Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Ter Ago 04, 2015 8:50 pm

A dor de Audrey ia muito além do físico. Era como ter o espirito torcido, a alma esmagada e a mente torturada por uma escuridão sem fim. Imersa em um ódio inexplicável, a Exploradora sentia como se o frio da morte lhe abraçasse, e uma depressão terrível lhe atingia pela empatia e fazia lágrimas correrem involuntárias pelo rosto.
Mas ela não se daria por vencida.
Ela fala sobre Sscízar, sobre o pingente, sobre quem ela acreditava ser. E o mundo parece parar para ouvi-la. A voz do outro lado se cala. O frio subitamente estaca, e a dor é mera lembrança.
- Você... - a voz passa do monstruoso ao tom humano, e Audrey reconhece o timbre feminino. - Você os viu? Mas isso é... isso é impossível...

...Impossível...

Subitamente, a escuridão dá lugar à luz, e os olhos de Audrey ardem com a intensa luminosidade provinda do Sol sobre sua cabeça. Ela se vê em uma praia... não, uma ilha, e ali, bem no centro, estava uma figura humana, de pele bronzeada, cabelos longos e olhos verdes como duas esmeraldas reluzentes. Ali, ela vê aquela figura desconsolada dentro de um círculo traçado na areia, como num espaço particular, que claramente representava a isolação daquele ser. Audrey, então, percebe que da mesma forma que Maria havia se isolado naquele círculo, também a Vila Nolepeleko estava isolada dentro de si mesma.
- Como... - a voz doce e inocente sai dos lábios de Maria, e seus olhos miram Audrey com esperança. Há quantos séculos aquela alma não conhecia a esperança? - Como o encontrou? Já faz quanto tempo? Um anos? Dois? Estou com tantas saudades... nosso filho... eu não queria que aquilo acontecesse... mas eles...
A exploradora vê desenhos no chão, representando pessoas, talvez Sscízar, um ovo, e uma mulher que deveria ser a própria Maria. Ali também se via homens com armaduras, lanças e fogo, e logo o vento desfaria o desenho, representando assim como os sonhos daquela mulher lhe haviam sido tomados à força de maneira tão violenta e incontestável.
Então, Maria se derrama em um pranto amargo. As ondas do mar se tornam agitadas, o vento sopra mais forte, balançando suas vestes brancas e seus cabelos negros. Para onde quer que Audrey olhasse, havia apenas água escura ao redor daquela ilha, e é então que ela percebe que, pela primeira vez, havia emergido.
- Eu não sei quem sou eu... - chorava a mulher, desconsolada, isolada em seu círculo traçado na areia. Com aquilo, Audrey era capaz de se identificar muito bem.
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A dor faz a cabeça de Eiji latejar. Seus braços tremem pela injeção venenosa, e ele sente as batidas do coração ribombarem em seus ouvidos. Ele sabe que o veneno rapidamente chegaria em seu coração, e não sabia se era possível resistir a algo que ele sequer conhecia a natureza.
Aquilo à sua frente, negra, voraz, coberta de chifres, espinhos e uma aura demoníaca assombrosa, não era uma aranha.
Mas morria.
O samurai empunha sua lâmina congelante e desfere dois golpes precisos, devastando o crânio da criatura, que libera um último guincho de dor e ódio, antes de deixar o corpanzil cambaleante ir ao chão. As patas se mexem por reflexo post mortem, em convulsão, destruindo o sofá e atirando o móvel contra a parede. Até que a criatura, imóvel, racha como uma estátua de pedra, antes de esfarelar aos olhos de Eiji, e desaparecer.
Do lado de fora da casa, o guerreiro ouve o um grito, e reconhece a voz de Beatrice. "MEGAN, CORRE!", ela parecia dizer, e isso faz seu coração doer... mas ele não sabe se de preocupação, ou por um prelúdio da própria morte. Eiji sente a cabeça girar e os membros endurecerem como pedra. Contudo, ele deixa de sentir dor... mas sente frio, mesmo por baixo de sua armadura.
Muito frio.

PVs Eji: 68/25 | Envenenado (-1d8 pvs a cada 6 segundos até que consiga passar na CD18 de fortitude ou morrer) | Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 (ou +3 de acerto se estiver montado) de acerto e +2 de dano
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A aranha-demônio abre as mandíbulas buscando carne, descendo o corpo sobre sua presa em uma fúria cega e sedenta por sangue. Mas o que Beatrice lhe oferece é algo muito menos apetitoso: uma explosão de luz faz a criatura guinchar afastando-a de seu agressor, movendo o corpo cegamente para trás. Havia dado certo.
"Conheça teu inimigo e conhecerás a ti mesmo", ela lera em um livro há muito tempo. Naquele momento Beatrice conhecia a si mesma: uma maldita sortuda que escaparia daquele inferno custe o que custasse.
- Tia Bea, você tá legal?! Aquilo foi tipo, wow! - Megan tinha os olhos arregalados pelo feito da mecânica, e nem mesmo Bea sabia ao certo como aquele ataque havia funcionado tão bem (a aranha não passou na CD 14). Contudo, o monstro estava pronto para uma segunda investida, agora muito mais enfurecida que a primeira.
Dessa vez, porém, as meninas não seriam pegas de surpresa.
- O papai sempre falou pra eu usar essa coisa - Megan empunha a espada, se colocando ao lado de Beatrice. Seus olhos infantis fundiam o medo e o desespero à vontade humana de viver. Uma guerreira, tanto como qualquer outra. - A tia me protegeu. Eu vou proteger a tia também, né? - Ela sorri nervosamente para Beatrice, e subitamente a garota sente seu vigor ser renovado. Havia algo nos olhos de Megan que a fazia querer.... sobreviver.
O monstro recupera sua compostura, armando-se sobre as duas patas para um novo bote. Beatrice sente o corpo leve como uma pena, a mente clara como o dia. Ela sente um alívio no peito, e mesmo o ar lhe é sentido de maneira diferente. Ela sabia que podia agir muito mais rápido que aquele brutamontes negro.

Pvs Beatrice: 36/10 | Benção Desconhecida (+4 Destreza, +4 Inteligência, influenciando nos modificadores, na CA, acertos e iniciativas)
Pvs Megan: 26/26
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OFF: Não tem problema, Jeff, o teste de Voo seria caso você tentasse manipular o balão para mudar o curso, o que seria bem difícil. A CD do salto para essa situação está aplicada certinho, mas seria realmente alta, se considerar o vento, sendo mais que esse CD20. Além disso, lançar qualquer coisa (a CD 5 é meramente a CD base) ou mesmo usar magia ou atirar em queda livre é dificílimo, recebendo uma enxurrada de modificadores negativos, incluindo concentração, no caso de magias. contudo, você tirou 20 natural no dado do salto e um ótimo dado de certo, o que lhe dá um sucesso.


Desmond executa um salto magnífico, lançando uma de suas granadas em pleno ar, atingindo o focinho de Orochi, que fecha as mandíbulas no vazio, sem alcançar sua presa. O vento terrível tenta atrapalhar o pouso do alquimista, mas a sorte parecia lhe sorrir pela primeira vez naquele dia desgraçado: Desmond consegue pousar na asa da Serpente Dracônica, no segundo exato em que ele via Katheryn perder seu ponto de apoio. A lâmina de usurpadora se solta do osso do monstro, e a dançarina se vê caindo em queda livre, em direção ao chão de paralelepípedos, 25m abaixo de si (8 pés, para efeito de dano).
Naquele momento, Katheryn sente o ar frio lhe abraçar, como num embalo confortante e inevitável. Ela olha para baixo, vendo o solo se aproximar em câmera lenta. Ela se lembra de sua vila, de sua gente, do ódio que um dia sentira pelos Corvos. Qual era o significado da ira? No fim, Katheyrn entendia agora, o ódio era auto-destrutivo, um veneno que adoecia os vivos e nunca vingava os mortos. Não havia vingança para os mortos, no fim das contas, e a única coisa que eles poderiam desejar dos vivos era o que Katheryn agora sentia pelos seus amigos: o desejo de que, ao menos eles, vivessem.
Ela havia viajado para longe, conhecido pessoas que transformaram seu modo de ver as coisas, havia recebido um sentido para sua vida. ela havia salvo um imperador, havia mudado o coração de um homem e apaixonado o de uma mulher. Katheryn havia ido muito mais longe do que qualquer cigana dançarina havia chegado um dia, e ali estava ela, enfrentando um deus.
A vida havia sido muito mais do que um dia ela esperava que seria.
Sorrindo, Katheryn ia de encontro ao vazio.

Katheryn:  38/15| Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 de acerto e dano | Haste
Desmond:  45/25| Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 de acerto e dano | Haste | Barreira Ablativa (CA +2 RD 5/-) 40/22 | Cura Espontânea 20/10

Instrução:
Role 8d6 de dano pela queda. Você tem 12 de constituição, o que significa que seus PVs negativos são iguais a 12. Caso o dano ultrapasse a soma dos seus pvs atuais mais seus pvs negativos (um total de 27), você sefrerá uma Morte Verdadeira. Caso contrário, será realizado um Teste de Morte, com CD 10+pvs negativos, apra estabilizar ou agonizar. O teste é repetido a cada seis segundos, e a cada falha se perde -1pv e a CD aumenta em 1, até que atinja a marca de morte ou consiga passar no teste e estabilizar desmaiada em 0 pvs.
Boa sorte com a queda, ainda há a chance de os dados saírem baixos e você não zerar. Pode rolar, seguido do seu teste de morte e post.



A sorte favorece a mente bem preparada


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Ter Ago 04, 2015 8:55 pm

Katheryn: 8D6 => (5 +5 +3 +5 +4 +5 +3 +3) = 33
Katheryn: 1D20+15 => (9 + 15) = 24 #Performe (Rolamento pós-queda)

Vejo o chão se aproximando cada vez mais. Respiro fundo, posicionando usurpadora com o fio da lâmina voltado para fora do corpo. Me preparo para o impacto, pronta para realizar um rolamento logo após a queda. Não seria o bastante para evitar o dano, mas evitar que as pernas recebessem todo ele, transferindo-o para todo o corpo.


Última edição por ritter em Ter Ago 04, 2015 10:53 pm, editado 1 vez(es)


" A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada, a embriaguez passa... porém, a estupidez é eterna, Pettri."  Mordekaisen



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 04, 2015 9:15 pm

Todas as tempestades acalmam.

Era a única coisa que conseguia pensar após aquele turbilhão de sensações gigantes que podiam esmagar a minha mente se chegassem novamente com a mesma intensidade.

A areia não era tão quente e Maria estava ali, em sua redoma particular. Parecia frágil e perdida.
Frágil... e perdida. Era como eu.
Tomo ar, atônita. Não dava para sentir brisa... era um paraíso artificial:

- Eu... eu os encontrei, Maria. Scízar vive com ódio pois pensa ter perdido a pessoa que ama... ele se enfiou em estudos e experimentos, alimentando seu lado humano. Você o ensinou a lutar contra a sua própria natureza traiçoeira e, apesar de tudo, ele me tratou bem quando fui lá.

Aponto para mim mesma, passando a mão na veia do pulso:

- Através de magia, ele conseguiu uma amostra do meu sangue. Por ser... descendente de você, nossos sangues possuem um grau de parentesco que chamou a atenção de Scízar. A razão para ele querer o sangue era que ele ainda tem o ovo... e ele sabe que o - olho para ela, pela primeira vez, prestando atenção em como ela era bonita e praticamente de outro universo - filho da união de vocês dois está vivo. Eu tive que fugir, sinto lhe dizer... mas, algo dentro do meu coração me traz certeza de que ele conseguirá despertar o ovo. Ele ama o filho como um pedaço de você, Maria.

Me aproximo lentamente enquanto conto a história, vendo-a chorar. Em meio ao seu choro abafado, continuo:

- Por isso... você não precisa mais se enfurecer ou se entristecer. Eu também estive caindo e me machucando... confusa, sozinha e triste. Mas eu encontro forças antes de me deitar e agora eu sei que nada pode ter sido um mero acaso. Eu sofri muito para chegar até aqui... e me sinto bem por ter te encontrado. Quero honrar o seu esforço, Maria.

Eu estava... consolando-a?
Ou consolando a mim mesma..?


"Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários." C. S. Lewis






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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Ter Ago 04, 2015 10:23 pm

Alço vôo. Tentei conseguir o máximo possível de pedras (tenho 3shrink item preparadas)... O desespero me toma ao ver como a luta se desenrola, além de gritos e explosões.

(toda a minha ação depende de quantos turnos de vantagem eu teria. O ideal são 3 pedras encolhidas e dois Archon Hounds invocados... Os Hounds são enviados a auxiliar Eiji! Não sei quanto consegui fazer)

Parto em direção a Orochi e caso veja o acontecido Disparo em direção a Katy, tentando agarra-la ou conjurar Feather Fall sobre ela, o que parecer mais sensato / possível


´Os grandes pensadores nunca têm certeza do que dizem. Eu acho...´

quero que o red bull vá à falência eterna e que assim seja sobre os seus filhos e os filhos dos seus filhos... aaaaaaaaláaaaaaaahhhhhhhhhh... #brinks
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaias_tsuiwa em Qua Ago 05, 2015 1:11 am

"Droga, droga, droga..." *Praguejo enquanto me posiciono na crina do familiar para guia-lo no lugar de Des*

"Bicho, tu vai ter que me ajudar né, ou teu dono que é o meu irmão vai comer grama pela raiz, e essa cobra maldita vai acabar com tudo aqui"

*Digo, enquanto agarro a crina do familiar, pressiono as pernas e rapidamente noto a situação crítica que Des e que Katy haviam se metido*


'Se eu ajudar Des, a Katy vai morrer, se eu ajudar a Katy, o Des vai morrer! Droga! Porque logo agora velho?'

*Meus sentimentos estavam me direcionando para salvar meu irmão, até que as palavras de Gauls ecoam em minha mente 'Garantindo a vida dos seus, pois ninguém nos reconhece como gente, mas nós somos família.'*

'Mas nós somos familia!' *Ecoava repetidamente em minha mente*


'Mas nós somos familia! *Um pequeno flash de tudo que havia passado com meu irmão, e de como eu havia ensinado ele a usar qualquer parafernálias para driblar as adversidades *

'Mas nós somos familia' *Outro flash, agora de como havíamos conhecido Katy, e de como ela amava Megan, de como ela havia nos ajudado*

'Mas nós somos familia' *Lembro-me de Aizen ensinando que a confiança em seus companheiros era um dos pilares principais da vitória*

*Olho novamente para Des e sussurro*

"Cara eu sei que você sai daí melhor que ninguém, mas por favor não morra cara... por favor... não morra"

*Mordendo meus lábios devido ao nervosismo e com o coração na garganta, aperto a crina do familiar e com meus calcanhares dou uma leve batida em seu pescoço direcionando-o em direção a Katy*

*Fito meus olhos na dançarina, com determinação e impulsiono meu corpo para frente para que o familiar vá o mais rápido possível*

"Katyyyyyyyyyyyyy" *Grito enquanto o familiar vai na direção dela em um voô rasante a fim de impedir que a dançarina se espatife no chão*

Sistema:
Voar:1d20+7= 27
O Familiar tem 7 de voar segundo informações do Jeff, e segundo o que foi acordado o teste seria como se fosse uma ação conjunta minha e do familiar, então ficou minha rolagem com os pontos do familiar...

Se estiver errado, por favor me avise....

Sanna_A_Nega_Mais_Linda_Do_Fator_Genese: 1D20 => 20 #NINGUEMVAIMORRERANTESDAJANTAPQHOJEVAITERCOBRACOMOPRATOPRINCIPAL

#PEGAESSA

#TRIOPODEROSOKATYSANNADES
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Qua Ago 05, 2015 10:41 am

Me desvencilho ofegante do perigo, agora com os olhos bem abertos, ergo o corpo desajeitada e afasto alguns passos para trás, em uma posição defensiva, ou talvez seja apenas meu braço ardendo pendendo de forma estranha.

Se meu pai tivesse visto a cena eu acho que agora ele sairia da sala discretamente, após o momento de tensão. Isso significaria que eu fiz tudo cedo de um jeito errado. Sorrio.

Megan se aproxima e eu tinha até achado que ela havia fugido mesmo, como eu pedi. Nem tenho palavras para repreendê-la, a aranha vai atacar novamente. Suspiro e meu braço dói quando me mexo para pegar a arma.

Você vai lutar?

Já não subestimo os poderes da garota e foi bom mesmo, pois em seguida sinto aquela energia me preenchendo o corpo. Não consigo tirar os olhos dela.

- Uau... - murmuro - você é incrível...

Com a nova motivação dentro de mim, sinto mais uma vez aquele sentimento incrível de confiança. Muitas coisas podem acabar mal nessa batalha, mas posso dizer que estou vivendo. Então, não, criaturas bestiais, não é hoje que vocês vão me matar.

Dou um sorriso sarcástico com minha audácia diante do monstro que há pouco quase me devorou.

- É isso aí, menina. Vamos deixar seu pai orgulhoso.


Miro, em um excesso de confiança, disparo contra a criatura e... erro. O que deu errado? Simplesmente não consigo acreditar.


ACERTO
1d20+BBA+mod dex + 1 (Point Blank Shot) + Benção Desconhecida (+4 na dex*)
1d20+2+6+1 => 10
#PQPQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQ





Beatrice PVs: 36/10 | Benção Desconhecida (+4 Destreza, +4 Inteligência, influenciando nos modificadores, na CA, acertos e iniciativas)



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qua Ago 05, 2015 1:23 pm

A aranha se desfaz enquanto morre. Sinto o corpo ficar muito pesado, finco a nodachi no chão para me apoiar.

- Hellhound! Se levanta, idiota! A gente tem...de sair daqui - sinto o pulmão perfurado doer muito, o veneno começa a turvar minha visão.

"Eu driblei a morte várias vezes hoje. Será que agora...agora eu posso descansar?" penso, fechando os olhos, apoiado em Risco.

Até que escuto o grito.

"MEGAN! BEATRICE!" lembro das garotas, não posso terminar tudo agora. Elas precisam de ajuda.

Sinto meu sangue ferver, o veneno começando a ser neutralizado:

Eiji The Undying: 1D20+8 => (13 + 8) = 21 #Teste Fortitude.

Embainho Risco e saio correndo da casa, em direção ao grito que escutei.
- Eu já volto, Hellhound.

Procuro pelas duas.



Oi, meu nome é isaac

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qua Ago 05, 2015 1:49 pm

Katheryn vê o solo se aproximar com velocidade. Ela sabe que a queda não deveria durar menos que alguns segundos, mas já havia passado tanto tempo naquela condição que poderia jurar terem corrido horas. A dançarina se prepara para o impacto, pronta para realizar um rolamento, e é quando sua rota é desviada para a direita pela violência da corrente de ar produzida por Orochi, e seu corpo se choca contra o telhado de uma casa.
O primeiro sentimento é uma dor aguda vinda do ombro direito, o mesmo que ela costumava segurar Usurpadora. Ela cerra os olhos por impulso, esperando o choque se tornar uma explosão e destruir seus ossos... mas isso não acontece.
Quando abre os olhos, Katheryn se vê pousando suavemente sobre o telhado e, apesar de o braço direito doer de tal forma que ela se vê obrigada a trocar a espada de mão, a dançarina estava viva. Só não entendia como.
À sua esquerda, na rua, ela vê o corpanzil gigantesco de uma aranha-demônio se levantar, possivelmente  pronta para atacar uma presa que, daquela posição no telhado, Katheryn não conseguia ver quem era. Contudo, a voz obstinada que vinha daquela direção lhe dava uma pista: Megan?.
Abaixo de si, o telhado treme, como se algo estivesse acontecendo dentro da casa, fazendo Katheryn perder o equilíbrio. Uma coisa fica clara para ela naquele momento: a luta contra orochi não era a única que estava acontecendo no Leste.
De cima da casa, Katheryn vê o país queimar em guerra.
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- Aí, babaca - a voz vem da motocicleta atirada a um canto. - Será que dá pra boneca parar de sentir cólicas femininas e me levantar aqui rapidinho?
Eiji usa a espada como apoio, sentindo a dor terrível viajar por seu corpo. Ele sente a visão lhe enganar pela dor, e o frio ameaça engolfá-lo. É então que a voz de Megan vindo de fora da casa faz seu sangue ferver, sua visão é rapidamente recuperada e a dor lancinante se torna mero incômodo. Não era uma coisa insignificante como aquela que colocaria Eiji debaixo da terra.
O samurai dispara pela saída da casa, o rombo que havia sido produzido pelo impacto de hellhound. Ele tem apenas tempo de contornar a entrada, e se depara com a enorme aranha-demônio avançando contra as duas garotas.
- É isso aí, menina. Vamos deixar seu pai orgulhoso - ele ouve a mais velha comentar, erguendo sua pistola... e então...


Beatrice tem uma mira perfeita de seu alvo. Ela ergue a arma em direção à enorme aranha-demônio à sua frente, apontando para os olhos do monstro e... o estalo vindo de sua pistola lhe causa um calafrio: a arma emperrara.
Os olhos arregalados de Beatrice têm tempo de ver a criatura monstruosa avançar contra si, e seus pés parecem se mover por instinto em um rolamento lateral (o monstro não passou na CA). Ela havia escapado, mas tinha uma arma inútil na mão.
Com toda a imprudência de uma criança, Megan avança contra a aranha, e Beatrice sente apreensão ao ver o mal-jeito da garota.
- Aaaaah! - grita Megan, a espada curta sobre sua cabeça, correndo desesperadamente em direção ao monstro. - Toma isso, sua esquisitona! - Ela desde a lâmina contra a aranha-demônio, produzindo um corte muito superficial em uma das patas.
O monstro guincha, virando o corpo para Megan, mas quando ele se ergue para devorá-la, a dor parece confundi-lo. Nesse momento, Beatrice percebe que o corte produzido pela lâmina de Megan... queimava por completo a pata da aranha, convertendo-a em pó! De alguma forma, aquela espada tinha um efeito de luz sobre o monstro, da mesma forma que sua Flashburst. Excelente.
Era a brecha que ela precisava.

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Dakato vê algo despencando da asa de Orochi, mas a distância o impede de alcançar o que ele nota ser Katheryn. Ele força o voo, conjurando uma magia de proteção na direção da dançarina... e ela funciona! Katheryn pousa suavemente sobre o telhado de uma casa próxima, e pelo olhar de espanto, ela não entende direito o que aconteceu. Ao virar os olhos para frente, o mago vê a luta entre os irmãos alquimistas e a Serpente Colossal se desenrolar, nota que Beatrice e Megan enfrentam uma criatura demoníaca semelhante a uma aranha, há 50 metros dali, e entende que coisa demais está acontecendo ao mesmo tempo.
Dakato se vê em posição de agir no foco que desejar, tendo em mãos tudo que havia buscado ao se destacar do grupo. Era hora de dar o seu melhor.
Aquela era sua terra-natal.
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Sanna tira de dentro de si uma força de vontade em polvorosa. Ela desce em disparada em direção ao corpo de Katheryn, mas é nesse momento que ela percebe um jorro de luz atingir a companheira e desacelerar sua queda. Olhando na direção do disparo, Sanna sorri: Dakato.
Com o aval para ajudar seu irmão, a ladina guia o dragão de Desmond em direção ao seu mestre, ao passo que o familiar executa um voo veloz em disparo impressionante. Ela vê Orochi curvar-se em direção ao membro, pronto para devorar seu irmão. A Sepente Dracônica parecia incansável.
Sanna mantém a velocidade, as lágrimas de raiva voando contra o vento. Ela precisava chegar a tempo.
Mas nós somos família!


Desmond não tem tempo de desviar. Ele nota a sombra de Orochi cobrir todo o espaço abaixo de si, e só tem tempo de ver a enorme mandíbula escancarada descendo em sua direção, ao passo que a asa de Orochi se agita para que ele perca o equilíbrio. É nesse momento que ele sente o braço ser agarrado, o corpo ser puxado para longe, e os dentes de Orochi se fecharem no ar.
O alquimista se vê sentado no torço de seu familiar, com uma Sanna furiosa que agora o guiava.
E dava graças a Eli por ter uma irmã tão maluca quanto ele.

A Serprente Dracônica urra, o olho sanguinolento deixando líquido amniótico negro escorrer pelo focinho reptiliano, a asa pendendo estranha após o golpe conjunto de Katheryn e Sanna. Ela parecia ferida, raivosa e, o mais importante... debilitada.
Com uma fúria primal, Orochi expele de sua garganta uma esfera negro-esverdeada, que atinge o campo de batalha e devasta casas, ruas, soldados e criaturas sombrias, não fazendo distinção alguma. A Serprente Dracônica guincha, urra, e parece rir com a destruição. E então, ela cresce.
Com um pulso de seus músculos e asas, Orochi parece ganhar volume. Suas escamas se tornam negras como obsidiana, seu corpo se estica e ganha volume, sua cabeça se torna duas vezes maior, e a sensação de olhar aquele monstro imenso e aterrorizante é, sem dúvida, fatalística. Uma aura obscura causa medo terrível a qualquer criatura que se aproxime, e o simples fato de contemplar Orochi causa arrepios e uma vontade instintiva de fugir. Era possível estipular com certa exatidão o tamanho de cinquenta metros.
Orochi bate as asas, na tentativa de alçar voo... e só então é notado que uma de suas asas não acompanhara o crescimento. Seu olho ferido, igualmente, não havia evoluído, havendo agora apenas um buraco sangrento em sua face reptiliana. Orochi havia finalmente saído do vértice que fora sua prisão por mais de mil anos... mas estava muito menos magistral do que deveria.
O plano havia dado certo.
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- Vivo? - os olhos esmeralda de Maria miram Audrey com esperança e espanto.  - Mas isso... eu vi aqueles homens... como?
Audrey lhe fala sobre o sangue dos Arson, sobre a força que ela se obrigava a adquirir dia após dia, e isso parece transfigurar na face da outra mulher um sorriso que não era produzido há muito... muito tempo.
- Por muito tempo, eu estive perdida... triste... então, eu me isolei - ela conta, e pela primeira vez aquilo realmente parece um diálogo. - Sscízar lutou por mim, mas eu fui fraca, e não consegui impedí-los de banirem meu amado para aquele mundo infernal. Então, os Arson me mataram, porque disseram que eu havia me envolvido demais com o povo decadente... e eu vaguei... por muito tempo eu vaguei sem destino, sem um lugar para ir... até que encontrei este vale. Aqui, no mesmo lugar onde Sscízar havia me pedido em casamento, tempos antes do desastre. Mas o tempo passou, os homens vieram... eles construíram sobre minhas memórias suas casas, cantavam à noite seus cantos sagrados e irritante... e eu... enlouqueci. Meu ódio pelos humanos que me mataram e destruíram minha felicidade ao lado de Sscízar se tornou tão grande que eu perdi o controle. Então, eu me isolei mais uma vez - ela aponta o círculo ao redor de si, traçado na areia, e Audrey nota que estava há poucos centímetros de cruzar a linha, sem ter percebido. - Você é diferente dos outros Arson e me fala sobre esperança, Audrey Eeve de Arsin... mas eu não consigo mais fugir de mim mesma.
Depressão, Audrey conseguia reconhecer aquilo em Maria, e a sensação de isolamento e falta de esperança era pesada. Maria havia se isolado de tudo, destilando seu ódio contra os Nolepeleko da mesma forma que teria feito com qualquer outro povo. Ela estava sozinha. Ela queria ser salva... mas algo a puxava para dentro de si, mais e mais.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Qua Ago 05, 2015 2:17 pm

Pondero sobre o que escuto, olhando sinceramente para Maria. Pela primeira vez, conversávamos de verdade e podia sentir em cada sílaba a dor e o sofrimento que ela vinha guardando consigo mesma há mil anos.

Fico no limite entre entrar na redoma de Maria, para mostrar que estava próxima:

- Maria... os Nolepelekos estão sofrendo, presos também. Existem pessoas más em todos os lugares, até quem está próximo pode ser ruim. Mas, nessa viagem eu conheci pessoas fantásticas que buscam o bem. Conheci uma menina loirinha que é mais destemida que eu; um Samurai de olhos demoníacos e um senso de proteção gritante; um alquimista militar que, um dia, foi um menino simples de muitos sonhos, e sua irmã, a líder de um grupo revolucionário que busca igualdade no mundo; um jovem mago que está fresco e novo para amar e também descobrindo a sua real força; uma detetive que só busca por unir a família; um policial que negou sua patente para buscar quem era e o que faria com isso; uma dançarina misteriosa, mas que possui grande força.

Paro, olhando novamente para ela, sorrindo levemente:

- Conheci muitas outras pessoas nesse caminho. Donos de estalagens que nos receberam bem; o meu mentor, que sempre tentou me ensinar o melhor para poder crescer... e claro, Scízar e seu amor eterno por você e seu filho. E eu sei - faço um movimento com a mão, querendo que ela fique com o pingente - que a senhorita também tem algo de bom. A senhorita precisa usar a sua força para fazer o que o seu coração sempre desejou, antes de todas as coisas ruins: amar. Se não encontra forças em você, pense em seu filho e em Scízar. Eles precisam do seu auxílio... e eu também.

Meu tom revelava uma ligeira preocupação, como se aquele medo de que meus companheiros morressem estivesse emergindo de mim.

A areia... parecia um pouco quente? Ou era apenas impressão?


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Qua Ago 05, 2015 2:51 pm

Mas... Estou viva?

Me permito um sorriso, ainda confusa. Sinto o vento em meu rosto e fecho os olhos, uma prece rápida em agradecimento a Vissas. Sabia que ele nunca me desampararia.

Mas a batalha ainda não havia terminado. O orochi, mesmo incompleto, era poderoso demais.

Tento melhorar a condição de meu braço.

Katheryn: 1D8+5 => (4 + 5) = 9 #Cure Light wounds


Observo a grande serpente, tentando achar algo que pudesse ser um ponto fraco.

Katheryn: 1D20+7 => (8 + 7) = 15 #Perception


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Qua Ago 05, 2015 3:26 pm

Minha mente de mecânica já entra no modo automático, tentando identificar as possíveis causas técnicas que levaram minha arma a trincar. Sei que não posso resolver isso agora, então já dispenso esta arma e troco pela pistola presa ao cinto. Vai ser um problemão para arrumar outra igual se ela explodir. Na minha confusão de troca de equipamento, vejo Megan sair correndo corajosa e desajeitadamente. Seria até bonitinho se aquele bicho não pudesse esmagar nós duas, eis que ela consegue um efeito inesperado...

- Garota, você é demais! - falo atônita, ainda surpresa com cada descoberta sobre a loirinha.

Preciso agir agora. Aproveito que a aranha se atrapalhou no ataque e me aproximo a distancia minima possivel, disparando um raio em chamas contra a aranha pela mão livre.


DANO
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- Vem, Megan.

Com a troca de arma, agora conseguirei atirar da proxima vez. Não é a mesma coisa, mas é melhor que essa minha criação que estragou no meio da batalha. Definitivamente preciso aprimorá-la.


Última edição por Luthica em Qui Ago 06, 2015 7:30 am, editado 1 vez(es) (Razão : perdi o começo do post no celular, estou arrumando XD)
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qua Ago 05, 2015 5:01 pm

"Tenha calma, cria do inferno. Eu já te tiro daí" penso, aliviado pelo youkai ainda estar vivo.

Nunca achei que veria isso. Sempre imaginei que o dia em que Megan precisasse erguer sua espada eu não estaria mais vivo...é duro ver seus filhos crescer, mas também sinto um pouco de orgulho...ela tem muita coragem.

Num fragmento de segundo, eu penso nisso tudo. Vejo Megan lutando, Beatrice com sua própria coragem também...e nesse mesmo fragmento eu tiro Risco da bainha.

- RISCO....


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A nodachi voa, aproveitando que a aranha está ocupada com as duas, e busca atravessar o corpo dela e corta-la ao meio.
O veneno parece ter passado seu efeito.

- ...INVERNAL!



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qua Ago 05, 2015 7:46 pm

Havia dado certo. O coração Ribomba em meu peito, posso jurar que ele vai explodir, assim como meu umbigo de tanto frio e aperto, estou nervoso.

— protejam os humanos, obedeçam o Samurai!

Digo aos dois anjos transformados em bestas lupinas que avançam pra dentro da casa

Vôo em direção a Desmond, não é possível que esse disperso não vai me ouvir agora.

—"preciso de sua perícia de arremesso... "

Início o processo de entregar a ele as 3 pedras e explicar o plano... Ele é Sanna deveriam voar sobre Orochi à máxima altura que possibilite um ataque decente... Explico que desejo arremessar af pedras e então retomar seu tamanho original fazendo Desmond de catapulta.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qui Ago 06, 2015 1:11 pm

Katheryn executa um encantamento de cura sobre si, realizando um pequena oração a Vissas para que sua dor fosse levada com o vento. Ela é atendida, e o latejar gritante em seu braço diminui. Contudo, ao empunhar a arma, Katheryn nota que os ossos do braço estão unidos, mas frágeis e trincados. Seria necessário um tratamento e descanso para que a cura fosse completa.
Ao olhar para um Orochi incapaz de voar, contudo, a dançarina se sente satisfeita por seu feito titânico. Ela busca analisar a Serpente Dracônica, em busca de um ponto fraco... mas só o que vê é um colosso de mais de cinquenta metros, de escamar negras grossas como uma carapaça impenetrável, cego de um olho, e feroz como um demônio. Não... como um deus.
Status Katheryn:
Pvs: 38/24 | Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 de acerto e dano | Haste

O disparo flamejante de Beatrice atinge o corpanzil negro do inimigo, mas o efeito é menor que um arranhão. Aquilo era importante... magia comum não parecia fazer efeito significativo contra aquele tipo de monstro. Péssimo.
O ataque, contudo, dá a Megan o tempo suficiente para recuar, erguendo a espada à frente do corpo em Defesa Total, como seu pai lhe havia ensinado.
Status Beatrice:
PVs:36/10 | Benção Desconhecida (+4 Destreza, +4 Inteligência, influenciando nos modificadores, na CA, acertos e iniciativas)
Status Megan:
PVs:26/26

Eiji observa a cena, o coração disparado pela descarga de adrenalina ao ver sua filha enfrentar um monstro de mais de seis metros, sedento por sua carne. Ele dispara na direção do alvo, executando um golpe veloz aproveitando a distração da aranha, atingindo o bulbo que era a parte traseira de seu corpo negro. A criatura solta um guincho quando a lâmina penetra profundamente, fazendo o sangue negro e impedindo que ele escorra.
Em fúria, a aranha se vira para seu agressor, as presas escorrendo veneno ácido que derrete o chão ao toque. Ela desajeitadamente tenta morder Eiji, mas a espada do samurai mais uma vez desvia o golpe. Na segunda investida, porém, uma das patas atinge o guerreiro no rosto, fazendo seu cérebro balançar pelo impacto.
Status Eji:
68/17 | Inspirar Coragem Inativo por estar longe de Hellhound que está com a bandeira: +2 contra Charm e Fear PVs e +2 (ou +3 de acerto se estiver montado) de acerto e +2 de dano


Sem parecer se importar com sua presença, Orochi ignora Dakato, Sanna, Desmond e o Familiar, concentrando mais um disparo demoníaco em sua garganta. Ele estava disposto a incinerar o Leste com ácido venenoso.
O mago não perde tempo, entregando ao alquimista as pedras e explicando o plano, enquanto suas crias angélicas voam até o campo de batalha, protegendo quem conseguiam, resgatando das casas as pessoas que estavam ilhadas em meio aos monstros. Levá-las para o esconderijo da Malha de Ferro era o melhor a ser feito, ainda que depois daquilo o lugar deixaria de ser um esconderijo.
A ventania sombria gerada pela única asa útil de Orochi é violenta, fazendo voar escombros e desestabilizando os soldados lá embaixo. Seu urro é monstruoso e sua presença aterradora. Com um jorro de ácido venenoso, ela varre bairros inteiros, levando casas à destruição, absorvendo o sofrimento das vidas tiradas e se deleitando com a dor daquele povo que era dizimado segundo a segundo.
Aquilo precisava acabar... ou o Leste seria apenas o começo.
Status Desmond:
PVs: 45/25| Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 de acerto e dano | Haste | Barreira Ablativa (CA +2 RD 5/-) 40/22 | Cura Espontânea 20/10
Status Sanna:
PVs: 53/53| Inspirar Coragem: +2 contra Charm e Fear e +2 de acerto e dano | Haste | Barreira Ablativa (CA +2 RD 5/-) 40/22
Status Dakato:
PVs: 48/48| avisar sobre qualquer buff, porque eu não lembro
------------------------------------------------------------------

Maria se levanta.
Audrey sente as areias abaixo de seus pés esquentarem, enquanto o sol acima de sua cabeça emite um calor confortante. Aquele isolamento particular certamente refletia o estado de espírito de Maria, e esta parecia calma, até mesmo amigável. Era complexo entender o coração de uma mulher que havia perdido tudo, sido traída pelo próprio povo e, no fim, ter morrido de forma desonrada e injusta. Mas Audrey reconhecia a solidão quando via, sentia empatia pelo isolamento ao mirar os olhos verdes daquela mulher... e sabia, que por mais que depressão lutasse para devorar aquele espírito e corrompê-lo ainda mais, ela sabia o que era necessário para trazê-la de volta. Afinal, não fora assim com ela mesma?
A mulher se aproxima da borda do círculo traçado na areia, estendendo a mão para além de seu refúgio particular. Ela sorri, tocando o pingente prateado e olhando profundamente para Audrey.
- Este é um presente se casamento que Sscízar me deu, no dia em que pediu minha mão. Este objeto me faz lembrar de como eu fui, e de como ele era. Não... de como ele é, agora que sei que vive. Eu espero vê-la de novo um dia, Audrey Eeve de Arsin, e pedirei aos deuses pela sua proteção. Para o lugar onde irei, espero não encontrar meu amado tão cedo, mas irei observá-lo cuidar de nosso filho, a crescer e lutar. Obrigado por me trazer de volta - uma lágrima escorre pelo rosto de Maria, e subitamente o vento sopra contra o risco na areia, fazendo o refúgio desaparecer. O sol se põe, as águas se acalmam, a noite invade o céu e a luz cheia ilumina a escuridão com uma miríade de estrelas. Maria se aproxima de Audrey, encostando sua testa na da garota, segurando firmemente o pingente entre os dedos. - Obrigado, sangue do meu sangue.

O frio.
Audrey abre os olhos lentamente, sentindo os raios de sol lhe atingirem o rosto com ternura. Ela sente a grama abaixo de seus pés, enquanto o ar entra por seus pulmões e lhe dá o deleite de sentir-se viva. Ela olha ao redor, e vê toda a Vila Nolepeleko observá-la, em silêncio.
Pane e Thomas não parecem saber o que havia acontecido, e nem mesmo o velho Mauá poderia ter visto o que a exploradora havia visto. Era como se apenas ela estivesse estado na presença de Maria... apenas ela ouvira sua dor, apenas ela a compreendera. Mas era apenas isso que o espírito violento e depressivo de Maria precisa. Alguém que a compreendesse, que lhe trouxesse de volta de dentro de si mesma. Que a salvasse de sua própria isolação.
Audrey sente-se aliviada, como há muito se sentia. Ela agradecida mentalmente à Rainha das Fadas pelo pingente, e também pelo cansaço bom que agora lhe atingia os músculo. Ela estava exausta, faminta.
Satisfeita.
A garota sente a mente girar, enquanto o corpo perde as forças suavemente, e ela sequer percebe quando desmaia, amparada por Thomas.

Audrey desperta, não sabia quanto tempo havia se passado. O aroma que vinha da tigela de sopa ao seu lado era tentador, e agora ela se via na tenda de Mauá, com seus amigos ao redor.
- Bom dia, minha querida - o velho lhe sorri, lhe estendendo uma fruta vermelho-alaranjada. - Isso é cacau, uma fruta que nosso povo cultivava há muito tempo atrás, mas que nunca mais havíamos conseguido uma semente sequer. Nossa antiga plantação havia sido abandonada há quilômetros de nossa Vila, e nós pensamos que nunca mais a veríamos - Ele sorri, e as lágrimas transbordam de seus olhos. - Um dos nossos conseguiu trazer esse fruto, Audrey... um de nós conseguiu ultrapassar os limites dessa vila - um arrepio. - Você quebrou a maldição, minha querida... e eu nem ao menos sei como você fez isso. Mas só o que posso lhe dizer nesse momento é... obrigado - ele se curva, tocando a testa contra o tapete, num sinal de extrema educação e agradecimento. - Muito obrigado!



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 06, 2015 3:29 pm

Eu tinha chegado a tempo. A aranha estava ferida e se fosse tão forte quanto a outra, em breve poderia derrota-la num próximo golpe...

Sinto o golpe forte na cabeça, ficando um pouco tonto.
"Não...não sabe jogar limpo, aranha" penso.

- Vocês duas, entrem na casa e tirem a minha moto de lá. Rápido, antes que mais dessas apareçam - digo a Beatrice e Megan.

Risco bloqueia algumas das patas, apoio os pés e faço o corte vertical para cima, seguida por um corte diagonal para baixo:

(Uso full attack com ataque poderoso +8)

Eiji The Undying: 1D20+8+3+1 => 30 #ataque poderoso+8
Eiji The Undying: 1D20+8+3+1+2 => 21 #confirmando crítico

Eiji The Undying: 1D20+3 => 17 #ataque poderoso +8

Eiji The Undying: 1D10+3+1+8+4 => 21
Eiji The Undying: 1D6 => 1

Eiji The Undying: 1D10+3+1+8+4 => 19
Eiji The Undying: 1D6 => 3



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Qui Ago 06, 2015 4:55 pm

"FInalmente... finalmente o sol voltou!", disse Leá, olhando para a montanha.

"Durmam, montanhas frias... durmam".

Era um trecho de um livro que li na adolescência. Parecia tão real e intenso, agora. Me sentia Leá, olhando para as montanhas.

Maria tocou-me... era como um calor vivo e, ao mesmo tempo, se extinguindo.
Todas as tempestades se acalmam.
Algumas, demoram mais...

Durma, Audrey... durma.


Desperto, um pouco confusa e faminta. O cheiro era delicioso e acalentador.
Os primeiros três segundos da manhã sempre me sinto como uma página em branco. Repentinamente, as memórias surgem, borbulhando, e sei que já tenho tantas páginas escritas quanto um grande livro.

Olho para o velho Mauá, que parecia emocionado. Ele me mostra Cacau, uma bela fruta que possuía um aroma diferente de tudo que conhecia. Em meio as suas lágrimas e de suas palavras emocionadas, me dou conta do que havia feito.

A maldição...

Levanto mais rápido do que meu corpo aguentava naquele momento, ficando sentada em minha cama improvisada. Fito o velho Mauá fazer uma mesura demorada e respeitosa para mim:

- A... eu... então, vocês estão livres?!

Não sabia como reagir diante da felicidade dele. Me sentia de alma lavada.

Por enquanto.

Após segurar a mão de Mauá, agradecendo por toda a hospitalidade, pergunto quanto tempo havia ficado ali. Conversamos por alguns minutos, antes que eu me lembrasse de algo que estava me incomodando antes de confrontar Maria: o grupo, no Leste... o perigo que despertaria de Dracma.

Meu semblante fecha, me fazendo desviar o olhar de Mauá e ponderar:

- Eu... sinto que preciso ir para o Leste o quanto antes, Mauá. É extremamente necessário partir!


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Qui Ago 06, 2015 7:49 pm

EXCELENTE.

Caramba...  muito forte. Eu fico imaginando se eu poderia dar uma olhadinha nesses equipamentos. Se é que um samurai permite que examinem sua lâmina.

- Ah! As pessoas dentro da casa também! Vamos voltar, Megan

Eu corro de volta para a casa com a pistola em mãos apenas por precaução. Só espero não ter novas surpresas. Talvez ela devesse ficar com o pai. Mas talvez ele não saiba disso ainda.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Sex Ago 07, 2015 9:06 am

Droga...
Mesmo com os danos no olho e na asa, ele parecia invencível. Mas ficar parada não resolveria nada. Tento descer da casa da forma mais segura possível.

Katheryn: 1D20+15 => (2 + 15) = 17 #Perform

Entro em Battledance e corro por entre as casas, mantendo certa distância do ser colossal, até chegar ao seu flanco.

*Em battledance minha velocidade padrão é 45 Feets(30 base + 15 bônus). Com o haste esse valor dobra, então vai pra 90 feets. Estava vendo nas regras e essa habilidade em específico não fala nada quanto a stackar com o haste.

Fleet (Su):

While performing a battle dance, a dervish dancer gains a +10 enhancement bonus to his land speed. This bonus increases by 5 feet for every four bard levels gained after 1st level, to a maximum of +30 feet at 19th level.
This ability replaces bardic knowledge and lore master.

Em compensação, outros bônus do haste não stackam, como o ataque a mais e os bônus de dodge e reflex, porque eu já ganho eles na habilidade abaixo e nela especifica que eles não stackam.

Rain of Blows (Su):

At 6th level, a dervish dancer can use his battle dance to speed up his attacks. When making a full attack action, he may make one extra attack with any weapon he is holding, as though under the effects of a haste spell. He also gains a +1 bonus on attack rolls and a +1 dodge bonus to AC and on Reflex saves. At 9th level, and every three bard levels thereafter, these bonuses increase by +1, to a maximum of +5 at 18th level. These bonuses do not stack with the haste spell.
This ability replaces suggestion and mass suggestion.

http://www.d20pfsrd.com/classes/core-classes/bard/archetypes/paizo---bard-archetypes/dervish-dancer


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Sex Ago 07, 2015 9:38 am

Alço vôo à uma distância segura da boca do dragão. Ele não sairia do chão, inicio a movimentação quando Desmond estiver à altura necessária para atacar.

— VOCÊ NÃO PODE PASSAR! SOU UM SERVIDOR DO FOGO ETERNO. A CHAMA OBSCURA NÃO PODE TE VALER AQUI, SERVO DE ARACNA!...

a criatura me fita, decidindo o que fazer com minha insolência...

- volte para as sombras... - sussurro...

Aguardo o ataque de desmond...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Yoru em Seg Ago 10, 2015 9:08 am

      — Acho que saquei qual é a dessas pedrinhas — o alquimista comentou com a irmã. — Tome, pegue uma.
      O familiar sobe mais alto a cada segundo, suas asas davam o impulso necessário e a cauda alongada causava o movimento típico dos dragões ao serpear em pleno voo. Bufou para avisar que aquela altura era seu limite, e manteve-se de lado para que o mestre e a irmã deste pudessem mirar o alvo abaixo. Agora a serpente infernal não tinha mais olhos para eles, nem tentara abocanhá-los novamente. Cansou de tentar, não é? Desmond sabia que quanto maior fosse o número de desafiantes, mais tempo a fera perderia identificando a presa fácil. Por isso, impaciente, ceifava a vida de inocentes fora da batalha.
      — Sanna — chamou —, no três!
      O granadeiro nunca fizera uma contagem regressiva tão acelerada, resumia-se ao "Já!" disparado por ele e seguido por ela; propositalmente deixou um atraso entre seus ataques aéreos. Milésimos de vantagem para que o acerto dela desnorteasse a besta na saraivada digna de catástrofe apocalíptica. Chegou a entrecruzar os braços na força do arremesso duplo. Se o plano estivesse correto, o dano seria monstruoso.
      O alquimista estava prestes a esquecer de utilizar de sua temporária visão arcana para analisar a aura do ser fantástico quando notou algo curioso (Spellcraft 30 = 10 +d20 (Desmond: 1D20 => 20)). Mas o que...?!

Sistema:
1º Acerto 27 = BA 8 +1 Haste -2 Combater com duas armas leves +d20 (Desmond: 1D20 => 20)
Confirmação do Crítico 23 = BA 8 +1 Haste -2 Combater com duas armas leves +d20 (Desmond: 1D20 => 16)
2º Acerto 13 = BA 8 +1 Haste -2 Combater com duas armas leves +d20 (Desmond: 1D20 => 6)

Dúvida: Não sei se a gente está ganhando a condição de flanquear (de cima) e aquele +2 maroto, então nem me apossei do bônus incerto; mesmo com o Orochi ignorando a gente.
Obs.: A BBA de alquimista nível 8 é +6/+1, Desmond tem Two-Weapon Fighting que garante um ataque extra com penalidades menores, e graças ao Haste ainda tem mais um ataque se usar full attack. Logo, seriam quatro fuc#!~9 ataques; porém, como só há apenas duas pedras, Desmond vai aproveitar para usar Vital Strike. Realizando assim somente dois ataques com BA mais alta e dobrando o dano. Portanto, o cálculo de potência final para cada rocha (tamanho original) fica: dano base x2 +3 (Jogar Qualquer Coisa; INT) +1 (FOR). Fora isso, vai que acertei um crítico e quadrupliquei... *u* METEOOORO DA PAIXÃÃÃO DE PÉGASOOOOO!
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Seg Ago 10, 2015 8:01 pm

Com um arremesso preciso, Desmond dispara a pedra mágica de Dakato como uma bola reta de baseball, enquanto o mago tenta distrair o alvo. A rocha atinge uma das escamas grandes, esfacelando a proteção e deixando carne à mostra, sangrenta e escura. A criatura guincha ao sofrer o ataque, balançando a cabeça, mas nem aquilo parecia capaz de chamar a atenção do monstro colossal que era Orochi em sua forma completa. Desmond se vê frustrado... até que percebe algo realmente intrigante vindo do ponto onde atingira a pedra arcana: a carne abaixo da escama partida pulsava... como se houvesse algo por trás dos músculos. O alquimista usa sua visão mística, identificando uma miríade de poderes que emana de Orochi... mas havia algo diferente ali, distinto... algo claramente visível. Havia mais de uma aura no corpo da Serpente Dracônica, uma segunda que pulsava dentro da primeira. E o alquimista conhecia aquela aura.
Ichigo, sem sombra de dúvida.

Katheryn usa sua dança de batalha para ultrapassar as ruas com facilidade, evitando os focos de combate que se desenrolavam em cada esquina. A guerra acontecia por toda parte, mas a dançarina sabia quem era o alvo principal. Ela finalmente chega próxima o bastante de Orochi, e o que sente é um frio inexplicável. A Serpente Dracônica tem mais de cinquenta metros de músculos, magia e escuridão. O simples fato de se aproximar de Orochi era como dar um beijo na morte e abraçar as trevas.
A dançarina sente um enjoo terrível, um medo primitivo lhe invade o espírito, forçando-a a dar um passo para trás. Orochi era uma criatura infernal, e de seu corpo emana uma aura de medo que Katheryn jamais havia experimentado. Isso lembrava a aura de Ichigo, sem dúvida... mas em uma proporção colossal, tão intensa que Katheryn imagina se era possível um ser humano morrer de medo, literalmente.
Sim, aquela aura lhe dava a afirmativa.
- Katheryn! - a voz chama sua atenção, e a dançarina percebe o próprio coração pulsando violentamente em seu peito após sair do devaneio. Ela não tinha percebido, mas sua respiração havia parado por vários segundos enquanto observava Orochi. Então, ela vê quem a havia chamado, e sente um profundo alívio. Lana Volkov. - Eu vi você caindo de lá de cima! - ela parecia atônita, se aproximando de Katheryn, sem saber ao certo como agir. - Você em assustou, idiota! Afinal, o que é essa coisa?! Eu nunca ouvi falar de um monstro como esse vivendo no Leste... isso é... LOUCURA! Precisamos fugir desse lugar, Katheryn! Precisamos ir embora do Leste AGORA! - Lana estava com medo, um medo do qual Katheryn não podia negar que também sentia.
Era apenas questão de tempo até que Orochi transformasse o Leste em uma poça de ácido e veneno.
--------------------------------------------------------------------------------------------

Beatrice e Megan voltam para o interior da casa, atravessando a cozinha e chegando até o pé de uma escada que levava até o segundo andar. Tudo estava escuro, e ao tentar ligar o interruptor na parede, Beatrice percebe que a fiação da casa certamente havia sido danificada.
- Tia, ouve - Megan chama sua atenção para o lamento no andar de cima. Um choro.
Um calafrio terrível toma Beatrice de assalto. O choro infantil se mescla ao soluçar, e seus pelos se arrepiam. A voz sussurrante diz "Não, papai... não.." em meio às lágrimas constantes e ao pranto incosolável.
Havia alguém no andar de cima, e Beatrice consegue notar um corredor logo após a escada, onde se via uma porta entreaberta. Escuridão e frio.
- A gente vai... - Megan engole em seco. - Subir?

Eiji executa dois ataques precisos, executando a criatura sem derramar uma única gota de sangue, congelada em sua carne sombria. O monstro se contorce, guincha e esperneia, até que seu corpo se converte em pedra e se esfarela no ar. O samurai se permite respirar aliviado, enquanto o cansaço finalmente vai tomando força em seus músculos, e Eiji vai se dando conta de tudo que passara naquela noite. Infelizmente, ele percebe, faltava muito para o sol nascer.
--------------------------------------------------------------------------------------------


- Sim, minha filha - Mauá abre um sorriso de orelha a orelha, as lágrimas escapando para o rosto. - Nunca pensei que estaria vivo para contemplar o dia em que diria isso... mas estamos livres!
Pela primeira há muitos dias, Audrey sente a felicidade pura e simples em seu coração. Ela, Thomas e Pane haviam salvo a Vila Nolepeleko de uma maldição antiga e cruel, movida pelas injúrias causadas a um espírito sem rumo. O mundo era muito mais do que os olhos podiam ver, agora eles sabiam.
- Partir? Mas... minha filha, vocês não possuem combustível para a nave e...
- Tem sim - a voz vinha de Koni, que adentrava a cabana, sorrindo para o grupo. - Sabia que iam querer partir assim que voltassem e eu e um pessoal da Vila encontramos uns registros antigo... que dizem que tem uma jazida bem velha por aqui. Podiamos tentar conseguir algumas pedras para fazer Diesel Azul, acho que o babaca do Dakato deixou as anotações na nave, e eu podia usar aquilo para... sabe, fazer o tal combustível. Se bobear não deve demorar mais que umas 24 horas para conseguirmos alguns litro o bastante pra vocês chegarem no Leste. Quer dizer, eu acho né...
Esperança. Aquilo era bastante novo.
Leva um dia inteiro, até que a equipe de exploração volta da suposta jazida, tempo o bastante para que Audrey, Thomas e Pane se preparem para a viagem (o que pode e DEVE ser interpretado, incluindo balas, preparações de dispositivos ou qualquer ajuste devido). Então, a decepção.
- Não encontramos nada... - Koni tinha uma expressão abatida. - os registros falam tem uma jazida lá, mas...
- Nossos registros são antigos, Koni - diz Mauá. - É provável que alguma outra equipe de exploração, talvez de Arsin, tenham mineirado por lá há muito tempo. Como nossa Vila era até então invisível para as pessoas de fora, é natural que pensassem que a jazida não tinha dono nenhum. Uma lástima.
Audrey sente um vazio no peito pela notícia, e o relatório de Pixie não era nada animador. Havia menos de 15% do tanque de combustível.
O entardecer pinta o céu de laranja, enquanto um vento frio sopra contra a Vila. Arriscar viajar mesmo assim, era uma escolha que apenas eles poderiam tomar. Chegar no Leste o mais rápido possível era uma urgência.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Ter Ago 11, 2015 2:25 am


Off: Jogamos uma live para adiantar a minha parte e chegar logo no Leste. Uhul, vamos lá.


Decido pegar a Epoch e arriscar a viagem. Seria uma viagem muito arriscada, mas contava com a sorte, mais uma vez.
Respiro fundo.
Adentrando novamente a nave, guardo comigo toda a sorte de itens que seriam dos outros integrantes do grupo: um relatório de Desmond, outro de Dakato. Algumas peças de ouro e pequenos frascos e itens.
Faço questão de ajeitar tudo para dividir quando encontrasse eles; eu iria encontrá-los, não importa o quê.

Arrumo o cinto na cintura, colocando munição normal e especial em números elevados. Após limpar todas as armas, guardo-as já preparadas para o que viesse.

A despedida é curta. Pane decidira ficar, o que era triste, porém, compreensível. Me despeço da garota de cabelo azul, pedindo perdão internamente por tanta desconfiança e atritos entre nós duas há algum tempo.
Dracma havia me mudado... meu olhar não era tão vacilante. Era uma mulher mais madura, mais forte. A experiência começava a moldar quem era.

O Sr Shipsail e eu partimos naquele mesmo dia, contando com as coordenadas certeiras de Pixie e com todas as bençãos que os deuses poderiam nos dar.
Aquela noite estava calma; Thomas decide descansar, ao passo que deixa alguns pães e outros alimentos para que eu comesse enquanto pilotava a Epoch, revezando o comando com a própria Pixie que ia acoplada no front.

Emergência: Sinal de obstrução de passagem.

Como poderia? Nada aparecia no visor, a não ser o véu da noite:

- Pixie, o que está acontecendo?

- Aves. Aves migratórias, mestra. São muitas, e irão colidir em dez segundos.

- Mas o que...

- 10, 9, 8, 7...

Faço uma manobra forçada, quando uma forte luz mira em Epoch, fazendo meus olhos fecharem com força. Granidos estridentes e chacoalhações: as enormes aves batiam contra Epoch em enormes quantidades, fazendo a nave ficar instável e pronta para rodopiar pelo céu azul, em direção ao mar.

Foi quando eu vi de onde vinha a luz: um gigantesco Zeppelin sobrevoava o céu, mirando seus holofotes sobre nós. Tento criar estabilidade, mas o combustível começava a se esvair em uma velocidade impossível de calcular.
Teria que forçar um pouso... novamente.

Faço os movimentos necessários, suando frio por toda a confusão. Epoch embica, rasgando os céus e despencando para o horizonte negro do mar.
Segurando o manche e esticando todo o meu corpo, a nave pousa como uma libélula desgovernada; ainda assim, com certa graça animalesca.

Thomas acordara assustado, vindo em minha direção. O Zeppelin começa a fazer sinal, abrindo a escotilha.
Claramente era uma intimação... para que desembarcássemos e, por fim, adentrássemos a nave.

Resolvo fazer sinais em resposta, com os faróis de Epoch.
Tento a comunicação por rádio e, para a minha surpresa, o homem que se comunica me reconhece: Calvin Arson.

Ele era o sexto filho, logo, o caçula... se eu não tivesse nascido. A voz dele estava mais encorpada, mas era inconfundível. Ele falava duro... eu sabia que havia algo errado, mas estávamos entrando com a Epoch dentro do enorme Zeppelin. Luzes se direcionam por toda a nave, e um número enorme de militares apontam suas armas para nós.
Thomas e eu trocamos olhares e poucas palavras, decidindo o que faríamos.
Precisaríamos descer logo e é isso que fazemos.
A negociação para que abaixassem as armas era que nós também abaixássemos a guarda. Assim fizemos, e logo Calvin me interrogou rapidamente.

Conversaremos lá dentro, foi o que a sua voz ríspida disse, antes de nos direcionar para a sua sala particular dentro da enorme nave.
Nos serviu bourbon, buscando um diálogo.
Ele... ele não se importava. Estava com raiva. Talvez... talvez ele não estivesse me vendo como irmã. Não. Ele me via como uma terrível terrorista e isso era nítido em seus olhos.

A conversa durou alguns minutos.
Tudo aquilo era emocional demais para mim:

[...]

- Você estava fugindo, não é?! Fugindo do Leste, claro. Depois que seus amigos morreram, você teria que fugir de novo, é o melhor que sabe fazer!

Aquelas palavras machucaram mais do que qualquer experiência dolorosa até ali. Sentia minhas pernas fraquejarem diante da lâmina de sua língua.
Na sala fria após o salão, seis gavetas. Seis amigos: Dakato, N, Sanna, Katheryn, Desmond e Megan.


Tudo o que podia fazer era derramar copiosas lágrimas. Thomas se apoiava na mesa, desacreditado.
Nosso mundo, ruindo.

Nos atrasamos... fatalmente.

Calvin era ainda mais duro e ríspido, dizendo que usaríamos a garota, o Fator Gênese, contra Arsin e o Conselho.
Nós não éramos como eles... não. Eu me recusava a ouvir aquilo tudo. O que quer que havia acontecido com meu irmão, era difícil engolir à seco.
Furiosa, rebato o que ele diz. Thomas não reagia, apenas travava.

Foi quando eu olhei para uma esfera negra. Ela sussurrava, dócil, para mim:

Eu posso lhe ajudar.

Engulo a saliva. Era a Arcanina Negra.

No meio da conversa, me comunico com a arcanina, mentalmente:

- Me diga como.

- Encoste em mim... e verá.


Olho para meu irmão:

- Você tem razão... você se tornou o orgulho da família.

- Alguém tinha que ser o orgulho, não é, Audrey Eve? Tudo o que eu fiz foi para o seu bem. O nosso bem. Aquele velho, Cornellius... comeu a sua mente. Fez de você um fantoche para seus sórdidos propósitos. Que ele apodreça na cadeia!

- Sim... você sempre está um passo à frente. Sempre foi sério e justo... mas, as vezes, brincava de pega-pega comigo. Lembra?

- Nós continuamos brincando, Audrey. E já sabe o resultado.

- ...que tal se brincássemos... agora?

Corro em direção à esfera, abandonando a minha sanidade, medo e qualquer coisa. Eu só tinha uma chance.

Uma chance...

Uma chance...


O mundo era pura escuridão agora.

Sentia que havia alcançado a esfera negra. A arcanina enorme e pesada... eu estava em sua própria dimensão, distante daquele mundo pesado e horrível.
Repentinamente, uma enorme porta de pedra com símbolos obscuros. No centro, o símbolo-mãe era a Árvore da Vida. A doce voz volta a conversar comigo.
Escuto vozes ecoarem sem parar.

Thomas e Dakato...
Thomas e Dakato...
Thomas e Dakato...

Suas vozes ecoavam do outro lado da porta.

"Sua vez, Audrey".

Me aproximo, enquanto a porta de pedra se abre em toda a sua magnitude.

"Realizarei seu desejo, mas terá um preço equivalente. Diga, Audrey Eve. Qual o maior desejo do seu coração?"

Aquela era uma pergunta complexa. Lembrar dos corpos gelados dos meus amigos... de Calvin enfurecido comigo... de Cornellius na prisão...

Eu faria daquilo o meu combustível. Para ser melhor. Para ser maior:

- Desejo que tudo que aconteceu no Leste para que meus amigos perecessem... não tenha acontecido.

Um segundo do mais absoluto silêncio. Então, a voz doce responde:

- Não posso aceitar o seu pedido. O valor seria maior que a tua própria existência. Mas posso te conceder algo que possa pagar.

- Eu aceito. Me diga o que fazer e eu o farei.

Era tudo ou nada. Minha única chance.
A voz continua:

- Para pagar o preço de vidas que se foram... você precisará dar a vida de algo que nunca virá a nascer.

- Eu aceito - sussurro, interrompida por uma dor tão poderosa em meu ventre que parecia me romper em duas - eu... a... ceito...

Do mesmo jeito que a dor se fez, ela se foi. Logo, milhares de imagens vêm e vão; o que era escuridão, se tornou claridade uniforme. O que era dor, se tornou uma sensação de alívio e leveza.

Eu tive a minha chance... e a agarrei com o que podia. Paguei... com a vida que se tornou nada.
Um preço alto...
Um preço muito alto e árduo para a Audrey que eu era.



Oxigênio...
Terra. Areia. Pedra.
Tijolo, barro, cimento.
Telhados, fivelas, ferro, fogo, vida.
Ruas, luzes, a meia-luz. O nascimento.
A morte.
Olfato, paladar, audição.
Tato...
Visão.

Eu havia despertado...


Estava em uma casa escura. Havia vozes lá embaixo. Uma pequena garotinha estava comigo. Olho para Thomas. Ele parecia ainda tomado por uma força enorme, quase flutuava.
Ele então, olhou para mim, estupefato.

Pensei ter ouvido Megan...

"A gente vai... - Megan engole em seco. - Subir?"

O que quer que tenha acontecido... eu podia jurar que era a voz de Megan. Não sabia o que dizer. Se podia agradecer... mas já agradecia só de ouvi-la.

Ou eu havia ficado louca...

Ou aquilo era a minha última esperança. A minha única chance de mudar o que sabia.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Luthica em Ter Ago 11, 2015 9:17 am

Beatrice sabia o quanto era estúpido subir de repente, depois de quase ter morrido mais de uma vez naquela casa. Mas confiava no samurai. Tinha um compromisso com a moto do samurai, mas não podia simplesmente deixar uma criança chorando na casa. Se alguém a tivesse socorrido a tempo, não teria acabado naquela fábrica.

Apertou a arma, apreensiva. Precisava levar a moto para fora... mas em breve o samurai derrotaria a aranha e iria até elas.

- Eu vou... Fique aqui embaixo, e se algo horrível acontecer, chame seu pai e corra.


1D20+8 => (1 + 8) = 9 #stealth

(ainda bem que minha vida não depende disso ¬¬...acho.)

Sussurro para Megan e sigo, na minha tentativa de ser discreta apenas para espiar. Subo as escadas lentamente, mas é claro que isso também não ia dar certo em um dia como hoje. Eu não prossigo pelo corredor já que não posso fazê-lo em silêncio, em vez disso, apenas paro, espiando, e chamo:

- Olá...!?
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Ter Ago 11, 2015 12:07 pm

- Mauá, eu preciso de alguma coisa para por no lugar do meu braço, até encontrar um lugar para reconstruir a prótese.
Em Dracma eu passei por muitas coisas, muitas experiências, somente isso que precisa saber.

- Audrey, o que aconteceu, você está bem?
- Vamos nos organizar para partir o mais breve possível não é?

Thomas come uma tigela de mingal, e em seguida vai fazer a manutenção de suas armas e fazer um inventário de tudo o que ainda lhe resta, mesmo com a dificuldade de fazer tudo com uma só mão.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 11, 2015 4:20 pm

Giro Risco enquanto vejo a aranha se desfazer, tirando um pouco dos fluídos secos da lâmina.
Embainho a nodachi e sinto o cansaço bater assim que a adrenalina baixa.

- Droga...e ainda...é cedo pra amanhecer...por favor, eu...estou cansado... - sussurro a mim mesmo. A testa lateja, sinto os músculos ficarem mais dormentes, como se a catarse começasse a cobrar consequências em mim.

Ou talvez seja o que restou do veneno.

-...não, eu continuo. Eu sempre continuo - dou meia-volta e entro na casa.

Procuro por Hellhound e tentarei levanta-lo.
- Vamos, cria do inferno, chega de dormir - digo.

"Elas foram pro andar de cima?" penso, olhando para as escadas. As subo assim que Hellhound estiver ok.




Oi, meu nome é isaac

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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