Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Ter Ago 11, 2015 4:24 pm

As fotografias de um Leste destruído. Os corpos gelados dentro das gavetas. O horror, o cheiro da morte invadindo suas narinas.
Calvin então falara sobre traição... sobre a fuga de Arsin e o escoltamento de Megan. Ele acusa o grupo de colaborar com a Malha de Ferro para usar a arma contra o Conselho... arma... a prisão de Cornellius. As vozes ainda reverberavam em suas mentes.

"Arma? Ela era uma criança, Calvin!"
"Ela é um DEUS, Audrey Eve!"


A pedra negra. O escuro. A porta. A dor.
Audrey e Thomas se viram de volta dentro da tenda de Mauá, arfando, enquanto tentavam entender o que havia acontecido.
- Partir? Mas... minha filha, vocês não possuem combustível para a nave e...
- Tem sim - a voz vinha de Koni, que adentrava a cabana, sorrindo para o grupo. - Sabia que iam querer partir assim que voltassem e eu e um pessoal da Vila encontramos uns registros antigo... que dizem que tem uma jazida bem velha por aqui. Podiamos tentar conseguir algumas pedras para fazer Diesel Azul, acho que o babaca do Dakato deixou as anotações na nave, e eu podia usar aquilo para... sabe, fazer o tal combustível. Se bobear não deve demorar mais que umas 24 horas para conseguirmos alguns litro o bastante pra vocês chegarem no Leste. Quer dizer, eu acho né...
Esperança. Não, tanto Audrey quando Thomas sabiam o que aquilo era a perdição.
Negando a ajuda, os dois aventureiros decidem partir imediatamente, ainda que Pixie lhes dissesse que chegar ao Leste com apenas 15% de combustível era impossível. Audrey sabia que tinha como seguir pelo oceano, contornando a costa e aterrizando na água quando o combustível terminasse. Assim, o resto do trajeto poderia ser feito com gasolina comum, e disso Epoch tinha bastante à disposição.
Eles partem, com a despedida de Pane de toda a Vila, que estava profundamente agradecida. Mauá entrega à exploradora um amuleto de cor vermelha, dizendo que ela seria uma bússola para que um dia ela localizasse a Vila Nolepeleko quando precisasse de ajuda.
A viagem correu tranquila, até Pixie avisou sobre a falta de combustível. Por sorte, eles haviam saído cedo, e era por volta das duas da tarde. Seguindo por mar, Epoch ganhou velocidade, devorando quilômetros em poucas horas, enquanto Audrey e Thomas se preparavam para o que estava por vir.
Então, quando a noite caiu sobre o Leste, eles receberam a chuva forte como boas-vindas, e aportaram no Porto.
A partir desse ponto, nem Audrey, nem Thomas, sabiam por onde começar. Eles seguem para a cidade, sabendo que haveria um festival, e por lá começam suas buscas. Descobrem sobre a prisão de seus companheiros e sobre o teatro que ocorreria no castelo, mas antes que pudessem reagir às descobertas, o mundo entra em colapso.
Criaturas monstruosas invadem as ruas, casas são destruídas e um grupo de mercenários se junta à guarda imperial para enfrentarem os demônios. Audrey e Thomas buscam por seus amigos, sem notícias, até que a Serpente Dracônica toma forma, se levantando contra o Leste.
É então que eles reconhecem Sanna, Desmond e Katheryn lutarem contra o monstro colossal. Mas onde estavam os outros?
Audrey ouve um grito de desespero vindo de uma das casas, um choro de medo e pavor. Ela não hesita, disparando para dentro da casa com Thomas em seu encalço. Eles superam as escadas, escancaram a porta e dão de cara com uma criatura demoníaca acuando uma criança em uma das paredes.
Com um disparo preciso, Audrey esmigalha o crânio do monstro que se transforma em pedra antes de desaparecer como poeira no ar. A criança chora, e a exploradora tenta consolá-la.
É quando Thomas ouve os sons no andar de baixo e pede silêncio. A casa treme, uma das paredes da entrada parecia ter sido destruída, e o som de combate lá embaixo é evidente.
Então, tudo cessa, em menos de um minuto.
A voz de Megan podia ser ouvida das escadas. Ela estava acompanhada.
Megan?


Beatrice pede que Megan fique onde está. A pequena parece insegura em deixar a mecânica ir sozinha, mas ela obedece. A garota vence degrau a degrau, cautelosa, empunhando sua arma. Ela tenta ser silenciosa, mas o tremor em seu braço machucado faz as balas dentro do tambor da arma tilintarem, denunciando sua posição. Praguejando para si mesma, ela se vê de frente à porta aberta.
Uma criança chora nos braços de uma mulher. Um homem está de pé na escuridão, olhando fixamente para a mulher parada do lado de fora do quarto. A lua entra pela janela semi-cerrada, e os olhares de Beatrice, Audrey e Thomas se cruzam.
Beatrice estava armada, ferida. Audrey tinha a criança nos braços, o rifle às suas costas. Os sons de batalha se desenrolam do lado de fora da casa, e a guerra não parecia ter fim, enquanto Orochi urrava de ódio e fúria, destruindo tudo que sua magia dracônica tocava.

Eiji chega ao sopé da escada. Assim como Megan, ele observa Beatrice de frente à porta aberta, reconhecendo algo dentro da sala. A mão de sua arma tremia, as balas tilintavam no tambor. O samurai ouve o choro de uma criança lá dentro, mas ninguém parece dar uma única palavra.

Se o destino fosse uma criança, ele deveria adorar se divertir daquela maneira.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 4:30 pm

Vejo Beatrice mirando em alguém. O choro de uma criança.

A situação parecia óbvia demais.

Saco Risco e começo a subir a escada. Eu não pretendo esconder minha posição, melhor, pretendia assustar quem estivesse ameaçando a criança.

- Acho melhor deixar a criança em paz, seja você uma aranha gigante ou não, vou lhe fatiar como fiz com as outras.

Eiji: 1D20+11 => (3 + 11) = 14 #intimidate

Vejo quem está do outro lado.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 5:18 pm

Quem são vocês?

Penso, mas não ouso perguntar. Estou confusa, ferida, e não sei dizer se esses dois são "aliados". Até onde sei, somente monstros estão contra nós.
Ao menos, não são aranhas gigantes.

São uma família? Duvido disso, já que uma delas é ruiva e o outro...  o outro parece um ex-combatente, já que seu braço...

São dúvidas demais para que eu possa agir, estou confusa, mas isso não me faz tirá-los da minha mira.

A  criança não parece desesperada em suas mãos. Então apenas sinto um peso grande no peito, por tê-la deixado sozinha. Hesito, mas mantenho minha posição, agora apenas mecanicamente, enquanto meus pensamentos fogem.

Sinto muito, carinha...
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Ter Ago 11, 2015 6:02 pm

- Não se preocupe, criança, está bem agora, quer ir conosco? Te protegeremos.
*Diz, enquanto se ajoelha ao lado e limpa a lágrima da criança e a pega no colo*

Thomas ouve passos na escada, alguém está subindo... Ele põe a criança no chão e saca a pistola, apontando para o sentido que a escada estava...
Uma voz, não uma qualquer mas uma conhecida, não só por ele...

- Suas ameaças são para a pessoa errada samurai, acho que seu inimigo está lá fora, deixe de coisa, não vai dar um abraço em um amigo?

*Thomas reconhece a voz de Eiji, guarda a arma e aparece para o samurai o contemplar*

- E você mocinha, deixe de coisa e abaixe essa arma,alguém pode sair machucado com isso!!
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 6:26 pm

Reconheço a voz de Thomas. Prontamente embainho Risco e fico ao lado de Beatrice.
Calmamente coloco a mão sobre a arma e a pressiono para baixo.

- Ora ora, e eu achando que ficariam de férias por mais tempo, soldado - digo, sem conseguir evitar um sorriso.
Audrey também estava ali. Pane então não voltou com eles e decidira ficar na vila ou algo do tipo.
Não a julgo se tiver ficado.

- Audrey...achei que precisaria ir buscar minha kunai na vila - me aproximo dos dois. Eles parecem diferentes.

- Beatrice, esses são dois amigos. Provavelmente salvaram a criança - digo a garota.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 7:05 pm

Fico surpresa com aquele reconhecimento amigável, abaixo a arma, olhando confusa para o samurai. Bem, já era de se esperar que ele conhecesse pessoas estranhas.

- Hm... Entendo. Bom trabalho.

Guardo a arma no suporte afivelado. Finalmente reforços. Ele já disse meu nome, então não acho que eu eu preciso me apresentar.

- Bem... Já que cuidaram de tudo e as coisas estão ok por aqui, eu vou olhar a Megan e o seu brinquedinho... - faço um aceno e vou descer as escadas.

Eu simplesmente não quero ficar no andar dos reencontros e não acho que eles precisam de mim por enquanto. Não sou boa com gente. Especialmente tanta e que se conhece. Também não quero que sejamos surpreendidos na saída por uma aranha.

Qual será o destino da criança...?
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Ter Ago 11, 2015 7:18 pm

Não consigo evitar um sorriso ao ouvir Idiota!
Saber que ela se preocupava...

- Eu... Não posso fugir. Todos os meus amigos estão lutando e... Se não pararmos essa coisa, tenho certeza que não teremos tanto tempo assim... - Me aproximo e encosto minha testa na dela. - Por favor... Confie em mim. Logo que isso acabar, nós vamos salvar seu país. Juntas.

Me despeço com um olhar, corro na direção do orochi ajeitando a bainha de usurpadora, a colocando nas costas, e tento escala-lo pelo seu flanco.

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Ter Ago 11, 2015 7:32 pm

Lana fica atônita ao ver que Katheryn não estava disposta a ceder.
- Kat... eu...! - mas a dançarina dá as costas, disparando em direção a Orochi.
Nesse momento, Katheryn sente como se atravessasse um véu pútrido de bruxaria e malevolência. Seus pelos arrepiam, seu estômago revira. Seus olhos se arregalam de pavor e seu corpo inteiro gela de medo. Ela tenta resistir à magia que emana da Serpente Dragão. Ela precisava ser forte.

Instruções:
Role um teste de Will contra a Aura de Medo que emana de Orochi. A CD é 18.
Caso seu teste supere a dificuldade (lembre-se dos bônus que estão vigentes sobre você e dos que você pode castar se tiver), você conseguirá se manter imune ao campo por 1 minuto ou 10 rodadas. A cada minuto adicional, o teste deverá ser refeito, e a CD sobe em +1.
Caso supere o teste, pode iniciar seu processo de escalada arriscando um teste de Escalar. As escamas de Orochi são lisas como qualquer réptil, mas existem vãos entre as escamas que podem ser aproveitados. Com isso, a CD se torna também 18 (ou seja, entre médio, 15, e difícil, 20). O teste deverá ser repetido para cada rodada de escalada, considerando sua jogada como movimentação total
----------------------------------------------------------------------

- Tio Thomas?! - Beatrice vê Megan passar em disparada por si, subindo as escadas correndo. O espírito de uma criança era certamente bastante descuidado. Beatrice sentia saudades daquilo. - Tia Audrey!!
A menina reconhece a exploradora, correndo na direção de Audrey e agarrando-a, envolvendo seu pescoço com os braços. Megan chora, rindo.
- Eu senti saudades! - ela aperta seu corpo contra o de Audrey, e a exploradora sente o coração aliviado. Megan, definitivamente, estava viva.
A criança nos braços de Thomas observa a cena, soluçando, contendo o choro. Ela aponta para o outro lado da sala e parece dizer "mamãe".
É então que vocês notam o corpo ensanguentando de uma mulher morta, possivelmente assassinada pela criatura encontrada por Audrey e Thomas. Mais um órfão no mundo. Vocês sem dúvida eram capaz de sentir empatia por esse tipo de dor.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Ter Ago 11, 2015 7:37 pm

A criatura era assustadora, mas estava determinada. Se aquele ser trazia o inferno para a terra, eu faria a estadia dele o verdadeiro inferno.

Katheryn: 1D20+4+2 => (16 + 4 + 2) = 22 #Will + Inspire Courage

Começo minha escalada, encaixando as mãos nos vãos que conseguisse achar.

Katheryn: 1D20+15 => (7 + 15) = 22 #Perform


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 11, 2015 7:46 pm

Naquela linha... eu e Thomas havíamos chegado ao Leste.

Estávamos em uma casa. O meu disparo havia sido certeiro, protegendo a criança. Mas um corpo de mulher jazia ao lado. Aquilo doía em mim mesma.

Tento acalmá-la:

- Oi, pequena. Tudo ficará bem, tá? Sou Eve, qual o seu nome?

Tento sorrir, abraçando-a. Foi quando ouvi Megan novamente, e uma mulher bonita na porta.
Fico de pé, encarando-a.
Uma ameaça ao longe... o samurai de olhos demoníacos... então...

Sou agarrada pela loirinha, que veio correndo assim que Thomas e N trocaram cumprimentos:

- Megan! Senti tanto a sua falta, pequena loirinha! Eu e o sr Shipsail acabamos vindo ajudar essa outra pequenina...

Olho o samurai, não contendo o sorriso. Era bom vê-lo, inteiro, vivo:

- N! - abraço-o, sem pudor - É bom vê-lo novamente!

A menina parecia estar junto com eles. Analiso-a, sendo cordial:

- Bem, é um prazer conhecê-la, visto que está com meus amigos. Prazer, sou Eve... digo, Audrey Eve.

Eu realmente havia me acostumado em me denominar de Eve... Dracma me mudou. Me sentia com os olhos de um demônio também.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 7:54 pm

Fico um tanto sem jeito quando Audrey me abraça, do mesmo jeito que fez isso repentinamente na partida da Vila Nonepeleko.
- Precisamos parar de nos achar desse jeito, apontando armas... - digo, me recordando da vez que quase a cortei junto com outros inimigos, a prisão da Fase.

Beatrice parece não se dar tão bem com gente nova...mas eu também não tinha jeito até pouco tempo atrás.

Olho para o corpo caído, procuro por um lençol e cubro aquela que foi a mãe da criança.
- Descanse em paz, seu legado continua - digo com respeito.

- Sua mãe lhe protegeu, sua mãe é uma heroína. Vai ficar tudo bem - digo a criança em sua língua, a do Leste.

- Quando chegaram? - pergunto aos dois.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 8:25 pm

Paro antes de descer para observar Megan correndo e todos aqueles abraços e reencontros. Estou surpresa e, por alguns instantes, até feliz pela loira. Uma nostalgia boa passa como um vento. Mas não dá pra enganar. Sinto mais inveja do que outra coisa.

Eu realmente odeio tudo isso.

Solto um suspiro pesado. Lembro por que eu decidi não ficar com Ryad e Mawo, e depois por que eu fugi de Zacks.

- Beatrice. - Dou um aceno para Audrey, cumprimentando de volta por uma educação protocolar, mas não me aproximo. Em seguida, observo o samurai prestando sua homenagem à mãe morta da criança e isso dói mais no fundo a ponto de me fazer desviar o olhar.

Decido não descer mais e me vejo segurando o braço esquerdo, numa posição defensiva, enquanto volto o olhar para a criança - só enquanto ela não olhar para mim, é claro. Não aguentaria esse olhar.

Será que tem mais alguém no mundo pra você?
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Ter Ago 11, 2015 8:45 pm

Thomas espera a criança responder a N, e em seguida a abraça, oferecendo acolhimento em meio a dor da perda, tentando a fazer esquecer das cenas a pouco vistas.

- Tudo bem com você, quer vir conosco pelo menos por enquanto?

- Viemos na Epoch, seu caolho. Aonde está o resto do pessoal? Que bagunça é essa que está acontecendo na cidade?

Finalmente no leste...
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 11, 2015 9:19 pm

Beatrice..., penso, olhando para sua posição defensiva. Me viro novamente para N:

- Finalmente nos encontramos, Sr N. Parece que faz uma eternidade. - escuto Thomas dizer para ele - Oh, sim, como o Sir Shipsail disse, viemos com a Epoch. Uma parte do percurso feita pelo ar, a outra, por mar. Acabamos fazendo um trajeto completamente distinto dos senhores, mas chegamos aqui.

Paro, olhando a mãe da criança ser velada pelo samurai. Chego próximo de seu corpo, pegando em sua mão:

- Encontre a paz, por favor. Ela ficará bem, você sabe, não?

Me lembro do rancor do espírito de Maria... não queria que essa mãe também se sentisse assim.
Ninguém deveria se sentir assim.


Arrumo o cinto:

- Gostaria de ver os outros. Onde estão?

Estava tentando ser um pouco como era antes. Animada e pronta para o que viesse... mas, no fundo, estava é preocupada se aqueles que estávamos vendo seriam os únicos sobreviventes.
Minha única chance... e eu precisava continuar.

Troco olhares rápidos com Thomas, me lembrando da última conversa.


"Não sei se você se lembra de tudo o que viu. Mas eu encarei e paguei o que era necessário para ter essa chance. Nós... nós mudamos muito, Thomas.
Não... não precisamos chocar o grupo de início. Podemos... apenas voltar para o grupo como uma família que não se vê há muito tempo.

Podemos dar os detalhes depois. Há coisas que precisam ser cicatrizadas."


Desde aquele dia... quando fico sozinha, coloco a mão em meu ventre. Me sinto... vazia...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaias_tsuiwa em Ter Ago 11, 2015 10:15 pm

*Logo após ter auxiliado meu irmão Des,as ordens dadas de forma súbita, não haveria pestenejar ou calcular uma alternativa diferente, obedecendo lanço a pedra em direção a serpente*

*O lançamento é feito logo após ele ter acertado ela, no mesmo local*



*Após o lançamento, um pouco sem entender o que ele tinha em mente, e observando o mago baixinho lutando em conjunto de nós lhe dirijo a palavra*

"Des, mermão, qual é o plano aqui cara... essa pedra ae deu um dano legal nele certo? Mas já acabou? E granada... velho tá na raspa do tacho... Quer fazer alguma combinação doida ae, ou posso guiar o bichinho aqui para cima dessa cobra maldita?"

*Mesmo sabendo que Des era de alguma forma ligado ao familiar, e que ele o controlaria com facilidade, falo como se o bichano estivesse em meu controle, como uma irmã mais velha folgada que eu sempre era*


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Yoru em Qua Ago 12, 2015 10:59 am

      A chaga estava aberta, enfim uma abertura naquelas escamas de ferro. A carne exposta era formada por músculos e o sangue esparramado mais assemelhava-se a uma tinta. No entanto, o que via não era um simples tecido fibroso. Pulsa como um miocárdio, o alquimista soube reconhecer. Então quando notou a diferença entre as auras descartou uma de suas hipóteses. Isso não é metamorfismo. Podia distinguir a emanação do traidor, por mais que o tivesse conhecido brevemente, como nas vezes em que é impossível esquecer o rosto de um desconhecido que lhe causou algum mal. É uma espécie de parasitismo... O tal receptáculo resumia-se a um título puramente ideológico ao ritual e a devoção do usuário. Esse monstro é um ectoparasita? Por isso que essa cobra maldita cresce com as mortes, isso é dreno de energia! Energia proveniente de Ichigo, provavelmente, que entregava suas forças diretamente à criatura.
      Você decide ir dormir logo agora que viemos exigir satisfações? Como esses magos são tão antissociais?!
      — O plano? Continuar atacando ele! — Des replicou a Sanna.
      Restam-me apenas três bombas. Realmente estavam desgastados daquele dia, não só por tantos combates mas pelos seus recursos também. A forma como todos estavam escapando da morte segundo a segundo impressionava quanto a probabilidade de sobrevivência.
      — Vê aquela ferida? — apontou o irmão; o familiar compartilhava bastante com seu Mestre, já sabia onde. — Vamos bicá-lo como corvos! Ou mordê-lo como morcegos!... Tanto faz.
      Com o comando, iniciaram a descida num mergulho que fez os irmãos colarem o corpo para que não fossem arrebatados pelo atrito com o ar. A serpente infernal pouco ligava para os ataques deles. Portanto, com metros de antecipação, o pequeno e jovem dragão abriu as asas e usou a cauda como auxílio de pouso. As garras escancaradas cravaram-se nas fibras expostas e uma dentada foi desferida com a fala de Desmond:
      — Que bom nos encontrarmos outra vez, Ichigo. — Com um movimento desdenhoso o granadeiro largou uma bomba recentemente transmutada  no chão de carne viva logo a frente. — Achei justo trazer um presente, podemos começar dessa forma retribuindo pela festa surpresa que nos deu.
      O invólucro estourou no fim da frase. Espalhando chamas claras e lançando chicotes elétricos para se fixarem na carne e pele da víbora e mantê-la estática. Nenhuma faísca acertou os três (Bomba Precisa). Depois que o vapor de sangue passou, o alquimista continuou:
      — O que acha de mostrar a cara e nos cumprimentar? Estamos muito agradecidos, falo sério.

sistema:
Acerto 15 = BA 8 +1 Haste +d20 (Desmond: 1D20 => 6)
Dano explosivo (fogo) 32 = 8d6 (Vital Strike; Desmond: 8D6 => 28) +3 (Jogar Qualquer Coisa; Int) +1 (For)
Dano condicional (elétrico) = 1d6
[Off: Esse bicho ainda não foi enredado ou eletrocutado, não? O.o]
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qua Ago 12, 2015 1:09 pm

Desmond dispara sua granada, mas o vento parece fazê-lo perder o equilíbrio. Em  um susto, ele erra seu alvo, e vê sua bomba explodir no ar, longe de Orochi. O som, contudo, é o bastante para a trair a atenção do monstro.
Orochi não ataca, ele se vira na direção de Desmond, olha-o profundamente com seu único olho, e Desmond sente como se uma ventania sombria rodopiasse ao redor de seu corpo. ele sente os músculos fraquejarem, a mente ser dominada por um medo selvagem, primal, enquanto um enjoo terrível ameaça fazê-lo vomitar.
O alquimista consegue identificar uma aura negra emanar de orochi, como um vapor venenoso que escapa de suas escamas. Era como presenciar a personificação da decadência, e isso era assustador.
Desmond havia descoberto algo crucial, um possível ponto fraco naquela imensa massa de horror e poder que era Orochi. Mas ele ainda precisaria sobreviver para contar aos seus amigos o que descobrira.

Instruções:
Role um teste de Will contra a Aura de Medo que emana de Orochi. A CD é 18.
Caso seu teste supere a dificuldade (lembre-se dos bônus que estão vigentes sobre você), você conseguirá se manter imune ao campo por 1 minuto ou 10 rodadas. A cada minuto adicional, o teste deverá ser refeito, e a CD sobe em +1.
Uma falha significa estar em estado de pânico, mas não o impede de agir.

Panicked: A panicked creature must drop anything it holds and flee at top speed from the source of its fear, as well as any other dangers it encounters, along a random path. It can't take any other actions. In addition, the creature takes a –2 penalty on all saving throws, skill checks, and ability checks. If cornered, a panicked creature cowers and does not attack, typically using the total defense action in combat. A panicked creature can use special abilities, including spells, to flee; indeed, the creature must use such means if they are the only way to escape.

Sanna se mantém afastada de Orochi, esperando as instruções de Desmond. Contudo, seu estado de espera poderia ser sua pior falha. Sanna parecia indecisa, e numa batalha não há tempo para esse tipo de sentimento.
A Serpente Dragão tinha uma lição bastante dura para ensiná-la.
A ladina vê seu irmão sofrer, uma expressão de desespero em seu rosto. Ela sente-se alarmada, sem saber o que estava acontecendo... até que o monstro gigantesco se volta para Desmond, prestes a devorá-lo.

Katheryn avança corajosamente sobre Orochi, iniciando uma perigosa escalada nas escamas negras. Ela usa toda sua perícia para se manter firme, mesmo com o balanço constante da Serpente Dracônica. Lá em cima, ela vê Desmond e Sanna lutarem, e nota que o alquimista tenta acertar um ponto específico... mas erra, a  bomba explode no ar. A dançarina se vê há 18 metros do solo naquele momento, e sabia que faltava mais uns 15 até alcançar a asa quebrada do monstro, e o medo já não lhe assolava. Ela tinha que conseguir.
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Aguardando os outros postarem para dar continuidade.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qua Ago 12, 2015 1:18 pm

Realmente, eles pareciam muito diferentes:
Thomas não estava com o braço robótico de antes, Audrey parecia querer manter sua atitude mais simpática e animada...mas algo está diferente.

- Vou tentar resumir pra vocês: assim que chegamos, estávamos bem na hora pro conflito entre Kenshin e o irmão dele. Nosso grupo se dividiu em dois e eu, Katheryn, Megan e Jack fomos salvos pelo Ashitaka e o restante foi pro castelo do Kenshin.

Olho pela janela, vendo como está o estado atual das ruas próximas.

- Fomos para cá na cidade e encontramos a Malha de Ferro local. Katheryn e Megan conseguiram amolecer o Kenshin para parar o conflito...mas armaram contra todos nós.

Fecho os punhos com força. Duas traições dentro da Malha.

- Ichigo, que era um mago da Malha daqui se revelou um...monstro. Decidiu atacar e quebrar tudo no Castelo, e ele é o responsável pela invasão dessas criaturas. Enquanto isso, encontramos o tal Gauls...um Corvo, um membro da Cinza. Ele tentou nos ferrar mas a situação mudou.

Cruzo os braços. São muitas informações.

- Aquele dragão gigante? Ichigo, de alguma forma. Beatrice se juntou a nós quando essas coisas começaram a atacar. Nossos amigos estão lá fora lutando contra o dragão...

Jack, eu tinha dito que voltaria com todos vivos.

- Me desculpem, mas Jack havia perdido sua mente a muito tempo. Ele ignorou nossos planos, se separou do grupo e...acreditamos que tenha sido eliminado.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Qua Ago 12, 2015 2:19 pm

Continuo escalando, a determinação queimando em meu ser. Vejo Desmond errar o ataque, a criatura o caçava vorazmente. Apesar disso, o agradeço, ela não havia me notado ainda.

Katy: 1D20+15 => (20 + 15) = 35 #Perform

Me penduro na assa que havia rasgado minutos atrás. Não parava de fazer loucuras e torcia para que aquela não fosse a última.

Desfiro dois ataques contra a serpente.

Katy: Ataque 1
Katy: 1D20+5+3+1+1-2+2 => 27
Katy: 1D20+5+3+1+1-2+2 => 19 #Confirma Critico
Katy: 1D6+1+3+4+2+1+2 => 19

*Se acertar o crítico, o dano total é 38

Katy: Segundo ataque
Katy: 1D20+5+3+1+1-2+2 => 20
Katy: 1D6+1+3+4+2+1+2 => 18

Soma final: 37 sem acerto crítico. 75 com crítico.

Vejo Desmond e Sanna sobrevoando ainda.

- Des! Sanna! Deem um jeito de cegá-lo! Rápido!

Era uma verdadeira corrida contra o tempo.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qua Ago 12, 2015 7:11 pm

Eiji observa a cidade lá fora, ouvindo o clangor de espadas, o estouro de canhões e gritos de batalha e desespero. Dentro da casa, era como um ponto seguro, mas ele não sabia até quando.
Audrey, Thomas e Beatrice se apresentam, e por mais que haja diferenças entre eles, a presença da garota nova não lhes parece estranha. O olhar, o jeito cauteloso, o modo como se dirigia até vocês, cada aspecto lembra vocês de vocês mesmos. Beatrice era certamente uma sobrevivente, e vocês compartilhavam ao menos isso.
O fato de estarem inseridos em uma batalha tão absurda lhes traz apreensão, e o sentimento é fortalecido após as explicações de Eiji.
- Onde vocês estavam? - pergunta Megan a Thomas e Audrey, ainda agarrada no espartilho da exploradora. - O pessoal da Vila ficou legal? Cadê o Koni e a Pane?
---------------------------------------------------------

Katheryn supera o desafio, conseguindo se equilibrar na asa ferida de Orochi. Aproveitando a distração do monstro, a dançarina se arrisca a desferir dois ataques, um deles cravando sua arma profundamente na pele reptiliana, enquanto o segundo é detido pela dureza das escamas. Katheryn sabe que o golpe foi poderoso, e que o dano deveria ter sido grande aos tecidos... mas então... porque Orochi parecia continuar frio aos seus ataques?

Seria impossível matar um deus?

Nesse instante, Katheryn observa algo peculiar, enquanto Orochi se move em direção a Desmond, afim de devorá-lo. Há uma ferida grande exposta, provavelmente causada por uma das bombas do alquimista. Aquela era evidentemente a parte mais sensível de Orochi naquele momento, um ponto fraco aberto em suas defesas. Pela lógica, Katheryn sabe que Desmond estava tentando mirar ali... e se isso chamara a atenção de Orochi, aquele ponto deveria ter algum significado. A dançarina estima que o ponto desprotegido se encontra há 12 metros do ponto onde ela se encontra, e talvez fosse possível escalar até lá seguindo o corpo escamoso de Orochi. Uma queda, contudo, poderia ser tão fatal quanto a anterior.
Talvez ela não tivesse a mesma sorte de ter seu anjo guardião por perto mais uma vez... mas a coragem muitas vezes é inimiga do bom senso.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Qua Ago 12, 2015 7:42 pm

Observo o ponto que Desmond tentava mirar. Sabia que deveria acertar ali. Agora fazia silêncio, torcendo para que os irmãos conseguissem distrair a criatura.

1D20+15 => (10 + 15) = 25 #Perform

Com rápidos movimentos, continuo a subir pelas escamas negras. O odor que emanava era forte e pútrido, nauseante.

Chego no lugar e me apoio, segurando novamente usurpadora e desferindo mais dois ataques.

Primeiro:
1D20+5+3+1+1-2+2 => (17 + 5 + 3 + 1 + 1 - 2 + 2) = 27
1D20+5+3+1+1-2+2 => (14 + 5 + 3 + 1 + 1 - 2 + 2) = 24 #Confirma critico
( 1D6+1+3+4+2+1+2)*2 => (( 2 + 1 + 3 + 4 + 2 + 1 + 2 ) * 2) = 30 #Dano *2

Segundo:
1D20+5+3+1+1-2+2 => (13 + 5 + 3 + 1 + 1 - 2 + 2) = 23
1D6+1+3+4+2+1+2 => 14

Total: 44


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Qua Ago 12, 2015 9:22 pm

- Olá querida, tudo bem com você? Estávamos resolvendo umas coisas importantes, não precisa se preocupar. Sim, estão todos bem agora.

*Thomas dá uma rápida olhada para Audrey, como se pedisse que completasse a informação*

- Vamos? Temos que encontrar os outros, e talvez até mesmo ajudar contra aquele dragão miserável da destruição.
* Diz enquanto ajeita a criança em seu braço*

- Não se preocupe, pequena, cuidaremos de ti...
*Sussurra*


Última edição por Pedro Oliveira em Sex Ago 14, 2015 8:32 am, editado 1 vez(es)
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Qui Ago 13, 2015 1:59 pm

Eles passaram por tanta coisa... Parecem um grupo unido. Não me enganei sobre o samurai ser um comandante. Mesmo estes outros dois parecem respeitar e gostar bastante dele.

Estou mais tranquila, agora que posso agir em segundo plano e sei que eles estão cuidando da criança de todo o resto. Enquanto eles conversam, pego a minha arma arcana para avaliar melhor, agora que temos um pouco mais de calma, para verificar se há algo que eu possa fazer para consertá-la.

1d20 + 17 => (2 + 17) = 19 #engineering
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Sex Ago 14, 2015 7:28 pm

Sigo com eles, vendo Megan se agarrar em mim.
Era tão recompensador vê-los vivos... que eu já não sentia cansaço ou medo.

Respondo a questão da pequena:

- Pane e Koni decidiram ficar na Vila. Ficaram todos bem, Megan, na nossa viagem conseguimos resolver o problema que eles estavam enfrentado e, por fim, a Vila se reergueu.

Penso sobre o relato de N. Eles haviam passado por tanta coisa... não podia deixar que tudo fosse em vão.
Eles ainda estão vivos. Não posso deixá-los morrer... não hoje. Não agora. Eles merecem uma chance de viverem... e eu também.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Sex Ago 14, 2015 8:45 pm

"Koni e Pane estarão bem na Vila...talvez eles devessem encontrar suas origens, como eu encontrei aqui"

Descemos as escadas enquanto escuto os dois. Parecem não querer dar muitos detalhes, talvez por conta de Megan estar ouvindo.

- Ok, temos muito a fazer ainda...estávamos tentando ferir o dragão com ataques rápidos por baixo dele, Beatrice estava atirando nele. Mas ou esse lagarto gigante é extremamente resistente, ou não sente dor. Sei que Desmond, Kat e Sanna vão conseguir derruba-lo, precisamos ganhar tempo para eles - digo. Não hesito em falar que confio nos três: derrotamos Ichigo, aqueles três são guerreiros.

Vou até Hellhound e o levanto.

- Beatrice, você conseguiu alguns bons tiros naquela coisa. Não fique nervosa, estamos vivos e respirando como há meia-hora atrás - digo a calada atiradora. Ela parecia cansada também, não há necessidade de se sentir nervosa igualmente.

- Há um abrigo perto daqui, pertence a Malha. Estavam levando o povo para lá, acredito que devemos deixar a criança lá - digo a Audrey - E...bem, muita coisa houve, mas acho que já podem me chamar de Eiji - tento ser casual nessa informação.

Subo na Hellhound.

- Vou confessar, Aud, Thomas. Estou cansado, estou lutando desde que cheguei na cidade e sem descanso. Eu não vou...preciso da ajuda de vocês nessa - confessar isso é difícil - Posso levar a criança para o abrigo e voltar pra terminar a luta. Vamos todos juntos, como no dia do Torneio. Vamos esmagar esse desgraçado. O que acham?



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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