Fragmentos 10o Capitulo

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Fragmentos 10o Capitulo

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 02, 2013 6:41 pm

1o Estouro - Com mil explosões se faz um show

"Os olhos não estão aqui
Aqui os olhos não brilham
Neste vale de estrelas tíbias
Neste vale desvalido
Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos"
T. S. Eliot, A penny for the Old Guy


1 hora antes do Evento:

"Hoje é um dia glorioso para nossa sociedade irmãos! Parnaq hoje é o palco onde o futuro é apresentado. E lhes digo com um grande sorriso no rosto de que ele é esplendido!" Acaiah nunca havia notado como seu tio poderia ser um palestrante tão fervoroso, a idéia perturbava a impressão que tinha do tio que contava piadas sem graça como qualquer tio comum.

"Deixem-me apresentar a nova geração de comando da Ordem! A divisão pública da Ordem! O Esquadrão do Futuro!!!" e neste momento os holofotes se dirigiam a Acaiah e mais cinco jovens de sua idade. Ele nunca tinha os visto, e sabia que eles não o conheciam, mas todos ali entendiam o porquê de estarem sendo televisionados para todo o país do "Circulo"

E era justamente Acaiah quem deveria discursar em seguida.

...

Chris, o Inumano, estava atrás das cortinas do palco e extramente ansioso e nervoso. Sua autoconfiaça sempre desaparecia nesses momentos, e com a transmissão ao vivo e a multidão no auditório ela se tornou inexistente.
Thera teve que cutuca-lo para tira-lo do medo interior.

"Vai sair nadando se suar mais" a ruiva esboçava um meio-sorriso.
"Não vou conseguir falar" Chris tentava secar o suor da testa com as costas da mão direita.
"O que eu te disse sobre alta demais hein? Se não tivessemos ido tão bem iriam escolher aquele robô torto do gorducho"
"Você praticamente quebrou a máquina dele" Chris começava a se acalmar.
"Mas foi engraçado" os dois gargalharam, quando os dois abrandaram Thera falou séria "Vá fazer seu trabalho Chris, você é o Inumano, vai se dar bem"

...

Acaiah encarava a multidão e os flashes das cameras como um soldado solitário que se aproxima da legião inimiga. Ele sabia como falar, seu pai o ensinou como faze-lo a vida inteira por mais que ele negasse seu talento.

"Olá, meu nome é Acaiah. Sou um dos mais novos membros da Ordem. Nos chamaram agora de Esquadrão do Futuro, e acho mesmo que é um bom nome" ele aparentava amadorismo mas ao mesmo tempo uma confiança incomum "Somos do futuro porque ainda não somos nada para a Ordem ou para a sociedade. Ainda não fizemos nada de grandioso. E eu, o mais novato do time, fui escolhido para discursar hoje..." Acaiah parou para dar uma pequena risada que obrigou a platéia a rir também.

"Apesar disso tudo eu vi o que muitos aqui não veem faz muito tempo. Vi como estão as coisas fora do Circulo, e como são os Monstros Invernais" a eloquencia repentina e a citação também repentina dos algozes quebrou o riso da platéia. "Eu digo que eles estão tão ruins e sanguináreos quanto são citados em livros de história e lendas...talvez piores. Mas digo uma coisa a vocês meus compatriotas" Acaiah assumia agora uma postura patriótica.
"Se vamos expandir o Circulo, precisamos expandir o poder da Ordem e garantir o futuro pacifico não apenas para nossos filhos, mas para nossos netos e bisnetos. Nós, o Esquadrão do Futuro, queremos ser a face dessa expansão, queremos oferecer nosso futuro a vocês! Queremos o Grande Circulo!"

Estratégicamente a nova bandeira do Estado do Circulo foi extendida atrás de Acaiah. A visão do jovem com punho levantado seria imortalizada...assim como a imperceptivel mudança da cor castanha de seus olhos para um azul roxeado.

...

"O garoto é bom" Inumano apontou para sua amiga. Thera apenas acenou positivamente.
Logo após o discurso, foi iniciada o que Thera apelidava de "propaganda tecnológica" tanto a bélica quanto a convencional. Chris sabia que quando o assunto fosse robótica seu projeto seria o primeiro.

Ele morria de dor de estomago quando passou pelas cortinas com Thera.
"O-Olá a todos! Sou Christopher Rewk e-e-e vou apresentar o meu projeto" o jovem gaguejava desesperadamente.
"Nosso constructo é o mais rentável e economico já feito e suas habilidades bélicas serão imprescindiveis em território hostil" Thera auxiliava no discurso.
"C-Como podem ver ele pode..."

O Evento sacudiu as estruturas do auditório...e as estruturas de Parnaq.

Fim do 1o Estouro



Última edição por isaac-sky em Ter Abr 09, 2013 7:44 pm, editado 1 vez(es)



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Re: Fragmentos 10o Capitulo

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 02, 2013 7:43 pm

2a Explosão - Escuro

30 minutos antes do Evento:


Os becos e esquinas do subúrbio de Parnaq eram o pior labirinto da vida de Larq. E tudo se tornava mais desesperador quando ele viu dois vultos o seguindo.

Exausto, ele parou e se agachou perto de uma poça lamaçenta e se apoiou com a mão esquerda na parede mofada de um prédio em ruínas.

"Ahahaha, um músico por essas bandas?" dizia o primeiro vulto.
"Deve ter se perdido o coitado. Vamos ajudar ele a achar a saída parceiro?" disse o segundo.
"Mas temos que levar ele inteiro?"
"Em pedaços vai ser mais fácil carregar talvez"

O brilho de uma faca de açougue revelava a posição do vulto na penumbra.

O baixista se virou e chutou a poça, espirrando água e lama na provável altura dos olhos do bandido, dando tempo suficiente para que ele corresse e o empurrasse. Mas seus parceiro também correu, e enquanto o dono do facão caia, e colocou as duas mãos no pescoço de Larq.
Desesperado e começando a perder ar, tentou empurrar o bandido sem sucesso. O dono do facão se aproximava com um sorriso tenebroso.

...

"Vamos Daniels! Falta pouco pra sair do lado escuro!" N gritava, enquanto Daniels olhava para a distância entre os dois pequenos prédios e hesitava tremendo de medo.
Ele tentou em seguida correr e pular, mas no último segundo tentou parar. Tropeçou e caiu para o escuro da viela.

"Daniels! Daniels seu..." N tomou consciencia de que Megan havia acordado em suas costas e chorava baixinho. "Esse cara vai acabar me devendo uma fortuna" resmungou ele pulando para a viela.

...

Larq conseguiu permanecer em pé jogou o seu peso para trás. Parou assim que havia batido as costas na parede pegajosa atrás dele.
"Pelo menos pelas costas o do facão não vai atacar" pensou ele brevemente antes de começar a tirar uma das mãos do enforcador.
Parecia que a única vantagem que ele tinha sobre esses bandidos era o fato de que o baixista não estava desnutrido como eles, então tinha um pouco a mais de força. Mas se aquele cara da faca finalmente chegasse, isso não adiantaria de nada.

Larq somente pode gritar por socorro.

...

N estranhou o tom de voz que pedia socorro. Não era Daniels. Atrás dele havia paredes de um beco e Daniels não estava lá. "Só um caminho e o velhote sai correndo ao invés de me esperar"

Megan já não chorava mais e pela respiração pesada ela havia voltado a dormir "Não sei como ela consegue..."

N tirou Risco das costas e andou tateando a parede grudenta a sua direita. Tinha uma lanterna, mas seria burrice revelar sua posição antes de estabelecer um plano de fuga.
O grito de socorro permaneceu alto e ficando mais perto a cada passo. N apenas viu os três vultos: um deles gritava, um estava empurrando o primeiro contra a parede e um terceiro segurava uma faca. Uma análise rápida e N correu até os vultos com Risco ainda dentro de sua "capa"

...

Larq quase desmaiou antes do borrão que vinha da sua esquerda atacar o enforcador e ficar de frente contra o bandido de facão. Livre, o baixista fez menção de correr mas o brilho da espada de seu salvador e o sangue espirrando do bandido capturaram sua atenção completamente.
Eram movimentos belos e leves mas ao mesmo tempo tão brutais que Larq se perguntou se havia sido realmente salvo.

O vulto tinha uma corcunda. Mas a corcunda tossiu e então o seu salvador se virou e o encarou. Acendeu a lanterna em seu rosto e gritou.

"Ei Daniels! Seu filho por acaso é loiro?"

Larq colocava as mãos sobre o rosto por conta da luz forte.

"Não. Esse garoto não é o meu filho..." disse uma voz melancólica atrás do baixista. Se virou e viu um senhor de idade mancando até sua direção.

"Hoje é dia de todo mundo se perder por aqui?" o salvador ironizava.

A terra tremeu. Assim como Parnaq e a vida dessas quatro pessoas.

Fim da 2a Explosão






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Re: Fragmentos 10o Capitulo

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 09, 2013 7:46 pm

3o Estampido - Libertando-se das férias

1 semana antes do Evento:

A rotina da prisão-mansão de Hill não havia mudado, pelo menos não a olho nu. Os encarcerados podiam sentir no ar que a melancolia do lugar era substituida pela esperança.
Esperança do plano de fuga que Alex criou.

Alexander conseguiu roupas mais parecidas com as quais ele usava antes de viajar no tempo. Ele parecia um motoqueiro com sua jaqueta de couro mas ele sabia que esse tipo de estilo não era mais comum nessa época.
O primeiro passo do plano era descobrir até que ponto a vigilancia da prisão não iria interferir. Até que distância eles poderiam correr até terem helicópteros atrás deles.

Ele havia deixado de fumar a anos, mas a escapada para o lado de fora precisava de uma desculpa. Alex acendou o cigarro e caminhou pelo gramado da primeira inclinação do conjunto de elevações que separavam a prisão da cidade. 200 metros. 300 metros. 400 metros. 500 metros.
Alexander andou mais alguns passos até um homem armado com um rifle, vestindo o traje fechado da guarda da Ordem, apareceu e estendeu a mão para que parasse.
O guarda parecia um herói de quadrinhos com a roupa fechada e capacete que cobria a parte de cima do rosto.

"Olá. Boa tarde" disse Alex sem esboçar surpresa.
"Boa tarde senhor. Por favor volte ao perímetro da mansão" o tom de voz dele não indicava ameaça mas era sério.
"Claro. Só tomando um ar. Quer um cigarro?" Alex odiava esse tipo de atuação e acreditava que era extramente ruim nisso.
"Não estou autorizado senhor" ele respondia com um respeito incomum a um guarda de prisão.
"Deve ser uma droga ficar aqui nesse sol pra vigiar um bando de velhos e crianças ricas" Alexander ficava com as mãos nos bolsos da camisa. Deixou o cigarro queimar sem que tragasse.
"Não é senhor. É um bom serviço..." o guarda agora esboçava um meio sorriso.
"Ele deve ser mais verde que essa grama. Um novato" pensou Alex ao sorrir também já imaginando como implementar o resto do plano.

...

24 horas antes do Evento:


"Tudo pronto?" Alex girava a caneta em seus dedos cinzentos de ciborgue. Era impressionante como não sentia quase diferença nenhuma com os novos braços.
"Sim. Todos já foram avisados e estamos prontos para lutar caso precisemos" Romanel se ajustava na cadeira.
"Precisamos lutar desde que nos prenderam aqui Roman. Nós vamos precisar com certeza" apesar de não estar ansioso por um conflito Alexander sabia que era inevitavel.

Elize entrou no escritório com o peito estufado e orgulho evidente.
"Eu CONSEGUI!" disse com as mãos na cintura.
Alex deu um sorriso discreto "Tem o carro?"
Ela acenou positivamente.

"Impressionante chefe! Convencer o José que sacrificar o único carro do complexo é necessário foi complicado" Romanel se levantou e acenou para os dois com a cabeça "Vou fazer o resto das minhas malas...finalmente"

Assim que a porta se fechou Elize correu e pulou no colo de Alex que estava sentado no pequeno sofá do escritório. Seus braços gritavam por uma reação de defesa, mas Alexander lutou para não repelir ela.
"Você fez o que eu nunca consegui. Parabéns" ela deu um tapinha em seu ombro e se levantou. "Viu a cara do Romanel? Eu...eu impedi que ele cometesse suicídio quando ele chegou. Eu impedi o suicídio de muita gente por aqui" Sua expressão pareceu se perder por dois segundos em lembranças.

Alexander se levantou e colocou as mãos nos ombros de Elize. Deviam estar geladas mas ela não parecia se importar.
"Nós fizemos isso Elize"
Dessa vez Alexander não teve medo de se perder nos olhos de fogo de Elize. Nem mesmo em seu beijo.

...

Os acenos discretos eram quase a única indicação da revolução que viria. Os mais idosos andavam com mais vigor e disposição do que o normal, mas os jovens estavam tão ansiosos que quase tremiam.

Outro cigarro. Alex não sentia vontade de fumar mesmo tendo que faze-lo como desculpa na última semana. Mantinha-se tranquilo mas o frio na barriga o fez não comer praticamente nada naquele dia.
Acenou assim que viu o guarda se aproximar. Apesar da amizade que havia criado fosse pura interpretação, Alexander não sentia que Mario era mal. Pensou até em leva-lo junto na fuga para a Resistencia mas era arriscado.

Alex ofereceu o maço de cigarros. A conversa entre os dois era descontraida, e dessa vez Mario estava bem mais relaxado com o rifle pendurado desleixadamente no ombro com a correira. Era realmente o momento certo.
"Já teve um pressentimento quando acordou de manhã?" Alex indagou olhando para o sol.
"Não sou supersticioso. Mas meu avô costumava dizer que todo homem tem isso quando vai morrer nesse dia" o guarda deu uma risada.

Tres minutos antes do Evento...

"Eu tive um sonho assim ontem..."
"Acha que vai morrer hoje Alex?" ele continuou rindo

Dois minutos antes do Evento...

"Não eu...mas algo"

Um minuto antes do Evento...

"O que quer di..." Mario mordeu a lingua quando Alexander o atingiu com seu braço robótico. Caido no chão, Alex pegou seu rifle e começou o seu plano.

Sentia que suas vidas estavam sendo arrancadas de suas estruturas seguras. Assim como Parnaq.

Fim do 3o Estampido









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Re: Fragmentos 10o Capitulo

Mensagem por isaac-sky em Ter Abr 16, 2013 7:37 pm

4a Detonação - Explodindo a morte

30 km do Evento


A frota da Armada Cinza e dos homens de Jack Louco já haviam alcançado a penumbra que a cidade flutuante de Parnaq fazia na estrada. Mais algumas horas e já estariam exatamente abaixo da metrópole.

"Não é possível! Os malditos ainda seguem a gente" James gritava quando olhou no binóculo. O mar de zumbis-invernais estava distante mas nunca deixava de seguir. O combustível já não parecia ser suficiente para manter essa corrida.

...

"Blue?" Jonah falou baixo no rádio, usando a frequencia que só seus homens usavam.
"Oi senhor" a voz da garota aliviou a Olaf que ouvia quieto sentado ao lado de Lianna.
"A quanto tempo liberou suas mãos?" Jonah perguntava sem espanto.
"Meia hora depois que começamos a fugir senhor" ela mantinha sua frieza padrão "Estou fingindo que estou presa"
"Excelente Blue. E May como está?"
"Meio irritada. Amarrada também. Posso até solta-la porque o motorista é um panguão, mas não queria arriscar e ter que descer. Posso ainda ouvir os invernais senhor"

...

10 km do Evento

"Ok Jonah! É o seguinte..." Jack quebrava o silêncio do rádio "Eu deixo as suas garotas aqui e nos separamos! Já chega! Você me fez perder aquela cidade"
"Negativo Jack" Marah se levantou para protestar mas Olaf apenas a encarou com reprovação e acenou a cabeça "Se pararmos agora nós somos pegos pela onda. Precisamos chegar nas ruínas antes. Depois disso não quero mais ver sua cara tenente"
O jeito que Jonah falava 'tenente' deixou claro para Olaf de que os dois já foram oficial-e-soldado no campo de batalha. Ele se perguntava como o tal tenente se tornou louco. Essa história seu pai não havia contado.

...

2km do Evento

"Atenção todo mundo! Estacionem na frente daquele prédio. Vão! Vão! Vão!" Todos, até os homens de Louco, seguiram as ordens de Jonah e pararam os veículos.
O motorista da pickup saiu do carro e subiu na traseira para desamarrar Blue e May.
"Hora de soltar as galinhas hehehe..." a risada irônica foi cortada pelo chute no nariz que Blue aplicou. Ela soltou May e pegou as suas coisas.

"São e salvas Jonah. Pode ficar com elas e até nunca!" Jack fazia uma mesura e virava o tanque para o lado contrário"

James correu para ver May. Ela tinha expressão abatida mas parecia feliz em ver o grandalhão desajeitado e o abraçou.
"Da próxima vez eu vou junto" ele disse sem escutar direito o que ela resmungava.

...

0km do Evento

O comboio de caminhões e moto seguiu até o centro da cidade em ruínas abaixo de Parnaq. Mesmo os refletores dos veículos com força máxima a escuridão era tão sólida quanto uma parede.
"O que raios a gente tá fazendo aqui?" Marah quase tremia de medo.
"A Resistência vai nos ajudar. Vamos trocar munição por combustível" Jonah somente olhava para a estrada e indicava para o motorista o caminho correto. Ele parecia ter ido a baixa Parnaq muitas vezes antes.

Olaf começou a sentir um formigamento no corpo inteiro.
"Deve ser o remédio pro braço" pensou sem comentar a ninguém.

...

Tyran tentava organizar suas pastas e medicamentos no caminhão-médico, evitava ficar ocioso mesmo com a movimentação turbulenta do veículo. Lianna estava sentada e com a cabeça entre os joelhos.
"O que tem Lia?" o médico perguntava sem olhar para ela.
"Me sinto uma inútil por aqui" ela respondeu como uma adolescente emburrada.
"Sabe que o seu sentir não é a realidade"
"Claro" ela bufou.
"Tente não se comparar com os outros. Você tem mais chance de sobreviver a isso tudo se ajudar os outros ao invés de atacar os invernais. Acho que consegui ficar velho por causa disso" ele deu uma risadinha agora se virando para ela. "Assim que chegarmos na base do norte você vai poder aprender medicina de verdade e ajudar muita gente. Não se menospreza minha pequena" ele estendia a mão logo antes do caminhão balançar violentamente.

Parnaq balançava. A explosão abalou suas estruturas. E a Armada Cinza era o detonador

Fim da 4a detonação e início do Evento.



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