Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qua Set 24, 2014 6:20 pm

-kkkkkk - o riso demonstrava bom humor, e não deboche.

-boa piada samurai, pequeno ladino é uma boa! mas eu estava dormindo, e na sequencia acordei para estudar, olha meu grimório aqui.... - faço o livro aberto flutuar até minha mão e o ataco no cinto.

- Façamos o seguinte, se a Aud preferir, eu tento pousar essa nave, tenho bons conhecimentos em Tecnomagia, e Pixie aprendeu bastante de ontem pra hoje pra me ensinar. além de que, fiquei quase 5 horas pilotando essa barca! E então aud, o que me diz?


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Qua Set 24, 2014 6:29 pm

Thomas se retira do local, deixando para depois saber que fim levou o assunto do livro. 
Ele passa por dakato e por N, sem se importar nem fazer questão de saber o que eles estavam discutindo. 

Ele vai para sua cama, ajeita suas coisas dentro da mochila, calça as botas, ao levantar o rosto prestes a sair do recinto em direção à cabine,ele percebe que os 3 ainda estão dormindo, então, ele vai na cozinha, pega uma panela grande e uma colher de pau, e começa a bater para acordar os que ainda dormem. 

- Acorda pra cuspir, seus dorminhocos. * Grita, batendo na panela *
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Hayka Alchemist em Qua Set 24, 2014 7:43 pm

Paro de ler o livro e olho para Ko.

-Huum... Esse cara não tem me parecido mal, até porque se ele ajudava o papa não tem como ele ser mal - meus olhos brilham

Escuto então o anúncio de 15 minutos para chegada, o meu coração acelera, estava ansiosa, curiosa, com medo e esperançosa, pego Ko pelo braço.

-Vem cá.

E vou com ele até minha cama, ficamos de frente para ela, e começo a ajeitar o cabelo, e suas roupas.

-Sabe, depois de sairmos dessa nave não sei o que vai acontecer, mas de acordo com o tio Enzo iremos encontrar pessoas muito parecidas conosco. E eu estou muito ansiosa por isso, não podemos chegar de qualquer jeito. Agora vamos, vou guardar sua boina na minha mochila.

Pego minha mochila, e meus armamentos e coloco cada um em sua posição, adaga na cintura direita, pistola na esquerda, arco e flecha nas costas. Começo a me ajeitar, vou até o banheiro arrumo o cabelo e maquiagem, dps escovo os dentes. Saio e vou até quem esteja pilotando.

-Essa nave é meio problemática em pousos né? A chegada de vocês em Aria não indica um pouso tranquilo e bom... Sobre a chegada no Coliseu nem preciso comentar. - falo em voz alta agora - Venha ko, olhe que bonito essas montanhas.

Fico observando a paisagem e sentindo uma grande nostalgia, e meus olhos transmitia todos esses sentimentos.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Yoru em Qua Set 24, 2014 10:37 pm

      Ele abre os olhos... extremamente calmo e contente com qualquer coisa.
      Que barulheira, resmungava mentalmente enquanto remexia-se na cama.
      A luz que trespassava a vidraça batia diretamente em seus olhos. Com um lençol fino empurrado abaixo da cintura, pernas e braços pra fora do colchão, cabeça caída do travesseiro, ele desentortava-se da pior postura possível. Olhou para o lado e reconheceu o ronnin de metal, quase que desligado. A irmã podia ser vista a frente, pela porta aberta do segundo quarto usado pelas mulheres, entre seus pés; em trajes íntimos, como gostava.
      Virando a face para o outro lado, forçando o olhar contra a luz, notou o grupo acumulado. Uns observavam da janela, maravilhados, sentados numa cama. Os demais estavam juntos olhando e falando coisas no mesmo tom e velocidade.
      Isso é música? De onde vem?, sentia a melodia.
      Despertava lentamente, observando tudo e compreendendo muito pouco.
      Eles estão brigando?, fitava N e Dakato. Aquela cena de algum modo o relembrava de dias antigos, onde haviam discussões acaloradas e passageiras com os irmãos. Podia ser qualquer um. Sanna, todos os outros; até mesmo Gauls perdia a linha com o moleque encrenqueiro que arranjara. Riu das recordações.
      São parecidos... Não. Mais! São semelhantes...
      Agora reparava melhor neles, confrontando-se verbalmente. Algo com que o samurai raramente fazia, alimentar uma discussão.
      Como eu não havia percebido isso antes?!... Vou zoar mais ainda, agora.
      Erguia o peso do corpo com custo, apesar de estar bem disposto, o ambiente assustava de tão eufórico. Da pequena cozinha, chegava Thomas. Fazendo um barulho perturbador com o casal panela de aço e colher de pau. Exigindo prontidão. Pixie parecia sibilar sobre a chegada, só não lembrava quando fora.
      — OK! OK! — gritava tampando os ouvidos.— Já acordei, homem. Chega!
      Retornou a curiosidade para as pessoas amontoadas. Já ouvia melhor, enxergava melhor e processava melhor as informações. Estavam lendo o tal livro, porém, adotavam uma narrativa que ele não estava habituado.
      — Ah, conseguiram... — colocava os pés para o chão, vestindo as botas largadas. — Não me digam que enganaram a gente nisso também... e acabamos ficando com o diário de uma garotinha?!? — brincou. Notou Audrey e Pane dividindo o peso do encadernado. — Foi mal, nada contra. Mas isso de nada serviria para nós — afirmou, ficando de pé e vestindo a camiseta largada na ponta da cama. — E por que seria encriptado? Mulheres são tão tímidas assim? — questionava alto, encaminhado-se para o banheiro. Lavando o rosto e ajeitando o penteado caótico.
      Regressou, esperando resposta, aproximava secando-se com uma toalha de rosto. Querendo que alguém o atualizasse com as novas da manhã.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qui Set 25, 2014 7:34 am

Enquanto os tripulantes se preparavam, Epoch sobrevoa uma área muito verde, e já é possível ver com mais clareza o enorme rio que corta o vale e a floresta densa que se estende próxima dali. Com alguns minutos, você avistam se aproximar o que parece ser um conjunto de casas, onde algumas pessoas estão trabalhando. O cenário é espetacular.
Na parte mais central da vila, haviam as casas, construções simples de madeira, taipa, algumas de pedra e outras simples cabanas de lona. rodeando a vila, havia um conjuntos de círculos concêntricos, uns dentro dos outros, onde se viam plantações de arroz por toda parte e aldeões tirando da terra seu sustento. Ainda ao redor, havia uma plantação de café, legumes, frutas e hortaliças, dando à vila um ar bucólico e reconfortante.
Com destreza, Audrey consegue manobrar a nave para que ela pudesse pousar, sentindo uma certa turbulência na tentativa. Certamente, Epoch não fora feita para aterrizar, talvez não estivesse completa inda. A pilota despressuriza o ar dos sistemas pneumáticos, resfriando-os, gira as válvulas que controlam os sistemas hidráulicos, deixando que a água gelada resfrie os canos de metal, e puxa a alavanca de pouso, diminuindo a inércia pouco a pouco, inclinando a nave para 30 graus, descendo lentamente.
O pouso, é tranquilo, e Audrey consegue fazer Epoch parar sobre a grama fofa, deixando um pequeno rastro pela inércia e sofrendo pouco mais que uma turbulência leve. Quando Pixie emite o sinal de chegada, vocês percebem, pelos vidros, que aldeões já notaram sua presença, tirando seus olhos das lavouras.
Há crianças brincando por toda parte, enquanto os adultos trabalham, alguns chamando os pequenos para perto, com medo que os tripulantes da nave pudessem ser inimigos. Alguém sai correndo para dentro de uma casa maior, chamando por um nome que vocês não ouvem, por estarem longe demais.
Enfim, vocês estavam na Vila Nolepeleko. Essa era a casa que Pane e Koni jamais haviam conhecido.
Assim que a nave pousa, Jack e Katheryn sentem algo diferente...a sensação de já conhecer aquele lugar, de alguma forma, era gritante. O coração de vocês dispara ao ver a plantação de arroz, rodeada por todas as outras lavouras...as vestimentas dos camponeses...as casas humildes...aquele povo de olhos violeta, alguns de cabelos azuis....espera, Olhos Violeta e Cabelos Azuis?! É claro...como vocês não haviam se recordado assim que viram Pane...
Quando a porta automática de Epoch se abre, e o vento aromático invade suas narinas, uma memória é ativada na mente de Katheryn e Jack...uma memória que lembra casa para o ronin, e histórias ao redor da fogueira para a dançarina...uma memória que faz seus corações rirem e chorarem.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Qui Set 25, 2014 7:54 am

Thomas pega sua mochila, faz uma revisão rápida de todos os equipamentos que estão com ele: 
2 pistolas -OK
1 Mosquete - OK
1 Arco -OK
47 flechas -OK 
Proteção por baixo da roupa - OK 

Então ele é o primeiro a descer, levando suas coisas na mochila . 
Assim que desce ele fica maravilhado com aquele lugar, nunca tinha visto um lugar como aquele, não estava acostumado com aqueles cheiros ao seu redor, o que o prendem como numa hipnose, só então ele percebe os olhares voltados para a nave e para o grupo. 

Olhando ao seu redor, ele busca alguém para apresentar à aldeia, ele e o grupo, ele busca, fazendo uso de sua diplomacia.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Hayka Alchemist em Qui Set 25, 2014 8:06 am

Aos poucos Epoch começa seu pouso, incrivelmente dessa vez parece que tudo ia dar certo e teremos um pouso tranquilo, mas meus olhos fixos na janela me fizeram esquecer qualquer preocupação com o pouso. Estava a contemplar a bela paisagem,passamos por um grande Rio, assim como mostrava o mapa. Ao se aproximar do destino começo a ver um conjunto de casas, meu coração dispara, pessoas trabalhando, o nervoso sobe, plantações circulares, a ansiedade, e crianças brincando, uma nostalgia imensa.
Pousamos, através da janela e meus olhos brilhavam, acho que estava sentindo um pouco de cada emoção, todos se pareciam muito com meus pais, meu avós, meu tios, meus primos, com o Ko e.... comigo.

-Manin, acho que chegamos.

Escuto a porta abrir, então viro meu rosto em direção a ela, pego na mão do Ko, o mapa, e com passos em velocidade média saímos da Epoch, e digo de início com a voz falha.

-Bo..om Dia... Esta é a Vila Secreta dos Nolepelekos? - meus olhos brilham ao olhar para quem estiver lá e mostro o mapa.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 25, 2014 8:08 am

Rapidamente observo tudo em volta, e congratulo audrey com um toque em seu ombro.

- parabéns cat - digo bem humorado

"Esse lugar certamente vai me trazer muitos sentimentos..."

Vou ao banheiro, e coloco minha suit coat por bqixo da roupa, ajustando os últimos detalhes de minha vestimenta. Lavo o rowto, escpvo os dentes, encho o cantil de água e desço por último junto a Audrey. Escolho manter uma distancia estratégica de pane e koni...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Stein em Qui Set 25, 2014 8:50 am

Assim que coloca os pés fora da nave, Thomas sente o vento lhe dar as boas vindas, batendo contra seu rosto o sabor verde de Elyin. Fazia muito tempo que ele não se dava ao luxo de sentir aquele prazer...o prazer que vinha com a paz e a tranquilidade.
"Um dia, meu filho, vou comprar uma porção de terra lá em baixo", dizia seu pai "Algumas vaquinhas, um punhado de plantações...ah...como sua mãe ia adorar isso...Sabe, Tom, os homens que vivem em Arsin não sabem o que é viver de verdade...nunca sentiram os pés tocarem a grama ou sentiram o cheiro de uma floresta. Jamais tomaram banho de rio ou tiveram o prazer de cavalgar...Foi sua mãe que me ensinou tudo isso...antes de...". E o vento para de soprar, como se o trouxesse de volta à realidade, fazendo-o reabrir os olhos.
Ele nota que as pessoas olham para o grupo com curiosidade e receio, principalmente pelas armas à mostra em suas costas e cinturas. Algumas crianças riem, inocentemente, apontando para Epoch, falando algum numa língua que você não compreende...algo na mesma língua musical que Audrey e Pane haviam reconhecido naquele livro criptografado. "Feérico", se ele lembrava bem o nome.
Os aldeões estavam vestidos com roupas simples, possivelmente de produção caseira, usando de algodão que eles mesmos plantavam e couro que eles mesmos curtiam. Era como presenciar uma civilização que se desenvolvia externamente ao avanço do mundo, muito arcaica, e ao mesmo tempo muito mais pacífica que tudo que vocês já presenciaram.
Quando Jack acompanhando o grupo na saída da nave, e percebe onde está, o sabor do vento, a visão da vila, as sensações que o lugar lhe transmite, fazem suas peças de metal pesarem o dobro, e seu rosto se aquece automaticamente. Ele conhecia aquele lugar, conhecia aqueles cabelos azuis e olhos violeta...aquelas pessoas lhe eram familiar pela aparência...ele se lembrava muito bem de viver em uma vila em que viviam muitas pessoas distintas, inclusive algumas pessoas chamadas "nolepelekos"...a lembrança lhe atinge como um soco no peito. Jack sente que estava quase perdendo o ar...quando percebe que aquelas pessoas faziam parte da vila onde ele perdera tudo. Sobreviventes.

- Sejam bem vindos - uma voz masculina os cumprimenta, forte e impostada, não parecendo vir daquele senhor idoso que se aproximava, usando uma bengala de madeira para se aproximar. Ele sorria, e a expressão em seu rosto era amigável, os olhinhos miúdos quase cegos pela idade avançada, rodeados de rugas de expressão. Seus cabelos, outrora azulados, eram agora completamente brancos, presos em uma trança única com um sino e uma pena vermelha na ponta, com uma faixa fina de cordão rubro vivo sobre a testa, possivelmente ritualística. A longa barba branca também se mostrava trançada, dando um aspecto sábio e senil àquele homem baixinho de traços frágeis. Ele se aproxima, sem medo, os membros tremendo levemente enquanto caminha com dificuldade, mas sem ajuda. - A quê devemos uma visita tão inusitada? - ele pergunta, o tom de voz denotando certo divertimento. Quando ele ouve a pergunta de Pane, sua expressão muda subitamente...seus olhinhos se abrem levemente, revelando a coloração violeta forte, tão característica dos Nolepeleko, morejados, deixando que as lágrimas escorram dos dois lados do rosto, enquanto os lábios tremem suavemente, incrédulos. - Moema... - ele diz o nome da mãe de Pane, e isso causa da garota um baque instantâneo.
- Vovô... - balbucia Koni ao lado da irmã, paralisado.
Ao ver o velhinho, o coração de Katheryn quase para na garganta. Ela se lembrava muito bem daquele rosto...daquela trança única muito branca, daqueles olhos violeta e da voz forte. Ele era o Velho Nolepeleko, líder espiritual do vilarejo que ela havia conhecido quando era criança, que fazia negócios com seu povo cigano, sempre de passagem...a mesma vila que visitara mais tarde, para tantas comemorações em conjunto, amigos de sua família...a mesma vila onde um rio de sangue desabou sobre sua vida, e engoliu todos que ela amava. Aqueles aldeões eram os sobreviventes da antiga Vila Nolepeleko, devastada pelos Corvos há muito anos atrás, e a lembrança lhe traz dores e alegrias, e um alívio por saber que antigos amigos continuavam vivos.

Dakato e Desmond percebem uma presença mística muito forte naquele lugar, como se estivessem em um solo não profanado pelo mal do mundo, intocado, protegido por alguma força invisível que o rodeava..e isso explicava muito bem o sentimento de leveza e as feridas curadas de forma tão acelerada. Aquela vila possuía um poder mágico muito grande, uma ligação espiritual com poderes antigos, e isso aguçava a curiosidade dos dois arcanos.
Sanna se sente feliz ao observar as plantações e aquele povo feliz e pacífico. Aquilo era o que ela poderia ter desejado para todos em Elyin quando seu espírito revolucionário havia aflorado. Uma utopia, uma paz que alguns julgavam impossível, escondida em um ponto qualquer do mundo, sem que quase ninguém soubesse de sua existência. Um modelo que poderia ser espalhado para todos os cantos do Continente Médio, se os homens fossem menos sujos e mesquinhos.
Para Audrey, a visão da vila lhe lembrava histórias antigas, de povos mágicos secretos, detentores de conhecimentos quase perdidos no tempo. A existência daquele lugar, por si só, já era um milagre, e ela se lembra do que havia lido sobre a Vila Nolepeleko ter sido destruída quando a família de Pane fora assassinada em Arsin. Porém, parece que os assassinos haviam falhado em algum ponto, e os aldeões haviam forjado o próprio oblívio para que se vestissem da armadura segura do anonimato. Muito perspicaz. Se, de alguma forma, aquelas pessoas estavam ligadas com a morte dos pais de Pane, ou com Cornelius, ela precisaria descobrir por si só.
Para N e Megan, a sensação é única. ambos só haviam ouvido falar de um lugar como aquele em livros e histórias, sem nunca presenciarem aquela sensação de paz tão poderosa. Era sobre aquilo que Norah falara a N muito tempo atrás...uma paz sem conflitos.
Megan sai da nave descalça, segurando um chinelinho de madeira na mão direita e a mão do pai na esquerda, sentindo a grama sob os pés e o vento no rosto. Era uma alegria ainda maior para N poder proporcionar aquilo à pequena, e vê-la sorrir.
Aquele lugar possuía o que muitos chamariam de paz utópica. Mas é claro que a realização de uma utopia tinha seu preço...e vocês descobririam muito em breve.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Hayka Alchemist em Qui Set 25, 2014 10:19 am

O cheiro da grama invadia suavemente minhas narinas, o vento balança meus cabelos. Estava esperando uma resposta, que quase instantaneamente batia com as palavras do ancião, e sem ainda virar os olhos para ele, meu coração parece parar por um momento, eu reconhecia aquela voz, naquele momento meus olhos começam a marejar, todos me traziam a sensação de família e assim eu me lembrei de todos que moravam comigo em Arsin, e aquela voz ainda . Aperto a mão do Koni

"Mas.. Ele também foi morto não foi? O que está acontecendo? " - penso

Viro meu olhar para onde estava vindo a voz, não havia mais dúvidas, é o Vovô, mas como ele sobreviveu? Mas meu coração me dizia que isso não importa agora, tinha que apenas ficar Alegre por ver meu vô, então ele cita o nome da Mama, fico baqueada, paralisada por um tempo, as lágrimas começam a escorrer em meu rosto, e tempo começar a andar puxando Ko, que devia estar confuso, mas alegre também de ver o Vovô.

-Vo.... Vô... .

Não consegui mais resistir, então começo a correr em direção a ele e o abraço. E chorando falo.

-VVovô, que saudade... Vovô... - Não conseguia dizer as coisas direito.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 25, 2014 10:32 am

Observo as acções de pane e koni. E é inevitável pra mim deixar escapar um sorriso.

- sabe desmond. Isso era o que eu queria. Poder dewcansar no fim de tudo. Fico feliz que ela tenha encontrado a família...

Vou dewcendo ju to com o resto do grupo e chamo pixie

- PIXIE, DESACOPLAR, VENHA CONOSCO.

Me aproximo do resto do grupo. Aguardando que eles tenham seu momento.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Qui Set 25, 2014 10:35 am

Thomas levanta as calças até acima do joelho, põe sua bolsa de lado, retira a bota e se ajoelha, sentindo a testura da grama nos seus pés, sentindo o cheiro, quase como se seu corpo procurasse se transformar como um com aquele lugar. 

Ao ouvir a voz do Senhor, ele sente uma aura vindo dele, ele nota a tira na testa do Senhor,nota seus olhos num tom roxo forte e penetrante. 

- Avô? Avô?
 * diz para si mesmo ainda permanecendo boquiaberto e ajoelhado *
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por ritter em Qui Set 25, 2014 11:52 am

Desço de Epoch, o vento fazendo meus cabelos esvoaçarem. Boto a mão no cabo da Usurpadora, olhando confiante para as pessoas.

- Olha só, mais cabelos azuis. - Digo, dando uma risada alta.

Após ouvir o ancião, diversas memórias começam a se misturar em minha mente.
Impossivel...

Me aproximo lentamente do ancião, cerrando os olhos incrédulos, e digo:
- Vovô barbudo? É mesmo você?

Era assim que chamava um senhor muito parecido quando criança. Pensava que todos da vila haviam sido mortos. Ele pode ter as respostas que necessito.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 25, 2014 12:17 pm

Pego a maleta e guardo a arcanina dentro dela. Depois testaria seu propósito, se algo estava dentro dela, esperaria que se revelasse logo.

Seguro a mão de Megan com a mão direita e seguro a maleta com a mão esquerda.

"Terras verdejantes. Um lugar pacífico em que a maior ameaça é aquela grande montanha que eu gostaria de escalar. Um povo que unido traz seu próprio sustento...essas coisas não existem aqui em cima" Norah sonhava com um lugar assim.

Sinto-me tentado a tirar as sandálias também. Coloco os pés na grama e sinto a paz que não sentia desde...desde nunca.

- É lindo, não é, Norah? - sussurro a mim mesmo.

Sorrio ao ver Megan se divertindo e noto o reencontro dos Nonepeleko.

Me curvo brevemente para cumprimentar o ancião, sem dizer uma única palavra.





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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Aleleeh em Qui Set 25, 2014 6:15 pm

Pauso a tradução, guardando novamente o livro para poder realizar o pouso de Epoch.
Antes de sair do quarto, digo rapidamente para Dakato, como se fizesse um esforço muito grande para não pensar muito na situação que havia deixado para trás:

- Cornellius está preso, foi o que fiquei sabendo. Mas eu acredito que ele conseguirá sair, ele é um gênio.

Me sinto ofendida com o comentário de Desmond sobre o diário e ser coisa de mulher:

- Isso não é um diário, senhor Desmond, espero que compreenda. É da autoria de Cornellius e os gênios gostam de criptografar suas obras... ainda mais essa. Uma penas estarmos sem o dinheiro mas agora temos informação e isso é muito mais valioso do que qualquer valor monetário.

Realizo o pouso de Epoch, deixando um sorriso escapar. Era meu primeiro pouso que não envolvia algum acidente!

Um por um, descem da nave e Pixie se desacopla com um comando de Dakato, voando até próximo dele. Decido descer por último, olhando novamente o painel e deixando uma gravação antes de desligar o sistema por completo e levar a chave comigo:

- Epoch I chega ao seu destino provisório. Agora são... - olho no relógio - Aprendizagem parcial de Pixie concluída, máquina desacoplada da estrutura da nave. Não houveram acidentes e a nave teve um pouso estável. Deixaremos a nave desligada e eventuais reparos serão feitos. Câmbio.

Desligo todo o painel e tento ajeitar a vestimenta e os cabelos, me certificando que o batom estava delineando os lábios. "Um lugar tão verde...", penso, antes de descer e confrontar com meus próprios sentidos um mundo que parecia ter sido retirado de um livro de contos de fada ou os meus favoritos de lendas há muito esquecidas.

Vejo todas aquelas pessoas, crianças, jovens e velhos com traços muito semelhantes ao de Pane e Koni. Quando um senhor se aproxima, lembro-me da Anciã da Cidade das Corajosas Almas e penso que a simplicidade trazia à terceira-idade o posto de Ancião... eram sábios e não caquéticos como alguns homens que trabalhavam na Embaixada de Arsin e no Centro de Pesquisas de Arsin comigo. Cumprimento o senhor ao meu modo, não esperando que ele pegasse minha mão direita e estalasse um beijo.
Me espanto ao ver que os dois irmãos o abraçam e choram, chamando-o de "Avô". Até mesmo Katheryn, a nova integrante, parecia de certa forma familiarizada com aquela situação.

Thomas e N retiram seus calçados e sentem a grama: nenhum de nós estávamos habituados com aquilo... era uma paz arrebatadora.
Observo com curiosidade cada canto daquele local e tento marcar o semblante de cada um que se aproxima com igual curiosidade. Parecem comentar algo sobre Epoch e me aproximo para escutar melhor o que aquelas crianças diziam.

E elas falavam uma língua parecida com o idioma dos meus sonhos e livros...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 25, 2014 6:24 pm

Olho a cena de Pane e Koni dando o apertado abraço em seu avô. Vejo a curiosidade nos olhos daquelas pessoas tão parecidos com ela. A apreensão aos poucos vai sumindo e eles percebem que não viemos fazer mal, ou talvez já tenhamos feito só de transportar algo tão grande como epoch até aqui...

o vento bate em meus cabelos e noto que já estão passando das orelhas, a barba também já está incomodando... darei um fim nisso depois.

vou andando em volta, tentando não parecer intimidador para ninguém, pixie pousa em meu ombro e eu vejo a esfera executar um movimento de perfeito equilíbrio sobre mim...

- pixie... tão bom seria se você compreendesse o que se passa dentro de mim... - digo baixinho - acho que um tecnomago como eu poderia encontrar uma perfeita amizade com uma máquina como você não acha?

toco o solo com as mãos, era grama, limpa, ainda molhada e a terra com seus bichinhos nojentos passeando mas que eram certamente de uma beleza ímpar... me ergo de meu devaneio, torno a me colocar em pé, me aproximo de N e fico a seu lado observando tudo...

- a pequena gostou mesmo do lugar não é?... pergunto sem olhar pra ele, observando megan, num tom distante, lento e melancólico...


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 25, 2014 8:04 pm

- Sim, esse é o tipo de lugar pra se criar uma criança, não a cidade fria que é Arsin - digo, sem olhar para Dakato. Noto em seu tom de voz, ele está introspectivo novamente.

- Se vai ficar melancólico, é melhor se levantar e arranjar outra coisa pra fazer. Você é um mago, você usa sua inteligência ao seu favor e realiza algo, esperando que obtenha resultados positivos - digo num tom de voz que só Dakato escute - Mantenha o foco em algo importante, e seu resolve se comprovará efetivo.

Dou alguns passos para frente e acompanho Megan, deixando Dakato com as palavras no ar.




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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 25, 2014 8:39 pm

-"sempre faço isso samurai, quero conversar um pouco mas com você depois. Seu problema com a cinza é o meu problema com a cinza agira... preciso conhecer mais sobre a organização. Espero que possamos conversar mais tarde..." - projeto em sua mente.

O samurai tinha razão dentro de certo ponto. Mas quero sentir tudo isso. É um misto de sentimentos que sei que irá me mudar.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Pedro Oliveira em Qui Set 25, 2014 8:54 pm

Thomas olha Pane e Koni abraçando o Senhor Nolepeleko, deixa a mochila no mesmo local onde estava, junto das armas e das botas, ele interrompe aquele momento mágico. 

- Olá Senhor Nolepeleko, desculpe estar cortando seu clima e de seus netos, mas poderiamos entrar, para conversarmos melhor com o Senhor? Desculpe mesmo.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 25, 2014 9:01 pm

- Não, não é - respondo, no mesmo tom neutro - Seu problema é outro, e você sabe disso.

Dakato ainda não havia entendido que compreender a Cinza significava perder a si mesmo no processo. Até onde alguém pode mergulhar no vazio e ainda se manter o mesmo?

- Quer destruir a Cinza? Aprenda a destruir um ideal, um conceito. Se você derrubar um líder dela, outro tomará o lugar. Se explodirmos Arsin inteira, ela vai surgir das cinzas e tentar dominar o que sobrar de Gaia.
Eu cansei de buscar vingança, Dakato. Meu objetivo é o futuro.

Providência. Setsuri. Havia anotado em meu caderno quando acordei de madrugada.

Acho que era com isso que sonhei ontem a noite.

- Um mundo livre da Cinza precisa ser melhor que o mundo antes dela. A grande paz só pode ser alcançada quando um conceito maior for alcançado.




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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Qui Set 25, 2014 10:24 pm

- e quem falou em destruição e morte N? Quem falou nisso ahn? - caminho em direção ao samurai - não aja como se m conhecesse, co.o se sou esse como minha cabeça trabalha! - redizo o tom de voz ao ver os olhares - ninguém aqui quer vingança, uma única vez na vida tenho um ideal nobre. Não tire isso de mim.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por isaac-sky em Qui Set 25, 2014 10:34 pm

- Não é um sentimento nobre se você pensa em você mesmo primeiro - digo, encarando Dakato, mas mantendo a total serenidade - Você fala em nobreza e ideais, mas eu só vejo ódio e tristeza nos seus olhos.

Me aproximo um pouco. Manter o tom de voz neutro nessa situação tornava-me mais assustador que o normal.

- Eu compreendo muito bem o que sente agora. Espero que nunca entenda o que é ver a mulher que você ama sangrar até a morte nos seus braços.

Me afasto, querendo encerrar aquele chilique de Dakato.

- Não há nada pra tirar de você Dakato. Você é um garoto vazio - digo com enfase no garoto.

Ele aprenderia.

Ando até Thomas.

- Já quer sair do ar livre, soldado? Acho que é difícil se desacostumar a cidade.



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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Hayka Alchemist em Qui Set 25, 2014 10:45 pm

Escuto a voz do Thomas enquanto estou abraçada no vovô, paro de abraçar e olho para Thomas e aceno que sim com a cabeça para ele, e então olho para o vovô.

-Vovô este é o Thomas, o Samurai parece se chamar N e sua filhinha Megan - começo a apontar para cada um - Katheryn, Dakato, Audrey, Desmond, Sanna e Jack. Eles vieram comigo até aqui. - sorrio para o vovô
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por Yoru em Qui Set 25, 2014 11:00 pm

      Saindo junto dos demais, ajeitando as alças da mochila aos ombros e fixando o cinto cheio de bolsas entorno da cintura, o alquimista percebe o ar leve e dotado de poder arcano.
      Que atmosfera, denotou, puxando aquele ar para os pulmões. O campo destacava-se como uma extensa área verde e cheia de plantações por todo o canto. Mas não era o cheiro de grama que o instigava. Podia sentir a mágica como um sexto sentido. Está em todo lugar e todo o tempo. Como daquela vez na Cidade das Corajosas Almas.
      Viram a aproximação de um senhor, recebendo-os com cortesia. Algumas palavras forma ditas sem intimidade, e num outro momento eles se abraçavam e chamavam-se por nomes carinhosos e pediam noticias e respostas. Pane e Koni tinham parentesco com o ancião. Thomas, por sua vez, estava muito estranho ao olhar de outro militar. E a nova integrante, a cigana, falava como se recordasse do velho.
      Mas como pode? Deve ter uma explicação pra tudo isso... Espero.
      E manteve o silêncio, observando o desenrolar da conversa.
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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

Mensagem por arcanjosna em Sex Set 26, 2014 4:42 am

Vazio... e sou msmo... fico em pé observando, N não entendia oh se esforçava pra não entender. Mais uma vez teria de fazer tudo sozinho... nunca havia sido diftente mesmo.

Ouço pane nos apresentando e faço um meneio ao velho senhor.

Já estava cansado, e ti ha acabado de acordar! Continuo observando, as respostas que dedejo não seriam obtidas de meus colegas. O que é uma tremenda pena.


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Re: Capítulo 3 - Sangue & Poesia

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