mas nunca havia entendido como realmente funcionava... não até hoje.

No momento em que meu olho direito se ativou e eu pude ver o véu da realidade, embora tenha me assustado, pude ver... esferas....

Esferas binárias me circulando, uma menor, cheia de runas e inscrições que eu mesmo mentalizei quando estudava... a lógica, acompanhada de uma maior, pulsante, brilhante... energia bruta!

pela primeira vez na vida, pude ver minhas magias preparadas... orbitando meu espírito, ligadas a mim pelo tanto de energia que retirei do éter.... é assim que nós magos fazemos."



- Espero que esse conhecimento me sirva de algo, não posso deixar que eles morram agora...

- EEEEEEEEEI, VOCÊ!!!! - Grito para a aranha que ataca o esconderijo

*conjuro bola de fogo*

*tento afastar a aranha gigante do esconderijo e ganhar tempo para Eiji, no processo tento ativar meu olho e enxergar onde está o efeito colateral gerado por Ichigo e caso encontre, tentarei solucionar o problema.


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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